Confiança do consumidor brasileiro sobe 3,7 pontos

Consumidor - ACICG.

Fonte: Agência Brasil O Índice de Confiança do Consumidor, medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV), teve alta de 3,7 pontos na passagem de abril para maio deste ano. Com essa, que foi sua segunda alta consecutiva, o indicador chegou a 76,2 pontos, em uma escala de zero a 200 pontos.  O consumidor brasileiro elevou sua confiança em relação tanto ao presente quanto ao futuro. O Índice da Situação Atual cresceu 4,2 pontos e chegou a 68,7 pontos. Já o Índice de Expectativas subiu 3,2 pontos e atingiu 82,4 pontos. “Houve ligeira melhora da percepção das famílias sobre o momento atual, que atingiu nível mínimo em março, e aumento das perspectivas em relação aos próximos meses. Mas mesmo otimistas com relação a situação econômica do país nos próximos meses, a expectativa das finanças pessoais não avança e o ímpeto para consumo continua muito baixo”, afirma a pesquisadora da FGV Viviane Seda Bittencourt. 

Associações Comerciais da Capital e Três Lagoas firmam parceria para levar serviços ao interior

ACICG

Entidades querem a expansão do associativismo entre entidades irmãs da capital e do interior de MS; primeira ação conjunta deve acontecer em agosto. 21 de maio de 2021 – O incentivo ao associativismo e a contribuição para o desenvolvimento de empresários de qualquer localidade é uma das grandes marcas da Associação Comercial e Industrial de Campo Grande (ACICG), que a partir de agora, passa a auxiliar também o crescimento das entidades irmãs de outros municípios, como a de Três Lagoas. Na semana passada as entidades assinaram um termo de cooperação para estender aos associados da Associação Comercial de Três Lagoas (ACITL), os produtos, serviços e benefícios do portfólio da ACICG. A gerente de negócios da ACICG, Letícia Ribeiro explica que a união das entidades além de nova receita, vai auxiliar no desenvolvimento e apoio aos associados das duas cidades. “Assinamos um termo de parceria macro entre as entidades, que vai possibilitar a aplicação dos produtos do portfólio da ACICG aos empresários associados à entidade de Três Lagoas. Tudo será estudado e adaptado para realidade local, produto a produto, gerando receita nova para ambas as entidades”. Primeiro fruto – Uma importante ação para recuperação de crédito das empresas do município de Três Lagoas já está em fase de planejamento. O tradicional Mutirão de Conciliação realizado pela ACICG na Capital, já tem data para acontecer no interior. Será o Mutirão de Conciliação – edição Três Lagoas, com lançamento previsto para 17 de junho e execução no mês de agosto, na sede da ACITL, e assim como acontece na ACICG, a ação contará com apoio do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul (TJMS). “Percebemos que o momento, mais do que nunca, exige que as entidades representativas se unam, em um elo de apoio institucional, de troca de experiências e soluções que deram certo e que estejam sustentando a representatividade junto aos associados. Sendo assim, observando entre nossas soluções qual delas se enquadra com modelo de negócios prontos e/ou de fácil adaptação e aplicação, para geração de receita às entidades menores, reunimos um grupo de soluções e ofertamos a parceria às associações comerciais que apresentarem interesse. Reforçando o associativismo, o crescimento da entidade parceria, fomentando o comércio local e fortalecendo a representatividade da ACICG em todo MS”, finalizou Letícia. Renato Paniago, presidente da ACICG, ressaltou a importância da expansão do associativismo. “Agradecemos a ACITL pela confiança no nosso trabalho, e temos a perspectiva de que nossa entidade desenvolva excelentes ações e os auxilie, seja comercialmente ou na representatividade. Sempre que somos demandados por outras associações, estamos a postos para poder ajudar. Os produtos que nós temos na ACICG podem colaborar muito com o desenvolvimento dos empresários das cidades do interior, além de estarmos à disposição para ouvir e executar novas ideias e parcerias”, contribuiu o presidente da ACICG, Renato Paniago. Fernando Lucas de Souza Jurado, presidente da Associação Comercial de Três Lagoas disse que sua entidade também está totalmente comprometida com a expansão do associativismo em MS. “A história da ACICG é inspiradora. É muito satisfatório que a ACITL seja parceira prioritária da ACICG nesse processo de interiorização. Espero que esse termo de parceria comercial seja o primeiro de muitos outros que possam vir. Estamos iniciando a parceria com foco na Câmara de Mediação e Arbitragem da ACICG, que é um grande exemplo de atuação no Brasil, e estamos comprometidos a replicar essa história de sucesso no interior do estado. Nossa entidade também quer contribuir com cases de parcerias de sucesso realizados no nosso município, e queremos construir juntos esse futuro do associativismo numa escala muito maior”. A ACICG também está em contato com outras entidades, e em fase de negociação com as Associações Comerciais de Camapuã, Maracaju e Nova Andradina para o desenvolvimento de novas parcerias.

