SMS e e-mail ganham força como instrumentos para recuperar crédito

06 de abril de 2020 – Mais intensamente desde que a Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou pandemia de Covid-19, em 11 de março, a vida de pessoas e empresas mudou drasticamente. Como o isolamento social é uma das principais armas para abaixar a curva de transmissão, os meios digitais se tornaram ainda mais importantes para conectar pessoas e para manter os negócios funcionando. Um exemplo tem sido o uso do Aviso Eletrônico de Débito (AED) de forma completa com o envio de SMS e e-mails por parte dos departamentos de Cobrança de muitas empresas que, para tentar minimizar os efeitos da crise e continuar a ter receita, estão ampliando as suas ações de recuperação de crédito por meio desses instrumentos digitais. Segundo Alexandre Xavier, diretor de Produtos Clássicos da Boa Vista, diversos empresários estão usando as soluções disponíveis no mercado para manter muitas das suas atividades, não só no que diz respeito às vendas, mas também de suas equipes. “A área de Cobrança, por exemplo, é uma das que já se beneficiava dessas soluções na recuperação de crédito. Mais sustentável, ágil, econômico e com melhor taxa de alcance, o SMS e o e-mail como AED se mostram agora ainda eficazes”, afirma o executivo. Além disso, essas soluções ajudam a evitar o contato físico que acontece quando se recebe uma comunicação em papel. Xavier explica que na Boa Vista, 88% dos clientes já utilizam o AED, seja por e-mail, seja por SMS, seja em ações conjuntas, para acionar os seus clientes que estão com dívidas em atraso. “O AED é um comunicado sobre a inclusão do documento de clientes inadimplentes, tanto pessoas físicas quanto jurídicas, no SCPC (Serviço Central de Proteção ao Crédito). A carta de negativação enviada pelos Correios está sendo substituída, velozmente. Ainda mais agora, momento no qual as empresas precisam dar agilidade as suas ações de crédito e cobrança”, revela. Um cliente da Boa Vista do setor de Varejo é um case que exemplifica bem como os resultados de recuperação são superiores. A varejista quando utilizava apenas a carta, recuperava 39%. Quando incluiu o AED passou a recuperar 42% e quando implementou a solução completa, SMS mais e-mail, passou a ter uma taxa de recuperação de 51%. Com a adesão completa do AED (e-mail + SMS), o incremento na recuperação de crédito deste cliente do varejo, segundo o diretor da Boa Vista, foi de cerca de R$ 7,2 milhões adicionais, nos seis primeiros meses de uso efetivo. SOBRE A BOA VISTA A Boa Vista é uma empresa brasileira que alia inteligência analítica à alta tecnologia para transformar os dados dos seus clientes em soluções para os desafios de empresas e consumidores. Criada há mais de 60 anos como SCPC (Serviço Central de Proteção ao Crédito), tem contribuído significativamente para o desenvolvimento da atividade de crédito no Brasil, ajudando o País a estabelecer uma relação de consumo mais equilibrada entre empresas e consumidores. A Boa Vista é precursora do Cadastro Positivo, banco de dados com informações sobre o histórico de pagamentos, que deixa a análise de crédito mais justa e acessível. Por isso, Cadastro Positivo é na Boa Vista. Pioneira também em serviços ao consumidor, a Boa Vista responde por iniciativas que cooperam com a sustentabilidade econômica dos brasileiros, como a consulta do CPF com score, dicas de educação financeira e parcerias para negociação de dívidas. Tudo disponível de forma simples, rápida e segura no site www.consumidorpositivo.com.br Atualmente a Boa Vista é referência no apoio à tomada de decisão em todas as fases do ciclo de negócios: prospecção, aquisição, gestão de carteiras e recuperação. Relações com a Imprensa Liliana Liberato (11) 4734-3575 | (11) 9 9376-9511 liliana.liberato@boavistascpc.com.br Lucas Menoita (11) 4734-3579 lucas.alves@boavistascpc.com.br
ACICG auxilia empresários no enfrentamento do coronavírus

