Varejo brasileiro deve recuar 0,4% em 2017, projeta Associação Comercial de SP

Varejo - ACICG.

Previsão é mais otimista do que projeção de maio, quando a ACSP esperava queda de 1,4% no fechamento do ano O comércio brasileiro deve terminar 2017 com leve recuo de 0,4% no volume de vendas em relação ao ano passado, projeta a Associação Comercial de São Paulo (ACSP). O resultado é mais otimista do que o de maio, quando a entidade esperava uma retração de 1,4% no fechamento do ano. “A projeção melhorou em função da pequena recuperação dos salários, decorrente da queda da inflação, ajudando a recompor o poder aquisitivo do consumidor. Lembrando que, para começar a crescer, é preciso antes parar de cair”, analisa Alencar Burti, presidente da ACSP e da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (Facesp). O cálculo da entidade considera o varejo restrito, que não inclui automóveis e material de construção. A ACSP também projetou os números mês a mês entre junho de 2017 (-3,4%) até fevereiro de 2018 (-0,4%), sempre na variação em 12 meses (ver quadro). “A notícia de estabilidade é alentadora após dois anos de quedas. Esperamos resultados cada vez melhores, embora não generalizados entre as atividades. A recuperação nos próximos meses virá em grande parte pela base fraca de comparação de 2016 e pela continuidade da recomposição do poder de compra das famílias”, explica Burti. Ele pondera que o movimento será lento, resultante da alta do desemprego e da falta de crédito. “Como o primeiro semestre de 2017 teve perdas muito grandes, no ano como um todo o balanço ficará no zero a zero”, finaliza o presidente da ACSP. A projeção foi elaborada pelo Instituto de Economia/ACSP com base em dados do IBGE e do Índice Nacional de Confiança/ACSP. Contempla as seguintes atividades: 1) combustíveis e lubrificantes; 2) hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo; 3) tecidos, vestuário e calçados; 4) móveis e eletrodomésticos; 5) artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria; 6) livros, jornais, revistas e papelaria; 7) equipamentos e materiais de escritório, informática e comunicação; 8) outros artigos de uso pessoal e doméstico. Informações: ACSP

Lideranças da ACICG se reúnem no sábado para dar continuidade ao planejamento de gestão

Planejamento gestão - ACICG.

As lideranças da Associação Comercial e Industrial de Campo Grande (ACICG) vão se reunir no próximo dia 19, sábado, na Colônia de Férias, para planejar as ações que serão realizadas pela Casa do Empresário até 2020. Além da continuidade e criação de novos projetos para a classe empresarial, uma das pautas será a modernização no atendimento prestado pela entidade. Em breve teremos novidades!

Projeto Rota do Sabor avança e prevê formação de cooperativa de produtores

Agricultura - ACICG.

O Programa Rota do Sabor tem movimentado e ajudado a desenvolver a agricultura familiar na região da Chácara das Mansões, em Campo Grande. Em pouco mais de dois meses, a iniciativa, que tem o objetivo inicial de profissionalizar a produção de hortifrútis da localidade e reduzir a evasão de Produto Interno Bruto (PIB), saltou de 13 produtores rurais interessados para 40. Atualmente, o grupo trabalha para formalizar uma cooperativa, que está situada, provisoriamente, na Colônia de Férias da Associação Comercial e Industrial de Campo Grande (ACICG). Após a formalização, a organização será incubada pela Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS). Parceira, a Uniderp prestará apoio técnico para produção. E no dia 14, próxima segunda-feira, às 19h, os produtores participarão de uma capacitação para obter orientações para coleta de amostras de solo. Com os resultados da análise laboratorial que será promovida pelo Iagro, eles receberão recomendações de alunos e professores do curso de Agronomia da universidade. Além disso, os trabalhos da futura cooperativa vão contemplar cinco modalidades de produção: psicultura, avicultura (frango caipira), horticultura, fruticultura e mandiocultura. “Por estarmos tão próximos dessas famílias, temos a responsabilidade de ajudar a desenvolver os negócios que sustentam a região. Queremos inovar o setor produtivo de Campo Grande, por meio da profissionalização desses pequenos produtores rurais, e como boa parte da produção será absorvida pelo município, isso vai garantir que o dinheiro circule na Capital, movimentando nossa economia e ajudando essas famílias de produtores a prosperarem”, contribui o presidente da ACICG, João Carlos Polidoro. Maurício Akamine é produtor de hortaliças, como alface, almeirão, couve, rúcula e repolho já faz planos de expansão. “Temos plantados três hectares e pretendemos aumentar a produção em mais três. Esse projeto é o que estava faltando para nos auxiliar e tirar nossos planos do papel”, colaborou. O Programa Rota do Sabor foi lançado no dia 02 de junho, e é fruto de uma parceria entre a Associação Comercial e Industrial de Campo Grande (ACICG), a Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico e da Ciência e Tecnologia (Sedesc), universidades Uniderp e UFMS, e a Associação dos Moradores da Chácara das Mansões (AMCM).

