Curso sobre análise de crédito e de cobrança começa dia 27 de fevereiro

Estão abertas as inscrições para o curso de Análise de Potencial de Crédito e Cobrança que ocorrerá de 27 fevereiro a 10 de março, às 18h30, no Senac Hub Academy, situado na Rua Francisco Cândido Xavier, n. 75, Centro da Capital. Oferecida pela Associação Comercial e Industrial de Campo Grande em parceria com a Fecomércio MS e o Senac, a capacitação é voltada a profissionais que atuam no ramo de negociações dos setores de comércio, serviços e indústria, e oferecerá conhecimentos sobre as melhores técnicas de cobrança. A capacitação irá abordar no conteúdo programático: o perfil do cliente inadimplente, políticas abusivas, como lidar com inadimplência e como estabelecer o processo de cobrança. Além disso, os participantes aprenderão sobre os tipos de crédito, a legislação aplicada à concessão de crédito, fatores de impedimento de crédito a prazo, score de crédito e critérios de análise, entre outros aspectos relacionados ao tema. Também serão apresentadas orientações sobre a importância de se realizar a cobrança ou a recuperação de crédito de forma responsável e ética, evitando ações judiciais de cobrança indevida e de danos morais. “Há anos a ACICG oferece capacitações na área de crédito e cobrança. Muitas empresas passam por dificuldades por terem disponibilizado o crédito sem avaliar corretamente os parâmetros de segurança e acabam sofrendo com a inadimplência. Queremos ajudar a evitar que isso ocorra e mostrar a sistemática dessa operação, incluindo procedimentos de cobrança, as leis em torno do assunto e diversas instruções,”, explica Moacir Pereira Junior, gestor da Escola de Varejo da ACICG. Interessados em se inscrever no curso ou obter mais informações podem entrar em contato pelos telefones (67) 3312-5000, 3312-5058, 98405-4600 ou o e-mail escoladevarejo@acicg.com.br. O investimento é de R$ 299,00.

ACICG lamenta morte do diretor Antonio Caetano de Carvalho

A Associação Comercial e Industrial de Campo Grande (ACICG) lamenta profundamente a morte do empresário Antonio Caetano de Carvalho, 67 anos. Caetano integrava a diretoria atual da Associação Comercial e Industrial de Campo Grande (ACICG) como membro do Conselho Deliberativo. Com perfil amistoso e carismático, era um integrante ativo nas discussões da classe empresarial e reuniões de diretoria, um importante apoiador de projetos e serviços da entidade e sempre disponível a ajudar. “Nossos sinceros sentimentos à família e amigos neste momento de dor. É uma grande perda que estamos vivenciando, tanto para a entidade quanto para o cenário empresarial. Caetano era um empreendedor otimista, atuante como empresário e participativo nas deliberações e iniciativas da Associação Comercial. Sentiremos muito a sua falta,” revela o presidente da ACICG, Renato Paniago. Além da atual gestão, ele também participou da diretoria da casa no triênio 1993 a 1996, período presidido por Nelson Nashif. Como membro do Conselho Consultivo na época, pode colaborar em feitos importantes, como a aquisição do lote e o projeto para a construção da nova sede da ACICG. Manteve-se, ainda, nas gestões seguintes, de 1996 a 2005, período em que a entidade foi liderada por Benjamin Chaia. Trajetória empreendedora Caetano atuava no segmento automotivo há 40 anos. Era dono na empresa Aliança Só Hilux, loja de autopeças especializada em serviços e peças para Toyota Hilux e SW4. De acordo com Milton Insuela Pereira Junior, amigo há mais de quatro décadas do empresário, Caetano começou a vida profissional na empresa Autopeças do Gê, na avenida Calógeras, quando tinha por volta de 14 anos. Era um apaixonado por veículos, de motocicletas a caminhões, e trabalhou como vendedor e gerente lojas do setor. Chegou a abrir sua própria garagem de carros, chamada Guarujá Veículos, que mais tarde acabou fechando para se mudar para Uberlândia, Minas Gerais. Lá, passou cerca de 15 anos trabalhando em uma revenda de caminhões da Ford. Ao voltar para Campo Grande, abriu, há seis anos, a Aliança Só Hilux, situada na Vila Progresso.      Apaixonado por motociclismo De acordo com a Federação de Motociclismo do Estado de Mato Grosso do Sul, Caetano teve participação na construção de pistas de motociclismo em diversas cidades, além de ter cedido sua voz ao esporte, narrando diversos campeonatos de motocross, principalmente na década de 1980. Foi figura atuante nos bastidores e linha de frente na divulgação do Motociclismo em Mato Grosso do Sul e em movimentos que ajudaram a colocar estado no cenário nacional desse esporte. O empresário ainda era engajado em causas sociais. Além de ações conduzidas pela ACICG, participou de iniciativas do Lions Clube e praticava a filantropia por meio de diversas atividades assistenciais que entregam não só donativos, mas também, muita alegria e amor.       Antonio Caetano de Carvalho deixa esposa e três filhos.