Arrecadação em abril atinge R$ 156,8 bi e bate recorde para o mês

Superintendência da Receita Federal, em Brasília. - ACICG.

Fonte – Agência Brasil   Superintendência da Receita Federal, em Brasília. Em 2021, governo arrecadou R$ 602 bi, crescimento real de 13,62% Impulsionada pela fraca base de comparação e por recolhimentos atípicos de algumas grandes empresas, a arrecadação federal em abril bateu recorde para meses de abril. Segundo dados divulgados hoje (20) pela Receita Federal, o governo arrecadou R$ 156,822 bilhões no mês passado, com aumento de 45,22% acima da inflação em valores corrigidos pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).  O valor é o maior da história para meses de abril desde o início da série histórica da Receita Federal, em 1995, em valores corrigidos pela inflação. Nos quatro primeiros meses do ano, a arrecadação federal soma R$ 602,722 bilhões, com alta de 13,62% acima da inflação pelo IPCA, também recorde para o período. A arrecadação superou as previsões das instituições financeiras. No relatório Prisma Fiscal, pesquisa divulgada pelo Ministério da Economia, os analistas de mercado estimavam que o valor arrecadado ficaria em R$ 135,633 bilhões em abril, pelo critério da mediana (valor central em torno dos quais um dado oscila). Base de comparação A alta expressiva da arrecadação pode ser explicada pela queda da arrecadação em abril do ano passado. Naquele mês, vigoraram as medidas mais duras de restrição social e de interrupção de atividades econômicas por causa do início da pandemia de covid-19. Paralelamente, o governo, na época, adiou o recolhimento de diversos tributos, como as cotas do Simples Nacional e das contribuições patronais para a Previdência Social. Somente em abril de 2020, o governo tinha deixado de recolher R$ 24,4 bilhões por causa dessas medidas. Também influiu na alta da arrecadação o recolhimento atípico (que não se repetirá em outros anos) de cerca de R$ 1,5 bilhão em Imposto de Renda Pessoa Jurídica (IRPJ) e em Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) por grandes empresas de diversos setores econômicos. Nos últimos meses, esses recolhimentos fora de época têm impulsionado a arrecadação por causa de empresas que registraram lucros maiores que o previsto e tiveram de pagar a diferença. Por causa do sigilo fiscal, a Receita não pode informar o nome e a atividade dessas grandes companhias. Tributos Na divisão por tributos, as maiores altas foram registradas na arrecadação do Programa de Integração Social (PIS) e da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins), 103,94% em valores reais – corrigidos pela inflação. Além da alta de 10,1% no volume de vendas e de 4,5% no volume de serviços, a receita desses tributos subiu porque o recolhimento de PIS/Cofins foi postergado em três meses no ano passado por causa da pandemia. O recolhimento de IRPJ e da CSLL subiu 42,6% acima da inflação, impulsionado pelo pagamento atípico de R$ 1,5 bilhão por grandes empresas. A arrecadação da Previdência Social aumentou 41,97% acima da inflação por causa do adiamento do recolhimento das contribuições patronais e do Simples Nacional. Esses fatores ajudaram a manter a alta da arrecadação, apesar do aumento de compensações tributárias (pedidos de abatimento em impostos a pagar) de R$ 18,537 bilhões em abril de 2021 contra R$ 11,376 bilhões no mesmo mês de 2020. Recuperação econômica Antes da divulgação dos números, o ministro da Economia, Paulo Guedes, fez uma apresentação para comentar os resultados. Segundo ele, a arrecadação recorde mostra que a economia brasileira está se recuperando, apesar do avanço da segunda onda da pandemia. Para os próximos meses, ele também demonstrou otimismo com a atividade econômica por causa do avanço da vacinação. “Agora os brasileiros estão lutando para manter os sinais vitais da economia. Mais do que isso, a economia já se reativando, estamos acelerando com as vacinas. O Brasil está indo agora em poucos meses para a produção local de vacinas, completa no Brasil, e estamos aumentando as importações de todos os tipos de vacinas”, disse. Para o ministro, o processo de vacinação será acelerado para permitir o retorno seguro ao trabalho presencial, enquanto o Congresso discute reformas estruturais para evitar o acúmulo de gastos para as futuras gerações. “Temos o compromisso com o futuro dos nossos filhos e netos, com as futuras gerações. Estamos fazendo as reformas para que nós paguemos por nossas guerras. Nossa geração está enfrentando essa guerra com coragem, resiliência, e com responsabilidade fiscal, ao invés de simplesmente empurrar a conta para nossos filhos e netos”, concluiu Guedes. 