ACICG promove palestra com o criador da ONG Doutores da Alegria

Doutores da alegria - ACICG.

Evento vai discutir o engajamento de equipes, por meio do resgate da paixão pelo trabalho A Escola de Varejo da Associação Comercial e Industrial de Campo Grande (ACICG), traz a Capital, no dia 17 de agosto, o fundador da ONG (organização não governamental) Doutores da Alegria, Wellington Nogueira para ministrar a palestra “A arte imita a vida”, no teatro Dom Bosco, às 19h. Voltada à diversos públicos, a apresentação promoverá diversas reflexões motivacionais sobre o campo profissional, em um formato não-técnico. Moacir Pereira Junior, coordenador da Escola de Varejo explica que, além de proporcionar ferramentas atualizadas para um aprendizado constante, o evento visa promover o contato entre profissionais em empresas.  “Por meio do tema proposto queremos também provocar a reflexão nos participantes sobre como anda a performance profissional de cada um, e a avaliação do seu papel na organização onde atua”, completa. Pereira Junior conta ainda que a escolha do palestrante atende a uma reivindicação dos empresários. “Escolhemos o Wellington Nogueira, porque queríamos alguém que trouxesse uma palestra corporativa não-técnica, de forma a trabalhar o engajamento das equipes nas empresas num formato diferente, que abordasse o trabalho com paixão, resgatando nos participantes aquela motivação que sentiram no primeiro dia de trabalho. Queremos despertar nas pessoas o entendimento do quanto vale ter paixão por aquilo que elas fazem”, finaliza Pereira Junior. Doutores da Alegria – organização da sociedade civil sem fins lucrativos que utiliza a arte do palhaço para intervir junto a crianças, adolescentes e outros públicos em situação de vulnerabilidade e risco social em hospitais públicos e ambientes adversos. Fundada por Wellington Nogueira em 1991, a associação já realizou mais de um milhão de visitas a crianças hospitalizadas, seus acompanhantes e profissionais de saúde. Em 2016 a associação se reposiciona institucionalmente a partir de uma nova governança e uma nova tarefa institucional, propondo a arte como mínimo social, ou seja, como uma das necessidades básicas para o desenvolvimento digno do ser humano, assim como alimentação, saúde, moradia e educação. O trabalho não é voluntário. É gratuito para os hospitais e para o público beneficiado, sendo mantido por doações de empresas e de pessoas. Mais informações podem ser obtidas pelos telefones 67 3312-5000 e 3312-5058, pelo site acicg.com.br ou na Associação Comercial localizada na Rua 15 de Novembro, 390, Centro. A palestra conta com apoio do Colégio Dom Bosco e gráfica Progresso. Serviço: Palestra A arte imita a vida, com Wellington Nogueira Data: 17/08, 19h Local: Teatro Dom Bosco – Av. Mato Grosso, 227

“Estamos deixando de piorar” diz presidente da ACICG

Entrevista Joel Silva - ACICG.

