Como fazer o seu negócio se destacar no Dia das Mães

PINT2094 SÃO PAULO 06/05/2011 ECONOMIA COMPRAS Movimento na Rua Oscar Freire para compra de presentes para o dia das Mães FOTO PAULO PINTO/AE O Dia das Mães é considerado um dos maiores sazonais para o comércio por movimentar bilhões de reais todos os anos. Com a pandemia, algumas estratégias de vendas mudaram – outras, porém, permanecem como nos anos anteriores à quarentena. Para ter sucesso em vendas, e ainda aproveitar para fortalecer a marca do seu negócio, é importante contar com bastante planejamento. A data parece próxima – e realmente está -, mas ainda dá tempo de conferir se sua empresa seguirá as estratégias mais adequadas. A importância de definir uma meta Antes de qualquer coisa você deve se perguntar qual a meta da sua loja para este Dia das Mães: aumentar as vendas? Aumentar a lucratividade? Lançar uma nova coleção? Esta etapa é fundamental, pois, a partir dela serão definidos os próximos passos. Se seu objetivo é vender mais, por exemplo, deve ter foco em coisas como divulgação e logística de estoque. Agora, se busca aumentar a lucratividade, é preciso estudar os cenários mais rentáveis e escolher o que melhor se encaixe ao orçamento do seu negócio. Sem uma meta bem definida é praticamente impossível ter sucesso em qualquer sazonal. Por que investir em comunicação on-line? Já faz alguns anos que tudo tem se tornado digital, inclusive o processo de vendas. Mesmo que sua loja seja física, muito provavelmente boa parte da sua clientela soube da sua marca on-line, seja por mecanismos de pesquisa ou redes sociais. Hoje é imprescindível que as empresas estejam presentes também na internet para prospectar, vender e fidelizar clientes. Especialmente no Dia das Mães a comunicação da sua marca deve ser bem feita, alinhada aos valores do seu negócio e dos seus produtos. Ela deve atrair e instigar o consumidor, que está cada vez mais desafiador de se conquistar. Em 2020, primeiro Dia das Mães durante a pandemia e o isolamento social, as vendas durante o sazonal recuaram 41% em relação a 2019 (Fonte: Boa Vista). Esse número é assustador para o setor do comércio, que deve estar preparado para engajar o consumidor a comprar agora em 2021. Isto só mostra quão importante é se comunicar com o público, entender o que ele espera e atraí-lo para consumir. Por isso, é fundamental investir na comunicação e no marketing da sua marca. E como vender na pandemia? Na rotina dos brasileiros há mais de 1 ano, a pandemia trouxe desafios que parecem não ter solução. Um deles é sobre como o comércio pode sobreviver a tempos de isolamento social. Felizmente, há uma resposta para isso: adaptação. O primeiro passo fundamental é procurar se adaptar às restrições e mudanças do mercado. Em 2020, muitos varejistas migraram para o e-commerce e pensaram em soluções como o drive thru e delivery. Ideias como descontos, cupons e outras formas de benefícios foram (e ainda são) muito importantes para atrair o consumidor. Neste momento, a maior preocupação é a vida. Ainda assim, é possível manter seu negócio ativo e lucrativo, basta estar atento aos cuidados necessários e às novas demandas que surgem. O que não mudou (e provavelmente não vai mudar nunca) Um atendimento atencioso e eficiente sempre serão diferenciais para conquistar o consumidor. A experiência de compra deve ser satisfatória, portanto, para e-commerces é fundamental garantir boa usabilidade da plataforma, especialmente para mobile. Deve haver muita atenção e cuidado também com o pós-venda, momento chave para a fidelização de clientes. Para atrair mais compradores, invista em kits e promoções. Parcerias e cupom fidelidade colaboram para futuras vendas após o sazonal. Uma boa alternativa para o Dia das Mães é a criação de vale-presentes. Não se esqueça da sua equipe! Prepare-os para o aumento de vendas e, consequentemente, de fluxo de trabalho. *Conteúdo extraído do site Mustache.
