MEI: saiba se sua empresa deve ou não declarar o IRPF 2015

MEI - ACICG.

A declaração do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF), com prazo de entrega até 30 de abril, já levanta muitas dúvidas entre os contribuintes em geral. Mas elas costumam ser ainda maiores entre os microempreendedores individuais (MEIs), que não precisam ter contador e são, alguns deles, recém-saídos da informalidade. Além disso, o MEI tem outra obrigação anual: como pessoa jurídica, deve entregar a Declaração Anual Simplificada (DASN), na qual são informadas todas as operações comerciais do ano anterior. Geralmente, o prazo é fim de maio. Para o Imposto de Renda, as principais dúvidas estão ligadas ao cálculo dos rendimentos tributáveis. E esse é um passo essencial: só precisa fazer a declaração quem teve, em 2014, rendimento tributável superior a R$ 26.816,55. Para determinar se você ultrapassa esse limite, é preciso primeiro determinar sua receita bruta. Para tanto, basta somar tudo o que você recebeu por meio de suas atividades empresariais, como vendas de produtos e prestação de serviços. Na sequência, subtraia desse montante todas as despesas relacionadas ao negócio: aluguel, salário e encargos de funcionários, compra de mercadorias que foram revendidas, contas de telefone, entre outros. Após fazer essa conta, você ainda pode descontar a parcela isenta do IRPF. Varia de 8% da receita bruta (comércio e indústria) a 32% (serviços). Na prática Para entender melhor os cálculos, acompanhe os exemplos a seguir. Se você possui uma empresa de serviços que apresentou rendimentos de R$ 50 mil em 2014 e suas despesas foram de R$ 10 mil, seu lucro no exercício foi de R$ 40 mil. Porém, você ainda pode descontar desse valor o percentual de lucro não tributável. Numa empresa de serviços, o desconto seria de R$ 16 mil (correspondente a 32% da receita bruta, que é R$ 50 mil). Assim, se tirarmos os R$ 16 mil dos R$ 40 mil de lucro, restam R$ 24 mil como rendimentos tributáveis. Como a cifra está abaixo dos R$ 26.816,55, não é preciso declarar IR. Porém, num comércio ou numa indústria com o mesmo rendimento e a mesma despesa do exemplo acima, o percentual não tributável seria de 8%. Ao calcular este valor sobre a receita bruta de R$ 50 mil, o desconto seria de R$ 4 mil. Como resultado, o lucro tributável neste caso seria R$ 36 mil, gerando a obrigação de declarar o imposto de renda. Vale lembrar que, caso o empresário apresente outras fontes de renda além de sua MEI, ele deve somar esses ganhos aos rendimentos tributáveis do seu negócio. No caso do primeiro exemplo, se a pessoa em questão tiver recebido mais R$ 6 mil referentes ao pagamento do aluguel de um imóvel de sua propriedade, ela deve somar este montante aos R$ 24 mil de lucro de sua empresa, totalizando R$ 30 mil. Neste caso, ela estaria obrigada a fazer a declaração do IRPF. Fonte: Terra 

Dívidas dos campo-grandenses ultrapassam R$ 111 milhões no primeiro trimestre

Dívidas - ACICG.

