Abertas as inscrições para o Fórum Permanente de Segurança na Fronteira

OAB MS - ACICG.

Estão abertas as inscrições para o Fórum Permanente de Segurança na Fronteira, promovido pela Comissão de Segurança Pública (CSP) da Ordem dos Advogados do Brasil, Seccional Mato Grosso do Sul (OAB/MS), e pela Associação Comercial e Industrial de Campo Grande (ACICG). O evento será realizado no dia 22 de agosto, no Auditório da Universidade Estadual de MS (UEMS), que fica na Avenida Dom Antônio Barbosa, 4155 – (Rod. MS-080), em Campo Grande. O objetivo é debater assuntos de interesse da Segurança Pública do Estado, além de promover a integração entre as forças de segurança, sociedade civil e entidades da área, na busca de soluções para os problemas existentes. O evento terá a presença do Governador do Estado, Reinaldo Azambuja, e será composto por cinco painéis. Os debatedores serão: o Ministro de Fronteiras de Portugal, Carlos Alberto Matos Moreira; Ministro do Paraguai, Arnaldo Giussio, da Secretaria Antidrogas; Consultor a Organização das Nações Unidas (ONU), General Carlos Alberto dos Santos Cruz; Superintendente Regional da Polícia Federal, Cléo Matusiak Mazzotti; Superintendente Regional da Polícia Rodoviária Federal, Luiz Alexandre Gomes da Silva e o Delegado da Receita Federal em MS, Edson Ishikawa. O Fórum Permanente de Segurança na Fronteira conta com a realização da Escola Superior de Advocacia (ESA) e da Caixa de Assistência dos Advogados (CAA). Tem o apoio do Governo de MS, Associação dos Diplomados na Escola Superior de Guerra (ADESG), Fundação de Cultura de MS, UEMS e rede de supermercados Comper. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas aqui. Veja abaixo a programação completa:

Comércio é o setor que mais pretende investir em 2019, aponta Boa Vista

SCPC Boa Vista - ACICG.

A pesquisa, trimestral, também identificou que o maior foco destes novos investimentos será em “Produtos e Serviços” Diferentemente do 1º trimestre de 2019, quando a Indústria (71%) registrou maior otimismo em novos investimentos ao longo do ano, no 2º trimestre foi o Comércio (53%) que se mostrou mais otimista quando questionado se pretende investir no próprio negócio. Serviços (49%) e Indústria (44%) vieram na sequência, respectivamente. A constatação é da Pesquisa Perspectiva Empresarial feita pela Boa Vista, com cerca de mil empresários, em todo o país.Ao comparar os tipos de investimentos, a pesquisa constatou que “Tecnologia” supera “Pessoal e Força de Trabalho” e “Novos Produtos e Serviços”, de um modo geral. Já quando comparados os investimentos por setor, “Tecnologia” parece ser prioridade para o Comércio que registrou um aumento de 7p.p. (pontos percentuais). Na Indústria, investir em “Tecnologia” se manteve similar entre os trimestres. E em Serviços, apesar do investimento ser maior em “Tecnologia” no 2º trimestre, o setor registrou queda se comparado ao 1º trimestre. A imagem abaixo tem os detalhes: Faturamento De acordo com a pesquisa, a perspectiva de faturamento piorou entre todos os setores, com destaque para a Indústria que apresentou queda de 77% para 56% (2ºTri18 versus 2ºTri19) dos que esperam faturar mais. Já no Comércio, a expectativa de faturar mais caiu de 65% para 61%, e de 69% para 56% entre os empresários do setor de serviços. Inadimplência Cresceu de 12% para 28% o percentual de empresários da Indústria que esperam por um aumento na inadimplência do negócio no decorrer do ano. A perspectiva de dificuldades para manter as contas em dia também aumentou para os empresários do Comércio, de 14% para 21%, e de Serviços, de 15% para 22%. Endividamento A perspectiva para a diminuição do nível de endividamento no 2º trimestre de 2019 caiu no setor da Indústria (de 48% para 39%). O Comércio é o mais otimista e registra crescimento de 4 pontos percentuais (de 43% para 47%). Para a Serviços, o percentual se manteve estável (47%). Busca por crédito Na comparação entre o 1º e o 2º trimestre de 2019, também se observou maior intenção de demandar crédito, principalmente na Indústria (aumento de 18p.p). O Comércio também demonstrou maior intenção (de 44% para 48%). A exceção é o setor de Serviços, que registrou uma queda de 40% para 33% entre os respondentes que devem demandar crédito no decorrer do ano.   Dos empresários da Indústria que demandarão crédito, 38% utilizarão para pagar empréstimos e credores (eram 19% no 1ºTri19), 50% irão realizar novos investimentos e 12% querem alavancar o capital de giro. A imagem abaixo contém os detalhes: O link a seguir contém os infográficos que ilustram de modo geral estes dados por setor. Acesse! Metodologia A Pesquisa Perspectiva Empresarial – 2º Trimestre (evolutivo 2018 e 2019) buscou identificar a percepção dos empresários do ponto de vista econômico e as perspectivas para o ano de 2019. Para a sua realização foi usada a metodologia quantitativa com coleta de informações, por meio de pesquisa eletrônica via internet. O seu universo é representado cerca de mil empresas dos diferentes setores de Comércio (atacadista e varejista), Serviços (Instituições Financeiras e Construção Civil) e Indústria. Para leitura geral dos resultados, deve-se considerar 95% de grau de confiança, e margem de erro de 3%, para mais ou para menos. 