ACICG promove capacitação sobre novas habilidades para os líderes do futuro

Evento contará com Victor Garcia G. Barros, sócio diretor da Great Place to Work Para acompanhar as transformações do ambiente de trabalho, que está cada vez mais dinâmico, empreendedores, gestores e líderes precisam buscar o aprendizado contínuo e o desenvolvimento de diferentes competências para lidar com suas equipes. Para auxiliar empresas campo-grandenses nessa missão, a Associação Comercial e Industrial de Campo Grande (ACICG) promove a 21° Work Café, no dia 11 de fevereiro, com o tema “Novas Habilidades para os Líderes do Futuro”. O evento ocorrerá das 7h30 às 12h, no Ondara Buffet, situado na Rua Dr. Mario Gonçalves, 729, no bairro Chácara Cachoeira. A capacitação será ministrada pelo especialista em Economia e Estratégia, Victor Garcia G. Barros, de São Paulo. Psicólogo de formação, ele também é diretor de Relacionamento e Consultoria e sócio diretor da Great Place to Work, uma consultoria global que apoia organizações a obter melhores resultados por meio de uma cultura de confiança, alto desempenho e inovação. Na organização, Barros é responsável pela região Centro-Oeste e pelos setores Financeiro, Serviços, Agronegócio e Energia, em São Paulo. O gestor da Escola de Varejo da ACICG, Moacir Pereira Júnior, explica que o Work Café tem se tornado reconhecido na área de recursos humanos e demais lideranças nas empresas. “O Work Café é um momento importante para gestores e tem se tornado cada vez mais estratégico no comércio, pois aborda temáticas alinhadas às necessidades locais, proporcionando conhecimento para vencer desafios do dia a dia das empresas,” afirma Moacir. Além da palestra principal, o evento reunirá cases de sucesso de empresas que possuem a certificação Great Place to Work, como Energisa, Sicredi, Fecomércio e Sesc. As empresas compartilharão suas estratégias e práticas para atrair e reter talentos. Para participar, basta entrar em contato pelo telefone (67) 3312 – 5058 ou pelo email escoladevarejo@acicg.com.br. O investimento para associados da ACICG é de R$160 e para não associados o valor é de R$200. Mais informações também podem ser obtidas pelo whats app da Escola de Varejo telefone (67) 9.8405 – 4600.