O presidente da Associação Comercial e Industrial de Campo Grande (ACICG), João Carlos Polidoro, esteve hoje (2) no programa Capital Meio Dia, com Joel Silva, para falar sobre a queda no Índice de Negativação do Comércio registrado no mês de junho e outros balanços da Associação. “Estamos deixando de piorar, melhor dizer assim do que dizer que esta melhorando mas a gente está melhor do que o ano passado. Até ontem saiu que a indústria brasileira cresceu 0,5% no semestre e isso não acontecia a muito tempo. Nesse primeiro semestre tivemos crescimento na indústria, então é sinal que a gente está iniciando um processo longo, lento de recuperação mas a atividade econômica está muito baixa, a gente esta com um nível de desemprego muito alto, as empresas estão extremamente endividadas. A própria indústria não está tendo fôlego e não está tendo pedido suficiente para recuperar de vez a economia. Os investimentos anda muito devagar, a falta de confiança nos empresários, tanto internos quanto externos, para investir no país está muito grande. Principalmente pela questão política que reflete na questão econômica de uma maneira muito direta, então a gente infelizmente parou de piorar, mas melhorar eu ainda espero algum tempo, dois anos pelo menos” explicou Polidoro. Segundo informações da ACICG, o Índice de Negativação do Comércio (INC) encerrou o mês de junho em 32 pontos, três abaixo do indicador de maio (35) e cinco pontos abaixo do mesmo mês em 2016 (37). O Índice de Recuperação de Crédito (IRC) foi de 55 pontos, contra 45 em maio, mas ainda abaixo do índice registrado no mesmo período de 2016, que foi 63 pontos. “Essa queda na questão da negativação é um sinal de que as pessoas pegaram o dinheiro que ela conseguiu e foi pagar conta, botar em dia as contas que estavam atrasadas. A entrada do FGTS refletiu mas não foi como a gente esperava, a pessoa pegou esse dinheiro e foi fazer alguma coisa, como guardando, e comprando coisas ao invés de pagar conta, porque era para refletir mais, era pra ela ter 15% a mais desse processo de pagamento de contas e a gente percebeu que não teve isso” disse o presidente. Analisando o comportamento histórico do emprego formal no município, comparando com a inadimplência, demonstra que existe correlação entre a queda das vagas e a falta de pagamento no vencimento. “Em Campo Grande estamos dependentes do pagamento do funcionalismo público, então pagamento da Prefeitura e do Estado em dia então isso tem ajudado o comércio e nos deixado em uma situação menos pior. Mas o que a gente quer é que esse 17 mil desempregados dos últimos 24 meses consigam vagas aqui em Campo Grande, que tenham renda para poder gastar. Nós tivemos agora no mês de junho, uma média de 17 funcionários a menos por empresa, uma média desemprego dia, isso é muita gente sendo mandada embora” comentou ele. A próxima data comemorativa é o dia dos pais e, de acordo com Polidor, é a quinta melhor data para o comércio e o de Campo Grande está preparado para atender o público, com mixes e promoções. Informações: http://www.joelsilva.com.br/2017/08/02/estamos-deixando-de-piorar-diz-presidente-acicg/ Aline Bazano  DRT 906/MS

Junho registra queda no Índice de Negativação do Comércio da Capital

Comércio - ACICG.

