Entenda como a ACICG vem auxiliando empresários no enfrentamento da pandemia

ACICG Fachada.

1º de abril de 2020 – A recente flexibilização das atividades econômicas que foi publicada no Decreto Estadual n° 15.644 atendeu às reivindicações da Associação Comercial e Industrial de Campo Grande (ACICG) e de outras instituições empresariais. Representante forte da classe e com mais de 8 mil empreendimentos associados, a ACICG vem trabalhando rigorosamente desde o começo da pandemia para mitigar os impactos negativos desse vírus aos segmentos de comércio, indústria e serviços. A entidade está apoiando o setor por meio de representatividade e articulações políticas, medidas jurídicas, suporte de orientação, ações educativas e sociais, entre outras iniciativas. Participando do comitê de gerenciamento da crise da Covid-19 em Campo Grande, ela auxiliou na proposição de alternativas para a reabertura após o primeiro fechamento do comércio em 2020, e continua atuando junto aos órgãos públicos municipais e entidades representativas da sociedade civil organizada para compartilhar a realidade e a necessidade do setor empresarial, e colaborar na contenção do avanço da pandemia. “Lutamos sempre pela manutenção do funcionamento do comércio com a rígida fiscalização dos estabelecimentos sobre o cumprimento dos protocolos sanitários, pois acreditamos que as atividades comerciais e os cuidados com a vida devem caminhar juntos”, explica o presidente da ACICG, Renato Paniago. A Associação Comercial reconhece que o momento é de prioridade à vida diante do agravamento das infecções por Covid-19, e reforça que medidas para garantir a sobrevivência das empresas também não podem ser esquecidas pelo Estado. É o setor privado quem vai garantir o sustento das famílias que não contam com nenhum tipo de auxílio do governo e, ainda, que vai propiciar o retorno de muitos profissionais ao mercado de trabalho. “Mesmo contrária às medidas de restrição ao comércio impostas pelo poder público nas duas últimas semanas, buscamos soluções para socorrer e ajudar todos os empresários e colaboradores para que continuem mantendo os empregos e a renda. Lutamos para que o funcionamento dos estabelecimentos comerciais pudessem continuar na modalidade delivery e fomos a única instituição empresarial a ingressar na justiça com pedido de liminar para suspender artigos de decretos estaduais que determinavam o toque de recolher e que vedavam a realização de atividades e o funcionamento de serviços e empreendimentos que não se encontrem na lista de atividades essenciais estabelecidas pelo governo do Estado”, revela Paniago. O presidente ainda informa que a entidade solicitou a prorrogação de impostos municipais, estaduais e federais, inclusive com medidas judiciais, e teve a reivindicação de adiamento já atendida pela prefeitura e, no dia 24 de março, também pelo Governo Federal, que prorrogou os impostos do Simples de abril, maio e junho, inclusive de sua parcela do ICMS, com a adesão de Mato Grosso do Sul. Contudo, a Associação Comercial continua solicitando um suporte maior de incentivos financeiros ao setor, como a abertura de linha desburocratizada de crédito a taxas especiais para a micro e pequena empresa sem restrições cadastrais, além de outras medidas de amparo financeiro. Pensando em auxiliar os pequenos empresários e profissionais autônomos sem reserva financeira e que estivessem em situação difícil, em 2020 a entidade também idealizou a campanha Mãos Solidárias em que arrecadou alimentos às famílias que precisaram de apoio. “Já se passou um ano de pandemia, continuaremos muito ativos e fiéis na missão de defender nossos associados e no cumprimento da manutenção dos protocolos de biossegurança junto às empresas, buscando o equilíbrio entre saúde e economia. São em momentos difíceis que as oportunidades aparecem e estamos aqui para apoiar e ajudar o empresariado da nossa Capital”, conclui Paniago. Serviço Para se manter atualizado, acesse os canais de atendimento da ACICG nas redes sociais: ACICGMS no Instagram e Facebook. Para obter atendimento virtual, basta acessar também o site: www.acicg.com.br

Simples Nacional: empresas afetadas por crise podem parcelar dívidas

Moeda Nacional, Real, Dinheiro, notas de real - ACICG.