6 dicas para equilibrar vida pessoal e profissional

Profissional - ACICG.

Ter equilíbrio entre a vida pessoal e profissional pode parecer difícil, mas existem algumas dicas que podem auxiliá-lo a balancear esses dois aspectos tão importantes. Defina objetivos Você sabe quais são seus principais objetivos de vida atualmente? Consegue ver quais são as metas para sua carreira profissional e as conquistas que almeja? Pare e faça uma autoavaliação, pois para quem não sabe onde quer ir qualquer caminho serve. Traçar metas, estabelecer objetivos e prioridades pode ajudá-lo a conciliar suas necessidades e interesses. Proteja suas emoções Problemas e conflitos podem deixar o cotidiano amargo, por isso, aprenda a administrar suas emoções. Comece filtrando críticas, agressividades e incompreensões que te cercam. Desenvolva relações saudáveis A quantidade de atividades e informações do dia a dia pode afetar a qualidade dos relacionamentos, reduzindo a empatia (habilidade de se colocar no lugar do outro caso estivesse na mesma situação) ou mesmo a capacidade em não reconhecer as próprias dificuldades. Invista em relações saudáveis, isso o ajudará a ter mais qualidade vida. Planeje e tenha disciplina Gerencie sua rotina de trabalho de forma que não interfira no tempo que você destinou aos momentos individuais e à sua família. Outra dica é aprender técnicas que possam contribuir na sua busca pelo equilíbrio entre a sua carreira pessoal e a sua vida pessoal. Capacite-se Se você procura o equilíbrio e quer entender o que está te impedindo de alcançar o resultado desejado ao seu empreendimento, participe da palestra em dobro Eu Pessoa física X Eu Pessoa Profissional e Formação de Preços de Venda, no dia 25 de julho (próxima quinta-feira), das 19h às 21h30, na ACICG. Para participar, basta se inscrever no link. As inscrições são gratuitas para associados e custam 1 agasalho para não associados. *Este conteúdo foi editado e adaptado a partir da versão original no site da Menthes. Confira o texto completo em  https://menthes.com.br/vida-profissional-x-vida-pessoal-como-manter-o-equilibrio-e-buscar-a-qualidade-de-vida/

Encontro discute como a Inteligência Artificial pode ajudar a reduzir a carga tributária

Thiago Moura - ACICG.