04 de abril de 2020 – Para auxiliar o setor empresarial a passar pela crise do coronavírus, a Associação Comercial e Industrial de Campo Grande (ACICG) tem adotado uma série medidas para dar assistência aos associados e mitigar os impactos negativos da pandemia ao comércio. A entidade concentrou os esforços no atendimento online para continuar trabalhando em prol dos seus associados e colaborar com a luta contra o Covid-19 respeitando as determinações da quarentena.Com o intuito de manter o empresário atualizado sobre decisões governamentais e novidades que impactam o seu negócio nesse cenário, a entidade intensificou o diálogo pelas redes sociais. Orientações sobre decretos e determinações do poder público estão sendo realizadas constantemente por meio de lives, vídeos e conteúdos diversos no Facebook e no Instagram. Foram mais de 44 mil acessos na última semana. A entidade ainda tem divulgado informativos com especialistas sanando dúvidas trabalhistas e apontando alternativas para dar segurança jurídica nas tratativas entre gestores e seus colaboradores. Além disso, suas redes sociais também têm servido de vitrine para divulgar as promoções de seus associados, ampliando o público consumidor de seus associados. “Fechar não é parar. Continuamos nossas atividades para que o empresário pudesse contar conosco nessa jornada. São em momentos difíceis que as oportunidades aparecem e estamos aqui para apoiar e ajudar o empresariado da nossa Capital”, explica o presidente da ACICG, João Carlos Polidoro. Fiel a missão de defender os interesses da classe, a ACICG está atuante no diálogo com a Prefeitura e auxiliou na proposição de alternativas para a reabertura do comércio, buscando o equilíbrio e o consenso de proteger a população e a economia ao mesmo tempo. Outra medida significativa de apoio para superar esse momento de crise foram as consultorias online. Com um time de especialistas, a ACICG oferece orientação gratuita sobre gestão financeira, contabilidade, questões trabalhistas, acesso a crédito, marketing e estratégias de mercado, vendas online, redes sociais, trabalho remoto, entre outras. “Essa alternativa é muito importante para ajudar o empresário a superar esse desafio e cenário de crise. Conversando com esses profissionais podem surgir novas formas de fazer negócios e reduzir os prejuízos neste momento”, avalia o diretor Renato Paniago. Produtos A entidade também flexibilizou o pagamento de diversos produtos da entidade, como o AC Celular, que possibilita contratação imediata e o início de pagamento só em junho. Outra solução criada para atender ao setor empresarial foi a certificação digital com atendimento personalizado e mais comodidade, pois o serviço ocorre no local escolhido pelo cliente. As consultas de SCPC também não pararam, o atendimento ocorre normalmente por meio do WhatsApp (67) 99879-9686 ou 98402-8020. Compromisso social Pensando em auxiliar os pequenos empresários e profissionais autônomos sem reserva financeira e que estejam em situação difícil, a entidade também idealizou a campanha Mãos Solidárias para arrecadar alimentos às famílias que precisam de apoio. OAB/MS e Rotary Club também são coorealizadores da iniciativa, que pretende auxiliar também instituições de caridade. Interessados em colaborar podem agendar doações pelo telefone 98143-0207. Serviço Para se manter atualizado, acesse os canais de atendimento da ACICG nas redes sociais: ACICGMS no Instagram e Facebook. Para obter atendimento virtual, basta acessar também o site: www.acicg.com.br
De forma gradativa e com medidas de biossegurança, comércio volta a funcionar na 2ª feira

03 de abril de 2020 – A partir da próxima segunda-feira (6), boa parte do setor de serviço e o comércio varejista de Campo Grande, que está com suas atividades suspensas desde o último dia 21 de março, voltará a funcionar, seguindo uma série de recomendações que visam evitar aglomerações e preservar o distanciamento mínimo de 1,5 metro. Além de medidas para reforçar a higienização do ambiente e disponibilidade de álcool em gel para os clientes. Na primeira semana, o horário de funcionamento vai das 9h às 16h30. A Prefeitura tem adotado medidas de restrições a mobilidade urbana, seguindo recomendação da Organização Mundial da Saúde e do Ministério da Saúde, que preconizam o isolamento social como estratégia de prevenção ao Covid-19, pandemia que praticamente paralisa o mundo. No início da semana foi flexibilizada a quarentena para as lojas de material de construção, lotéricas, agências bancárias, setor industrial e