3 danos causados por conflitos entre colaboradores

Os conflitos na equipe podem causar impactos graves aos processos internos das organizações quando extrapolam os limites do aceitável. Eles comprometem o estímulo dos colaboradores, tornam setores menos produtivos e podem, até mesmo, gerar processos trabalhistas contra a empresa. Confira como esses problemas afetam o desempenho do seu negócio. Perda de produtividade É preciso ter o envolvimento coletivo para ter um bom resultado. Além disso, se existem rixas ou brigas entre os colaboradores, há chances de ocorrer boicotes entre os colegas, prejudicando a empresa como um todo. Excesso de fofocas O disse me disse pode aumentar em situações de conflito e os maus entendidos também, acompanhado da agressividade e discussões frequentes. Isso torna o ambiente profissional desagradável e o relacionamento da equipe tóxico. Processos judiciais A possibilidade de processos trabalhistas acontece, principalmente, quando há relacionamento problemático entre chefias e subordinados. E caso haja o entendimento da justiça favorável ao colaborar, a empresa pode ter que indenizá-lo. A causa danos morais é um exemplo disso. Quer aprender como amenizar e fazer a gestão dos conflitos dentro da empresa?No dia 25 de maio, das 8h às 17h, a ACICG realiza o seminário Resolução de Conflitos, com o palestrante Kharin Khoury, de São Paulo. Mais informações podem ser obtidas no departamento Escola de Varejo, pelo telefone (67) 3312-5058.Fonte: Portal Avaliação de Pessoashttps://avaliacaodepessoas.com.br/avaliacao-de-pessoas/impactos-causados-pelos-conflitos-entre-funcionarios/
ACICG recebe mutirão da Energisa a partir de segunda

Campo Grande, MS – 03 de maio de 2019 – Clientes inadimplentes com a concessionária de distribuição de energia elétrica de Campo Grande podem regularizar seus débitos durante o mutirão de negociação da Energisa, que acontece a partir da próxima segunda-feira, dia 6, na Associação Comercial e Industrial de Campo Grande (ACICG). Serão ofertadas condições flexíveis aos consumidores, pessoas físicas e jurídicas. Informações sobre descontos para pagamento à vista podem ser obtidas no local. Para participar é necessário que o cliente compareça à sede da ACICG, localizada na Rua Quinze de Novembro, 390, Centro, portando documento pessoal com foto e uma fatura com o número da unidade consumidora. O atendimento será realizado das 8h às 17h, do dia 6 até o dia 10 de maio. Serviço: Mutirão de Negociação Energisa Data: 6 a 10 de maio, das 8h às 17h Local: ACICG – Rua 15 de Novembro, 390 – Centro
Saiba quais são as causas mais comuns de conflitos organizacionais.

Os conflitos organizacionais fazem parte da rotina de trabalho, mas aprender a lidar com eles é essencial para a qualidade de vida do colaborador, bom relacionamento entre a equipe e o sucesso na empresa.Segundo o Instituto Brasileiro de Coaching, as causas mais comuns que motivam divergências no ambiente organizacional são: Competição entre colaboradores; Recursos disponíveis, mas escassos; Mudanças externas acompanhadas por tensões, ansiedade e medo; Luta pelo poder; Necessidade de status; Desejo de êxito econômico; Exploração e manipulação; Tentativa de autonomia; Meio ambiente adverso; Identificou alguma dessas situações em sua empresa? Fonte: https://www.ibccoaching.com.br/portal/conheca-os-tipos-de-conflitos-nas-organizacoes/
ACICG reúne 400 profissionais no 1º Fórum Estadual de Gestão de Pessoas