Parcela de empresários que espera crescimento para seus negócios é menor em 2023

Pesquisa da Associação Comercial e Industrial de Campo Grande coletou informações sobre o desempenho de 2022 e perspectivas para 2023 Quase 58% dos empresários em Campo Grande preveem o crescimento de suas empresas em 2023, segundo a Associação Comercial e Industrial de Campo Grande (ACICG). Mesmo sendo a maioria, o dado revela que esse ano o percentual de empreendedores que esperam um cenário promissor é menor quando comparado com o levantamento de 2022, quando mais de 77% demonstraram otimismo. O levantamento ainda sinalizou que 31% dos empresários acreditam que haverá estagnação e quase 11% esperam por queda no volume de negócios em sua empresa. As informações foram extraídas da pesquisa Desempenho 2022 e Perspectivas para 2023 que a entidade realizou com mais de 100 empresas, entre os dias 8 e 20 de janeiro, em Campo Grande. A ACICG também questionou se os empresários esperam ampliar o quadro de colaboradores em 2023. A maioria, quase 70%, indicou que não aumentará a equipe.  Dentro do grupo 30% dos respondentes que pretendem ampliar o time de funcionários, pouco mais de 20% disseram que contratarão até 3 colaboradores. Além do próprio negócio, os empresários foram indagados sobre a perspectiva da economia brasileira. 45%, o maior percentual da pesquisa, sinalizou que espera que a economia esteja melhor em 2023. Para cerca de 30%, a expectativa é de piora do cenário e 25% acreditam que o panorama será igual a 2022. Com relação aos impactos do cenário econômico em 2023, os empresários destacaram a política tributária do país, a alta dos juros e o aumento de gastos com a máquina pública (estadual e federal) como os principais fatores que devem influenciar negativamente. “Os empresários também pontuaram que a economia pode ser impactada pelo aumento da corrupção, recessão econômica internacional e restrição da liberdade”, revela o presidente da Associação Comercial, Renato Paniago. Desempenho em 2022 A pesquisa ainda perguntou aos empresários como foi o desempenho de seus negócios no ano passado. A maioria, representada por cerca de 40%, respondeu que se manteve igual a 2021. Já 33% sinalizaram que houve crescimento. O maior percentual desse grupo, cerca de 47%, indicou que o desempenho de sua empresa foi de até 5% maior em 2022. 37% responderam que seus negócios cresceram até 10%; e 16% sinalizaram alta de 20% dos resultados. O levantamento também constatou que 27% dos empresários tiveram desempenho menor em 2022, quando comparado a 2021. Quase 40% desse grupo respondeu que a queda foi superior a 20%. Participaram do levantamento empresas dos setores alimentício, vestuário, acessórios, serviços, moveleiro, de comércio de eletrônicos, entre outros.

Associação Comercial alerta para golpe de falsa cobrança

Empresários da Capital estão recebendo cobranças falsas caracterizadas como “notificação extrajudicial”.  O documento é enviado por email e cita como credor uma organização que não existe: a Associação dos Empreendedores de Campo Grande. As falsas notificações chegaram esta semana a associados da Associação Comercial e Industrial de Campo Grande, que buscaram a entidade em busca de informações. “Ao tomarmos conhecimento do fato, vimos que se tratava de uma fraude. Contatamos a Anoreg/MS (Associação dos Notários e Registradores do Estado de Mato Grosso do Sul), e confirmamos que os dados sinalizados no documento correspondem a um cartório que não existe”, informou o primeiro-secretário da ACICG, Roberto Oshiro. A dívida falsa chega por e-mail e o conteúdo descritivo da cobrança utiliza termos jurídicos, o que favorece uma interpretação de que a cobrança pode ser real. Além disso, o golpista solicita que o pagamento seja realizado via PIX, além de alertar sobre possível processo caso não seja efetuada a quitação. A taxa que estaria sendo cobrada corresponde à filiação da empresa à fictícia associação de empreendedores. O email é assinado por Rodrigo Silva, identificado como um profissional do Serviço de Registros e Processamento Extrajudicial de Títulos. O email também traz como anexo o documento de pagamento, em que consta o QR code e um código para o valor ser pago via pix. O arquivo ainda reúne várias informações, como os dados da empresa local, da falsa organização emissora da dívida, além de outros elementos, como brasão da República e a marca d’água, que, em primeiro momento, podem gerar uma impressão de credibilidade. Roberto Oshiro, alerta que em caso de recebimento de uma notificação de cobrança com essas características, o ideal é desconsiderá-la. “E caso tenha sido feito o pagamento, é importante procurar a Polícia para fazer um boletim de ocorrência”, explicou. Nesta semana a Anoreg/MS também alertou a população sobre o fato em suas redes sociais. De acordo com a entidade, “ao receber uma intimação de um cartório de protesto, mas não conhecer a origem do débito, ou até mesmo o credor, o cidadão procure pessoalmente o cartório de protesto de sua cidade para se informar e saber do que se trata”.

Entidade nacional emite repúdio à fala do presidente da República sobre o trabalho dos empresários