Presidente institui o novo Programa Emergencial de Manutenção do Emprego e da Renda

Para garantir recursos, o chefe do Executivo federal também editou MP que abre crédito extraordinário no valor de R$ 9,98 bilhões O benefício tem como referência a parcela do seguro desemprego a que o empregado teria direito. – Foto: Marcos Corrêa/PR 27 de abril de 2021 – Presidente da República, Jair Bolsonaro, editou Medida Provisória (MP) que institui o Novo Programa Emergencial de Manutenção do Emprego e da Renda. A iniciativa traz medidas trabalhistas para o enfrentamento da emergência em saúde pública de importância internacional em razão da infecção humana pelo novo coronavírus (Covid-19), com o objetivo de preservar o emprego e a renda, garantir a continuidade das atividades empresariais e a manutenção da renda do trabalhador e reduzir o impacto social diante da paralisação de atividades e restrição de mobilidade em todo o país. O programa institui o novo Benefício Emergencial de Manutenção do Emprego e da Renda (BEm), que será pago pela União nas hipóteses de suspensão ou redução da jornada de trabalho, independentemente do cumprimento de período aquisitivo, do tempo de vínculo empregatício ou do número de salários recebidos. Além disso, não impedirá a concessão ou alterará o valor do seguro desemprego a que o empregado vier a ter direito, quando atendidos os requisitos previstos legalmente, no momento de eventual dispensa.O benefício, a ser pago mensalmente, tem como referência a parcela do seguro desemprego a que o empregado teria direito. As medidas se assemelham ao Programa editado em 2020, fruto da MP 936, convertida na Lei nº 14.020. A MP prevê a possibilidade de redução da jornada de trabalho e do salário dos empregados e suspensão temporária dos contratos de trabalho, cumulada com o pagamento do benefício, por até 120 dias. Vale ressaltar que alguns requisitos devem ser observados, como a preservação do salário-hora de trabalho, a pactuação de acordo individual escrito entre empregador e empregado e a redução da jornada de trabalho e salário nos percentuais de 25%, 50% ou 70%. Também está prevista a possibilidade de suspensão temporária do contrato de trabalho pelo prazo máximo de 120 dias. A suspensão deverá ser formalizada por meio de acordo escrito, de forma que, durante o período de suspensão contratual, o empregado faça jus a todos os benefícios que vierem a ser concedidos pelo empregador. Em todos os casos, fica reconhecida a garantia provisória no emprego durante o período acordado e após o reestabelecimento da jornada ou encerramento da suspensão, por igual período. Crédito extraordinário A fim de garantir recursos para o novo Programa Emergencial de Manutenção do Emprego e da Renda, o Presidente também editou Medida Provisória que abre crédito extraordinário, no valor de R$ 9,98 bilhões, em favor do Ministério da Economia. Em 2020, aproximadamente 1,5 milhão de empregadores firmaram acordos temporários de redução de jornada e salário, assim como de suspensão de contrato de trabalho com cerca de 9,8 milhões de trabalhadores. Desse modo, a assistência do Estado brasileiro aos empregados brasileiros é de suma importância nesse momento de brusca redução das atividades econômicas. Fonte – Governo federal
Considerado feriado facultativo, comércio pode funcionar nesta quarta

A Associação Comercial e Industrial de Campo Grande informa que o funcionamento do comércio neste feriado de Tiradentes, celebrado na quarta-feira (21), ficará a critério de cada empresário. A Convenção Coletiva do Trabalho, firmada entre o Sindicato dos Empregados no Comércio de Campo Grande, Sindicato do Comércio Varejista de Campo Grande (Sindivarejo CG) e a Fecomércio-MS, estabelece esta data como um dos feriados facultativos, ou seja, empresas podem abrir desde que sigam algumas exigências, como: ter informado o sindicato laboral com até cinco dias de antecedência por escrito, com protocolo, e efetuar pagamento de R$ 15,00 por funcionário. Estabelecimentos contribuintes do sindicato estão isentos dessa taxa. Além disso, a convenção prevê que folga compensatória ao colaborador em até 15 dias subsequentes, bem como, o recebimento de uma indenização do valor de 7% do piso salarial ao empregados que são contribuintes da entidade laboral. O presidente da ACICG (Associação Comercial e Industrial de Campo Grande), Renato Paniago, avalia como positiva a possibilidade de abertura do comércio. “Esta flexibilidade é importante para que o empresário possa decidir o que é melhor para seu negócio. Acreditamos que a maior parte do comércio funcionará normalmente, pois as empresas precisam se recuperar do período de restrições das atividades. Um dia a mais aberto faz diferença ao comércio”, avalia Paniago. A previsão de funcionamento do comércio no dia 21, será das 9h às 18h, conforme previsto na convenção coletiva.