a construção civil. Desde a última sexta-feira (27), os restaurantes voltaram a funcionar, com redução de 70% da capacidade. Não houve interrupção em setores considerados essenciais, como supermercados, farmácias e postos de combustível. Decreto publicado nesta sexta-feira (03), em edição extraordinária do Diário Oficial, estabeleceu o plano de diretrizes para o enfrentamento da COVID-19 nas atividades econômicas e sociais de Campo Grande. O plano, com base em critérios de biossegurança, define o calendário para reabertura gradativa das atividades comerciais, classificadas numa escala de 0 a 5, levando em conta a possibilidade (por conta das suas características) sendo maior ou menor de manutenção das condições de isolamentos social. Os segmentos com pontuação 4 e 5, aqueles que por suas características, avaliou-se ser possível adotar medidas para evitar aglomerações, retomam suas atividades na próxima semana. De imediato está autorizado o funcionamento de serviços na área de saúde, como consultórios médicos, odontológicos, fisioterapia. A partir de segunda-feira, dia 6, reabrem as oficinas mecânicas, auto elétricas, concessionárias de veículos, floriculturas, livrarias, além do comércio varejista de um modo geral, lojas de roupas, confecções, armarinhos, eletrodomésticos, além de toda área de serviços (escritórios de contabilidade, imobiliárias, Advocacia). O plano com as diretrizes para o enfrentamento do Coronavirus mantém suspensas as aulas nas escolas públicas e particulares; universidades. Continuam proibidos os eventos artísticos, culturais, esportivos; bailes, o funcionamento das academias em geral, clubes de lazer; shopping centers e os estabelecimentos situados em galerias, além dos bares com entretenimento. Parques, locais de lazer e convivência, públicos ou privados, continuam fechados. O plano foi elaborado por uma equipe multidisciplinar integrada por técnicos das Semadur, Sesau, Agetran, Procuradoria do Município, Secretaria de Finanças, Agereg e Sedesc, que adotaram parâmetros e diretrizes da Organização Mundial da Saúde e do Ministério da Saúde. O objetivo, segundo o prefeito Marquinhos Trad é “mitigar os efeitos dessa pandemia junto à população campo-grandense”. De acordo com o secretário de Meio Ambiente e Gestão Urbana, Luiz Eduardo Costa, buscou-se o equilíbrio para que, gradualmente, o Município retome suas atividades, garantindo aos empregados e empregadores segurança jurídica, econômica e sanitária, e principalmente “a segurança e integridade à sua vida e de seus familiares”. No próximo dia 13 serão reabertas as atividades classificadas com pontuação 2 e 3, em que foram incluídos o mercadão e o camelódromo. Terão de apresentar um Plano de Contenção de Riscos (biossegurança), que deve demonstrar como se dará a adoção de medidas eficazes para evitar a disseminação do vírus no seu funcionamento. “As decisões da administração estão sendo tomadas, baseadas em estudos cientificamente comprovados. O prefeito está respaldado por uma grande quantidade de técnicos que estudam diariamente as orientações dos órgãos competentes”, garante o secretário. Informações e foto: http://www.campogrande.ms.gov.br/cgnoticias/noticias/de-forma-gradativa-e-com-medidas-de-biosseguranca-comercio-volta-a-funcionar-a-partir-de-segunda-feira/
Na imprensa | Em quarentena e os boletos vencendo? Saiba o melhor a fazer agora

Fuja dos empréstimos, pague seus boletos em dia e use reservas se tiver, indicam os especialistas nesta economia de guerra – CREDITO: CAMPO GRANDE NEWS Você está em casa, confinado e com a geladeira cheia. Em quarentena, como pregam as autoridades de saúde, mas os boletos não param de chegar. E aí o que fazer? Partir para os empréstimos, ignorar as faturas, como manter a sanidade neste momento? Economistas ouvidos pelo Campo Grande News indicam que o melhor a fazer é evitar os gastos desnecessários. Comprar o básico (alimentos, bebidas e remédios, se preciso) e jamais se endividar e pegar empréstimos neste momento. E mais pague sim suas faturas de serviços essenciais e evite o limite de cheque especial. Ou seja não faça loucuras! Não faça loucuras – “Temos um monte de gente oferecendo empréstimos neste momento. Eu mesmo recebi ofertas. Mas tome cuidado pessoal. Muitos