Total de débitos subiu mais de R$ 7 mi no período As dívidas dos campo-grandenses apresentaram aumento no primeiro trimestre de 2015, segundo o banco de dados do SCPC (Serviço Central de Proteção ao Crédito), da Associação Comercial e Industrial de Campo Grande (ACICG). Neste primeiro trimestre, o aumento no valor total das dívidas foi de R$ 7 milhões. De acordo com os registros dos últimos cinco anos, tempo em que permanece o apontamento de restrição no banco de dados, 123 mil pessoas estão com o nome cadastrado. A quantidade de títulos negativados saltou de 92.563, em março de 2014, para 283.822, em março deste ano. Já o valor total do montante em aberto corresponde a R$ 111.359.440,34, quase o dobro dos R$ 65.957.413,29 pendentes até 31 de março do ano passado. O presidente da ACICG, João Carlos Polidoro, considera que os índices são uma comprovação da desaceleração da economia. “O consumidor é o que mais sofre as consequências da inflação, do aumento das tarifas públicas e do desemprego, resultando na perda de controle das despesas familiares”. Na comparação entre março e o mês anterior, há uma queda no número de inadimplentes e de dívidas. Até 28 de fevereiro, havia 125.560 consumidores negativados, que somavam R$ 108.196.859,13 em pagamentos atrasados. Até então, eram 291.255 débitos, sendo uma média de R$ 371,48 por registro. Inclusões x exclusões Em relação à quantidade de inclusões no banco de dados, o primeiro trimestre de 2015 teve 68.982 novas dívidas inseridas, mais que o dobro das 23.470 do mesmo período de 2014. Quanto às exclusões, houve 23.573 nos primeiros meses do ano passado, enquanto 2015 teve 47.881. “A partir do segundo semestre de 2014, mais empresas começaram a negativar dívidas que não conseguiam negociar com os clientes, o que influenciou no número de títulos em aberto e no valor total das dívidas”, destaca Polidoro. A média de cada débito caiu consideravelmente: de R$ 712 no primeiro trimestre de 2014 para R$ 392 em 2015. Por Stephanie Ribas/Assessoria de imprensa – MTE 820/MS   Não encontrou o que procurava? Como a A

Impostômetro da ACSP chega a R$ 500 bi nesta segunda

ACSP - ACICG.

Com nove dias de antecedência em relação ao ano passado, o Impostômetro da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) chega à marca de R$ 500 bilhões hoje (segunda-feira, 06.04.15), por volta das 19h30. Em 2014, o valor foi alcançado somente no dia 15 de abril. “Essa informação nos mostra que a arrecadação continua crescendo, apesar do baixo nível de atividade econômica. Isso decorre dos efeitos da inflação e da revisão das desonerações”, avalia Alencar Burti, presidente da ACSP e da Facesp (Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo). O valor de R$ 500 bilhões equivale ao montante pago pelos brasileiros em impostos, taxas e contribuições desde o primeiro dia do ano. O dinheiro é destinado à União, aos estados e aos municípios. O Impostômetro está localizado na Rua Boa Vista, no centro da capital paulista, e já virou ponto de referência na região e na cidade. Implantado em 2005 pela ACSP, o painel tem o objetivo de conscientizar o cidadão sobre a alta carga tributária e incentivá-lo a cobrar os governos por serviços públicos de qualidade. Fonte: ACSP 

Leila Navarro faz palestra para 500 mulheres na capital

Leila Navarro palestra - ACICG.

Em mais um grande evento em comemoração ao Dia Internacional da Mulher, a Associação Comercial e Industrial de Campo Grande reuniu 500 mulheres no Buffet Yotedy, entre empresárias e colaboradoras, dia 31 de março, para a palestra “A Heroína dos Novos Tempos”, de Leila Navarro. O presidente da ACICG, João Carlos Polidoro, participou da abertura do evento e frisou que a data já faz parte do calendário da Casa do Empresário. “Queremos que este evento seja sempre especial para vocês, por isso escolhemos trazer a Leila Navarro”. A premiada palestrante relatou algumas experiências de relacionamentos e carreira, destacando sempre a superação. “Hoje, analiso a consolidação da minha carreira no Brasil e no exterior como resultado da visão de futuro que sempre foi latente em minha personalidade”, diz. Leila falou também das cobranças que as mulheres fazem a si mesmas. “Nos tornamos verdadeiras heroínas a partir da “inteireza”, uma condição imprescindível para uma mulher ativa profissionalmente dar conta de todas as suas responsabilidades”, afirmou. Ela explicou que o importante é as mulheres conseguirem se entregar 100% nas atividades que decidirem fazer. “A questão não é a mulher driblar circunstâncias e sim manter o foco no que realmente deseja e manter-se atualizada com o mercado, com as tendências, com a tecnologia, com a sua carreira”, completou. O evento foi realizado com patrocínio da SuperGasbras, Mace, Gráfica Progresso, São Francisco Saúde, Revista Mood Life, Claro e Romannel. A Associação Sul-mato-grossense de Supermercados (Amas) e BPW apoiaram a ação.

Brasil é o primeiro em ranking de empreendedorismo

Empreendedorismo - ACICG.