ACICG e Insted: suporte administrativo e contábil a custo zero para empresas

Empresas receberão suporte técnico e acadêmicos terão a oportunidade de praticar o que aprenderam na sala de aula; Projeto piloto entra em operação ainda este mês. 16 de abril de 2021 – A Associação Comercial e Industrial de Campo Grande (ACICG) e a Faculdade Insted celebraram na última quinta-feira, dia 15, uma parceria para levar orientações profissionais nas áreas administrativa e contábil à empresas associadas da entidade. Por meio da iniciativa, enquanto as empresas recebem apoio técnico, os acadêmicos dos cursos de administração e ciências contábeis poderão praticar o que aprendem nas aulas teóricas, sob a supervisão dos professores dos cursos. Renato Paniago, presidente da Associação Comercial, explicou que o acordo tem por objetivo resolver um grande problema do mercado de trabalho. “A falta de mão de obra capacitada em todos os setores é um problema grave para as empresas no Brasil. Muitas vezes encontramos profissionais com conhecimentos técnicos, mas sem experiência prática. Assim, confiamos que essa parceria pode contribuir significativamente para a melhoria desse cenário na Capital”. Moacir Pereira Júnior, coordenador da Escola de Varejo da ACICG disse que a parceria é um divisor de águas na história da entidade. “Temos expertise na aplicação de cursos que fazem diferença no cotidiano das organizações e, por meio dessa parceria, poderemos atuar in loco nas empresas, proporcionando mais um benefício para seu desenvolvimento e inaugurando um novo capítulo na história da Associação Comercial”. Empresas de todos os portes poderão participar do projeto. Elas serão contempladas com análises de mercado, do departamento de pessoal, de custos e de financeiro, avaliação estratégica, gestão de pessoal e formulação de relatórios não existentes para tomada de decisões, além de mapeamento e análises dos relatórios contábeis. Neca Chaves Bumlai, diretora da Faculdade Insted, ressaltou a importância do aprendizado na prática para a formação profissional dos acadêmicos. “Acreditamos muito na interação entre a academia e o mercado de trabalho. Trabalhamos com estudos de casos reais para que nossos alunos, desde o primeiro semestre, tenham contatos práticos com o dia-a-dia da profissão que escolheram e possam sair completamente capacitados da graduação”. A coordenadora do projeto, professora Mônica Satolani, detalhou que os trabalhos vão envolver a análise de dados e de processos organizacionais feitos pelos acadêmicos para posterior diagnóstico. “Um dos pontos fortes desse trabalho é a otimização financeira que pode ser implementada. Vivemos num momento de recursos escassos e isso será muito importante. O planejamento poderá contemplar, inclusive, a expansão do negócio assistido, se for uma oportunidade viável para a empresa durante o acompanhamento”, adiantou. O professor Pedro Chaves dos Santos, diretor da Associação Comercial e mantenedor da Faculdade Insted, lembrou que muitos problemas corporativos estão relacionados à gestão. “Esse casamento entre academia e mercado é fundamental. Em países, como nos Estados Unidos, quando as empresas não conseguem solucionar algum problema de operação, elas recorrem às universidades. No Brasil, infelizmente, percebemos que muitas empresas não dão importância à academia. Nós queremos mudar essa realidade, e abriremos as portas para que isso ocorra aqui em Campo Grande”, contribuiu. O projeto-piloto terá início neste mês, e a expectativa é aumentar o número de empresas atendidas e de cursos envolvidos já no segundo semestre deste ano. Empresas interessadas podem solicitar mais informações pelo e-mail escoladevarejo@acicg.com.br.