Fonte: Agência Brasil Marcelo Casal Jr/Agência Brasil Negociação abrange tributos vencidos entre março e dezembro de 2020As micro e pequenas empresas afetadas pelo agravamento da pandemia de covid-19 podem parcelar os débitos com o Simples Nacional até o fim de junho, com desconto na multa e nos juros. A renegociação vale para dívidas vencidas de março a dezembro de 2020 e não pagas até hoje em decorrência da crise provocada pela doença.  As condições para a renegociação foram definidas pela Portaria 1.696, da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN), que recriou as transações excepcionais que vigoraram no ano passado. O parcelamento especial impede que as empresas sejam excluídas do Simples Nacional. O prazo para negociar os débitos inscritos em dívida ativa da União começou em 1º de março e se encerrará às 19h de 30 de junho. A adesão pode ser feita pelo portal Regularize. Basta o contribuinte escolher a opção Negociar Dívida e clicar em Acesso ao Sistema de Negociações. Etapas O processo tem três etapas. Na primeira, o contribuinte preenche a Declaração de Receita ou de Rendimento, para que a PGFN verifique a capacidade de pagamento do contribuinte. Em seguida, o próprio site liberará a proposta de acordo. Por fim, caso o contribuinte esteja apto, poderá fazer a adesão. Após a adesão, o contribuinte deverá pagar o documento de arrecadação da primeira prestação para que a renegociação especial seja efetivada. Caso não haja o pagamento da primeira prestação até a data de vencimento, o acordo é cancelado. Análise As micro e pequenas empresas, assim como os microempreendedores individuais (MEI), poderão negociar débitos do Simples Nacional que passaram para a dívida ativa da União. Essa incorporação, no entanto, deverá ocorrer até 31 de maio deste ano. Após o pedido de parcelamento, a PGFN analisará a capacidade econômica do devedor. As condições estão mais brandas que a das modalidades especiais de parcelamento criadas no ano passado, que só abrangiam a renegociação de dívidas classificadas como C ou D, com difícil chance de recuperação. Agora, a PGFN avaliará apenas os impactos econômicos e financeiros decorrentes da pandemia. Para as pessoas jurídicas, a redução, em qualquer percentual da soma da receita bruta mensal de 2020 (com início em março e fim no mês imediatamente anterior ao de adesão) em relação à soma da receita bruta mensal do mesmo período de 2019, será levada em conta para a adesão. Propostas Com base no resultado da análise, a PGFN proporá a negociação no Portal Regularize. Em troca de uma entrada de 4% do valor total do débito, que poderá ser parcelada em até 12 meses, o saldo restante poderá ser dividido em até 133 meses para os contribuintes inscritos no Simples Nacional. O número de parcelas é maior que o das médias e grandes empresas, que poderão dividir o débito em até 72 vezes. Em relação às micro e pequenas empresas e aos MEI, o desconto corresponderá a até 100% sobre os valores de multas, juros e encargos, respeitado o limite de até 70% do valor total da dívida. Por restrições impostas pela Constituição, a renegociação de dívidas com a Previdência Social está limitada a 60 parcelas (cinco anos). 

Câmara aprova projeto que amplia prazo de entrega do IR até 31 de julho

Imposto de Renda IR - ACICG.