Análise do comportamento histórico do emprego formal no município, comparado com a inadimplência, demonstra que existe correlação entre a queda das vagas e a falta de pagamento no vencimento O Índice de Negativação do Comércio (INC) apurado pela Associação Comercial e Industrial de Campo Grande (ACICG) encerrou o mês de junho em 32 pontos, três abaixo do indicador de maio (35) e cinco pontos abaixo do mesmo mês em 2016 (37). O Índice de Recuperação de Crédito (IRC) foi de 55 pontos, contra 45 em maio, mas ainda abaixo do índice registrado no mesmo período de 2016, que foi 63 pontos. Metodologia – Considerando que a sazonalidade é uma característica da atividade comercial, tanto o INC quanto o IRC foram desenvolvidos com base fixa definida pela média do desempenho do ano de 2014. Portanto, os valores acima de 100 pontos são os que ultrapassam a média obtida no ano de 2014, e os valores abaixo de 100 estão aquém da média. “É, sem dúvida, uma boa notícia se tomada isoladamente, mas ainda assim, não parece um comportamento muito consistente. A linha vermelha do gráfico continua nos níveis históricos apresentados antes de 2014, sinal de que estamos deixando para trás a irresponsabilidade financeira, mas não é conveniente descartar os cuidados convencionais”, explica o economista da ACICG, Normann Kallmus. O IRC/ACICG, no gráfico representado pela linha verde, em junho de 2017 foi de 55, contra 45 em maio. Kallmus explica que não é clara a razão para tal comportamento, considerando-se que tivemos outra queda no número de empregos formais, mas pode-se especular que exista alguma relação com a liberação do FGTS. “Tivemos no mês de junho um aumento de 385 títulos no estoque de inadimplidos. Em junho de 2016 o aumento foi de 630 títulos. No semestre, registramos um crescimento de 7.167 títulos vencidos e sem pagamento”, expõe. Uma análise do comportamento histórico do emprego formal no município, comparado com a inadimplência, demonstra que existe uma forte correlação entre a queda das vagas e a falta de pagamento no vencimento. “Considerando isso, é lógico inferir que o desempenho do setor poderá ser beneficiado com as mudanças na legislação trabalhista”, avalia o economista. Emprego Formal As condições para determinar quão sustentável é o desenvolvimento econômico dependem também do nível de emprego da economia local. Os dados apresentados são os mais recentes oficiais do CAGED (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados do MTE), o que implica dizer que não estão computadas as ocupações informais. No gráfico, as barras azuis representam as admissões e as barras laranja, as demissões. A linha vermelha representa a diferença entre as duas. Novamente registramos queda nas vagas do mês de junho, o que totalizou um resultado de 584 vagas a menos no semestre. “Em 2016 a queda registrada foi de 1.992 vagas no período, mas, embora o número do ano corrente seja “menos pior” do que o de 2016, evidentemente continuamos sofrendo os efeitos deletérios da gestão desastrosa dos últimos governos”, compara Normann Kallmus. “Perdemos, nos 20 dias úteis de junho, 337 vagas, ou seja, quase 17 por dia. Nos últimos 12 meses foram fechadas 4.324 vagas e em 24 meses, 13.426. A flexibilização da legislação trabalhista deverá possibilitar uma reversão nessas expectativas. Sem investimento, não há novos empregos. Sem segurança jurídica, não há investimento”, finaliza.

BNDES oferecerá R$ 15 bilhões em crédito para pequenas empresas, diz ministro

Ministro de planejamento Dyogo Oliveira - ACICG.

