ACICG traz Carlos Hilsdorf a Campo Grande para palestra na quinta-feira

Carlos Hilsdorf - ACICG.

Além de abordar a motivação como ponto alto, o consultor falará sobre estratégias para conquistar, manter, encantar e fidelizar clientes. A Associação Comercial e Industrial de Campo Grande (ACICG), em conjunto com Sebrae/MS e FAEMS,  realiza na quinta-feira, dia 25 de junho, a palestra “Atitudes Empreendedoras: Como transformar sonhos em realidades e fazer seu projeto de vida acontecer”, ministrada pelo consultor Carlos Hilsdorf, reconhecido pelo mercado como um dos cinco melhores e mais requisitados palestrantes do Brasil. A capacitação acontece às 19h, no Centro de Convenções Arquiteto Rubens Gil de Camillo –  situado Av. Waldir dos Santos Pereira, s/n – Parque dos Poderes. O evento vai abordar temas como as características das pessoas e empresas extraordinárias; como construir e liderar equipes vencedoras; a força do comprometimento na entrega de resultados; motivar e estimular a equipe para conquistas de resultados; cenários, tendências e oportunidades no mundo dos negócios; como transformar criatividade em inovação e estratégias para conquistar, manter, encantar e fidelizar clientes. Palestrante preferido pelas mais exigentes empresas nacionais e multinacionais, Hilsdorf apresenta o maior índice de resultados e de recontratação do mercado. Ele revolucionou o mercado de educação corporativa com sua metodologia pioneira, que trabalha, simultaneamente, comportamento e negócios e utiliza elementos lúdicos (ilusionismo, humor, música e outras formas de arte) associados à orientação e aprendizado de adultos no ambiente empresarial. “Entre todos os cursos de capacitação, palestras, workshops e trabalhos desenvolvidos pela ACICG em benefício dos empresários de Campo Grande, não podemos deixar de contemplar os grandes nomes do meio empresarial como o Carlos Hilsdorf. Ele é um dos consultores mais respeitados do país e nós da ACICG buscamos sempre proporcionar as melhores experiências aos empreendedores, a fim de que estejam sempre atualizados, atentos ao mercado e motivados a conduzir seus negócios”, conta o presidente da ACICG, João Carlos Polidoro. Motivação é o carro chefe do discurso do palestrante. “Na vida só há duas opções: ou você escreve sua história ou lê a história que os outros estão escrevendo. Eu gosto sempre de propor que o sonho é muito importante, mas o sonho é só o combustível do motor das realizações. Sonho sem atitude é delírio”, afirma Hisldorf. Em uma prévia do que será abordado na palestra, o consultor chama a atenção para a importância da inovação. “A inovação sai do horizonte criativo. Não é mais criar novos produtos e novos serviços, mas é criar um novo modelo de vida, um novo modelo de gestão, é criar um novo modelo de relacionamento com o meu cliente”, adianta o palestrante. O investimento para participar é de R$ 50,00 para associados da ACICG e R$ 60,00 para não conveniados. Os convites podem ser adquiridos na sede da Associação Comercial, localizada na Rua 15 de Novembro, nº 390 – em frente à Praça Ary Coelho; ou no Sebrae/MS, situado na Avenida Mato Grosso, n 1.661, Centro. Mais informações podem ser obtidas pelo site www.acicg.com.br ou pelo telefone (67) 3312-5028. Sobre o palestrante Carlos Hilsdorf é economista, pós-graduado em Marketing pela FGV, autor e consultor de empresas e profundo pesquisador do comportamento humano. Suas palestras são sucesso frente aos públicos da América Latina, Estados Unidos e Europa. Responsável pela abertura e encerramento dos maiores eventos empresariais do Brasil, Hilsdorf é presença constante nos principais congressos e fóruns de RH, Liderança, Cooperativismo, Empreendedorismo, Administração, Marketing e Vendas. Autor dos best sellers Atitudes Vencedoras, apontado como uma das 5 melhores obras do gênero (Veja, “Guia de Carreira”, ed. 1832) e 51 Atitudes Essenciais para Vencer na Vida e na Carreira, que figurou durante vários meses na lista dos livros mais vendidos do país, e Revolucione seus Negócios. Recentemente lançou o livro Atitudes Empreendedoras. Recebeu o prêmio Mérito Empresarial, concedido pela Academia Brasileira de Artes, Cultura e História, e o prêmio Empresário do Ano, concedido pelo Instituto Latino-americano de Qualidade, ambos pelo seu destaque como palestrante e autor. Ilusionista reconhecido como o melhor da América Latina pela Federação Latina Americana (pela qual recebeu diversos prêmios) e apontado pelo gênio Juan Tamariz Martel, um dos artistas mais respeitados do mundo, como o brasileiro que mais influenciou e impactou a mágica mundial a partir da década de 80. Serviço: Palestra Atitudes Empreendedoras com Carlos Hilsdorf Data: 25 de junho Horário: às 19h Local: Centro de Convenções Arquiteto Rubens Gil de Camillo Endereço: Av. Waldir dos Santos Pereira, S/n – Parque dos Poderes Informações: www.acicg.com.br ou pelo telefone (67) 3312-5028