*Fonte: Agência Câmara de Notícias O Plenário da Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (31/03) o Projeto de Lei 639/21, do deputado Rubens Bueno (Cidadania-PR), que prorroga, até 31 de julho deste ano, o prazo para entrega da declaração do Imposto de Renda de 2021. O prazo atual acaba em 30 de abril. A proposta segue para análise do Senado. Segundo o substitutivo do relator, deputado Marcos Aurélio Sampaio (MDB-PI), o cronograma de restituições não mudará, com o primeiro lote sendo entregue em 31 de maio. O texto autoriza ainda o pagamento da cota única ou das cotas vencidas até 31 de julho sem acréscimo de juros ou penalidade de qualquer natureza. Para Rubens Bueno, a prorrogação é necessária devido ao aumento das restrições decretadas na tentativa de conter o contágio pela Covid-19. O deputado lembrou que muitas pessoas precisam circular nas ruas para buscar notas fiscais e documentos, pondo-se em risco de contaminação. Bueno observou ainda que vários contabilistas declararam apoio ao projeto. “Quem já declarou vai receber a restituição a partir de maio”, destacou. Ano passado Em 2020, a prorrogação do prazo foi feita por meio de instrução normativa da Receita Federal, que passou o prazo final para 30 de junho. Na ocasião, o cronograma de restituição permaneceu o mesmo também, fazendo com que o primeiro lote fosse liberado em 29 de maio, antes do prazo final de entrega. A legislação garante prioridade de restituição a idosos a partir de 60 anos, pessoas com deficiência e professores, desde que a fonte principal de renda tenha sido o magistério. Agravamento da crise O relator observou que a crise decorrente da pandemia está atualmente no pior estágio. “Grande parte da sociedade e do governo federal não contava com o agravamento recente. O número crescente de mortes tem exigido ações mais rígidas para limitar a locomoção dos cidadãos e de funcionamento das atividades produtivas.” Marcos Aurélio Sampaio notou que mais de 9 milhões de declarações já foram entregues, e muitos contribuintes vão seguir o prazo original. “A proposta não vai prejudicar a arrecadação”, comentou. O deputado Marcel Van Hattem (Novo-RS) sugeriu que os contribuintes fossem também desobrigados de apresentar o número do recibo da declaração do ano anterior. No entanto, a modificação não foi acatada pelo relator. “É uma burocracia a mais, que inclusive gera problemas na Receita”, comentou Marcel Van Hattem. “Muitos perdem o número e não têm mais acesso à declaração anterior.” Já o deputado Pompeo de Mattos (PDT-RS) cobrou a atualização da tabela do Imposto de Renda.   

Novas 401 mil vagas formais de trabalho foram abertas em fevereiro

Carteira assinada - ACICG.

Fonte: Governo do Brasil  Foto: Arquivo/Agência Brasil Dados do Caged mostram o melhor saldo para o mês em 30 anos No mês de fevereiro deste ano foram criados 401.639 postos de trabalho com carteira assinada no país. O número é o melhor saldo para o mês em 30 anos. Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados nesta terça-feira (30) pelo Ministério da Economia. O número de empregos com carteira assinada criados é resultado da diferença entre 1.694.604 contratações e 1.292.965 demissões em fevereiro. O estoque, que é a quantidade total de vínculos celetistas ativos, em fevereiro de 2021 contabilizou 40.022.748, o que representa uma variação de 1,01% em relação ao estoque do mês anterior. O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou que os resultados do Caged mostram que mais uma vez o vigor da economia brasileira supera expectativas. “Temos que admitir que a economia, do ponto de vista do mercado formal de trabalho, ela está se recuperando em altíssima velocidade. São esses 400 mil novos empregos, recorde para um mês de fevereiro também, que indicam que estamos definitivamente no caminho certo do ponto de vista de recuperação da atividade econômica.”No acumulado de 2021, foi registrado saldo de 659.780 empregos, decorrente de 3.269.417 admissões e de 2.609.637 desligamentos. Geração de empregos por setores Houve abertura de vagas nos cinco grupos de atividades econômicas do Caged. O setor de serviços liderou a criação de vagas (+173.547 postos) em fevereiro de 2021, distribuído principalmente nas atividades de informação, comunicação e atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas (+72.759 postos). Nos demais grupamentos de atividades econômicas, a indústria geral criou 93.621 postos; o comércio, reparação de veículos automotores e motocicletas, 68.051; a construção, 43.469; e a agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura, 23.055. Um dos trabalhadores que conseguiu um novo emprego é Jadson Muniz de Oliveira, de 24 anos. Ele estava fazendo trabalhos temporários e agora conseguiu emprego de repositor de estoque em uma padaria no Distrito Federal. “É gratificante poder trabalhar de carteira assinada, ter os papéis todos certos, FGTS, INSS, e poder saber que, futuramente, caso aconteça algo, você não vai ficar desamparado.” Regiões As cinco regiões brasileiras tiveram saldo positivo de empregos formais: Sudeste (+203.213 postos), Sul (+105.197), Nordeste (+40.864); Centro-Oeste (+40.077) e Norte (+12.337). Outro dado é que 24 das 27 Unidades da Federação registraram saldos positivos. Trabalho intermitente No mês de fevereiro, foram 19.443 admissões e 14.260 desligamentos na modalidade de trabalho intermitente, gerando saldo de 5.183 empregos e envolvendo 4.001 estabelecimentos contratantes. Um total de 232 empregados celebrou mais de um contrato na condição de trabalhador intermitente. Esse tipo de contrato foi celebrado principalmente no setor de serviços (+6.144 postos). Regime de tempo parcial Foram registradas 23.674 admissões em regime de tempo parcial e 17.763 desligamentos, gerando saldo de 5.911 empregos, envolvendo 8.644 estabelecimentos contratantes. Um total de 91 empregados celebrou mais de um contrato em regime de tempo parcial. O destaque também foi para o setor de serviços (+4.065 postos). BEm O ministro Paulo Guedes destacou a importância do Programa Emergencial de Manutenção do Emprego e da Renda (BEm), que vigorou no ano passado, para a manutenção do emprego e da renda no país. “Agora temos que renovar o BEm, que é um programa excepcional que preservou quase 11 milhões de empregos. O Brasil é, possivelmente, o único país do mundo que atravessou essa crise criando empregos no mercado formal. Foram protegidos pelo BEm todos esses empregos”, afirmou o ministro da Economia. 