Tecnologias revolucionárias em aprendizagem, autoconhecimento, comunicação e criatividade, e treinamento em vendas foram os temas abordados Campo Grande, 27 de abril de 2019 – A Associação Comercial e Industrial de Campo Grande (ACICG) reuniu mais de 350 pessoas durante o 1º Fórum Sul-Mato-Grossense de Gestão de Pessoas, nesta manhã, no hotel Deville Prime, na Capital. Quatro grandes nomes do treinamento e desenvolvimento de pessoal do Brasil garantiram o sucesso do evento. Entre seus objetivos, o Fórum buscou auxiliar empresários e gestores de pessoas das organizações a avaliarem seu desempenho, por meio do autoconhecimento e da utilização de ferramentas práticas, que proporcionam o aumento de produtividade da equipe. Fabio Scannavino, master coach, mentor e trainer falou sobre coaching em vendas, e resgatou a importância sobre conhecer mais e melhor as necessidades dos clientes. Richard Vasconcelos, mestre em Tecnologias Educacionais e CEO da LEO Brasil tratou da revolução da aprendizagem, e como as tecnologias estão mudando a forma de aprender. O diretor técnico da Associação Brasileira de Treinamento e Desenvolvimento (ABTD), Igor Cozzo falou sobre como as pessoas podem e devem aprender a vida toda, tornando o indivíduo protagonista do seu futuro. Alvaro Fernando, autor do livro ‘Comunicação e Persuasão – O poder do diálogo’, palestrante do CBTD desde 2014, abordou o tema Comunicação e criatividade: O segredo que leva sua ideia para frente. Rodrigo Possari, diretor da empresa Cruzeiro do Sul aprovou o conteúdo do Fórum. “Acompanho os eventos da Associação Comercial e ela sempre busca trazer palestras e capacitações com grandes conteúdos a um valor acessível, com a mesma qualidade dos grandes centros. Isso contribui muito para o desenvolvimento e capacitação das nossas equipes”, contribuiu.
ACICG reúne entidades e apresenta parecer contrário ao PL que pode emperrar o comércio no Estado

Casa do Empresário pede o arquivamento do Projeto de Lei; OAB, Associação das Startups/MS, Setlog, CJE, Sinep, Abrasel e o deputado estadual Renato Câmara debateram o assunto. Campo Grande, 25 de abril de 2019 – A diretoria da Associação Comercial e Industrial de Campo Grande (ACICG) se reuniu na noite de ontem (24), em sua sede, com diversas entidades representativas e o deputado estadual Renato Câmara, para apresentar a análise técnica e um parecer contrário ao Projeto de Lei 29/2019, de autoria de João Henrique Catan, que pode criar mais burocracia para os empresários, encarecer e diminuir a liberação de crédito aos consumidores, aumentar a inadimplência, entre outros prejuízos ao comércio do Estado. O presidente da ACICG, João Carlos Polidoro e o primeiro-secretário da entidade, Roberto Oshiro, apresentaram um parecer técnico sobre o Projeto de Lei que, na prática, vai impor a necessidade de autorização dos inadimplentes para a inclusão do próprio nome em cadastros de devedores. A proposta passou pela CCJ (Comissão de Constituição, Justiça e Redação) e teve o parecer favorável com duas emendas supressivas e duas emendas modificativas num Projeto de Lei de apenas 11 artigos. Ela foi encaminhada para análise da Comissão de Turismo, Indústria e Comércio. O Projeto de Lei copia artigos da Lei Federal 13.709/2018, porém cria meios que conflitam com uma Lei Nacional, que ainda vai entrar em vigor. “Este projeto padece de ilegalidade, pois vai contra o que está na Lei Federal. E esta lei estadual nos preocupa de forma geral, pois quer tratar de cadastramento e coletas de dados de forma individualizada. Imagina se cada estado fizer isso, a bagunça que se tornaria e o problema para os pequenos empresários e o serviço das startups”, expôs Oshiro. O primeiro-secretário da ACICG ainda relatou que, “deputados de outros estados também tentaram apresentar leis em cópia da lei federal, como o Rogério Nogueira, de São Paulo, e Manoela d’Ávila, do Rio Grande do Sul. E eles foram arquivados, justamente porque vai na contramão e causa prejuízo à toda a população”. Caso o Projeto seja aprovado, o crédito se tornará ainda mais restrito à população. “O comerciante ficará com receio de dar crédito e até mesmo de negativar o devedor, pois necessitará de autorização do inadimplente, inviabilizando todo o sistema de proteção ao crédito. Isso vai fazer com que o empresário não tenha uma informação segura para vender e ainda correrá o risco de ter que indenizar o devedor apenas por tentar receber seus direitos. Por fim, isso também acabará prejudicando o bom consumidor, que pagará mais caro em