Gerente-técnico do Banco Central do Brasil ministra palestra na ACICG

Banco Central do Brasil - ACICG.

A Associação Comercial e Industrial de Campo Grande (ACICG), recebeu na última quarta-feira (17), o gerente-técnico do Departamento de Organização do Sistema Financeiro do Banco Central do Brasil para as áreas de MS, MT e PR, Rogério Mandelli Bisi, para uma palestra sobre Governança Corporativa Aplicada a Cooperativas de Crédito. Estavam presentes representantes locais e de Dourados de cooperativas como o Sicoob, Sicredi, OCB, Uniprime e empresários. Em entrevista, Bisi disse que no atual momento financeiro do País, as cooperativas de crédito são uma boa solução para os empresários. “A gente do Banco Central do Brasil tem tido encontros com o Sebrae Nacional, participado de reuniões com vários sistemas cooperativos, e cada vez mais estamos convencidos de que as cooperativas de crédito são uma boa solução ou até o caminho que permite uma visão de futuro tanto para pessoas físicas como jurídicas, especialmente no caso dos Microempreendedores Individuais – MEIs, graças a força com que está surgindo no mercado. O MEI é o segmento que mais gera empregos na economia hoje, é o segmento que está conseguindo fazer alguma coisa em termos de crescimento e produção, então suas chances com as cooperativas de crédito são grandes para dar certo”, afirma. De acordo com Bisi, as cooperativas de crédito no Brasil, em especial nos estados de MS e MT, ainda são pouco conhecidas e na relação com empresários há ganho para as duas partes. “Se as pessoas conhecessem mais a fundo o cooperativismo, os benefícios que ele pode trazer para você, para sua família e para o seu negócio, certamente muito mais pessoas trabalhariam com o cooperativismo. Temos dados contundentes que mostram que em relação ao atendimento de empresários, as cooperativas tem uma capacidade de competição com os bancos extraordinária, e em contrapartida, as cooperativas podem crescer de forma gigante, apoiando pessoas jurídicas”, analisa o gerente-técnico. O presidente da ACICG, João Carlos Polidoro disse que as cooperativas, diferentemente dos bancos, faz com que todos os recursos aplicados nelas circulem na comunidade. “Quando você faz isso num banco os recursos vão para outras praças, e a cooperativa fomenta a comunidade em geral. Ela tem outra visão em relação ao sistema financeiro e faz com que o cooperado seja o dono. Quanto mais você usar a cooperativa, melhor será para você e principalmente para a comunidade onde ela está instalada, pois os recursos ficarão circulando ali, e essa é a importância do cooperativismo”, contribui o presidente da ACICG.

Governo vota nesta semana Projeto de Lei que pode gerar desemprego e mais custos aos empresários e consumidores

Projeto de lei - ACICG.