Associação Comercial de Campo Grande tenta barrar decreto estadual na Justiça

Justiça - ACICG.

Decreto estabeleceu medidas rígidas para a próxima semana, com fechamento de atividades não essenciais Fonte: Portal Correio do Estado A Associação Comercial e Industrial de Campo Grande (ACICG) entrou com ação na Justiça para tentar derrubar parte do decreto estadual, que determinou medidas mais restritivas, incluindo o fechamento do comércio, até o dia 4 de abril em todo o Estado. O principal ponto questionado é a prorrogação do toque de recolher, das 20h às 5h de segunda a sexta-feira e das 16h às 5h no fim de semana. No mandado de segurança coletivo, com pedido de liminar, a ACICG alega que o decreto estadual “restringe o comércio de forma ainda mais rigorosa” que o decreto municipal, que tem validade até este domingo (28). A associação alega ainda que o decreto invade a competência municipal de legislar, com medidas que afetam e interferem no funcionamento do comércio local. Na ação, a entidade afirma que decreto não apresenta dados técnicos sobre a situação da Covid-19 em cada município do Estado e sustenta que as tomadas de decisão devem respeitar as peculiaridades e particularidades de cada local, o que não teria sido levado em consideração. Quanto as restrições, a Associação Comercial alega que determinar horário de funcionamento dos estabelecimentos e de circulação de pessoas configura toque de recolher e que “cerceia o direito constitucional de livre comércio”. Por este motivo, a ACICG pede, na ação, que sejam derrubados do decreto o artigo que proibiu o funcionamento de atividades não essenciais e o que determinou o toque de recolher. “Assevera-se também que a medida de reduzir o horário de funcionamento dos estabelecimentos comerciais provoca exatamente o efeito contrário que se espera para redução do contágio do vírus, pois, ao fazer com que o consumidor tenha menos tempo para comprar suas necessidades, gera aglomeração de todos no mesmo horário reduzido”, diz a associação no mandado de segurança. A Associação afirma ainda que as atividades estão ocorrendo de forma regular, com respeito às normas sanitários e protocolos de biossegurança e que o fechamento pode trazer graves danos, como fechamento de empresas. O pedido ainda não foi julgado pela Justiça.