ACICG e Acecam fecham parceria para beneficiar empresários de Camapuã

A Associação Comercial e Industrial de Campo Grande (ACICG) e a Associação Comercial e Empresarial de Camapuã (Acecam) firmaram parceria para disponibilizar diversos produtos e soluções à classe empresarial de Camapuã. Na última semana, os presidentes de ambas entidades assinaram o termo de convênio na Capital a fim de fortalecer e auxiliar no desenvolvimento dos setores de comércio e serviços daquela região. “As associações comerciais são comprometidas com o desenvolvimento, a representatividade e a defesa da classe empresarial. Estamos somando esforços com a Acecam para que as soluções que beneficiam a Capital também possam agregar valor e ajudar as empresas de Camapuã a fazerem bons negócios”, afirma o presidente da Associação Comercial e Industrial de Campo Grande, Renato Paniago. O presidente da Associação Comercial de Camapuã, Mathias França, considera a parceria firmada fundamental para fomentar o associativismo. “Nós já conhecíamos algumas iniciativas da ACICG, mas o primeiro contato com a sua diretoria ocorreu por meio da prefeitura de Camapuã, com intermédio do vice-prefeito Aloísio Targino. Após visitarmos a entidade na Capital, percebemos que várias soluções poderiam apoiar também as empresas da nossa cidade, trazendo muitas vantagens não só para o empresário como, também, aos seus colaboradores. E foi isso que buscamos: incrementar o nosso portfólio de serviços e oferecer ferramentas e benefícios importantes aos associados. Assim, criamos um ambiente de associativismo mais forte em nossa região”, explica. A parceria entre ACICG e Acecam vai possibilitar que empresas de Camapuã possam adquirir novos serviços que auxiliem na recuperação de crédito, como a conciliação, que ajuda a solucionar conflitos de maneira amigável e sem o uso do judiciário, bem como, produtos e ferramentas que ajudem nos desafios do ambiente de negócios, como a certificação digital e planos corporativos de celular com valores abaixo do mercado, um incentivo para a empresa que precisa abrir novas frentes de atendimento online, por exemplo. Outro serviço que será disponibilizado por meio do convênio com a ACICG será o plano odontológico, que ajudará a proporcionar mais saúde aos empresários e seus colaboradores. “Além desses, outros novos serviços serão incrementados ao longo do ano”, complementa o Mathias. Para obter mais informações sobre as novidades de produtos e serviços ao setor empresarial de Camapuã, entre em contato com a Acecam pelo telefone 67 3286-3030.
Mais de 40% das empresas não registraram nenhum caso de Covid-19 entre colaboradores desde o início da pandemia

Levantamento da ACICG descobriu que 45,6% das empresas não pretendem demitir, e apela para que população continue seguindo as regras sanitárias 12 de abril de 2021 – Pesquisa realizada pela Associação Comercial e Industrial de Campo Grande com empresas da Capital revelou que 43,8% dos estabelecimentos não registraram nenhum afastamento de colaborador por infecção pela Covid-19 desde o início da pandemia. 35,9% responderam que até três colaboradores foram afastados pela doença; 12,2% afastaram de 4 a 6 funcionários; de 7 a 10 colaboradores precisaram de licença em 4,3% das empresas, e 3,5% responderam que mais de 11 colaboradores foram contaminados desde o início da pandemia. A Associação Comercial também questionou quantos colaboradores as empresas demitiram no período da pandemia. Nenhuma demissão foi realizada em 40% dos estabelecimentos; 43,4% disseram que demitiram até cinco pessoas; 11,3% demitiram de seis a 10 pessoas, e 5,2% disseram que precisaram dispensar entre 11 e 20 pessoas do quadro de mão de obra das empresas. Quando perguntado sobre a previsão de demissões nos próximos meses, 45,6% das empresas disseram que não pretendem dispensar nenhum colaborador; 26,3% preveem uma redução de quadro de até 5%; para 13,1% a demissão deve ser de mais de 10%; 9,6% dos respondentes devem dispensar até 30%, e 5,2% afirmam que devem reduzir a equipe em 50%. A ACICG perguntou ainda, por mais quanto tempo as empresas conseguem manter o quadro sem demissões. 