O Governo Federal deve votar nesta semana o Projeto de Lei (PL) 863/2015 que trata o aumento da carga tributária de setores que recolhiam taxas no regime especial de tributação. Caso o PL seja aprovado, as empresas que atualmente pagam alíquota de 1% de contribuição previdenciária sobre a receita bruta ao Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS), passarão a pagar 2,5% e, setores que hoje pagam alíquota de 2% passarão a contribuir com 4,5%. De acordo com o primeiro secretário da Associação Comercial e Industrial de Campo Grande, Roberto Oshiro, o projeto provocará num momento inoportuno, maior oneração da folha de pagamento. “Um aumento tributário generalizado poderá gerar desemprego, aumento de preços ao consumidor e fechamento de centenas de empresas de nosso Estado que já enfrentam dificuldades econômicas”, alerta. Oshiro afirma também que a aprovação do projeto elevará os custos para contratação de mão-de-obra, aprofundando ainda mais a crise no setor produtivo. “Onerar ainda mais o custo de contratação de mão-de-obra fará com que as empresas demitam mais. Os trabalhadores estão preocupados com o emprego, e não é o momento para criar ônus para sua manutenção. O que se deve criar são condições e ambiente econômico para estimular o emprego e não criar condições de dificuldade para quem gera oportunidades de trabalho”, analisa. A aprovação do Projeto de Lei, além de impactar os empresários, afetará diretamente o custo de vida da população. “O setor produtivo será obrigado a repassar seus custos no preço final dos produtos e serviços vendidos ao consumidor, que vai amargar ainda mais com o aumento de preços e da inflação, justo numa época de recessão e aumento do desemprego. A questão tributária é sem dúvida uma das maiores preocupações do povo brasileiro, pois já deixou de ser um problema que atinge apenas os empresários, e o povo agora sabe que é ele quem paga a conta”, finaliza o Primeiro Secretário da ACICG, Roberto Oshiro. Diretor financeiro da Anita Shoes, Tiago Bellin assume que caso o Projeto de Lei seja aprovado, os cortes de pessoal serão inevitáveis. “Considerando que este é um ano difícil e as atividades comerciais e industriais estão sofrendo decréscimo, somos obrigados a trabalhar com a redução de custos, especialmente num cenário em que os preços da energia, do aluguel, e os impostos aumentam e as vendas caem. Com o aumento das despesas e a queda na receita precisamos buscar alternativas para a redução de custos, e se o Projeto de Lei seja aprovado será necessário reduzir o quadro de funcionários. Certamente isso também acontecerá com outras empresas, que também precisarão demitir e, quanto mais gente desempregada houver no mercado, menor será o poder de compra das pessoas. Isso vai gerar menos lucro para as empresas que por sua vez continuarão demitindo, formando um círculo muito negativo para empresários, empregados e consumidores”, avalia Bellin. Para a empresária Maria Vilma, da Portal Itatiba Móveis, o Governo deveria baixar os próprios custos antes aumentarem os impostos. “Dados mostram que o Governo Federal está prejudicado pela queda do movimento da Indústria e do Comércio e com a arrecadação de tributos caindo pelo quarto mês consecutivo. O Governo precisa de mais dinheiro para fechar as contas públicas e como sempre a maneira mais fácil e rápida de arrecadar e aumentando impostos. Com a medida provisória os setores que pagavam 2% passam a pagar 4,5% (um aumento de 125%) sobre o faturamento e os que pagavam 1% passam a pagar 2,5% (alta de 150%). O Governo pública que o corte do orçamento de 70 á 80 bilhões nos gastos públicos depende do resultado da votação do projeto de lei que reduz os benefícios da desoneração da folha de pagamento para os empresários. Agora nos perguntamos: Aonde se encontra o projeto que vai viabilizar estes cortes? Como e onde serão feitos os cortes? Ele existe de fato. O que sabemos de fato é que a medida provisória-669- vai aumentar o desemprego já que aumenta o custo operacional do setor este sim vai ter que aumentar seus cortes”, colabora a empresária. Já o empresário da rede de farmácias São Bento, Luiz Fernando Buainain, disse que o Projeto gera grande desconforto em todos os segmentos. “O PL efetivamente vai onerar a folha de pagamento, gerando desemprego, aumento de preços ao consumidor e fechamento de centenas de empresas de nosso Estado e no País, pois elas já enfrentam dificuldades financeiras. Essa preocupação deve ser tanto do empregado como do empregador. Temos que ter uma relação de ganha-ganha, pois se efetivar esse aumento ou passe esse PL, não tenho dúvida que o Brasil vai perder na competitividade e na qualidade de sua maior riqueza – o conhecimento de seus profissionais. Precisamos sim estimular o emprego, criar condições de competitividade e não criar condições que oneram a produtividade de gerar de trabalho e renda ao povo Brasileiro”, pensa Buainain.

Vendas a prazo para o Dia dos Namorados supera 2014

Dia dos Namorados - ACICG.