estão desesperados porque caiu a fonte mais costumeira de captação e agora todo mundo quer vender. Começa daí o problema”, alerta o economista da Associação Comercial de Campo Grande Normann Kalmus. Ele explica que no empréstimo começa o problema. “Não é indicado neste momento pegar empréstimo nenhum. Ontem a tarde o BNDES publicou uma lista extensa de ações para facilitar a vida das empresas. E além da Selic ter caído vai ter pressão muito grande para que contas sejam postergadas, Mas parem deixem de loucura. Não façam nada neste momento”, recomendou. No início da semana passada, os cinco maiores bancos brasileiros anunciaram que vão prorrogar por 60 dias os vencimentos de dívidas de clientes pessoas físicas e jurídicas. Banco do Brasil, Bradesco, Caixa Econômica, Itaú Unibanco e Santander querem amenizar os efeitos negativos da pandemia no emprego e na renda. Mas essa medida não vale para cheque especial e cartão de crédito. Então, se você está pensando em deixar o pagamento da fatura do cartão e do cheque especial para depois, não faça isso. O economista explica que quando a pandemia passar “isso não sabemos quando” mas a economia deve voltar ao normal. “Vão existir linhas de financiamento especiais e em condições melhores”, afirmou. Kalmus alega ainda que no caso das empresas estas devem sim se preparar para pagar a folha de pagamento. “Se não pagarmos, se não tomarmos cuidado, vamos gerar problemas também na economia, que precisa continuar. Ou seja a coisa mais séria neste período para a empresa é pagar a folha”, adiantou. Para as pessoas físicas o momento é de guardar dinheiro (quem tiver é claro). Do contrário evite gastar com superflúos. “Preserve seu caixa se for empresa e reduza seu gasto de for pessoa física. Não sabemos as condições que teremos ao sair desta pandemia”, frisou. “Por isso a dica é preserve o caixa. Não faça empréstimos neste momento pois as coisas serão diferentes depois. E se for empresa e quiser empréstimo que seja para priorizar a folha de pagamento”, complementou. Básicas – O economista Rodrigo Guerra diz para não comprar nada além das necessidades básicas. “É comida e bebida, somente as necessidades básicas”, adiantou. Ele ainda orienta que o consumidor pague as dívidas que tem mas não adquira novas. E mais sabe aquela sua reserva? Previdência, Poupança. Pois é hora de usar. “Quem tem poupança previdência, ao invés de pagar juro use sua reserva. Porque pagar juros é mais alto do que sua reserva. Espere a onda passar!”, alertou. As taxas de juros do cheque especial e do cartão de crédito são exorbitantes. Para se ter uma ideia, os juros do cheque especial ficaram em 165,6% ao ano, em janeiro de 2020. Já o juro médio do rotativo do cartão de crédito fechou janeiro em 316,8% ao ano. Ou seja, uma vez que se entra nessa bola de neve, fica difícil sair. Ainda mais nesse momento de crise mundial que estamos passando. “Quem conseguir passar esta fase, deverá ter uma ascensão abrupta em seguida”, prevê o economista. A gente também torce por isso. – CREDITO: CAMPO GRANDE NEWS Notícia reproduzida: https://www.campograndenews.com.br/economia/em-quarentena-e-os-boletos-vencendo-saiba-o-que-fazer-neste-momento-de-crise?fbclid=IwAR1MotJfk5Qq8W85QVZcDPcczu0C3nBwKc-PYbZGL9iog–5kzOlYuxT0Oo
CACB sugere que serviço público também arque com os prejuízos do COVID-19

Entidade divulgou uma carta em que sugere ao presidente Bolsonaro que sejam retirados do serviço público uma parte dos recursos que ajudarão a economia a caminhar. A Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil, com o apoio da União Nacional de Entidades do Comércio e Serviços (Unecs), divulgou nesta segunda-feira (23) uma carta direcionada ao líder do Executivo, presidente Jair Bolsonaro, para alertá-lo de que os empresários brasileiros não podem arcar, sozinhos, com os prejuízos que as medidas de prevenção ao Coronavírus trarão para o Brasil. A Carta sugere que sejam retirados do serviço público uma parte dos recursos que ajudarão a economia a caminhar agora e se recuperar tão logo a Covid-19 seja superada. Leia a carta na íntegra:
Na luta contra o Coronavírus, ACICG reforça que “fechar não é parar”