Atividade econômica cresceu 1,7% no 1º trimestre

Economia - ACICG.

Fonte – Agência Brasil   A atividade econômica cresceu 1,7% no primeiro trimestre de 2021, na série dessazonalizada, em comparação com o quarto trimestre de 2020. Na comparação com o primeiro trimestre do ano passado, o crescimento foi de 1,6%. Levando em conta o mês de março, houve queda de 2,1% em relação a fevereiro e crescimento de 5,2% na comparação com março de 2020.  Os dados são do Monitor do Produto Interno Bruto (PIB), divulgado hoje (17) pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV). De acordo com o coordenador do Monitor do PIB-FGV, Claudio Considera, o desempenho positivo na comparação com o trimestre anterior surpreendeu, embora mostre a fragilidade do crescimento na comparação mensal, em decorrência da pandemia de covid-19. “Este crescimento foi observado tanto nos três grandes setores de atividade, quanto nos componentes da demanda. No entanto, na comparação mensal, o fraco desempenho de março, frente a fevereiro mostra a fragilidade deste crescimento, dado o acirramento das medidas de isolamento social em diversas cidades brasileiras. A necessidade de adoção de novas medidas de isolamento foi devida à piora da pandemia no Brasil, com o aumento do número de casos de contágio e de mortes a partir do final de fevereiro”. Para o economista, os resultados evidenciam a importância de se acelerar a vacinação da população contra a covid-19, como primeiro passo “para que a economia possa crescer de forma mais sustentável a longo prazo”. O Ibre/FGV informa que houve a necessidade de se fazer um ajuste sazonal adicional na análise apresentada hoje, devido à influência da pandemia em 2020 e em 2021. Caso contrário, o resultado do trimestre seria de 1%, se fossem usados os mesmos fatores sazonais aplicados até 2019. Com os mesmos fatores, a variação de março seria positiva em 2,6%. Em valores, a estimativa para o PIB do primeiro trimestre de 2021 foi de R$ 2,113 trilhões. Indicadores Os dados do Ibre/FGV indicam que o consumo das famílias diminuiu 1,2% no 1º trimestre, em relação ao mesmo período do ano passado. Por setores, houve crescimento apenas no consumo de produtos duráveis, de 8,2%, o que contribui com 0,8% de aumento no indicador. O consumo de serviços pelas famílias continua como o principal responsável pelo desempenho negativo global do consumo, com queda de 2,8%. A formação bruta de capital fixo cresceu 10,4% no primeiro trimestre, na comparação anual. Todos os componentes do indicador tiveram aumento, com destaque para máquinas e equipamentos, devido à importação de plataformas de exploração de petróleo. No mesmo período, a importação subiu 6,5%, influenciada pelo crescimento elevado de bens intermediários e produtos da extrativa mineral. A importação de serviços segue em queda, apesar de menor do que as registradas no segundo semestre do ano passado. A exportação cresceu 0,5% no primeiro trimestre deste ano, em comparação ao mesmo período do ano passado. As principais contribuições para a ligeira alta foram dos setores de bens de capital e de bens de consumo, impulsionados pelo crescimento do consumo de não duráveis e de duráveis. Os produtos agropecuários, os bens intermediários e os serviços apresentaram queda na exportação no período analisado. A taxa de investimento no primeiro trimestre de 2021 foi de 17,1%, em valores correntes. Com isso, a média das taxas de investimento trimestrais desde o 1º trimestre de 2000 ficou em 17,9% e a média das taxas de investimento trimestrais desde o 1º trimestre de 2015 ficou em 15,8%. O instituto informou que nesta divulgação ainda não foram atualizadas as informações referentes as alterações na contabilização das plataformas de exploração de petróleo na formação bruta de capital fixo. 