O movimento no comércio para o Dia dos Namorados cresceu 4,9%, na Capital, em comparação com o mesmo período do ano passado, revela a Associação Comercial e Industrial de Campo Grande (ACICG).  Nacionalmente, as vendas para a data recuaram 0,5% em 2015, comparadas ao ano anterior, de acordo com dados da Boa Vista SCPC (Serviço Central de Proteção ao Crédito). Em 2014, as vendas em todo Brasil superaram em 0,8% o desempenho verificado no mesmo período de 2013. Na capital esse índice foi negativo ano passado: – 6,85% em relação a 2013. Os dados locais correspondem às comercializações a prazo, mediante crediário e o cálculo do volume de vendas é baseado nas consultas realizadas no banco de dados do Serviço Central de Proteção ao Crédito (SCPC) em Campo Grande. Para o levantamento foram consideradas as consultas registradas no período de 1 a 12 de junho de 2015, comparadas às realizadas no mesmo período de 2014 e 2013. De acordo com o presidente da ACICG, a expectativa de movimento no comércio local era moderada. “Esse indicador confirma uma reação do varejo em Campo Grande no segundo trimestre em relação aos primeiros meses do ano”, analisa João Carlos Polidoro. Para estimular novas vendas também no período do Dia dos Namorados, a Associação Comercial realizou a Campanha “Amor de Viagem”, que contemplará, por meio de sorteio no dia 26 de junho, cliente, empresário e colaborador com viagens para Buenos Aires, Maceió e Bonito, respectivamente. “Ações promocionais são recursos importantes para movimentar o varejo. Com esta ação conseguimos beneficiar todos os agentes do comércio: o empresário que passou a oferecer uma vantagem ao cliente; o consumidor que ganha uma nova motivação presentear; e o colaborador que fica ainda mais otimista em atender com qualidade”, complementa Polidoro. A próxima data comemorativa que deve movimentar o comércio de Campo Grande é o Dia dos Pais, celebrado em 9 de agosto. Antes disso, Polidoro relembra que “junho ainda conta com festas juninas e férias escolares, fatos que indicam elevação do consumo em segmentos de entretenimento e alimentação. O frio também vem com mais força e faz com que consumidores comprem produtos para o inverno. E vale ressaltar que as liquidações já começaram em algumas lojas e devem se intensificar em julho, devido a chegada da coleção de roupas da nova estação,” finaliza o presidente da ACICG.

CBMAE da ACICG realiza V Semana da Conciliação em Campo Grande

CBMAE - ACICG.

Evento promove a pacificação social e contribui na redução de processos judiciais Com o objetivo de resolver conflitos dos campo-grandenses com pessoas físicas ou jurídicas, de 29 de junho e 03 de julho, a Câmara Brasileira de Mediação e Arbitragem (CBMAE) da Associação Comercial e Industrial de Campo Grande (ACICG) promove a V Semana da Conciliação em Campo Grande, em parceria com o Posto Avançado de Conciliação Extraprocessual (Pace). O atendimento será feito das 08h às 18h, na ACICG, localizada na Rua 15 de novembro, 390, Centro.  Já estão agendadas 4.400 audiências, motivadas por empresas que decidiram usar a conciliação para reaver débitos atrasados de clientes. Entre os participantes estão Energisa, Anita Shoes, Reci fotos, Sandra Joias, Zou Bisou e Colégio CDA. Pendência financeira é um dos problemas solucionados pela conciliação, mas segundo o presidente da CBMAE, Roberto Oshiro, “qualquer tipo de conflito pode ser resolvido na Câmara, como exemplo estão questões de direito de família, desentendimentos com vizinhos ou entre sócios, e até questões de ação penal privada (como calúnia e difamação)”. A conciliação é uma forma de solução rápida, eficiente e econômica de resolver conflitos extrajudiciais e também ajuizados, pois acontece sem a interferência de advogados e oferece total segurança jurídica. É um método em que um conciliador tem a função de aproximar as partes para negociarem diretamente a solução de suas divergências, com neutralidade e imparcialidade. “Nosso objetivo é promover a pacificação social e contribuir para reduzir o número de processos. As partes acabam mantendo o relacionamento, o que na maioria das vezes não acontece em um processo judicial” completa Oshiro. Após a audiência realizada, em caso de acordo, o Termo de Audiência Frutífera será encaminhado à 8ª Vara da Justiça Itinerante e Comunitária para ser homologado pelo juiz, indicado pelo Tribunal de Justiça do Estado. No prazo de 15 dias, o documento será devolvido à secretaria da CBMAE/ACICG para ser disponibilizado para as partes interessadas. Como participar Em casos de pendências financeiras, o cidadão deve apresentar-se diretamente na secretaria da CBMAE/ACICG munido de cópias dos seguintes documentos: RG, CPF ou Carteira Nacional de Habilitação, comprovante de residência e extrato da negativação do SCPC, ou ainda qualquer outro documento que comprove o vínculo com a empresa (contrato, faturas, boleto, etc.). A Câmara vai convidar o estabelecimento credor para uma audiência de tentativa de conciliação do débito. Para outros casos de conflito é preciso buscar mais informações pelo telefone 3312-5063. O interessado em resolver um problema por meio da conciliação também deverá contribuir com uma lata, ou pacote, de leite em pó, por procedimento. O donativo que será doado a uma instituição filantrópica.Serviço V Semana da ConciliaçãoData: 29 de junho e 03 de julho Horário 8h às 18h Local: Câmara Brasileira de Mediação e Arbitragem da ACICG Endereço: na Rua 15 de novembro, 390, Centro. Investimento: uma lata ou pacote de leite em pó Mais informações: 3312-5063