Entidade ampliou o atendimento online e telefônico, e vai continuar divulgando uma série de orientações por vídeos em seus canais de comunicação O decreto municipal nº 14.200, publicado na última quinta-feira (19), determinou a suspensão do atendimento presencial ao público em estabelecimentos comerciais, e o fechamento de casas noturnas ou lugares voltados à realização de festas, eventos ou recepções até 5 de abril, em Campo Grande. Está liberado o funcionamento de farmácias, hipermercados, supermercados, feiras livres, açougues, peixarias, hortifrutigranjeiros, quitandas e centros de abastecimento de alimentos, além de lojas de conveniência, lojas de venda de alimentação para animais, distribuidores de gás, lojas de venda de água mineral, padarias, restaurantes, lanchonetes e postos de combustível. Para continuar orientando os empresários da Capital, a Associação Comercial e Industrial de Campo Grande ampliou o atendimento online e telefônico, e está divulgando uma série de orientações, em por vídeos e textos, em seus canais de comunicação. “A ACICG, junto com seus associados, tem que somar esforços ao poder público para conter o avanço do Coronavírus, o mais rapidamente possível. Quanto menos tempo tivermos em uma situação que inspira cuidados, que provoca redução do faturamento das empresas, melhor para a vida do comércio. É difícil não ter nenhum prejuízo nesse momento. O que estamos buscando é uma redução dos prejuízos aos nossos empresários de Campo Grande e de Mato Grosso do Sul. Precisamos somar esforços, a população precisa diminuir a circulação no âmbito de toda a cidade. Todos precisamos dar a nossa parcela de contribuição”, informa Roberto Oshiro. O diretor ainda alerta que o problema do Covid-19 não é a taxa de mortalidade, mas a alta contaminação. “Quanto maior o número de pessoas em circulação, mais rápido esse contágio vai evoluir, provocando a necessidade de medidas ainda mais drásticas. É isso que precisamos evitar. Estamos ao lado dos empresários para auxiliar e prestar esclarecimentos. Fechar não é parar. Precisamos continuar com a nossa atividade comercial, precisamos continuar gerando emprego e renda para a população e atendendo a nossa clientela”, esclarece. Outro ponto extremamente importante citado pelo primeiro-secretário diz respeito ao movimento de pessoas nos supermercados. “Não está havendo nenhuma crise de abastecimento, não há necessidade de pânico nesse momento. Quanto menos tempo tivermos em uma situação que inspira cuidados, mais a vida de todos voltará à normalidade. A ACICG está desenvolvendo uma série de medidas e usará as suas redes sociais para propagar orientações que ajudem as empresas a se manterem seus negócios ativos. “Vendas por internet, vendas por delivery, por whatsapp, são algumas alternativas nesse período. Muita gente do comércio não sabe que consegue fazer isso e é nesse momento de dificuldade que vamos evoluir muito. Procurem a entidade, nós estamos prontos a atendê-los”, reforçou Oshiro. Recomendações Consulte os canais de comunicação da ACICG para se manter atualizado. Materiais sobre orientações tributárias, trabalhistas e funcionamento geral de empresas, além de esclarecimentos de dúvidas serão divulgados constantemente. Adote horários alternativos para o funcionamento interno de seu estabelecimento. Isso evitará que os colaboradores se desloquem em horários de pico para que a aglomeração de pessoas se torne menor nos transportes públicos. Implemente escalas alternadas de colaboradores. A concessão de férias pode ser uma alternativa viável. Dispense ou sugira o regime de home office (trabalho em casa) aos funcionários que estejam dentro do grupo de risco, como idosos, diabéticos, hipertensos, pessoas com doenças crônicas, etc. Reforce a limpeza e higienização do local de trabalho. Água sanitária, desinfetantes em geral, limpadores multiuso com cloro, limpadores multiuso com álcool, álcool de limpeza (líquido), detergente e sabão são produtos altamente eficazes. Lembre-se de manter os ambientes arejados. Disponibilize álcool em gel 70% para os funcionários. Estimule os colaboradores sobre a importância da higiene e da conscientização sobre o COVID-19; Monitore os colaboradores que viajaram recentemente; Oriente sobre o distanciamento pessoal. A distância recomendada é de pelo menos 1,5 metros.