65,4% conseguem operar sem dispensas por 3 meses; 17,2% conseguem manter o quadro de 4 a 5 meses; 7,2% devem operar sem demissões de 6 a 9 meses, e 10% das empresas devem conseguir funcionar sem demissões por mais de 10 meses. “Apesar do cenário crítico que estamos vivendo em meio a pandemia, podemos destacar alguns pontos positivos no levantamento, como o fato de 43,8% das empresas não terem registrado nenhum caso de colaborador infectado, e que 45,6% dos estabelecimentos não pretendem demitir colaboradores. Sabemos que o cenário não é favorável para os setores de comércio e serviços, e, ainda assim, as empresas de Campo Grande continuam tentando sobreviver e não demitir”, ressalta o presidente da Associação Comercial, Renato Paniago. Ele lembra que as empresas permanecem seguindo todos os protocolos de segurança desde o início da pandemia. “As empresas da Capital são exemplos no combate à doença. Os estabelecimentos são constantemente fiscalizados, os colaboradores são orientados a seguir os protocolos sanitários, ou seja, o setor está fazendo a sua parte na luta contra a Covid-19. Apelamos para que a população colabore, que não frequente festas clandestinas, que sigam os protocolos de biossegurança para frear a pandemia”, finalizou. A pesquisa foi realizada entre os dias 29 de março e 2 de abril, com empresas dos setores de vestuário (16,52%), Calçados (9,57%), Alimentação (15,65%), Serviços (29,57%) e segmentos não especificados no questionário (28,70%).
Ampliação de carência do Pronampe já está disponível na Caixa

(Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil) O prazo para pagamento do empréstimo pode ir de oito para 11 meses A partir de hoje (12), empreendedores que contrataram crédito pelo Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe) na Caixa podem pedir a ampliação da carência para pagamento do empréstimo. O prazo pode ir de oito para 11 meses. De acordo com o banco, o procedimento não altera o prazo total do contrato e pode ser feito pelo Internet Banking da Caixa, no espaço destinado aos contratos, na opção Solicitar Prorrogação de Pausa Pronampe. Desde o início das contratações do Pronampe na Caixa, em junho de 2020, foram financiados R$ 16,4 bilhões pelo banco, o que representa 41,7% de todos os contratos firmados no país nessa modalidade. A ampliação do prazo de carência foi autorizada por assembleia de cotistas do Fundo Garantidor de Operações (FGO) no início de março. As empresas que desejarem prorrogar a carência da linha do Pronampe devem procurar as instituições financeiras com as quais firmaram os contratos de crédito. Manutenção de emprego O programa foi criado em maio do ano passado pelo governo federal para auxiliar financeiramente os pequenos negócios e, ao mesmo tempo, manter empregos durante a pandemia de covid-19. As empresas beneficiadas assumiram o compromisso de preservar o número de funcionários e puderam utilizar os recursos para financiar a atividade empresarial, como investimentos e capital de giro para despesas operacionais. De acordo com o Ministério da Economia, o programa disponibilizou mais de R$ 37 bilhões em financiamentos para quase 520 mil micro e pequenos empreendedores. As contratações foram encerradas em dezembro de 2020, mas, na semana passada, o governo federal enviou um projeto ao Congresso Nacional que permite a retomada do programa para este ano. Também está em tramitação no Congresso um projeto que torna o Pronampe uma política oficial e permanente de crédito. O texto foi aprovado no Senado e está em análise na Câmara. Fonte: Agência Brasil
ACICG participa de discussão sobre alternativas para reduzir lotação do transporte coletivo