A declaração do presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva, dizendo que o empresário brasileiro “não ganha muito dinheiro porque ele trabalhou; ele ganha muito dinheiro porque os trabalhadores dele trabalharam”, motivou posicionamentos de organizações empresariais pelo país. Diante da menção feita em entrevista para o canal por assinatura Globo News, na última quarta-feira (18/01), a União Nacional das Entidades do Comércio e Serviços (UNECS) emitiu a seguinte nota de repúdio: “Ao congregar as maiores representantes organizadas e de livre adesão do setor, a UNECS valoriza enormemente o árduo trabalho da classe empresarial brasileira como um todo, independente do porte ou do número de funcionários de cada estabelecimento, uma vez que, dos empreendedores individuais às grandes organizações, o empresariado representa robusta força institucional e contribui sobremaneira para o fortalecimento da livre iniciativa e para a construção de um país mais justo e próspero. Assim, entendemos que a fala do presidente da República demonstra preconceito e desconhecimento sobre a importância do empresariado brasileiro. Mais do que isso, instiga o conflito nas relações entre patrões e empregados, em um contexto no qual a cooperação é fundamental para o sucesso de todas as partes. A UNECS está verdadeiramente empenhada para o estabelecimento de uma excelente relação com o novo governo, mas não pode admitir que o esforço e o trabalho de cada empresário brasileiro não seja reconhecido em sua integralidade. Trabalhamos arduamente em favor do desenvolvimento deste país e contribuímos significativamente pela geração de emprego e de renda tão necessários sobretudo no período pós-pandemia. Entretanto, a UNECS acredita que não é possível admitir que o principal líder do país estimule a desavença e a desarmonia entre empregados e patrões. Ao contrário, de um governo eleito e com uma proposta de diálogo, espera-se que questões tão fundamentais como essas não sejam generalizadas, mas que sejam tratadas como se deve – em mesas de negociação. Subscrevem esse documento os presidentes das entidades que integram o Instituto UNECS: José César da Costa, Presidente UNECS e da CNDL – Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas; Leonardo Miguel Severini, Presidente da ABAD – Associação Brasileira de Atacadistas e Distribuidores; João Carlos Galassi, Presidente da ABRAS – Associação Brasileira de Supermercados; Paulo Solmucci, Presidente da ABRASEL – Associação Brasileira de Bares e Restaurantes; Paulo Eduardo Guimarães, Presidente da AFRAC – Associação Brasileira de Automação para o Comércio; Alfredo Cotait Neto, Presidente da CACB – Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil; Geraldo Defalco, Presidente da ANAMACO – Associação Nacional dos Comerciantes de Material de Construção.”

ACICG recebe deputado federal Marcos Pollon

O trabalho da Associação Comercial e Industrial de Campo Grande para articulação política com representantes do Congresso Nacional já começou. Hoje (12/01), a entidade recebeu o deputado federal Marcos Pollon para discutir pautas que afetam o setor empresarial, como a necessidade de aprovação, pelo Congresso, do Decreto 2.100 para invalidar a reincorporação do Brasil à convenção nº 158 da OIT (Organização Internacional do Trabalho). Este ano será retomado o julgamento da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 1.625 pelo Supremo Tribunal Federal (STF), uma medida que pode resultar na proibição de demissões sem justa causa. Além disso, o presidente da ACICG, Renato Paniago, convidou o deputado para participar da Frente Parlamentar de Comércio Serviço e Empreendedorismo, que é comandada pela UNECS — União Nacional de Entidades do Comércio e Serviços e conta com a participação da CACB – Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil, entidade que a ACICG integra. O encontro ainda contou com a presença de diretores da ACICG, Roberto Oshiro, José Thomaz Filho, Normann Kallmuss, Antônio Caetano e Augusto Alessio, além do coordenador do Conselho de Jovens Empresários, Willyan Francescon.

Campanha de Recuperação negocia mais de R$ 5 milhões em 2022

A Campanha de Recuperação de Crédito Nome Limpo, promovida pela Associação Comercial e Industrial de Campo Grande, atingiu R$ 5.104,988,42 negociados entre empresas e clientes inadimplentes.           Realizada de 3 de novembro a 16 de dezembro, a edição 2022 teve abrangência estadual e contou com negociações em Campo Grande, Três Lagoas, Naviraí e Camapuã.  Paola Nogueira, coordenadora da campanha, revela que o resultado superou o do ano passado. “Fechamos essa edição com acréscimo de R$ 65 mil, pouco mais de 1% em relação ao valor negociado em 2021″, explica.     O evento promoveu a negociação de débitos de forma presencial e online em empresas de segmentos diversos, como educação, serviços financeiros, construção civil, moveleiro e de lazer. Ao todo, aproximadamente 1.400 pessoas foram atendidas presencialmente e 196 audiências de conciliação foram realizadas online.         O presidente da Associação Comercial e Industrial de Campo Grande, Renato Paniago, avalia que a Campanha Nome Limpo é uma iniciativa importante porque ajuda empresas a recuperarem créditos que estavam perdidos, fazendo esse recurso voltar a circular na economia local. “Além disso, o evento colabora com o consumidor, auxiliando-o a negociar suas dívidas com condições facilitadas e começar o ano de 2023 sem negativações e restrições”, finaliza.