ACICG não apoia medidas restritivas do Decreto Estadual nº 15.638

ACICG

25 de março de 2021 – A Associação Comercial e Industrial de Campo Grande (ACICG) entende o momento crítico da pandemia em nossa Capital, mas considera que as medidas de restrição de atividades econômicas, que foram estabelecidas pelo Decreto Estadual 15.638, publicado em 24 de março, são ineficazes e inadequadas para a contenção da pandemia, tendo como base exemplos da nossa cidade e de outras que adotaram tais restrições, e ainda assim continuaram com aumento do contágio e da demanda por leitos de UTI. Além disso, a limitação do funcionamento do comércio e da mobilidade urbana, bem como, o toque de recolher, reduzem o direito de ir e vir, a liberdade das pessoas, além dos direitos fundamentais esculpidos na Constituição Federal. Representando mais de 8,3 mil empresas somente na capital sul-mato-grossense, a ACICG reforça que a maioria das empresas têm cumprido os protocolos de prevenção à Covid-19 e defende a manutenção do funcionamento do comércio, com a rígida fiscalização do cumprimento dos protocolos de biossegurança. O setor vem investindo nas adequações sanitárias desde o início da pandemia e não pode ser apontado como ambiente propício à transmissão da doença. Os empresários estão fazendo sua parte, mas é necessário que a administração pública ofereça todo o suporte de atendimento, zelando para que cidadãos com sintomas da Covid-19 tenham acesso aos testes e recebam o tratamento adequado antes mesmo que seja necessário o uso de UTI. Para tanto, além de fiscalizar estabelecimentos comerciais, o governo precisa ampliar os leitos hospitalares, bem como, as equipes de atendimento, e cuidar para que não falte nem medicamentos, nem equipamentos para o tratamento dos pacientes. A Associação Comercial reconhece que o momento é de prioridade à vida diante do agravamento das infecções por Covid-19, e reforça que medidas para garantir a sobrevivência das empresas também não podem ser esquecidas pelo Estado. É o setor privado quem vai garantir o sustento das famílias que não contam com nenhum tipo de auxílio do governo e, ainda, que vai propiciar o retorno de muitos profissionais ao mercado de trabalho. Mesmo contrária às medidas de restrição ao comércio, a entidade tem buscado soluções para socorrer e ajudar todos os empresários e colaboradores, para que continuem mantendo os empregos e a renda da população. A ACICG luta para que o funcionamento das empresas possa continuar na modalidade delivery e pede ainda que haja, por parte do poder público, compensações para as empresas. Há um ano, a entidade vem solicitando a prorrogação de impostos municipais, estaduais e federais, inclusive com medidas judiciais, e teve a reivindicação de adiamento atendida pela prefeitura na última semana e, no dia 24 de março, também pelo Governo Federal, que prorrogou os impostos do Simples de abril, maio e junho, inclusive de sua parcela do ICMS, com a adesão do Estado de MS. Contudo, a Associação Comercial continua buscando um suporte maior de incentivos financeiros ao setor. A ACICG tem participado, desde o início da pandemia, do comitê de gerenciamento da crise da Covid-19, atuando junto aos órgãos públicos municipais e entidades representativas da sociedade civil organizada, para compartilhar a realidade e a necessidade dos setores de comércio e serviços, e colaborar na contenção do avanço da pandemia. A entidade continuará ativa nesse processo, buscando o equilíbrio entre a saúde e a economia. Por fim, a entidade seguirá reforçando a manutenção dos protocolos de biossegurança junto às empresas, e pede para que a população também faça sua parte usando a máscara corretamente, higienizando constantemente as mãos, evitando aglomerações, pois, somente assim, conseguiremos retomar o controle e desafogar os hospitais até que toda a população seja vacinada. 

Brasil registra mais de 260 mil vagas de emprego formal em janeiro

Empresas negócios - carteira de trabalho - divulgação agência Brasília - ACICG.

Fonte:  O Brasil registrou, em janeiro, o melhor resultado para o mês desde o início da série histórica, em 1992. O saldo total de empregos com carteira assinada no país foi positivo e fechou o primeiro mês do ano  com 260.353 novas vagas criadas. Os dados do Caged – Cadastro Geral de Empregados e Desempregados foram divulgados na última terça-feira (16) pelo secretário de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, Bruno Bianco, que comemorou o resultado. Houve um crescimento de 0,66% no total de empregos formais em relação a dezembro. Todos os setores econômicos criaram mais vagas que fecharam no primeiro mês de 2021. O destaque foi para Indústria, que criou mais de 90 mil novas vagas, seguida pelo setor de serviços, com mais de 83 mil novos postos de trabalho formal. O comércio, foi setor que menos cresceu, com mais de 9,8 mil novas vagas criadas. O número total de empregos formais no país encerrou janeiro com 39,6 milhões carteiras assinadas. Com isso, ultrapassou, pela primeira vez, o total de empregos formais registrados antes da pandemia, numa diferença de 0,07% superior em relação a fevereiro de 2020. A arquiteta do Distrito Federal Carolina Novais, de 27 anos, conseguiu em janeiro um serviço por encomenda, por tempo limitado, também conhecido como ”freela”. Mas o que ela quer mesmo é um emprego com carteira assinada. Todas as cinco regiões do país apresentaram aumento no número de empregos criados, com destaque para região Sul e Centro-Oeste que tiveram crescimento acima de 1% se comparado com dezembro de 2020. Já as regiões Norte e Nordeste apresentaram o pior desempenho, ambas com um aumento menor que 0,5% na criação de novas vagas. Em relação às 27 unidades da federação, apenas três registraram queda no número total de empregos formais, foram elas:  Alagoas, Paraíba e Rio de Janeiro. Em termos relativos, os estados com maior variação positiva foram Mato Grosso, Santa Catarina e Goiás. Já em relação ao salário médio no momento da contratação, o Caged registrou um aumento real de R$20 com o salário médio chegando a R$1.760, uma variação de 1,15% em relação a dezembro do ano passado.