Fonte – Assessoria de Imprensa da Câmara Municipal 10 de abril de 2021 – A Comissão Permanente de Transporte e Trânsito da Câmara Municipal de Campo Grande promoveu na última sexta-feira (09), mais uma rodada de negociações com representantes do Consórcio Guaicurus e Prefeitura para debater novas medidas para conter avanço da covid-19 no transporte coletivo. Uma das propostas apresentadas é o escalonamento de abertura do comércio e do funcionamento dos estabelecimentos de ensino. Outra alternativa sugerida, seria adotar tarifas diferenciadas com desconto nos horários alternativos para diminuir o fluxo de passageiros nos horários de pico. A reunião foi realizada com representantes do comércio, setor varejista, das escolas particulares e secretarias de Educação. De acordo com o presidente da Comissão Permanente de Transporte e Trânsito da Câmara Municipal, vereador Coronel Alírio Villasanti, as decisões estão sendo tomadas em conjunto para buscar alternativas inovadoras que contemplem todos os envolvidos. Para o parlamentar, o escalonamento do horário do comércio e das escolas é fundamental para que se possa diminuir o fluxo de usuários. “Entendo que a Câmara de Vereadores cumpre um papel importante trazendo diferentes segmentos da sociedade para discutir com muita grandeza uma solução definitiva para o transporte público. Há um consenso entre os setores produtivos, econômicos e da educação em verificar qual a melhor forma de operacionalizar estas propostas”, destacou Villasanti. Defensor da proposta de tarifas mais baratas nos horários de menor fluxo no transporte coletivo, o representante da ACICG (Associação Comercial Industrial de Campo Grande), Roberto Oshiro, acrescenta que além do escalonamento das atividades, a ampliação do horário de funcionamento do comércio também contribui para evitar aglomerações. “É preciso respeitar as leis de mercado. Se um determinado comércio pode funcionar 24h, que seria o ideal para cada um poder programar seu horário, bem como o consumidor também escolher o melhor momento para fazer suas compras sem aglomeração e, ao mesmo tempo possibilitar ao usuário do transporte público que possa em horários alternativos, pagar menos. No horário de pico o valor total da tarifa, nos outros horários, um valor menor para incentivar a população a utilizar em horários diferenciados, assim como funciona nos aplicativos de transporte”, defende Oshiro. O presidente do Consórcio Guaicurus, João Rezende, acredita que as soluções para resolver a lotação do transporte coletivo serão de curto à longo prazo e está cada vez mais claro para a sociedade que se trata de um direito social e necessita da atenção de todos. “É possível instituir a tarifa diferenciada, já praticamos essa modalidade há uns anos atrás, mas essa experiência acabou se perdendo ao longo do tempo, e agora novamente sugerida. Também podemos colocar mais ônibus em linhas específicas para atender os estudantes. Uma série de medidas que têm a nossa simpatia, desde que sejam analisados todos os impactos que estes eventuais benefícios possam causar”, salienta. Pelo setor educacional, o professor Valdir Leonel, representante da Semed (Secretaria Municipal de Educação), disse que de imediato a secretaria não pode ter uma posição única e sim, de toda a rede de ensino que inclui as escolas estaduais e particulares. “Precisamos pensar nos profissionais de educação que circulam nessas redes, pois temos professores que atuam em mais de uma escola. Independente do tempo do escalonamento dos horários, este profissional pode ter problemas para chegar em tempo hábil no seu local de trabalho. Hoje já existem algumas escolas que estão em horários diferenciados de outras redes, é uma questão de alinhamento. Para o ano que vem já temos estudos de alteração de horários devido a mudanças na carga horária dos professores e no horário de aulas dos alunos”, explica. A Câmara tem atuado e articulado, junto ao Executivo, propostas para diminuir a lotação nos ônibus, considerado um ponto de estrangulamento para o avanço da covid-19. Na última semana, uma primeira reunião foi realizada. Antes, uma comissão de vereadores fiscalizou os terminais Morenão, Júlio de Castilho, General Osório, Guaicurus, Nova Bahia, Aero Rancho e Hércules Maymone nos horários de pico, com o objetivo de averiguar a lotação dos itinerários dos ônibus. A Casa de leis ainda encaminhou ofício à Agetran, com cópia ao Consórcio Guaicurus, cobrando o aumento da quantidade de ônibus circulando na Capital, principalmente nos horários de pico, por conta do aumento dos casos de coronavírus na cidade.