Diretores da ACICG discutem a terceirização

ACICG

Desembargador do TRT participou da reunião para esclarecer dúvidas dos empresários Durante a reunião de diretoria realizada nesta quinta-feira (11), a Associação Comercial e Industrial de Campo Grande (ACICG), recebeu o Desembargador do Tribunal Regional do Trabalho, Amaury Rodrigues Pinto Junior, convidado para esclarecer algumas dúvidas a respeito do Projeto de Lei nº 4.330/04, que trata das novas regras de terceirização, já passou pela Câmara dos Deputados e atualmente está em tramitação no Senado. Dentre as principais alterações trazidas por esse PL, está a autorização de terceirização de qualquer atividade, não mais se restringindo a atividade-meio, definida como aquela que não é a finalidade principal do negócio. “Hoje, na hora de terceirizar há uma confusão sobre a atividade meio e a atividade fim. Pode-se terceirizar a atividade meio, mas não a atividade fim, pois descaracterizaria que o produto ou serviço é de fato oferecido por aquela empresa. Mas qual o benefício e o prejuízo desse projeto? A grande modificação é que tira essa dúvida sobre a questão da atividade fim e da atividade meio, e permite terceirizar qualquer serviço”, explica o Desembargador. As mudanças ocorrem também no âmbito trabalhista. “Será necessário ter muita cautela na hora de contratar uma empresa terceirizada pois, caso a terceirizada não cumpra as obrigações trabalhistas com os seus colaboradores, o tomador de serviços será solidário ao compartilhar dessas obrigações, devendo assumi-las caso a terceirizada não seja uma empresa idônea”, alerta o Desembargador, e diz ainda que não vê a terceirização como algo ruim para o trabalhador, “uma vez que o colaborador da empresa terceirizada tem seus direitos trabalhistas garantidos duas vezes”. O presidente da ACICG, João Carlos Polidoro disse que a entidade vem acompanhando de perto o assunto e tem participado de várias discussões. “A presença do Desembargador foi extremamente oportuna para nortear o posicionamento da ACICG sobre o tema. Acreditamos que a terceirização é algo benéfico, e o empresário fica livre para decidir se vai terceirizar ou não. Ele deve estudar o que mais compensa financeiramente, investigar a empresa prestadora do serviço e fiscalizá-la, pois com a responsabilidade dos direitos trabalhistas compartilhada, o tomador de serviço é tão devedor quando a terceirizada”, salientou o presidente. No dia 9 de junho, o primeiro-secretário da ACICG e advogado, Roberto Oshiro esteve em Brasília para participar da reunião do Comitê Jurídico de 2015 da Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB), e que teve a terceirização como tema. “A aprovação da terceirização no Senado é defendida pela classe empresarial. Sua regulamentação é importante, pois coloca parâmetros para o Judiciário para haver a terceirização. Ao mesmo tempo, garante direitos, que é a preocupação do trabalhador. Se a preocupação do trabalhador é a garantia dos direitos, agora ele não vai ter só uma, mas duas empresas para garantirem esses direitos, então não há por que o trabalhador ser contra”, declara Oshiro, que no dia seguinte ao evento foi ao Congresso Nacional para fazer articulações políticas com os Senadores do Estado pela aprovação o Projeto de Lei. Projeto de Lei nº 4.330/04 foi aprovado pela Câmara dos Deputados em abril deste ano e atualmente está em tramitação no Senado Federal.