Taxa de juros ainda não foi definida, mas ficará acima da Selic, afirmou Dyogo Oliveira (Planejamento) em entrevista. Programa será voltado para empresas com faturamento de até R$ 90 milhões O ministro do Planejamento, Dyogo Oliveira, afirmou, em entrevista ao G1, que o governo prepara um programa de crédito para pequenas empresas com recursos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) – desde o ano passado, o banco é subordinado ao Ministério do Planejamento. A medida é mais uma da chamada “agenda positiva” do governo federal, uma série de ações de apelo popular adotadas em meio à crise política motivada pela delação premiada de executivos da JBS, que envolve o presidente Michel Temer, acusado de corrupção passiva pela Procuradoria Geral da República. “Vai ser um ‘funding’ rápido, para empresas com até R$ 90 milhões de faturamento por ano”, disse o ministro. A taxa de juros ainda não foi definida, mas deve ficar acima da Selic. De acordo com Dyogo Oliveira, “alguma coisa em torno de R$ 15 bilhões” deve ser disponibilizada para empréstimos. “A linha será para capital de giro e investimento. Neste momento, a demanda maior das empresas é capital de giro”, avaliou. A opção pelo BNDES, disse o ministro, se deve ao fato de o banco ter “bastante recurso parado.” Nesta semana, o BNDES informou que o volume de empréstimos concedidos no primeiro semestre de 2017 foi 16,6% menor que no mesmo período do ano passado. Nos primeiros seis meses de 2016, a queda já havia sido de 42% frente ao mesmo período de 2015. A redução está relacionada à crise econômica e política no Brasil, que fez cair os investimentos no país. O BNDES recebeu, durante a gestão da presidente Dilma Rousseff, mais de R$ 500 bilhões em empréstimos do Tesouro Nacional, para emprestar a empresas. Desse total, foram devolvidos R$ 100 bilhões no fim do ano passado. Em maio deste ano, o BNDES ainda devia R$ 440 bilhões à União. Os recursos, quando são devolvidos pelo BNDES ao Tesouro Nacional, entram no orçamento financeiro, ou seja, não podem ser liberados para gastos dos ministérios. Podem ser usados, nesse caso, somente para abatimento da dívida pública. Taxa de juros A taxa de juros a ser cobrada na nova linha de crédito do BNDES para pequenas empresas ainda não foi definida. De acordo com o ministro do Planejamento, ficará acima da taxa Selic – atualmente em 10,25% ao ano -, e “um pouco abaixo do juro mais caro de mercado.” “Vai ficar consideravelmente acima da Selic, o que é ótimo para as pequenas empresas que pagam duas vezes a Selic, até mais”, disse. Segundo a diretora de Gestão e Solução do Sebrae no Distrito Federal, Cassiana Abritta, as pequenas empresas têm demandado crédito bancário, mas as altas taxas de juros e garantias solicitadas pelas instituições financeiras acabam por resultar em desembolsos menores por parte dos bancos. “Elas têm demanda por esse crédito, por capital de giro, aquisição de equipamentos, necessidade de ampliar o negócio. Mas de 2015 para 2016, teve uma queda de 30%. As altas taxas de juros têm impactado muito isso”, afirmou. A diretora informou que o Sebrae tem buscado capacitar esses pequenos empresários, por meio de seminários, para buscar as linhas de crédito no mercado financeiro. Novo canal de atendimento Recentemente, o BNDES lançou um novo canal para micro, pequenas e médias empresas acessarem as linhas de crédito oferecidas pelo banco estatal. Batizado de Canal do Desenvolvedor (MPME), a ferramenta permitirá pela primeira vez que o pequeno empresário e o microempreendedor se comuniquem diretamente com o BNDES para conhecer as linhas disponíveis e as condições oferecidas. Até então, essa interação se dava apenas de forma indireta, através de bancos e agentes financeiros intermediários como cooperativas de crédito. O canal pode ser acessado através do site do BNDES. Fontes: CACB / G1Foto: Ministro do Planejamento, Dyogo Oliveira, durante evento em Brasília. Foto: Beto Barata/PR 

Movimento do Comércio cai novamente em junho

Comércio - ACICG.