“Fechar não é parar”, diz associação após decreto contra o coronavírus

Com suspensão no atendimento, orientação é para que os empresários reforcem as vendas por meio do delivery Por Adriano Fernandes | 19/03/2020 22:45 – Campo Grande News “Fechar não é parar”. A explicação do primeiro-secretário da ACICG (Associação Comercial de Campo Grande), Roberto Oshiro, reflete o processo de adaptação sugerido no comércio da Capital, diante do decreto municipal publicado nesta quinta-feira (19), suspendendo o atendimento ao público para evitar o aumento da contaminação do novo coronavírus. “Fechar não é parar. Nós precisamos continuar com as nossas atividades comerciais, precisamos continuar gerando emprego e renda para a população e atendendo aos nossos clientes”, comenta Oshiro. Mesmo com a determinação, os estabelecimentos comerciais poderão manter funcionamento administrativo e intensificar as vendas por aplicativos de comida pela internet e delivery, tanto via WhatsApp ou por telefone fixo, por exemplo. “Muita gente do comercio não sabe que consegue fazer isso e é nesse momento de dificultade, que vamos fazer o comercio evoluir muito mais em Campo Grande. Não podemos nos desesperar e achar que isso não tem solução”, completa. Em seu posicionamento, Oshiro informou que a Associação vai passar a compartilhar, através das suas redes sociais, campanha com uma serie de instruções sobre como manter o atendimento através da internet. “Acompanhe nosso Facebook e Instagram, para saber como manter os negócios colocando a criatividade e a da sua equipe para poder trabalhar em prol dos clientes”, comenta. Oshiro também ressalta que não há crise de abastecimento de produtos na cidade e ponderou que o inevitável prejuízo ao setor no momento, será por um bem maior. “Quanto menos tempo tivermos numa situação que inspira cuidados, que provoca redução do faturamento das empresas, melhor para a vida do comercio. É difícil não ter nenhum prejuízo neste momento. Mas precisamos somar esforços. A população precisa diminuir a circulação de pessoas em toda a cidade, não apenas nos estabelecimentos comerciais, como igrejas, parques. Todos nos temos que dar a nossa parcela de contribuição”, acrescenta. O decreto estabelece suspensão no atendimento do comércio de 21 de março até 5 de abril. “O problema do coronavírus não é simplesmente a sua taxa de mortalidade, mas sim o seu contagio. Quanto maior o numero de pessoas em circulação, mas rapidamente o seu contagio vai evoluir, provocando a necessidade de tomada de medidas ainda mais drásticas”, conclui. O decreto – A partir do próximo sábado (21), está suspenso o atendimento presencial ao público em estabelecimentos comerciais e o funcionamento de casas noturnas ou lugares voltados à realização de festas, eventos ou recepções. Só podem continuar abertos ao público farmácias, hipermercados, supermercados, feiras livres, açougues, peixarias, hortifrutigranjeiros, quitandas e centros de abastecimento de alimentos, como Ceasa. Também continua liberado o funcionamento de lojas de conveniência, lojas de venda de alimentação para animais, distribuidores de gás, lojas de venda de água mineral, padarias, restaurantes, lanchonetes e postos de combustível. Confira a determinação na íntegra através deste link.