77% dos empresários esperam vender mais no Natal em 2022, diz Associação Comercial

 A maior parte das empresas da Capital tem boas perspectivas para o Natal este ano, segundo a Associação Comercial e Industrial de Campo Grande (ACICG).  Um levantamento realizado pela entidade com 101 empresários revela que 77% dos entrevistados esperam vender mais no período. Em 2021, o percentual de otimismo era um pouco maior: 79,61%.   A pesquisa ainda mostra que aproximadamente 15% dos respondentes sinalizaram que esperam comercializar o mesmo que no ano passado e uma parcela de 8% acredita que deve vender menos. “Percebemos que as incertezas com o cenário econômico devido ao resultado das eleições impactaram o otimismo da classe empresarial. Ano passado, pouco mais de 3% responderam que as vendas seriam menores, já em 2022, esse número cresceu para 8%. Mas, considerando o panorama geral, a maioria acredita que as vendas de Natal irão superar 2021”, analisa o presidente da Associação Comercial e Industrial de Campo Grande, Renato Paniago. Entre os otimistas, 36.63% acreditam em uma alta de 11% a 20%; 26.73% dos empreendedores que participaram do levantamento esperam que podem vender até 10% mais; 10.89% sinalizaram uma expectativa de aumento de 21% a 50%; e 2.97% creem que as vendas devem superar 50%.  A pesquisa também revelou a expectativa dos comerciantes quanto ao ticket médio dos consumidores. A maioria, 42%, prevê vendas entre R$ 101 e R$ 200; 23% esperam comercializar de R$ 51 e R$100; 21% acreditam que os consumidores gastarão acima de R$ 200; 10% sinalizaram ticket médio de até R$ 50.      “Além do movimento tradicional do comércio para fomentar a compra de presentes, os consumidores também podem esperar por promoções em dezembro, já que 80% dos empresários entrevistados sinalizaram que devem fazer liquidações após o Natal”, complementa Paniago. Realizado pela ACICG entre os dias 14 de novembro a 6 de dezembro, o levantamento Perspectivas Empresariais para o Natal contou com a participação de empresários dos setores de vestuário, brinquedos, eletrônicos, calçados, perfumaria, joias, entre outros.