Brasil é o primeiro em ranking de empreendedorismo quarta-feira, abril 1, 2015 – 12:40 Três em cada dez brasileiros adultos entre 18 e 64 anos possuem uma empresa ou estão envolvidos com a criação de um negócio próprio. Em dez anos, a taxa total de empreendedorismo no Brasil aumentou de 23%, em 2004, para 34,5% no ano passado. Metade desses empreendedores abriu seus negócios há menos de três anos e meio. Os dados são da nova pesquisa Global Entrepreneurship Monitor (GEM), feita no Brasil pelo Sebrae e pelo Instituto Brasileiro de Qualidade e Produtividade (IBQP). O levantamento mundial sobre o empreendedorismo é fruto da parceria entre a London Business School e o Babson College. Começou em 1999 com dez países, mas, desde então, quase 100 países se associaram ao projeto. Em 2014, a pesquisa atingiu 75% da população global e 90% do Produto Interno Bruto (PIB) mundial. No Brasil, foram entrevistadas 10 mil pessoas de 18 a 64 anos das cinco regiões do país. O Estado obteve as conclusões da pesquisa com exclusividade. Na comparação mundial, o Brasil se destaca com a maior taxa de empreendedorismo, quase 8 pontos porcentuais à frente da China, o segundo colocado, com taxa de 26,7%. O número de empreendedores entre a população adulta no país é também superior ao dos Estados Unidos (20%), Reino Unido (17%), Japão (10,5%) e França (8,1%). Entre as economias em desenvolvimento, a taxa brasileira é superior à da Índia (10,2%), África do Sul (9,6%) e Rússia (8,6%). Ambiente Para o presidente do Sebrae, Luiz Barretto, o recorde de empreendedores no Brasil é consequência do aumento do número de formalizações nos últimos anos e da melhoria do ambiente legal, com a criação e ampliação do Supersimples – regime simplificado de cobrança de tributos para empresas com faturamento anual de até R$ 3,6 milhões. Por esse regime, pequenas e médias empresas têm a cobrança de oito impostos federais, estaduais e municipais reunida num só boleto. Para a maioria dos casos, a carga de impostos é 40% menor do que no regime tributário convencional. Ainda de acordo com a pesquisa, ter o próprio negócio é o terceiro maior sonho do brasileiro, atrás de comprar a casa própria e viajar pelo país. O número de pessoas que almejam se tornar o seu próprio chefe é de 31%, praticamente o dobro das que desejam fazer carreira numa empresa (16%). A pesquisa ainda revela que, de cada 100 brasileiros que começam um negócio próprio, 71 são motivados por uma oportunidade de negócio e não pela necessidade. Barretto diz que esse índice, que implica diretamente a qualidade do empreendedorismo, vem se mantendo estável nos últimos anos. “O empresário atual abre uma empresa porque vê uma oportunidade e investe naquela ideia. Ter uma empresa porque não se tem uma ocupação não é mais o principal fator”, afirma. Há dez anos, os brasileiros abriam negócios próprios motivados pela falta de emprego. Mais de 70% das micro e médias empresas conseguem sobreviver até contemplar o segundo ano. “Não é excepcional, mas é um excelente número”, avalia Barretto. O perfil desse novo empreendedor é mais jovem, mais feminino, mais negro e mais classe C, de acordo com o presidente do Sebrae. Mesmo com a contração da atividade econômica do país, ele acredita ser possível o segmento da pequena empresa continuar crescendo neste ano. “O segmento não é uma ilha, mas tem demonstrado força para enfrentar essas crises, principalmente no comércio e serviços”, afirma. Como exemplo do vigor dos pequenos negócios, Barretto cita o crescimento de 7% da arrecadação do Supersimples em 2014, enquanto houve queda na arrecadação geral, e a geração líquida de 3,5 milhões de empregos entre 2011 e 2014 – no mesmo período, as grandes e médias empresas tiveram saldo de 200 mil vagas fechadas. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. Fonte: Guilherme Afif

A partir do dia 1º, empregador terá de pedir seguro-desemprego pela internet

Internet - ACICG.