Lei garante à gestante afastamento do trabalho presencial na pandemia

Leis e lei - ACICG.

  Fonte: Agência Senado A Presidência da República sancionou a Lei 14.151, que garante regime de teletrabalho às trabalhadoras gestantes durante a pandemia de covid-19. A norma foi publicada no Diário Oficial da União do dia 13/05. O texto estabelece ainda que a substituição do trabalho presencial pelo remoto, para a trabalhadora gestante, deverá ocorrer sem redução de salário. A lei é originada do PL 3.932/2020, de autoria da deputada federal Perpétua Almeida (PCdoB-AC), em conjunto com outras deputadas. O texto foi relatado no Senado pela senadora Nilda Gondim (MDB-PB). Durante a discussão da matéria no Senado, Nilda Gondim argumentou que o avanço da pandemia no país, com ampliação considerável do número de vítimas e de ocupação de UTIs hospitalares, levou à necessidade de se pensar em uma alternativa para reduzir os riscos à gestante e ao feto. A senadora ressaltou que atualmente o maior risco laboral para o trabalhador é a contaminação por covid-19, e o risco de complicações é ainda maior para as empregadas gestantes. — A trabalhadora na referida condição, além de necessitar de cuidados especiais para a preservação de sua saúde, tem que adotar todas as medidas possíveis para a proteção da vida que carrega. Não pode, em um momento como o ora vivenciado no país, ficar exposta a esse terrível vírus, que pode ceifar a sua vida, a de seu filho, bem como arrasar o seu núcleo familiar — justificou Nilda.   

Associação Comercial de Cuiabá e Facmat conhecem CBMAE de Campo Grande

Visita Facmat ACICG CBMAE.

O assessor jurídico da Associação Comercial e Empresarial de Cuiabá (ACC) e da Federação das Associações Comerciais e Empresariais de Mato Grosso (Facmat), Rafael Furman, fez uma visita técnica à Associação Comercial e Industrial de Campo Grande (ACICG), na segunda-feira (10). O objetivo foi conhecer a Câmara Brasileira de Mediação e Arbitragem Empresarial (CBMAE) de Campo Grande e os serviços prestados aos associados. “A CBMAE de Campo Grande é referência nacional em nosso sistema associativista, se destacando por prestar os serviços com excelência e com resultados importantes para a sociedade local”, destacou Rafael. Em Campo Grande, ele foi recebido por alguns membros da diretoria da ACIGG, entre eles: Renato Paniago da Silva (presidente); Roberto Tarashigue Oshiro Júnior (1º secretário); Ulysses Conceição Filho (superintendente); Letícia Ribeiro (gestora de negócios); e Paola Nogueira (supervisora da Central de Recuperação de Crédito). No último mês de março, representantes da ACIGG estiveram na Associação Comercial de Cuiabá para conhecer a estrutura, produtos e serviços. Para eles, Cuiabá é bastante representativa no âmbito do associativismo e possui um presidente atuante, que também é membro da diretoria da Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB). Para o presidente da Facmat e da ACC, Jonas Alves, a aproximação com as Associações Comerciais do país é importante, pois permite a ampliação dos serviços e da rede de negócios para a categoria empresarial. “Essas trocas proporcionam o associativismo necessário para fortalecer ainda mais as entidades e termos a oportunidade de crescer em conjunto e em harmonia”, reiterou Jonas. Fonte: Facmat 

Vendas no varejo em MS registram pequena queda em março

Vendas - ACICG.

Fonte – Campo Grande News Campo Grande, 10 de maio de 2021. As vendas do comércio varejista em Mato Grosso do Sul caíram 0,5% em março, no comparativo com fevereiro deste ano. Os dados divulgados na sexta-feira (7), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), apontam que no mesmo período outros 21 estados apresentaram quedas nas de vendas do setor.  Mesmo com o pequeno declínio em março, o varejo sul-mato-grossense tem apresentado ligeira melhora. No acumulado de 2021, foi registrada uma alta de 3,3% no volume comercializado. Na comparação dos últimos 12 meses houve um crescimento de 5,0% no volume total de vendas.  Nas vendas do setor varejista ampliado, que inclui carros, motos, peças e materiais de construção, o volume de registrado em março obteve alta de 0,4% em relação a fevereiro. No comparativo com março de 2020, o cenário também foi favorável, apontando um crescimento de 20,3%. O gerente da PMC (Pesquisa Mensal de Comércio ), Cristiano Santos, explica como a pandemia de covid-19 e o comportamento da população impactou diretamente no recuo de vendas, principalmente no setor de móveis e eletrodomésticos. “No primeiro momento, o setor teve um crescimento acentuado porque, estando em casa, as pessoas repuseram muita coisa tanto em móveis quanto em eletrodomésticos. Mas passada essa primeira fase, não há crescimentos tão expressivos assim. E, quando as vendas diminuem, o setor costuma fazer promoções. Então houve um aquecimento das vendas em fevereiro e essa queda em março”, justificou.  