A Associação Comercial e Industrial de Campo Grande (ACICG) realiza no dia 24 de julho, um grande encontro de negócios com o tema ‘Inteligência Artificial e a Redução da Carga Tributária’, que será conduzido pelo diretor executivo da Nest Soluções – uma rede de firmas profissionais independentes voltadas à prestação de serviços na área tributária -, Thiago Moura. O evento é voltado para empresários, sócios e sucessores familiares.  O objetivo é atualizar empresários sobre os riscos e oportunidades tributárias na área digital, incluindo a utilização de inteligência artificial como ferramenta de diferencial competitivo. “Queremos alertar nosso público de que a legislação tributária no Brasil muda mais de 30 vezes por dia, a além de ficar exposta a riscos, as empresas podem estar perdendo muito dinheiro. A maioria dos empresários não sabe de quem é a responsabilidade por essas mudanças, e nem que existem ferramentas no mercado que podem auxiliar nessa rotina. No nosso encontro vamos discutir esse pontos”, antecipou o palestrante. No encontro serão discutidos ainda os desafios da gestão empresarial na era digital, a complexidade da gestão tributária nacional, folha de pagamento, e oportunidades tributárias como diferencial competitivo de mercado. A ocasião também será uma excelente oportunidade para ampliação da rede de contatos. Os ingressos já estão disponíveis e podem ser adquiridos na sede da Associação Comercial. Mais informações podem ser obtidas no site acicg.com.br.    Encontro de negócios + coquetel: Inteligência Artificial e a Redução da Carga Tributária Data: 24 de julho, 19h Local: ACICG – Rua 15 de Novembro, 390, Centro Informações: (67) 3312-5058, 98405-4600 (WhatsApp) e escoladevarejo@acicg.com.br    

5 etapas para definir o preço de um produto

Preço - ACICG.

Definir os preços de produtos é uma etapa que envolve muitos detalhes e pode gerar dúvidas. Será que o valor final de venda está realmente justo e competitivo? Fazer esse cálculo com base nos custos e despesas ou levando em conta a concorrência e os clientes são duas formas de precificação. De acordo com especialistas, o ideal seria fazer as duas coisas ao mesmo tempo. Se o seu negócio revende produtos adquiridos de fornecedores, confira o que levar em conta na hora de fixar o preço ao consumidor: Sistema tributário Entendendo o sistema tributário de sua empresa (Simples, Lucro Real ou Lucro Presumido), você já possui uma base de custos de impostos para incluir na valoração. É importante conversar com um profissional da contabilidade para entender as especificidades de cada regime tributário.  Calcule os gastos Toda empresa tem despesas fixas e variáveis e isso também deve ser somado ao valor do produto. Os gastos fixos são aqueles mensais, como o aluguel e o salário dos colaboradores. Os custos variáveis incluem, por exemplo, as taxas de cartões de crédito e débito, e os gastos com embalagens. Defina a primeira categoria de preço Estabeleça o preço de venda líquido do produto deixando de lado qualquer tipo de tributação ou desconto, nesta etapa. Para chegar a esse número, é possível usar uma fórmula: o preço de venda líquido (ou PVL) é igual ao custo dividido por um menos o percentual da margem. Por exemplo, se o seu custo for de 100 reais e o percentual da margem, 20%, o PVL será de 125 reais. Preço de tabela Aqui é a fase de definir o valor bruto, ou seja, o preço final para o cliente. Nesta fase inclua a opção tributária de sua empresa somando o preço de venda líquido aos impostos, as comissões dos funcionários e ao desconto que pretende dar ao cliente, caso seja solicitado. Posicionamento de mercado Com o preço estipulado, compare-o com o valor de mercado e avalie qual é a sua postura diante da concorrência. Pense, por exemplo, por que você está cobrando mais? Possui um atendimento diferenciado? Analise se vale à pena estimar margens de lucro menores caso deseje vender seu produto a um valor parecido ao dos concorrentes. Além disso, você também deve considerar se o consumidor está disposto a pagar o quanto você vai cobrar. Avalie os vários aspectos e aproveite as oportunidades. Capacite-se No dia 25 de julho (próxima quinta-feira), a ACICG realiza a palestra em dobro Formação de Preços de Venda e Eu Pessoa física X Eu Pessoa Profissional, das 19h às 21h30. Para participar, basta se inscrever no link . As inscrições são gratuitas.  *Este conteúdo foi editado e adaptado a partir da versão original no site da Exame. Confira o texto completo em https://exame.abril.com.br/pme/5-passos-para-definir-o-preco-de-um-produto/