Membros da ACICG fazem visita institucional a Câmara e reforçam compromisso de reativação de convênio

Na manhã desta quinta-feira (08), o presidente da Câmara Municipal de Campo Grande, vereador Carlos Augusto Borges (Carlão PSB), recebeu em seu gabinete na presidência da Casa de Leis, a visita do presidente da Associação Comercial e Industrial de Campo Grande (ACICG) – Renato Paniago, Ulysses Conceição – Superintendente e o 1º Diretor Secretário – Roberto Oshiro. Segundo o presidente da ACICG, a visita institucional teve como objetivo a aproximação da entidade ao Poder Legislativo Municipal e a reativação do Convênio com a Casa de Leis. “A Associação Comercial e Industrial de Campo Grande através de toda sua diretoria entende o importante papel da Câmara Municipal, sendo o parlamento a expressão máxima da democracia. Portanto, essa aproximação e parceria é fundamental já que somos os representantes da classe com mais de 8 mil empreendimentos associados. Especialmente neste momento da crise gerada pela Pandemia da Covid-19. A ACICG vem trabalhando rigorosamente desde o começo da pandemia para mitigar os impactos negativos desse vírus aos segmentos de comércio, indústria e serviços”, afirmou o presidente Renato Paniago, endossado pelos membros da diretoria que estavam presentes. Também participaram da reunião os vereadores João César Mattogrosso, Tabosa e Beto Avelar. O presidente da Câmara, vereador Carlão, reforçou a disposição de todos os vereadores em fortalecer o setor do comércio, Industria e serviços da Capital, especialmente através da parceria com a ACICG. “Estamos a disposição e vamos reativar o convênio para que a Associação participe ativamente das discussões de todos os Projetos de Lei que sejam referentes ao setor, com apoio técnico da entidade. Promovendo esse debate, através de audiências públicas e encontros, para o aperfeiçoamento das resoluções de interesse do setor e também buscando atender as demandas que venham da categoria. Sabemos da importância fundamental do comércio e indústria para a sobrevivência e desenvolvimento da Capital e vamos permanecer valorizando intensamente essa aproximação com o setor”, disse Carlão. O 1º Diretor Secretário – Roberto Oshiro sugeriu o estudo junto à Câmara para a criação de uma Frente Parlamentar do Setor Produtivo, a exemplo do que já ocorre em nível federal. O presidente da Casa e os vereadores presentes se comprometeram em estudar a ideia e trabalhar para sua execução. Fonte: Janaina Gaspar / Assessoria de Imprensa do Vereador
Covid-19 | ACICG oferece auxílio para que a Praça Ary Coelho seja ponto de vacinação

A Associação Comercial e Industrial de Campo Grande (ACICG) quer apoiar na imunização contra a Covid-19 disponibilizando para a prefeitura da Capital mais um ponto de vacinação na cidade. Na última semana, a entidade oficializou seu interesse de parceria à Secretaria Municipal de Saúde (Sesau) e propôs ao órgão o fornecimento de infraestrutura em contêiner na Praça Ary Coelho para que a equipe técnica responsável pela imunização possa realizar a aplicação das vacinas também no centro da cidade. “Neste momento é muito importante unir forças para que a vacinação ocorra com maior rapidez e segurança. A Praça Ary Coelho é um ponto de fácil acesso à população, por isso, sugerimos à Sesau que utilizasse o local como uma estação de vacinação e estamos oferecendo a estrutura, bem como, a retaguarda necessária para os profissionais de saúde, pois a entidade está situada em frente à praça”, explicou o presidente da Associação Comercial, Renato Paniago. A proposta de fornecer infraestrutura na Praça Ary Coelho para auxiliar a prefeitura na vacinação contra a Covid-19 será um serviço social e gratuito da ACICG.