ACICG integra reunião do Conselho Deliberativo da CACB

*Com informações da CACB Nesta segunda-feira (05/12), o Conselho Deliberativo da Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB) realizou sua última reunião de 2022, em Porto Alegre, na sede da Federação de Entidades Empresariais do Rio Grande Sul (Federasul). O evento contou com a participação da Associação Comercial e Industrial de Campo Grande (ACICG), representada pelo primeiro-secretário da entidade, Roberto Oshiro. Na ocasião, o presidente da Confederação, Alfredo Cotait Neto voltou a criticar a PEC da transição, que prevê o gasto de R$ 200 bilhões fora do teto para o pagamento do Auxílio Brasil de R$ 600. “Não somos contra o auxílio, pelo contrário, mas usá-lo como argumento para infringir uma decisão anterior, de uma emenda constitucional, não é certo. Temos de nos posicionar contrários, independente de como isso for caminhar”, declarou. Cotait completou dizendo que a PEC é “danosa ao país” e que, neste momento, as entidades de representação empresarial devem ampliar sua ação, ou todo esforço que foi feito pela reforma da Previdência, vai por água abaixo apenas nesta ação. “Peço a todos da nossa Diretoria que acionem sua rede de Associações Comerciais, para que eles façam contato com deputados e senadores alertando sobre o risco que seria essa aprovação”, solicitou. Neste sentido, informou o superintendente da CACB, Carlos Rezende, que a entidade enviou uma carta a todos os deputados, informando seu posicionamento e reforçando o apoio ao Auxílio Brasil, mas com recursos oriundos do orçamento. Outro tema posto na pauta foi o PL 108/2021, que enfrenta dificuldade para ser aprovado na Câmara dos Deputados. “Temos que aprovar pelo menos a ampliação do teto do MEI este ano, isso é fundamental. Se não der, incluímos a micro e a pequena empresa em outro projeto, para o ano que vem”, disse Cotait. O vice-presidente da CACB e presidente da Federasul, Anderson Trautman Cardoso, chamou a atenção para importância de se concentrar forças também no PL 127/2021, que prevê uma simplificação na cobrança do ICMS. Nesse caso, se o faturamento da empresa atinge o sublimite estadual do Simples Nacional, as empresas devem pagar o ICMS e o ISS por fora. Segundo Anderson, também coordenador do Comitê Jurídico da Confederação, existem bons subsídios e projetos já mapeados pelo grupo, que devem ser protagonizados pela CACB. “Somos a entidade com maior possibilidade de movimentação de pautas que reflitam no desenvolvimento econômico do país, com um espaço que poucas vezes vimos no cenário nacional”, afirmou. Por fim, ele lembrou da importância das reformas administrativa e tributária para o cenário dos próximos anos. Para Anderson, o novo governo não deve ter esses temas como projeto central e que, mesmo que a tributária venha, pode vir com aumento de carga, ponto que a CACB se opõe desde o início das discussões referentes ao tema. “Precisamos firmar posição neste momento, para vincular nossa opinião a outras que virão no futuro, também quando falamos da PEC da transição. Não devemos apenas criticar, mas apresentar alternativas”, completou. O presidente da CACB sugeriu, então, a formulação de uma pauta prioritária para 2023, com projetos de interesse favorável ou contrário às Associações Comerciais, para ser apresentada ainda este ano, às entidades da rede e à imprensa, para que fique claro o posicionamento que se tem sobre cada tema. “Um texto consensual, para que todas as nossas entidades possam apoiar, e que inclua, entre outros temas, as reformas estruturais”, propôs. Outro assunto que teve espaço na pauta foi a criação da empresa, de capital fechado, em que os sócios seriam a CACB, Federações, Associações Comerciais e parceiros estratégicos, com o objetivo de fortalecer a rede. De acordo com o superintendente Administrativo da CACB, Claudio Queiroz, a empresa terá um viés mais tecnológico, para ofertar produtos e serviços, mas também para ensinar as entidades a venderem e a terem condições de se desenvolver e evoluir. “E isso inclui a ampliação de receitas e a valorização da rede”, disse. O presidente Cotait garantiu que a empresa será constituída ainda este ano, para que logo seja definido o modelo de negócio e ela passe a operar, de fato. “Estou apostando muito nisso, porque, tenho certeza, esse é o caminho que vamos traçar para fortalecer a CACB e, ao fim do nosso mandato, estarmos com ela organizada e com subsistência”, afirmou. Parceria com o Sebrae Em participação virtual, o diretor Técnico do Sebrae Nacional, Bruno Quick, destacou a legitimidade da CACB, pelo fato de as ACEs serem entidades de representação de livre adesão, incluindo todos os setores da economia, o que a leva a ter uma visão sistêmica, matricial, fundamental para instituições que querem fomentar competitividade e produtividade. “Discutíamos há pouco os desafios que teremos para o ano que vem e não há nenhum deles que não passe por uma rede com presença capilar e com capacidade de identificar problemas, formular respostas, articular parcerias e concretizar entregas. A força do Sebrae está nas suas parcerias e, para nós, não há parceria mais oportuna e sinérgica do que com o sistema CACB”, afirmou. Bruno também elogiou a condução do Empreender e falou da importância de aproximar os Sebraes estaduais das Federações ligadas à CACB, para concentrar energias em bons projetos, que gere receitas e entregue serviços às empresas. Serviços O diretor de Serviços da CACB, Maurici Dias Gomes, fez uma apresentação sobre os produtos e serviços que a CACB oferece à rede e falou sobre a criação do Comitê que tem debatido o tema com representantes das 27 Federações da rede. “Temos feito encontros muito produtivos em que o principal objetivo é a troca de experiências e a interação mais próxima com soluções empresariais que têm obtido êxito e que são oportunidade para o desenvolvimento de novos negócios”, disse. Ainda sobre o tema, o 1º vice-presidente da CACB, Ernesto Reck, disse que vamos, com convicção, construir uma CACB muito forte e com muitos produtos a serem disponibilizados à rede. “Como já dissemos, 2022 foi o ano para entendermos os processos, mas, em 2023, tiraremos essas ideias do papel e ganharemos fôlego para crescermos”, afirmou. CMEC A

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