Movimento do Comércio cresce em junho, aponta Boa Vista

SCPC Boa Vista - ACICG.

Indicador subiu 1,3% na comparação com maio; provável liberação dos recursos do FGTS deve trazer uma injeção de ânimo para o comércio, que vem mantendo ritmo fraco no acumulado em 12 meses O Indicador Movimento do Comércio, que acompanha o desempenho das vendas no varejo em todo o Brasil, cresceu 1,3% em junho deste ano na comparação com maio, já descontados os efeitos sazonais, de acordo com dados apurados pela Boa Vista. Na comparação com junho de 2018, contudo, houve queda de 1,7%, enquanto, no acumulado em 12 meses, o indicador vem praticamente mantendo o ritmo observado desde o início do ano e subiu 1,4%. Ainda é cedo, portanto, para falar em retomada das vendas do comércio. Fatores como alto nível de desocupação e subutilização da mão de obra, menor confiança e tímido crescimento da renda continuam sendo os principais entraves para uma evolução mais robusta do setor. Apesar das condições favoráveis do mercado de crédito, o endividamento em alta também parece comprometer uma retomada mais acelerada dos empréstimos e, consequentemente, das vendas. A provável liberação dos recursos de contas ativas e inativas do FGTS, por outro lado, deve trazer uma injeção de ânimo para o comércio e reverter a trajetória de desaceleração das vendas observada desde o ano passado. Setores Na análise mensal, todos os principais setores registraram crescimento das vendas. O segmento de “Móveis e Eletrodomésticos” apresentou alta de 0,6% em junho, descontados os efeitos sazonais. Nos dados sem ajuste sazonal, o acumulado em 12 meses apresentou estabilidade. A categoria de “Tecidos, Vestuários e Calçados” cresceu 0,3% no mês, expurgados os efeitos sazonais. Nos dados acumulados em 12 meses houve alta de 1,3%. A atividade do setor de “Supermercados, Alimentos e Bebidas” registrou aumento de 0,1% na série dessazonalizada. Na série sem ajuste, a variação acumulada em 12 meses foi de 1,8%. Por fim, o segmento de “Combustíveis e Lubrificantes” subiu 0,5% em junho considerando dados dessazonalizados, enquanto, na série sem ajuste, a variação acumulada em 12 meses foi de 1,4%. Abaixo a tabela contemplando os valores mencionados. Como analisam os economistas da Boa Vista, o indicador de junho cresceu pela primeira vez após seis meses consecutivos de retração mensal do movimento do comércio. Até por isto o dado deve ser analisado com cautela, já que a alta mensal se deu após seguidas quedas. O fato novo, que pode reverter a trajetória de enfraquecimento das vendas observada desde o final do ano passado, é a provável liberação dos recursos do FGTS nos próximos meses, que deve aliviar a situação das famílias mais endividadas e viabilizar a retomada de projetos adiados de consumo. Somada ao aumento da confiança e à queda dos juros futuros decorrente do avanço da reforma da Previdência no Congresso, a medida tende a alavancar o movimento do comércio no segundo semestre.

Liderar é conversar

Conversar - ACICG.