Serviços registram crescimento de 3,7% em fevereiro, diz IBGE

IBGE - ACICG.

O indicador acumula ganhos de 24% no período 15 de abril de 2021 – O volume de serviços no país teve alta de 3,7% na passagem de janeiro para fevereiro deste ano. Essa foi a nona taxa de crescimento consecutiva do indicador, que acumula ganhos de 24% no período. O setor também superou, pela primeira vez, o período pré-pandemia, ficando 0,9% acima do patamar de fevereiro de 2020. O dado foi divulgado hoje (15) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Nos outros tipos de comparação, no entanto, os serviços apresentaram queda: em relação a fevereiro de 2020, sem ajuste sazonal (-2%), acumulado do ano (-3,5%) e acumulado de 12 meses (-8,6%). A receita nominal teve alta de 2,8% na comparação com janeiro deste ano, mas caiu 1,6% em relação a fevereiro, 3,4% no acumulado do ano e de 8,2% no acumulado de 12 meses. A alta de 3,7% do volume de serviços de janeiro para fevereiro foi acompanhada pelas cinco atividades pesquisadas pelo IBGE: transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio (4,4%), profissionais, administrativos e complementares (3,3%), prestados às famílias (8,8%), outros serviços (4,7%) e informação e comunicação (0,1%). Fonte – Agência Brasil 

ACICG é contra restrições de atividades econômicas impostas por decreto estadual

ACICG

Campo Grande – 13 de março de 2021. A partir deste domingo, 14 de março, começa a vigorar o decreto 15.632 do governo do Estado de Mato Grosso do Sul. A Associação Comercial e Industrial de Campo Grande (ACICG) defende a manutenção do funcionamento do comércio, com a rígida fiscalização do cumprimento dos protocolos sanitários, por isso é contra às medidas de restrição de atividades econômicas que foram estabelecidas por esse decreto, por considerá-las ineficazes e inadequadas para reduzir o contágio do vírus.  Representando mais de 8,3 mil empresas somente na capital sul-mato-grossense, a ACICG entende que a maioria das empresas têm cumprido os protocolos de prevenção à Covid-19. O setor vem investindo nas adequações sanitárias desde o início da pandemia e não pode ser apontado como ambiente propício à transmissão da doença. A redução do horário do comércio provoca mais aglomeração, pois as pessoas terão menos tempo para fazer suas compras. Por isso, essa medida não é uma solução para diminuir o crescente contágio. Os empresários estão fazendo sua parte, mas é necessário que a administração pública ofereça todo o suporte de atendimento, zelando para que cidadãos com sintomas da Covid-19 tenham acesso aos testes e recebam o tratamento adequado antes mesmo que seja necessário o uso de UTI. Para tanto, além de fiscalizar estabelecimentos comerciais, o governo precisa ampliar os leitos hospitalares, bem como, as equipes de atendimento, e cuidar para que não falte nem medicamentos, nem equipamentos para o tratamento dos pacientes. A Associação Comercial reconhece que o momento é de prioridade à vida diante do agravamento das infecções por Covid-19 e reforça que medidas para garantir a sobrevivência das empresas também não podem ser esquecidas pelo Estado. É o setor privado quem vai garantir o sustento das famílias que não contam com nenhum tipo de auxílio do governo e, ainda, que vai propiciar o retorno de muitos profissionais ao mercado de trabalho, bem como, manterá funcionando a máquina pública. A ACICG tem participado, desde o início da pandemia, do comitê de gerenciamento da crise da Covid-19, atuando junto aos órgãos públicos municipais e entidades representativas da sociedade civil organizada para compartilhar a realidade e a necessidade dos setores de comércio e serviços, e colaborar na contenção do avanço da pandemia. A entidade continuará ativa nesse processo, buscando o equilíbrio entre a saúde e a economia. Para tanto, seguirá reforçando a manutenção dos protocolos de biossegurança junto às empresas, e pede para que a população também faça sua parte usando a máscara corretamente, higienizando constantemente as mãos, evitando aglomerações, pois, somente assim, conseguiremos retomar o controle e desafogar os hospitais até que toda a população seja vacinada. 