Média de vendas do primeiro semestre de 2017 fica levemente acima do mesmo período de 2016; transações entre empresas é o fator de maior preocupação O levantamento do Movimento do Comércio Varejista (MCV) produzido pela Associação Comercial e Industrial de Campo Grande (ACICG) mostrou que, o mês de junho atingiu 89 pontos, indicando queda nas vendas em relação ao mês de maio (96). O resultado também ficou dois pontos abaixo do apurado no mesmo período de 2016 (91). A média do primeiro semestre de 2017, porém, foi superior ao do ano passado. “Voltamos a registrar resultado inferior ao ocorrido no ano passado. A média do primeiro semestre deste ano foi de 89 pontos, contra 86 no mesmo período em 2016. Esse resultado demonstra alguma melhora nas condições gerais, mas geram preocupações aspectos como a lenta retomada do consumo e o comportamento do nível de emprego. As alterações na legislação trabalhista são os componentes importantes e que têm a possibilidade de alterar o comportamento dos investimentos no segundo semestre”, explica o economista-chefe da ACICG, Normann Kallmus. Metodologia – O MCV/ACICG é um índice apurado a partir da evolução dos dados do setor, englobando as transações realizadas entre empresas e também entre consumidores e o comércio. Considerando a sazonalidade característica da atividade comercial, o MCV foi desenvolvido com base fixa definida pela média do desempenho do ano de 2014. O Índice é composto de dois outros sub índices que ajudam a avaliar sua evolução: o MCV-PF, que analisa as transações entre Pessoas Físicas e as empresas do setor terciário, e o MCV-PJ, que avalia as transações entre as empresas. O MCV-PF de junho foi de 92 pontos, o mesmo de 2016, mas menor que o registrado em 2015 (103), e maior que o registrado 2014 (88). “Novamente o desempenho desse indicador não foi suficiente para gerar um crescimento em relação ao ano passado”, completa Kallmus. No levantamento, o movimento do comércio entre empresas (MCV-PJ) tem se mostrado o fator de maior preocupação. O MCV-PJ de junho foi de 69 pontos, contra 86 em junho de 2016, e 91 em 2015. “Este continua sendo o maior problema registrado na análise do mês, que corrobora a tendência que temos observado nos últimos meses. O comportamento desses indicadores, aliado ao desempenho do CAGED no estado e no município, reforçam nossas análises anteriores que apontavam alterações significativas no comportamento das empresas do setor, que é responsável por mais de 75% do PIB em valores agregados do município”, analisa. Kallmus reforça ainda a informação de que as empresas não estão fazendo estoque, o que pode ser observado a partir do comportamento muito similar entre as movimentações no comércio de pessoas físicas (MCV-PF) e jurídica (MCV-PJ). “Esse comportamento poderia ser até considerado dinamizador da atividade, não fosse o fato de que acaba simultaneamente reduzindo a velocidade de circulação da moeda e reduzindo as vantagens comparativas em relação à concorrência externa. Observamos a alteração da atividade principal, de revenda para representação, o que fica reforçado a partir da constatação de que, diferente do que aconteceu na média do estado, o CAGED de junho e apresentou redução de postos de trabalho, resultando em uma perda de 584 empregos formais no semestre. A solução óbvia seria intensificar as trocas locais, reduzindo a evasão de capital. Infelizmente isso não parece ser prioridade da política de desenvolvimento local”, comenta o economista. Perspectivas O mês de julho costuma ser ligeiramente superior ao de junho, o que não ocorre com os meses de agosto e setembro. Considerando que o mês terá mais dias úteis que o anterior e que continuamos tendo um desempenho melhor do que o registrado no ano passado, matematicamente pode-se supor que teremos um resultado melhor no mês corrente. “O fator de risco para essa análise não está na análise econômica, mas em eventuais decisões esdrúxulas do judiciário e do Congresso. A condenação de Lula foi muito bem recebida pelo mercado, o que reforça a importância do posicionamento das instituições, evitando que casuísmos retardem o impedimento da candidatura do ex-presidente. Caso contrário, podemos nos preparar para um cenário muito mais negativo e instável”, finaliza Normann Kallmus.

Movimento do Comércio cai 3,2% no 1o semestre, diz Boa Vista SCPC

SCPC Boa Vista - ACICG.

Na avaliação acumulada em 12 meses (julho de 2016 até junho de 2017 frente ao mesmo período do ano anterior) houve queda de 3,0% frente aos 12 meses O Indicador Movimento do Comércio, que acompanha o desempenho das vendas no varejo em todo o Brasil, caiu 3,2% no acumulado no ano (1º semestre de 2017 contra o mesmo período do ano passado), de acordo com os dados apurados pela Boa Vista SCPC (Serviço Central de Proteção ao Crédito). Na avaliação acumulada em 12 meses (julho de 2016 até junho de 2017 frente ao mesmo período do ano anterior) houve queda de 3,0% frente aos 12 meses. Na análise mensal com ajuste sazonal o varejo apresentou em junho crescimento de 2,1% em comparação com maio. Desde novembro de 2016 o indicador do varejo vem gradualmente se recuperando quando observado na aferição acumulada em 12 meses, ainda que apresente um ritmo menor do que o esperado no início do ano. Contudo, para as próximas aferições aguardam-se resultados mais otimistas, uma vez que os efeitos da redução de juros iniciada no 3º trimestre de 2016 devem ser observados com maior intensidade, assim como uma melhoria dos níveis de renda, continuidade da redução do nível de preços, entre outros fatores. Setores Na análise mensal, dentre os principais setores, o setor de “Móveis e Eletrodomésticos” apresentou alta de 5,1% em junho, descontados os efeitos sazonais. Nos dados sem ajuste sazonal, a variação acumulada em 12 meses foi negativa em 3,3%. A categoria de “Tecidos, Vestuários e Calçados” subiu 0,3% no mês, expurgados os efeitos sazonais. Já na comparação da série sazonal, nos dados acumulados em 12 meses houve recuo de 7,8%. A atividade do setor de “Supermercados, Alimentos e Bebidas” subiu 0,8% no mês na série dessazonalizada. Na série sem ajuste, a variação acumulada em 12 meses recuou 1,4%. Por fim, o segmento de “Combustíveis e Lubrificantes” subiu 0,5% em junho considerando dados dessazonalizados, enquanto na série sem ajuste, a variação acumulada em 12 meses apresentou queda de 3,7%. Metodologia O indicador Movimento do Comércio é elaborado a partir da quantidade de consultas à base de dados da Boa Vista SCPC, por empresas do setor varejista. As séries têm como ano base a média de 2011 = 100, e passam por ajuste sazonal para avaliação da variação mensal. A partir de janeiro de 2014, houve atualização dos fatores sazonais e reelaboração das séries dessazonalizadas, utilizando o filtro sazonal X-12 ARIMA, disponibilizado pelo US Census Bureau. A série histórica do indicador está disponível em: http://www.boavistaservicos.com.br/economia/movimento-comercio/ Fonte: Boa Vista SCPC