Por Rosângela Barcellos* Quando me deparo com a palavra liderança, me vêm automaticamente à cabeça, de acordo com minha experiência com líderes de uma forma geral, algumas palavras associadas a ela, como desejo genuíno de ajudar, capacidade de desenvolver pessoas e de despertar a evolução do outro conversando de uma forma que o ajude avançar. Ao fazermos conexão com estas palavras ligadas à prática da liderança, remetemo-nos ao desafiador cenário de relacionar-se de forma mais próxima e aberta com o outro, neste caso, o desafio passa a ser maior, pois, indica que a prática efetiva da liderança está interligada a um processo muito mais complexo do que somente a obrigação de um cargo, às teorias e exigências do mercado e/ou a qualquer outra convenção imposta. Cabe-nos uma reflexão mais profunda em torno do que realmente significa liderar em nossas vidas. Pratico a liderança que ‘dita’ a teoria e as fórmulas de sucesso porque preciso e sou cobrado na posição em que ocupo ou percebo nesta prática uma oportunidade de ser um ser humano melhor ao ajudar o outro a evoluir com o interesse genuíno de despertar nele o seu melhor como pessoa? Caso descubra, ao se questionar profundamente que quando conversa com seu liderado consegue despertar nele um potencial adormecido desafiando-o à mudança, e que ao perceber este resultado, sente-se realizado e feliz e que isso pode até ser um valor para você, é provável que você esteja a um passo da prática de uma liderança autêntica e efetiva. Digo isso, pois tenho aprendido em minha prática profissional e pessoal que ao conversar podemos liderar e que dependendo da qualidade de nossas conversas podemos gerar no outro um mundo de possibilidades, evoluções, reflexões e encadeamento de ações, para que ele avance. Creio que se não todas, mas grande parte das pessoas já vivenciou aquela sensação boa de sentir-se valorizado depois de ter tido uma conversa de qualidade com alguém. Chamo de conversa de qualidade quando escutamos e somos escutados, quando olhamos no olho do nosso interlocutor com interesse e sem pressa de ir embora, quando perguntamos para saber o que ele pensa da vida, quando o respeitamos e colocamos de lado nossos julgamentos e verdades, quando ao escutar entendemos realmente o que ele quer nos dizer e desinteressadamente lançamos um questionamento para ajudá-lo a ver mais longe do que está vendo e a encontrar o seu melhor! Neste processo, enxergo a prática de uma vivência que vai além da teoria do “ter que”, para ser realmente líder. Em minha caminhada com líderes, constato a satisfação plena e o brilho no olhar de cada um quando conseguem promover a evolução em seus liderados através de uma conversa de qualidade. Isso me faz aumentar a crença de que nós, como seres humanos, somos infinitamente capazes de ajudar nosso semelhante e construir um mundo de novas possibilidades através de nossas conversas. *Experiência nacional e internacional como Coach de Executivos, Diretores, Gestores e Carreira. Única Professional Coach Certified pela International Coach Federation em Mato Grosso do Sul. Professora convidada pela Fundação Dom Cabral. 

Cupons fiscais convencionais serão substituídos e NFC-e será obrigatória a partir de 1º de outubro

Cupom fiscal eletrônico - ACICG.