produtos e serviços, sendo diretamente afetado pela dívida do mau consumidor”, relata Roberto Oshiro. O presidente da Associação Comercial disse que o Projeto de Lei parece ser simples, mas alertou que vai implicar na vida de todos os segmentos do comércio e da sociedade como um todo. “Por exemplo, as empresas que vendem por meio de aplicativos: como ela vai comprovar que o cliente permitiu que um cadastro fosse realizado? Meio de transporte, relacionamento, alimentação, são alguns dos segmentos que ficam em aberto no Projeto, e vão ser impactados, e até a divulgação de cursos e palestras. Tudo isso já está previsto em Lei Federal, então, por que Mato Grosso do Sul precisa antecipar esse problema?”. Polidoro contribuiu ainda sobre os trabalhos dentro da Casa de Leis. “Precisamos rever essa questão de se fazer Lei simplesmente por fazer. É muito mais importante que se trabalhe para fazer cumprir as leis já existentes do que criar novas, pois já temos um arcabouço absurdo pra cumprir enquanto cidadãos, empresários, como seres de uma sociedade. É importante se levar em consideração que afeta todos os segmentos da sociedade e precisamos ficar atentos a isso”, afirmou. A representante da OAB/MS, Dra. Dayane enalteceu que acompanhará de perto o andamento do projeto de lei, que encontra divergência e pode ir na contramão do fomento das empresas em todo o Estado. Representantes da Associação das Startups/MS, Setlog, CJE, Sinep e Abrasel também marcaram presença. Renato Câmara, deputado estadual, acompanhou toda a apresentação técnica e parabenizou a entidade pelo modo como a análise foi desenvolvida. “Essa apresentação é muito contundente, e acredito que outros colegas precisam tomar conhecimento dela. Temos algumas questões emblemáticas aqui (no Projeto), então poderemos pedir vistas no plenário, tanto pela constitucionalidade quanto pela aplicabilidade. Precisamos saber quais os benefícios, as dificuldades, como a Lei vai funcionar, então temos vários pontos para serem questionados”, contribuiu Renato Câmara. A articulação para o arquivamento do Projeto não é recente. No dia 12 de abril, representantes da Associação Comercial e de outras entidades que estão à frente do comércio da Capital se reuniram com o presidente da Comissão do Turismo, Indústria e Comércio da ALMS, deputado estadual Capitão Contar, para alertar sobre o PL. O deputado acolheu todas as argumentações e informou que levará o caso ao conhecimento da Comissão, onde o projeto de lei se encontra. “Acredito que precisamos ouvir todas as pontas do processo, para que não haja entraves, principalmente porque nosso país já tem muitas leis, e uma boa parte não é aplicada”, contribuiu o parlamentar.
Associação Comercial alerta entidades e deputados sobre Projeto de Lei que prejudicará o comércio

Nesta quarta-feira, a Associação Comercial e Industrial de Campo Grande (ACICG) mobiliza entidades empresariais e deputados estaduais para alertar sobre o Projeto de Lei 29/2019, de autoria de João Henrique Catan, que pode criar mais burocracia para os empresários, encarecer e diminuir a liberação de crédito aos consumidores, e aumentar a inadimplência. O encontro acontece às 18h30, na sede da entidade, situada na rua 15 de novembro, 390. Na ocasião será apresentado um parecer técnico sobre o Projeto de Lei que, na prática, vai impor a necessidade de autorização dos inadimplentes para a inclusão do próprio nome em cadastros de devedores. Entre as entidades já confirmadas, estão: Sindicato dos Estabelecimentos de Ensino de Mato Grosso do Sul (Sinepe), Sindicato das Empresas de Transporte de Cargas e Logística de Mato Grosso do Sul (Setlog), Sindicato do Comércio Varejista de Combustíveis, Lubrificantes e Lojas de Conveniência de Mato Grosso do Sul (Sinpetro), Associação Sul-Mato-Grossense de supermercados (Amas), Associação Brasileira de Bares e Restaurantes de Mato Grosso do Sul (Abrasel), Sindicato dos Trabalhadores em Hotéis, Bares, Restaurantes e Similares (Sinthorems), entre outras.