ACICG comemora sanção da reforma trabalhista

Agradecimento reforma trabalhista - ACICG.

 Entidade agradece aos senadores e deputados que votaram a favor da retomada do desenvolvimento do Brasil, aprovando a modernização das relações de trabalho Na luta pela retomada do desenvolvimento do País e atenta aos interesses da classe empresarial, a Associação Comercial e Industrial de Campo Grande (ACICG) acompanha de perto o processo da reforma trabalhista no Brasil, e comemora sua sanção pela Presidência da República, ocorrida no último dia 13. A entidade enxerga que a reforma tornará as relações de trabalho mais modernas, com melhorias para as empresas e seus colaboradores, e agradece o apoio recebido dos senadores e deputados de Mato Grosso Sul. Na visão da ACICG, entidade que representa mais de 6,5 mil empresas da Capital, a reforma trabalhista é necessária para regularizar algumas situações que já existem nas relações de trabalho, trazendo segurança jurídica e flexibilização para as categorias patronal e laboral. “Queremos agradecer aos senadores Pedro Chaves, Simone Tebet e Waldemir Moka, e aos deputados Carlos Marun, Elizeu Dionizio, Geraldo Resende, Mandetta e Tereza Cristina, que atenderam o clamor dos empresários pela modernização das relações de trabalho. A classe e o povo têm sofrido com constantes aumentos de impostos, reoneração nas folhas de pagamentos, quedas nas vendas, e muitos estão beirando à falência. A aprovação da reforma trabalhista traz um novo fôlego e faz com que comecemos a enxergar a luz no fim do túnel”, afirma o presidente da ACICG, João Carlos Polidoro. Batalha – Diretores Associação Comercial estiveram duas vezes em Brasília, entre os meses de maio e junho, articulando com líderes das bancadas do Senado para a aprovação da reforma trabalhista. “Nossa movimentação em Brasília agiu em defesa da necessidade de as reformas continuarem, sobretudo a trabalhista. O Brasil não pode parar em virtude da crise política. Precisamos criar um ambiente que permita o desenvolvimento dos negócios para gerar empregos, afinal, temos mais de 14 milhões de desempregados no Brasil esperando uma oportunidade”, explica o presidente da ACICG, João Carlos Polidoro. No dia 2 de junho, os senadores Pedro Chaves e Waldemir Moka participaram da reunião de diretoria da ACICG com o intuito de esclarecer dúvidas dos empresários e pedir o apoio da classe à reforma. Na ocasião estiveram presentes representantes da Amas, Setlog, Corecon, Asmad e Sinpetro. Sanção: O PLC 38/2017 que trata a reforma trabalhista foi aprovado pelo Senado no dia 12 de julho, e sancionado pelo presidente Michel Temer no dia 13. As novas regras entram em vigor daqui a quatro meses, conforme previsto na nova legislação.

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