Os comerciantes varejistas de Mato Grosso do Sul têm até 30 de setembro para providenciar o credenciamento na Nota Fiscal Eletrônica (NFC-e) e encaminhar seus equipamentos Emissores de Cupom Fiscal (ECFs) Blindados – impressoras fiscais do Convênio ICMS 09/09 – para intervenção técnica de cessação de uso. De acordo com a gestora do setor, Adriana Casarin Gasparoto, a partir de 1º de outubro de 2019 todos os contribuintes varejistas, exceto MEI (Microempreendedor Individual), deverão emitir NFC-e (modelo 65) ou, facultativamente, NF-e (modelo 55), dependendo do tipo de negócio da empresa. “Lembramos também que o prazo final para a utilização dos ECFs que não são do Convênio ICMS 09/09 (ECFs Térmicos) venceu em 1º de setembro de 2018. Além disso, está vedada a utilização de Nota Fiscal de Venda a Consumidor, modelo 2”, pontuou Casarin. Em caso de dúvidas, comerciantes e/ou contadores podem enviar questionamentos ao Fale Conosco – ICMS Transparente. A Secretaria alerta que a utilização das impressoras fiscais térmicas (após o prazo já vencido em setembro de 2018) e blindadas (após 30 de setembro de 2019) é passível de multa no valor de 200 Uferms por equipamento. Para a cessação de uso, a Secretaria recomenda procurar uma interventora na lista disponível no site da Sefaz, no link Automação Comercial. NFC-e A emissão da NFC-e já é realizada em diversos locais como supermercados, magazines, lojas de cosméticos, roupas, sapatos, brinquedos, farmácias, mercearias, padarias, restaurantes, entre diversos outros estabelecimentos.  A matéria na íntegra pode ser consultada em: http://www.ms.gov.br/varejistas-devem-emitir-somente-nota-fiscal-do-consumidor-eletronica-a-partir-de-1o-de-outubro/.   Texto e foto: Diana Gaúna 

Inscrições para empresas educacionais participarem de campanha de negociação de crédito terminam na quarta

Negociação - ACICG.

Empresas interessadas em participar devem procurar a ACICG até a próxima quarta-feira, dia 17 A Associação Comercial e Industrial de Campo Grande (ACICG) vai realizar no mês de agosto, a primeira campanha de negociação de crédito voltada exclusivamente para clientes de instituições de ensino privadas. Realizada em parceria com o Sindicato dos Estabelecimentos de Ensino de Mato Grosso do Sul (SINEPE/MS), a ação tem o objetivo de recuperar mensalidades em atraso utilizando as ferramentas da Câmara de Mediação e Arbitragem – CBMAE/ACICG. Um método eficaz, amigável e com reconhecimento legal. Instituições de ensino superior, infantil, básico, médio, escolas de cursos técnicos, profissionalizantes, de idiomas são alguns dos segmentos aguardados na campanha. A adesão deve ser feita até a próxima quarta-feira, 17 de julho. “A conciliação é uma forma de solução extrajudicial de controvérsias em que o terceiro conciliador exerce a tarefa não só de aproximar as partes desavindas, mas sugere e propõe soluções, esforçando-se para levá-las a um entendimento que ponha fim ao conflito com a negociação e recuperação do crédito para o empresário”, explica a analista jurídica da ACICG, Paola Nogueira. As empresas interessadas em participar e convidar seus clientes para a negociação devem procurar a sede da Associação Comercial para realizar a adesão.  A ACICG está localizada na Rua 15 de Novembro, 390, Centro. Mais informações podem ser obtidas pelos telefones (67) 3312-5063 / 3312-5041, WhatsApp (67) 99846-3135 / 99660-5033, ou pelo e-mail: comercial@acicg.com.br.

Liderança: você está imune?

Líder - ACICG.