Artigo – Previdência: o insustentável peso da realidade

Por Normann Kallmus Quem nunca ouviu a frase “não existe essa coisa de almoço de graça”? Em “economês” isso se chama trade-off e quer dizer que ao decidirmos fazer alguma coisa, deixaremos de fazer alguma outra coisa, pelo menos naquele momento. A discussão sobre a necessidade de reformar a previdência, passa por essa constatação. Não é que o país vai quebrar se não a reforma não passar, é que o ajuste vai acontecer, de um jeito ou de outro. Simples assim! Não precisa ter imaginação: lembre da Grécia, lentamente se reorganizando, de Portugal, agora andando rápido e do Rio de Janeiro, onde nada foi feito e que continua “no buraco”. Quando o desequilíbrio ocorre em alguma esfera inferior, funcionam os mecanismos locais. Primeiro o governante vai à público dizer que “vamos ter que apertar os cintos”, reduz horário de atividade e o cafezinho. Depois os aposentados deixam de receber. Por último entram na ciranda os servidores públicos da ativa. A quem vão reclamar se não há dinheiro? Podem pedir demissão e procurar emprego em outro canto. Vai ser difícil de encontrar porque estamos em recessão, lembra? Mas se o problema é do país, entra em ação outro mecanismo porque a autoridade monetária pode emitir dinheiro. Na falta de alternativa, essa poderá ser a solução. Vai ser até mais fácil. Não tem que negociar com o STF, nem aguentar deputado chamando ministro de “tchutchuca”. É só imprimir dinheiro. Fácil, né? Só que não (ou #SQN para quem é mais ligado às mídias sociais. Aumentar a massa monetária em circulação (esse é o nome esquisito que os economistas dão para impressão de moeda), vai gerar inflação, muita inflação. Mas todo mundo recebe e ninguém vai poder reclamar, apesar da queda do poder de compra do salário. Lembra do que comecei falando a respeito de almoço de graça? Pode-se mudar o nome das coisas, mas isso não muda sua essência. Pau é pau, pedra é pedra e fim de papo, apesar de sermos brasileiros e acreditarmos no infinito poder do jeitinho. A previdência do jeito que está, gera insegurança no ambiente econômico, portanto, se for resolvido o problema, passamos a ter mais oportunidades de investimento. Nossos congressistas e o STF só podem ter duas razões para não entender: querem “valorizar o seu passe” ou não querem que o país dê certo para evitar a continuidade do governo atual. Ambas ensejam má fé. Esse não é um tema novo. FHC já tinha identificado o nó, mas preferiu garantir a reeleição do que resolvê-lo. Lula sempre foi consciente da necessidade de alteração e chegou a falar diversas vezes a respeito, mas apesar de contar com aprovação de “mais de 100%” dos brasileiros, segundo sua avaliação, nunca se dispôs a enfrentar o tema para garantir a manutenção de sua aura. Dilma falava a respeito, mas para não abandonar o culto à mandioca, deixou-o de lado. Temer quase o fez, mas a divulgação da gravação do “tem que manter isso aí”, sepultou a possibilidade. Sobrou para Bolsonaro, ou melhor, para Paulo Guedes. Problemas crescem quando não são enfrentados e este é o caso. Entre 2000 e 2010, apenas 10 anos, a população jovem (até 24 anos), caiu de 49,6% para 42,1% (-7,5 pontos percentuais). É essa população que não vai conseguir pagar a conta da nossa previdência, se não fizermos nada. No mesmo período de 10 anos, a natalidade caiu quase 8% e a mortalidade, quase 9%. A expectativa de vida ao nascer, no entanto, cresceu 8%. Com o sucesso da ciência, a população está chegando a idades cada vez mais avançadas. Maior longevidade, mais dinheiro necessário para aposentadorias. Menos jovens, porque caiu a taxa de natalidade, menos trabalhadores contribuindo. A oposição à mudança na previdência não tem nada a ver com dúvidas técnicas, mas com defesa de interesses de alguns grupos em relação ao restante da população. Estamos buscando um “jeitinho”, mas dessa vez não vai dar. Mas se você prefere a inflação e mais recessão, fique à vontade. Só não diga que não foi avisado. Lembre que estamos mais velhos e que é ridículo “pagar de adolescente, talquei”? Campo Grande, abril de 2019 Normann Kallmus é economista-chefe da Associação Comercial e Industrial de Campo Grande (ACICG), especialista em Gestão do Conhecimento (COPPE/UFRJ), Administração de Projetos Logic-Frame (BID) e Educação Ambiental (SENAC).