Confira o decreto que suspende o atendimento presencial no comércio

Confira aqui o decreto municipal que restringe o funcionamento dos estabelecimentos comerciais a partir de 21 de março, na cidade de Campo Grande (MS). DECRETO n. 14.200, DE 19 DE MARÇO DE 2020. Suspende o atendimento presencial ao público em estabelecimentos comerciais e o funcionamento de casas noturnas e outros voltados à realização de festas, eventos ou recepções. MARCOS MARCELLO TRAD, Prefeito Municipal de Campo Grande, capital do Estado de Mato Grosso do Sul, no uso das atribuições conferidas nos incisos II e VI, do art. 67 da Lei Orgânica do Município. DECRETA: Art. 1o Fica suspenso, no período de 21 de março a 5 de abril de 2020, o atendimento presencial ao público em estabelecimentos comerciais em funcionamento no Município de Campo Grande. § 1o Os estabelecimentos comerciais deverão manter fechados os acessos do público ao seu interior. § 2o O disposto neste artigo não se aplica às atividades internas dos estabelecimentos comerciais, bem como à realização de transações comerciais por meio de aplicativos, internet, telefone ou outros instrumentos similares e os serviços de entrega de mercadorias (delivery). Art. 2o A suspensão a que se refere o artigo 1o deste decreto não se aplica aos seguintes estabelecimentos: I – farmácias; II – hipermercados, supermercados, mercados, feiras livres, açougues, peixarias, hortifrutigranjeiros, quitandas e centros de abastecimento de alimentos; III – lojas de conveniência; IV – lojas de venda de alimentação para animais; V – distribuidores de gás; VI – lojas de venda de água mineral; VII – padarias; VIII – restaurantes e lanchonetes; IX – postos de combustível; e X – outros que vierem a ser definidos em ato conjunto expedido pelo Gabinete do Prefeito e pelas Secretarias Municipais de Governo, de Saúde, de Finanças e Planejamento e de Meio Ambiente e Gestão Urbana. Parágrafo único. Os estabelecimentos referidos no “caput” deste artigo deverão adotar as seguintes medidas: I – intensificar as ações de limpeza; II – disponibilizar álcool em gel aos seus clientes; III – divulgar informações acerca da COVID-19 e das medidas de prevenção; e IV – manter espaçamento mínimo de 1,5m (um metro e meio) entre as mesas, no caso de restaurantes e lanchonetes. Art. 3o Fica suspenso o funcionamento, pelo prazo estipulado no artigo 1o deste decreto, de casas noturnas e demais estabelecimentos dedicados à realização de festas, eventos ou recepções. Art. 4o Os casos omissos serão dirimidos pelo Gabinete do Prefeito e pelas Secretarias Municipais de Governo, de Saúde, de Finanças e Planejamento e de Meio Ambiente e Gestão Urbana. Art. 5o Este Decreto entra em vigor a contar da data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário. CAMPO GRANDE-MS, 19 DE MARÇO DE 2020. MARCOS MARCELLO TRAD Prefeito Municipal DECRETO n. 14.201, DE 19 DE MARÇO DE 2020. Dispõe sobre o bloqueio dos cartões do transporte coletivo para estudantes e idosos e dá outras providências. MARCOS MARCELLO TRAD, Prefeito Municipal de Campo Grande, capital do Estado de Mato Grosso do Sul, no uso das atribuições conferidas nos incisos II e VI, do art. 67 da Lei Orgânica do Município. DECRETA: Art. 1o Ficam bloqueados, no período de 21 de março a 5 de abril de 2020, os cartões do transporte coletivo para estudantes e idosos no Município de Campo Grande. Art. 2o Os casos omissos serão dirimidos pelo Gabinete do Prefeito e pela Agência Municipal de Transporte e Trânsito – AGETRAN. Art. 3o Este Decreto entra em vigor a contar da data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário. CAMPO GRANDE-MS, 19 DE MARÇO DE 2020. MARCOS MARCELLO TRAD Prefeito Municipal
COVID-19: Prefeitura e entidades discutem mudança em horário de funcionamento do comércio