Feriado de Santo Antônio é facultativo para o comércio

Feriado de Santo Antônio - ACICG.

O feriado de Santo Antônio, comemorado dia 13 de junho, é facultativo para o comércio, informa a Associação Comercial e Industrial de Campo Grande. Conforme previsto na convenção coletiva do comércio, as empresas que pretendem abrir devem informar o Sindicato dos Empregados no Comércio de Campo Grande por escrito, com protocolo ou via e-mail no endereço seccampogrande@seccampogrande.org.br. Os shoppings centers confirmaram atendimento em horário convencional, ou seja, das 10h às 22h. Quanto aos supermercados, todos funcionam em horário normal.

Diretor da ACICG comenta sobre terceirização em evento da CACB

CACB confederação das associações comerciais e empresariais do Brasil - ACICG.

O primeiro-secretário da Associação Comercial e Industrial de Campo Grande (ACICG) e advogado tributarista Roberto Oshiro foi o único representante de Mato Grosso do Sul na 1ª reunião do Comitê Jurídico de 2015, realizada esta terça-feira (9), em Brasília. Organizado pela Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB), o encontro reuniu operadores do direito para debater assuntos atuais, de interesse das Federações e Associações Comerciais. O tema da terceirização, cuja aprovação no Senado é bandeira defendida pela classe empresarial brasileira, foi pauta da palestra inicial do evento com o palestrante Carlúcio Campos Rodrigues Coelho, presidente da Associação dos Advogados Trabalhistas do Distrito Federal (AAT/DF). O Novo Código de Processo Civil (NCPC), que foi aprovado este ano e entra em vigor em março de 2016, foi assunto da palestra ministrada por Rodrigo Becker, advogado da União e ex-assessor de ministro do STJ. Confira a reportagem produzida pela CACB são que traz a diferentes visões sobre o tema terceirização, incluindo a argumentação do primeiro-secretário da ACICG Roberto Oshiro. Terceirização foi tema do 1º Comitê Jurídico de 2015  “Sou radicalmente favorável à terceirização, porém radicalmente contra esse Projeto de Lei que está no Congresso Nacional”, afirmou  Carlúcio Coelho, durante a 1ª reunião do Comitê Jurídico da CACB (Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil), realizada nesta terça-feira (9), em Brasília. Compareceram  representantes de associações comerciais e assessores jurídicos das Federações e da CACB. A oposição do advogado é decorrente do fato de o PL estabelecer a responsabilidade solidária entre a fornecedora de mão de obra terceirizada e a empresa contratante, no que diz respeito às obrigações trabalhistas. “Passou a existir um dispositivo no Projeto de Lei que, na minha opinião, é um caixão para qualquer empresário deste país. O grande problema desse projeto é a responsabilidade solidária do contratante com o terceirizado”, esclareceu o presidente da Associação dos Advogados Trabalhistas do Distrito Federal – AAT/DF. Em outras palavras, ambos, contratante e fornecedor de mão de obra, respondem judicialmente por direitos trabalhistas não honrados.  “Isso para mim encerra qualquer discussão. Se antes qualquer empresa terceirizada quebrasse, em princípio, o responsável seria ela mesma. No máximo, haveria uma responsabilidade subsidiária do tomador de serviços. Agora o devedor é tanto o tomador de serviços quanto o prestador”, disse.  Na responsabilidade subsidiária, o tomador de serviços é obrigado a complementar o que o causador do dano ou débito não foi capaz de arcar sozinho. Ou seja, o subsidiário só responde pela dívida, depois que os bens do terceirizado não forem suficientes para a satisfação do débito. Já a responsabilidade solidária possibilita que o trabalhador cobre o pagamento de direitos trabalhistas tanto da empresa terceirizada quanto da contratante. Murilo Gouvêa dos Reis, assessor jurídico da Facisc (Federação das Associações Empresariais de Santa Catarina) acredita que, além da questão da responsabilidade solidária, o PL nº 4.330 precisa sofrer outras alterações. “Outra coisa que precisa é permitir que a terceirização seja ampla e irrestrita. Países modernos, como Estados Unidos e França, já usam a terceirização de maneira larga e eficiente. O ponto principal é poder terceirizar atividade-fim. É fundamental que isso esteja na lei quando o projeto for aprovado”, afirma.  Roberto Oshiro, advogado tributarista e diretor da ACICG (Associação Comercial e Industrial de Campo Grande), discorda da visão de Carlúcio. Para Oshiro, o estabelecimento da responsabilidade solidária é um “meio termo” que permitirá a terceirização no Brasil e, ao mesmo tempo, assegurar os direitos dos trabalhadores. “É importante a regulamentação da terceirização, porque ela é permitida. Nesse aspecto, é um avanço, pois coloca parâmetros para o Judiciário para haver a terceirização. Ao mesmo tempo, garante direitos, que é a preocupação do trabalhador. Se a preocupação do trabalhador é a garantia dos direitos, agora ele não vai ter só uma, mas duas empresas para garantirem esses direitos, então não há por que o trabalhador ser contra”, declara Oshiro.  Segundo Jubevan Caldas, assessor jurídico da ACCG (Associação Comercial de Campina Grande) e da Facepb (Federação das Associações Comerciais da Paraíba), empresários que tinham um projeto de instalação no estado da Paraíba estão sendo desestimulados “em razão da crescente e devastadora demanda trabalhista que existe contra as empresas. Existe uma verdadeira indústria de ações trabalhistas, um aparelhamento do Poder Judiciário, que tem feito crescer muito as demandas contra as empresas”.  