Associação Comercial apresenta parecer contrário ao PL que pode emperrar o comércio no MS e aumentar a inadimplência

Campo Grande, 12 de abril de 2019 – Representantes da Associação Comercial e Industrial de Campo Grande (ACICG) e de outras entidades que estão à frente do comércio da Capital se reuniram na tarde desta sexta-feira (12), com o presidente da Comissão do Turismo, Indústria e Comércio da ALMS, deputado estadual Capitão Contar, para alertar sobre o Projeto de Lei 29/2019, de autoria de João Henrique Catan, que pode criar mais burocracia para os empresários, encarecer e diminuir a liberação de crédito aos consumidores, e aumentar a inadimplência. O presidente da ACICG, João Carlos Polidoro e o primeiro secretário da entidade, Roberto Oshiro, apresentaram um parecer técnico sobre o Projeto de Lei que, na prática, vai impor a necessidade de autorização dos inadimplentes para a inclusão do próprio nome em cadastros de devedores. A proposta passou pela CCJ (Comissão de Constituição, Justiça e Redação) e teve o parecer favorável com duas emendas supressivas e duas emendas modificativas num Projeto de Lei de apenas 11 artigos. Ela foi encaminhada para análise da Comissão de Turismo, Indústria e Comércio. O Projeto de Lei copia artigos da Lei Federal 13.709/2018, porém cria meios que conflitam com uma Lei Nacional, que ainda vai entrar em vigor. “Este projeto padece de ilegalidade, pois vai contra o que está na Lei Federal. E esta lei estadual nos preocupa de forma geral, pois quer tratar de cadastramento e coletas de dados de forma individualizada. Imagina se cada estado fizer isso, a bagunça que se tornaria e o problema para os pequenos empresários e o serviço das startups”, expôs Oshiro. O primeiro-secretário da ACICG ainda relatou que, “deputados de outros estados também tentaram apresentar leis em cópia da lei federal, como o Rogério Nogueira, de São Paulo, e Manoela d’Ávila, do Rio Grande do Sul. E eles foram arquivados, justamente porque vai na contramão e causa prejuízo à toda a população”. Caso o Projeto seja aprovado, o crédito se tornará ainda mais restrito à população. “O comerciante ficará com receio de dar crédito e até mesmo de negativar o devedor, pois necessitará de autorização do inadimplente, inviabilizando todo o sistema de proteção ao crédito. Isso vai fazer com que o empresário não tenha uma informação segura para vender e ainda correrá o risco de ter que indenizar o devedor apenas por tentar receber seus direitos. Por fim, isso também acabará prejudicando o bom consumidor, que pagará mais caro em produtos e serviços, sendo diretamente afetado pela dívida do mau consumidor”, relata Roberto Oshiro. O presidente da Associação Comercial disse que o Projeto de Lei parece ser simples, mas alertou que vai implicar na vida de todos os segmentos do comércio e da sociedade como um todo. “Por exemplo, as empresas que vendem por meio de aplicativos: como ela vai comprovar que o cliente permitiu que um cadastro fosse realizado? Meio de transporte, relacionamento, alimentação, são alguns dos segmentos que ficam em aberto no Projeto, e vão ser impactados, e até a divulgação de cursos e palestras. Tudo isso já está previsto em Lei Federal, então, por que Mato Grosso do Sul precisa antecipar esse problema?”