A partir do dia 1º, empregador terá de pedir seguro-desemprego pela internet segunda-feira, março 30, 2015 – 17:38 Para tornar mais rápido o atendimento ao pedido e dar maior segurança às informações sobre os trabalhadores, o Ministério do Trabalho e Emprego determinou que as empresas passem a preencher o requerimento do seguro-desemprego de seus empregados pela internet. A medida começa a valer na próxima quarta-feira (1º), de acordo com resolução do Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador. Os empregadores só poderão preencher o requerimento do seguro-desemprego e a comunicação de dispensa de trabalhadores por meio do aplicativo Empregado Web, disponível no Portal Mais Emprego, do ministério. A entrega dos formulários impressos, utilizados hoje, será aceita até 31 de março. Segundo o ministério, o sistema dará maior rapidez à entrega do pedido, além de garantir a autenticidade dos dados, e possibilitará o cruzamento de informações sobre os trabalhadores em diversos órgãos, facilitando consultas necessárias para a liberação do seguro-desemprego.

Comércio não abrirá na sexta-feira Santa

Sexta-feira santa - ACICG.

Comércio não abrirá na sexta-feira Santa segunda-feira, março 30, 2015 – 12:23 A Associação Comercial e Industrial de Campo Grande (ACICG) informa que o comércio da Capital não abrirá na próxima sexta-feira (3), quando será lembrada a Paixão de Cristo. No domingo (5), quando é comemorada a Páscoa, o funcionamento ocorre normalmente em shoppings e supermercados. Segundo o Sindicato dos Empregados no Comércio de Campo Grande, os estabelecimentos do varejo devem manter as portas fechadas na sexta-feira da Paixão. Lojas de grandes redes podem abrir no domingo, que não é feriado. Os supermercados funcionarão normalmente, tanto na sexta-feira quanto no domingo, de acordo com a Amas (Associação Sul-mato-grossense de Supermercados). Shoppings O Shopping Pátio Central não abrirá na sexta-feira e no domingo, mas no sábado (4) o funcionamento será normal, das 8h30 às 20h; No Shopping Campo Grande, funcionará, na sexta-feira, a praça de alimentação e os estabelecimentos de lazer, das 12h às 22h. O Norte Sul Plaza também abrirá para alimentação e lazer das 11h às 21h, na sexta. No Bosque dos Ipês, a praça de alimentação abre das 12h às 18h e o lazer, das 11h às 22h. No domingo, os horários permanecem inalterados.

Associação Comercial recebe visita histórica de presidente da Assembleia Legislativa

ACICG

Associação Comercial recebe visita histórica de presidente da Assembleia Legislativa sexta-feira, março 27, 2015 – 00:59 A diretoria da ACICG (Associação Comercial e Industrial de Campo Grande) recebeu pela primeira vez uma visita do presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul. O deputado estadual Junior Mochi dialogou com os empresários sobre melhorias para o setor, como carga tributária, apoio às MPEs (micro e pequenas empresas), eficiência na gestão pública e segurança. O presidente da ACICG, João Carlos Polidoro, reiterou a importância da parceria entre a Casa de Leis e a Casa do Empresário. “Precisamos manter um diálogo ativo sobre os projetos de lei que tramitam na Assembleia porque muitos trazem consequências para as atividades do comércio, da indústria e dos serviços e isso acaba refletindo na população como um todo”, disse. O objetivo é que seja assinado um Termo de Cooperação entre a ACICG e a Assembleia para que a classe empresarial possa debater soluções sobre os projetos de lei que impactam nas atividades do setor antes que sejam aprovados pelos deputados estaduais. A questão tributária foi um dos principais assuntos debatidos. Os empresários argumentaram que cada ponto percentual de redução da carga tributária para as MPEs significa um ponto percentual a mais nos índices de emprego e renda. A diretoria falou também da importância de investimentos em segurança e educação. O combate ao tráfico de drogas na fronteira foi outro assunto do diálogo por ser um problema que desencadeia outros tipos de crimes. Júnior Mochi afirmou que a Assembleia estará à disposição do setor para implementar melhorias, principalmente na redução dos custos de modo geral para tornar o Estado mais competitivo. “O comércio é o setor que mais arrecada, é o mais expressivo do ponto de vista econômico. Precisamos avançar no modelo político para que os segmentos se sintam representados e os parlamentares também se sintam representando a população”, disse. O deputado informou que o governador Reinaldo Azambuja reafirmou o compromisso de convocar os aprovados no concurso da Polícia Militar. “É importante que seja definida no Congresso Nacional uma parcela obrigatória de investimentos em segurança, assim como ocorre com a educação e a saúde”.