Para CNI, investimentos em logística estimularão atividade econômica

CNI Confederação Nacional da Indústria - ACICG.

Fonte – Agência Brasil Anunciado ontem (9) pelo governo federal, o Programa de Investimento em Logística (PIL) representa um “sinal positivo a empresas e financiadores do setor de infraestrutura” , na avaliação da Confederação Nacional da Indústria (CNI) . De acordo com o presidente da entidade, Robson Braga de Andrade, a nova rodada de concessões será uma chance de o país suprir uma de suas principais carências para a melhora do ambiente de negócios. Ele, no entanto, ressalta ser preciso assegurar condições para que a implantação dos projetos se confirme no prazo estabelecido. “O anúncio de investimentos em infraestrutura é o que o país mais precisa hoje. Nosso gargalo é muito grande”, disse Braga por meio de nota. Segundo o presidente da CNI, antes mesmo do anúncio, já vinha se percebendo uma melhora nas expectativas do empresariado em relação à situação do país, em parte devido à cotação do dólar. “Quando a gente conversa com empresários, principalmente estrangeiros e bancos, eles têm sentido uma tendência de melhora no ambiente de negócios no Brasil, e [alguns deles estão] até achando que tem negócios que começam a ser alavancados. [Nesse sentido,] muitas empresas brasileiras estão aproveitando a taxa de câmbio e o juro baixo fora do Brasil para buscar dinheiro e para fazer empréstimos em dólar lá fora, porque está vantajoso”, informou Robson Braga. Segundo o empresário, a segunda etapa do PIL é uma sinalização a investidores brasileiros e estrangeiros de que o Brasil tem projetos importantes de infraestrutura, que vão estimular a retomada da atividade econômica, acionando setores estratégicos da economia. Na avaliação da CNI, apesar do “sensível progresso em alguns modais” ocorrido nos últimos anos, a indústria ainda se ressente do déficit histórico na infraestrutura. Isso, do ponto de vista da CNI, representa entrave à competitividade do setor. Para que o programa resulte, sem atrasos, em benefícios práticos para o país, a confederação sugere “boa governança e gestão”, uma vez que o tempo de maturação de projetos de infraestrutura é longo. Para Braga, é preciso elevar o aporte desse tipo de investimento em relação ao Produto Interno Bruto (PIB). Segundo ele, o Brasil investe, em média, R$ 100 bilhões por ano em infraestrutura, o equivalente a 2,1% do PIB – percentual que, a título de comparação, é inferior ao investido pela China (7,3%), pelo Chile (6,2%) e pela Índia (5,6%).

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