. Polidoro contribuiu ainda sobre os trabalhos dentro da Casa de Leis. “Precisamos rever essa questão de se fazer Lei simplesmente por fazer. É muito mais importante que se trabalhe para fazer cumprir as leis já existentes do que criar novas, pois já temos um arcabouço absurdo pra cumprir enquanto cidadãos, empresários, como seres de uma sociedade. É importante se levar em consideração que afeta todos os segmentos da sociedade e precisamos ficar atentos a isso”, afirmou. A representante da OAB/MS enalteceu que acompanhará de perto o andamento do projeto de lei, que encontra divergência e pode ir na contramão do fomento das empresas em todo o Estado. Já o deputado Capitão Contar, acolheu todas as argumentações e informou que levará o caso ao conhecimento da Comissão, onde o projeto de lei se encontra. “Acredito que precisamos ouvir todas as pontas do processo, para que não haja entraves, principalmente porque nosso país já tem muitas leis, e uma boa parte não é aplicada”, finaliza o parlamentar.
Nova pesquisa da Associação Comercial revela queda no número de imóveis fechados no Centro

Rua 14 de Julho apresentou aumento de 20% no número de fechamentos; pesquisa é realizada desde 2017 pela ACICG 10 de abril de 2019 – Levantamento realizado no mês de março pela Associação Comercial e Industrial de Campo Grande (ACICG) revelou uma queda de 3,43% no número de imóveis fechados no quadrilátero que compreende as ruas Mato Grosso, Fernando Corrêa da Costa, Calógeras e 13 de Maio, em relação a 2018. Em 2017, primeiro ano da pesquisa realizada pela ACICG, o número de imóveis fechados na região era de 204, chegando a 211 no ano passado, e retornando a 204 em março deste ano. O levantamento realizado pela equipe da entidade, que checou os imóveis da região porta-a-porta, em horário comercial. A rua 14 de Julho foi única que apresentou progressão no número de imóveis fechados. “Apesar de todas as dificuldades enfrentadas pelos empresários localizados no quadrilátero central de Campo Grande, em especial aos da Rua 14 de Julho, que viram o faturamento despencar em função dos transtornos causados pela obra do Reviva, a pesquisa mostra que o Centro continua sendo uma opção para quem quer empreender na Cidade Morena. Vimos algumas lojas fecharem e novas empresas se estabelecerem trazendo conceitos diferentes, com grande expectativa para o que o Centro promete se tornar. Esperamos que o cronograma da obra seja cumprido, e que a pesquisa do próximo ano traga o menor número possível de imóveis fechados”, comentou o presidente da ACICG, João Carlos Polidoro.
Impostômetro da ACICG registrou hoje a marca de R$ 700 bilhões pagos ao Governo Federal

09 de abril de 2019 – O Impostômetro da Associação Comercial e Industrial de Campo Grande (ACICG) registrou na manhã desta terça-feira (9), às 9h30, a marca de R$ 700 bilhões, valor que representa o total de multas, taxas, contribuições e impostos pagos pelos brasileiros desde o primeiro dia do ano. Em 2018, esse montante foi arrecadado seis dias mais tarde, em 15/4. Em Mato Grosso do Sul, somente neste ano, a cifra de impostos pagos ao governo estadual já chega a R$7 bilhões. Marca alcançada 7 dias mais tarde no ano passado. “No Brasil ninguém gosta de pagar imposto e a razão é muito simples: não é possível identificar o retorno desses recursos extraídos da economia. O aumento da arrecadação, além de gerar uma insatisfação dos agentes produtivos, também tem como resultado a redução da capacidade de crescimento do PIB”, analisa o economista-chefe da ACICG, Normann Kallmus.