ACICG realiza seminário sobre Neurovendas e PNL nas negociações

Neurovendas - ACICG.

Campo Grande, 7 de maio de 2021 – A Escola de Varejo da Associação Comercial e Industrial de Campo Grande (ACICG) realiza nos dias 10, 11 e 13 de maio, no formato virtual, o seminário para lideranças sobre ‘Neurovendas e PNL (Programação Neurolinguística) nas negociações’, que será conduzido pela especialista em processos de neuroaprendizagem e neurobusiness, Ines Cozzo. Voltado a empresários, líderes e equipes dos departamentos de vendas nas organizações, o evento tem por objetivo atualizar os participantes com informações sobre os processos com base nas mais importantes e recentes descobertas das neurociências. “O estudo da experiência e do comportamento do consumidor trata da capacidade de uma companhia de detectar e compreender o lado emocional, os desejos de consumo, as necessidades, sentimentos, memórias, atenção e motivação das pessoas. Isso se chama neuroexperience e será um dos temas discutidos no nosso encontro”, antecipa Ines.  A programação contempla os seguintes temas:  Como funciona o cérebro do cliente num processo de compra?  Se o cliente é sensorial – e é -, seu produto ou serviço também deve ser. Mas como se faz isso na prática? Como emocionar sem ser piegas? Quais são as construções linguísticas mais eficazes para abordar os clientes? O que é Neuroexperience e como utilizá-la? E a fidelização está morta. O que usar agora? Sobre a instrutora: Ines Cozzo é Diretora da T’AI Consultoria, e atua há mais de 30 anos no mercado. Foi Vice-Presidente e curadora técnica da Neurobusiness Society de 2015 a 2018; Prêmio TOP 5 no Congresso Brasileiro de Treinamento e Desenvolvimento – CBTD 2017 e 2018; Curadora técnica do HR Conference da HSM 2018; Palestrante; Consultora e escritora Internacional, formada em Psicologia pela Universidade Metodista, Coautora de 6 dos 7 volumes dos Manuais de T&D, Autora dos Livros “Neuroaprendizagem e Inteligência Emocional” e “Abordagens Alternativas em T&D”; Criadora do curso de formação em Gestão Estratégica com Neurociências desde 2006, é especialista em Brain-based solutions para os desafios atuais. Serviço: Seminário Neurovendas e PNL nas negociações Data: 10, 11 e 13 de maio Horário: das 19 às 21 horas Formato: Transmissão via Zoom Informações: (67) 3312-5058 / 9.84005-4600 e escoladevarejo@acicg.com.br

Lei do plano de recuperação do setor de eventos e turismo é sancionada com vetos

Leis e lei - ACICG.