Conselho do Comércio Central da ACICG lança 2º Guia de Compras

ACICG

Conselho do Comércio Central da ACICG lança 2º Guia de Compras sexta-feira, março 27, 2015 – 00:58 Nesta quinta-feira (26), o Conselho do Comércio Central da ACICG (Associação Comercial e Industrial de Campo Grande) lançou o 2º Guia de Compras do Centro, elaborado com apoio do Sebrae e da Associação Comercial. O livreto traz informações de lojas, estacionamentos, alimentação, turismo, transporte e dicas de segurança, além de um breve histórico do centro da capital. O presidente do Conselho, André Eduardo Moretto, destacou que “o Guia tem o objetivo principal de abrir os olhos dos lojistas para a importância deles na geração de receita do município”. O mapa que compõe o Guia ilustra o potencial do quadrilátero da Avenida Fernando Correa da Costa à Rua Antônio Maria Coelho e da Avenida Ernesto Geisel à Rua Rui Barbosa. A região possui 400 empresas de diversos segmentos, representadas por 21 no Guia de Compras. O impresso sugere ainda pontos turísticos, cartórios e linhas de transporte coletivo que transitam dos terminais ao centro. Moretto revelou que está em andamento o projeto de desenvolvimento de um aplicativo para celular que expandirá o guia para toda a região central e, possivelmente, centros comerciais dos bairros. A analista técnica do Sebrae/MS, Márcia Rocha, parabenizou a iniciativa e agradeceu aos empresários que acreditaram na ideia. “O Conselho e a ACICG estão de parabéns, o Guia de Compras é um exemplo a ser seguido por outras associações comerciais”, destacou. O presidente da ACICG, João Carlos Polidoro, considera o Guia uma referência para o consumidor. “No centro, existem empresas com serviços que não são encontrados facilmente em outras regiões, e com o guia, podem ser localizadas facilmente”, explicou. Revitalização O presidente do Conselho do Comércio Central abordou também a questão da antiga rodoviária. “Quando o terminal rodoviário era aqui na região, o centro de Campo Grande era o centro do Estado, agora temos que atrair investimentos para o local”, frisou. Moretto falou também da expectativa dos empresários para a requalificação da antiga rodoviária e para a execução do Projeto Reviva Centro. “O fato de estarmos há tanto tempo cobrando estas revitalizações indica que estão a cada dia mais perto de acontecer”, disse. Com três anos de atuação, o Conselho do Comércio Central foi criado para que, juntos, os empresários da região possam organizar estratégias e projetos de fortalecimento dos empreendimentos, resultando em melhorias para toda a população da capital. O guia de bolso será distribuído nas lojas representadas e na ACICG, localizada na Rua XV de novembro, 390.

Conselho do Comércio Central da ACICG vai lançar 2º Guia de Compras

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Conselho do Comércio Central da ACICG vai lançar 2º Guia de Compras quarta-feira, março 25, 2015 – 17:34 Nesta quinta-feira (26), o Conselho do Comércio Central da ACICG (Associação Comercial e Industrial de Campo Grande) lança a segunda edição do Guia de Compras do Centro, às 8h30, na Associação Comercial. O impresso traz informações de lojas, lanchonetes, transporte coletivo e segurança, além de um mapa e um breve histórico do centro da capital. O presidente do Conselho, André Eduardo Moretto, afirma que “a nova edição do guia foi complementada para que os moradores de qualquer região e visitantes possam circular pelo centro e encontrar o que procuram”. O guia foi elaborado pelo Conselho do Comércio Central, com apoio do Sebrae e da ACICG. O material reforça, ainda, a expectativa dos empresários para a execução do Reviva Centro. “Esperamos que ao menos a revitalização da 14 de julho aconteça este ano”, diz Moretto. Com três anos de atuação, o Conselho do Comércio Central foi criado para que, juntos, os empresários da região possam organizar estratégias e projetos de fortalecimento dos empreendimentos, resultando em melhorias para toda a população da capital.

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