17 de março de 2020 – Representantes da Associação Comercial de Campo Grande, Câmara dos Dirigentes Logistas (CDL) e Federação do Comércio de Mato Grosso do Sul (Fecomércio) estiveram reunidos na tarde desta terça-feira (17) com o prefeito Marquinhos Trad para discutir alternativas a fim de minizar os possíveis efeitos provocados pelo avanço do coronavírus (Covid-19). Entre as medidas a serem adotadas está o funcionamento do comércio em horários alternativos e alternância na carga horária de trabalho dos funcionários. A medida impactaria, por exemplo, na redução do fluxo de pessoas nos terminais e no transporte coletivo em horários de pico. O primeiro-secretário da Associação Comercial e Industrial de Campo Grande (ACICG), Roberto Oshiro, explica que a sugestão será avaliada e deliberada com anuência dos empresários. “Diante da gravidade dessa questão compreendemos que existe a necessidade de agirmos no intuíto, inclusive, de preservar nossos colaboradores e a coletividade, portanto essa (mudança de horário de funcionamento do comércio) seria opção viável para que possamos fazer a nossa parte”, disse. O prefeito Marquinhos Trad descatou que o momento exige união e compreensão de todas as partes, sendo a soma de esforços necessária para conseguir evitar que mais pessoas sejam acometidas da doença. “É uma situação nova que pelo cenário mundial mostra que a gente precisa agir de maneira enérgica. Portanto é preciso que todos estejam juntos nesse processo, porque não basta o Poder Público tomar as medidas se todos não colaborarem”, comentou. Conforme o secretário municipal de Saúde, José Mauro Filho, a preocupação aumenta na medida em que os casos vão avançando. “Atualmente nós temos somente casos considerados importados no nosso município. Ou seja, são pessoas que viajaram para um país, estado ou cidade com a circulação ou tiveram contato direto com quem se infectou nestes locais. A partir do momento em que esse ciclo mudar e tivermos uma transmissão comunitária, que não saberemos mais identificar a origem, o risco de entrarmos em colapso é muito grande. Por isso a necessidade de intensificarmos as medidas de prevenção e nos resguardar, aumentando a nossa rede de assistência e ampliando a oferta de leitos, por exemplo”, disse. Atualmente há seis casos da doença confirmados no município de Campo Grande. A Capital é a única cidade do Estado a ter casos confirmados da doença. Em Mato Grosso do Sul já 112 notificações. O enconto aconteceu no auditório da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico e da Ciência e Tecnologia (Sedesc) e contou com a presença do títular da pasta, Herbert Assunção, do diretor-presidente da Agência Municipal de Trânsito (Agetran), Janine Bruno, o sub-secretário do PROCON Municipal, Valdir Custódio e técnicos da Secretaria Municipal de Saúde (Sesau). Informações: Comunicação da Prefeitura Municipal de Campo Grande – http://www.campogrande.ms.gov.br/cgnoticias/noticias/covid-19-prefeitura-e-entidades-discutem-mudanca-em-horario-de-funcionamento-do-comercio/
COVID 19 – Orientações para o comércio

Campo Grande, 18 de março de 2020. Caro Comerciante, Estamos vivendo um período que exige cautela e atenção. Para evitar que o coronavírus (COVID-19) se alastre ainda mais, a Organização Mundial da Saúde recomenda a redução de circulação de pessoas, em locais públicos e privados, por um período de tempo ainda não determinado. A Associação Comercial recomenda algumas orientações para ajudar o empresário a se organizar. Confira: Adote horários alternativos para o funcionamento do seu estabelecimento, evitando abertura e fechamento em horários de pico para que a aglomeração de pessoas se torne menor nos transportes públicos; Implemente escalas alternadas de colaboradores. A concessão de férias pode ser uma alternativa viável; Dispense ou sugira o regime de home office (trabalho em casa) aos funcionários que estejam dentro do grupo de risco: Idosos -Diabéticos -Hipertensos -Quem tem insuficiência renal crônica -Quem tem doença respiratória crônica -Ou pessoas que apresentem os sintomas de contágio; Reforce a limpeza e higienização do local de trabalho. Água sanitária, desinfetantes em geral, limpadores multiuso com cloro, limpadores multiuso com álcool, álcool de limpeza (líquido), detergente e sabão são produtos altamente eficazes. Lembre-se de manter os ambientes arejados; Disponibilize álcool em gel 70% para os funcionários e clientes; Estimule os colaboradores sobre a importância da higiene e da conscientização sobre o COVID-19; Monitore os colaboradores que viajaram recentemente; Clientes e colaboradores devem evitar o contato pessoal, mantendo distância de pelo menos 1,5 metros. A Associação Comercial segue atenta às recomendações da Organização Mundial da Saúde, do Ministério da Saúde no Brasil, da Prefeitura e demais órgãos competentes. Divulgaremos novas orientações à medida que for necessário.