Fonte: Agência Câmara de Notícias Lei permite renegociar dívidas com o governo e conceder garantia a empréstimos com recursos do Fundo Garantidor para Investimentos Entrou em vigor nesta terça-feira (4) a Lei 14.148/21, que cria o Programa Emergencial de Retomada do Setor de Eventos (Perse), com medidas para compensar a perda de receita das empresas em razão da pandemia de Covid-19. O Perse beneficia empresas que realizam ou comercializam eventos em geral (como shows, feiras de negócios e congressos), casas de espetáculos, buffets, casas noturnas, hotéis, agências de turismo e salas de exibição de cinema. Entre as medidas está a possibilidade, a critério do governo, de renegociação de dívidas tributárias e não tributárias, incluindo o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). O parcelamento seguirá as regras da lei que criou a figura da transação de débitos junto ao Fisco federal e à Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN), disciplinada pela Lei 13.988/20. A regra geral será de desconto de até 70% sobre o valor total da dívida e até 145 meses para pagar, exceto os débitos previdenciários, para os quais a Constituição limita o parcelamento em 60 meses. Vetos O texto aprovado pelos deputados e senadores também previa uma série de medidas financeiras para apoiar o setor de eventos, como isenções tributárias por 60 meses e indenização para as empresas que tiveram queda de faturamento superior a 50%. Mas estes pontos foram vetados pelo presidente Jair Bolsonaro. Em mensagem enviada ao Congresso, Bolsonaro afirmou que as medidas vetadas afetariam as contas públicas. Em relação à indenização, disse ainda que as fontes propostas pelo Congresso para financiar o benefício seriam insuficientes, além de desrespeitarem regras fiscais, por não apresentar estimativa do impacto sobre o Orçamento, por exemplo. Bolsonaro também vetou o trecho que previa, para empresas do setor de eventos, a manutenção do Programa Emergencial de Manutenção do Emprego e da Renda, que vigorou durante 2020. O programa garantiu o pagamento pelo governo federal de uma parte do seguro-desemprego ao trabalhador que teve o contrato de trabalho suspenso ou reduzido (salário e carga horária). Ao todo, a lei sofreu nove vetos. Todos eles serão analisados agora em sessão do Congresso Nacional, a ser marcada. Setores críticos Além do Perse, a Lei 14.148/21 cria o Programa de Garantia aos Setores Críticos (PGSC), para usar dinheiro do Fundo Garantidor para Investimentos (FGI) na concessão de garantia a empréstimos concedidos pelo setor bancário a empresas de direito privado, associações, fundações de direito privado e sociedades cooperativas, exceto as de crédito. Os interessados terão 180 dias para contrair os empréstimos e não precisarão oferecer qualquer garantia real (móveis e imóveis) ou pessoal (aval ou fiança). Para contar com a garantia, a carência deverá ser de 6 a 12 meses; o prazo do financiamento, de 12 a 60 meses; e a taxa de juros conforme o regulamento. O PGSC será administrado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), que já cuida do FGI.

No Dia das Mães, 66% dos empresários esperam vender mais que no ano passado

Dia das mães - ACICG.

Quase 50% dos empresários preveem contratar mão de obra temporária nos próximos dias para atender a demanda da data. 29 de abril de 2021 – Levantamento realizado pela Associação Comercial e Industrial de Campo Grande (ACICG), entre os dias 13 e 28 de abril, com empresários da Capital, revelou que 66% dos entrevistados esperam vender mais no Dia das Mães deste ano, em relação ao mesmo período do ano passado. Desse percentual, 51% esperam uma alta de pelo menos 10%, e quase 15% dos empresários avaliam que podem vender de 11% a até 50% a mais que no mesmo período de 2020.  Empresários dos setores de vestuário, perfumaria, eletrônicos, serviços e outros foram ouvidos e, destes, 46% pretendem contratar mão de obra temporária para a data. 36% afirmaram que pretendem contratar até cinco novos colaboradores.  A pesquisa também revelou a expectativa dos comerciantes quanto ao ticket médio dos consumidores. Enquanto 47% dos entrevistados preveem vendas entre R$51 e R$100, outros 49% esperam elevar esse valor para até R$200.  O presidente da ACICG, Renato Paniago, explica que o Dia das Mães é uma das datas mais esperadas pelo comércio, e reforça que os comerciantes estão preparados para atender os consumidores. “Apesar das dificuldades impostas pela pandemia, e por mais que seja uma data marcada por presentear com lembrancinhas, o Dia das Mães nunca passa em branco no comércio. Os estabelecimentos continuam seguindo os protocolos sanitários e estão preparados para atender a população. Por isso fazemos um apelo para que a população prestigie o comércio local, prestigie o comércio dos bairros, do Centro, dos shoppings e centros comerciais”.  Sobre os atrativos para as compras locais, 60% dos respondentes apostam nas promoções para vender mais; 24% pretendem facilitar as formas de pagamentos e 23% vão trabalhar com a criação de ofertas exclusivas para atrair o público. A expectativa é que o maior movimento das compras deva acontecer mais próximo à data comemorativa. O presidente da entidade empresarial lembra, ainda, que ao ir às compras é importante que os consumidores sigam os protocolos de biossegurança. “O comércio está preparado para que as vendas sejam feitas de forma segura para o cliente, respeitando as recomendações de combate ao coronavírus. É essencial, também, que o consumidor se organize para não deixar para a última hora”, complementa.

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