Associação Comercial completa 95 anos de dedicação ao setor empresarial

ACICG Fachada.

Neste domingo (14 de março), a Associação Comercial e Industrial de Campo Grande (ACICG) completa 95 anos de sua fundação, comprometida com o desenvolvimento, representatividade e defesa da classe empresarial. Reunindo mais de 8 mil associados, que vão do microempreendedor às grandes empresas dos mais variados segmentos, a entidade está entre as maiores das associações comerciais do país e uma das organizações de classe mais tradicionais e representativas de Mato Grosso do Sul. “Esta casa esteve presente em todos os momentos importantes da história da nossa Capital, e ajudou, muitas vezes como protagonista, a forjar a nossa Cidade Morena. Por isso, neste quase um século de lutas e conquistas, a nossa homenagem é para os empresários, associados, conselheiros e diretores que entendem a força do associativismo. São eles que sustentam a nossa economia, gerando emprego e renda para a nossa Capital, e que com a sua dedicação fazem da ACICG a Casa do Empresário”, parabeniza o presidente da Associação Comercial, Renato Paniago. O presidente da entidade destaca que o momento de celebração é comemorado com muito trabalho em um período desafiador devido à pandemia. A Associação Comercial segue firme se mobilizando para ajudar as empresas da Capital a enfrentarem e a mitigar os efeitos negativos da Covid-19. O vice-presidente da Associação Comercial e Industrial de Campo Grande, João Carlos Polidoro, que presidiu a casa em duas gestões (2014 a 2020), relembra que desde o início da pandemia a ACICG participa do comitê de gerenciamento da crise da Covid-19, atuando junto aos órgãos públicos municipais e entidades representativas da sociedade civil organizada, para compartilhar a realidade e necessidade dos setores de comércio e serviços e colaborar na contenção do avanço da pandemia. Além disso, se posicionou contrária ao lockdown, por considerar a medida ineficaz para barrar o avanço da pandemia.  “Em 2020, nós contribuímos para que a reabertura dos negócios ocorresse de maneira segura e organizada, disseminando instruções e orientações sobre as decisões governamentais e os principais protocolos de segurança, e continuamos ativos nesse processo, buscando o equilíbrio entre a saúde e a economia”, complementou Polidoro. A ACICG compreende os desafios diários do empresariado e além da representação política, econômica e social, a entidade disponibiliza diversas soluções para fortalecer e desenvolver o setor. No âmbito de capacitação, sua escola de negócios oferece cursos, palestras e treinamentos virtuais e presenciais visando ampliar o conhecimento da equipe. Orientação nas áreas jurídica, gestão financeira e contábil, gestão de pessoas e marketing também estão à disposição dos associados, bem como, serviços bancários, ferramentas de acesso à justiça e produtos de telefonia, certificação, crédito e cobrança. Quem se associa à entidade também pode contar com soluções de saúde para a empresa, como atendimentos de medicina do trabalho e planos de saúde e odontológico, além de benefícios voltados ao lazer e bem estar, por meio da Colônia de Férias, um dos clubes mais tradicionais de Campo Grande. A rede de contatos entre empresários também é outra grande vantagem de ser um associado, pois o network construído estimula a troca de experiências, fomenta parcerias e potencializa a geração de negócios. “Desde a sua criação, a Associação Comercial presta um apoio muito grande e significativo aos empresários. Nos próximos anos, continuaremos firmes na missão de promover a união da classe empresarial, fortalecendo sua atuação e influência nas áreas política, econômica e social. Manteremos vivo o DNA do associativismo, que possibilita maior integração e representação coletiva, buscando não só desenvolvimento econômico sustentável, mas, também, conquistas importantes para que a nossa Capital seja ainda mais forte e próspera”, finalizou o segundo vice-presidente da ACICG, Omar Aukar, que ocupou a presidência da entidade no triênio 2011-2014.

Associe-se

Cadastro realizado com sucesso!

Em breve você receberá nosso contato.