Por Rosângela Barcellos* Estamos vivendo um momento de grandes transformações que nos desafia a rever nossa forma de pensar, a forma como julgamos as situações pelas quais passamos, nossos paradigmas, as adversidades que enfrentamos e principalmente a forma como nos relacionamos, não somente com as pessoas, mas com todo o sistema no qual estamos inseridos. Daniel Goleman e Peter Senge, renomados autores no campo das emoções, da compreensão do sistema humano e do aprendizado sistêmico como um todo, destacam a importância de entender nós mesmos, o outro e o grande sistema do qual fazemos parte. Mas qual a conexão tem esse cenário com a prática da liderança? Na efetividade de uma liderança, é importante considerar que, para se ter sucesso na relação com seus liderados, é preciso saber como se relacionar consigo mesmo e com o outro, construindo, assim, uma relação madura para chegar a um propósito comum. Diga-se de passagem, este é um processo longe de não ser desafiador. Para atingir um nível de maturidade adequado, um líder precisa, primeiramente, conhecer a si mesmo, saber de que forma funciona seu padrão de comportamento, como age, qual impacto tem suas ações na relação com o outro, saber de seus pontos cegos, etc. Realmente, este não é um caminho simples de viver na íntegra e de forma coerente com a teoria, que, por vezes, proclamamos nos corredores e nas reuniões do ambiente organizacional, pois, somos humanos, e como tal, estamos habituados a agir rotineiramente, muitas vezes de uma maneira “cega”. Nem sempre nos damos conta que podemos estar funcionando improdutivamente, “presos” em um sistema que pode se revelar imune a uma mudança que precisamos fazer e que nos desafia na prática de uma liderança efetiva. Minha experiência com desenvolvimento de adultos há mais de duas décadas e, principalmente, nos últimos nove anos tem revelado que mudar é algo complexo, gerar transformação pode exigir mais do que uma simples mudança, exige querer, reconhecer que há a necessidade de mudar e sentir-se mobilizado. Muitas vezes, prometemos liderar mais, planejamos, traçamos metas, mas nem sempre elas saem do papel em sua plenitude, na íntegra. Mas o que realmente acontece conosco? Resistimos à mudança? Não queremos abrir mão da nossa zona de conforto? Ou, na verdade, pode estar revelando algo mais profundo, algo como um sistema que nós próprios criamos e que opera de uma forma imune, impedindo de promover a mudança que tanto queremos e precisamos fazer? Tive o privilégio de conhecer a fundo e in loco o sistema que foi batizado de “Imunidade à Mudança” com os professores da Harvard, Robert Kegan e Lisa Lahey, os mesmos que criaram o termo “Imunidade a Mudança” para explicar e revelar que criamos um poderoso sistema inconsciente que trabalha “contra”, impedindo de realizar nossos grandes objetivos de melhoria, com o único objetivo de nos proteger. Para entender melhor se está imune à liderança, ou seja, “preso” nesse sistema, basta identificar um aspecto próprio como gestor que te incomoda. Por exemplo: imagine que você é um grande gestor de uma equipe, mas, lá no fundo, não confia que as pessoas de sua equipe podem dar conta do recado como você; por não confiar, não delega; por não delegar, acaba pegando muitas coisas operacionais para você fazer, as tarefas se acumulam e você sente-se sobrecarregado; não prioriza o pensar estrategicamente e o ciclo se repete ano após ano, tornando-se um círculo vicioso. Se você se identificou, este é um forte indicador de que pode estar operando dentro de um sistema que o impede de ser um líder que delega e confia mais. Esse sistema tem como objetivo te proteger de alguma grande preocupação oculta caso torne-se esse líder que delega mais, que acredita que poderá acontecer algo ruim ou que pode perder algo que já conquistou, se fizer o contrário do que vem fazendo. Um passo importante é checar suas preocupações ocultas e se de fato procedem, ou seja, testar, experimentar ser um líder na prática mais flexível, que divide tarefas, delega e acompanha, ao checar por meio da experiência, verificar quais resultados obtém, qual impacto está causando nos resultados, na relação com seu liderado e, principalmente, consigo. Na medida em que você avança na prática, pode aumentar sua crença de que o exercício da liderança traz resultados interessantes em longo prazo e permite gerar satisfação naqueles que o rodeiam. Nesse contexto desafiador, a responsabilidade do líder para gerir pessoas, equipes e, principalmente, a ele mesmo ficou maior, tornando-se crucial saber quem somos como líderes, ampliando nossa própria lente para identificar o que realmente nos impede de manter o equilíbrio da gestão versus liderança no dia a dia organizacional e, quem saiba, libertar-se de um sistema que aprisiona nossa real capacidade desenvolvedora. *Experiência nacional e internacional como Coach de Executivos, Diretores, Gestores e Carreira. Única Professional Coach Certified pela International Coach Federation em Mato Grosso do Sul. Professora convidada pela Fundação Dom Cabral. 

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