ARTIGO: A tecnologia da Certificação Digital a favor dos empresários

Entenda porquê o Certificado Digital tem se tornado um item essencial durante a pandemia de coronavírus. Por Stefaní Vieira Carmielo – Analista de certificação da ACICG. Especificar o conceito de dar certificação a algo possui sua base histórica advinda dos tempos em que os indivíduos manuseavam as assinaturas a próprio punho, selos e demais meios comprobatórios da autenticidade dos documentos para atribuir responsabilidades a outros, ou declarar até mesmo sua concordância com os procedimentos. Com a expansão da internet, o Certificado Digital transformou de forma rápida, segura e menos burocrática, uma série de mecanismos, tais como: acessar sites governamentais de forma ampla, permitir informações de caráter sigiloso, fechar negócios, emitir, receber ou assinar uma demasiada relação de documentos e principalmente garantir a validade jurídica e sua identidade no ambiente digital. Ele veio para substituir a necessidade de estar fisicamente em algum lugar, para uma simples assinatura de documento. Em tempos de pandemia, com uma extensa crise na saúde pública e econômica, os empresários passaram a adotar medidas, para evitar o avanço do novo Coronavírus e preservar o sistema de saúde. Uma delas foi incluir o isolamento social, onde diversas atividades de cunho profissional, jurídicas ou financeiras, passaram a ser executadas única e exclusivamente pela internet, e de casa. Desta forma, a compreensão da grande importância do Certificado Digital chega para ajudar a eliminar os procedimentos manuais, minimizando os efeitos negativos sobre a interação social e comercial. Com a publicação Decreto nº 10.278 em março de 2020, que trata da regulamentação do artigo 3º da Lei da Liberdade Econômica, os documentos que estão no meio digital e forem assinados por meio de certificação digital, passaram a produzir o mesmo efeito legal de documentos físicos ou originais e assinados com autenticação cartorária. Tanto as pessoas físicas quanto as pessoas jurídicas podem utilizar o certificado digital. Valendo-se dessas prerrogativas, no âmbito empresarial, ele trouxe uma série de benefícios e facilidades no dia-a-dia do empresário. O e-CNPJ como é conhecido, viabiliza a autenticação em sistemas públicos ou privados em nome da empresa. O recurso torna possível assinar documentos com validade jurídica, comunicar-se com a Receita Federal Brasileira, acessar ao programa Conectividade Social, emitir a Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) e a Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica (NFC-e), cumprir obrigações tributárias, entre outras aplicações. Embora algumas empresas, permaneçam com as portas fechadas, a obrigação de realizar a entrega de dados e documentos a Receita Federal, estadual e municipal continuam. Ou seja, aquele empresário que não estiver com um certificado digital válido, não conseguirá remeter as suas informações contábeis e acessórias ao fisco no prazo estipulado, acarretando multas. Para obter o seu certificado digital, a pessoa física ou jurídica deve direcionar-se a uma empresa ou entidade que seja credenciada e obedeça aos padrões da ICP-Brasil (Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira), conhecida como Autoridade de Registro, onde o Agente poderá auxiliar na escolha do melhor modelo para realizar a emissão. A Associação Comercial e Industrial de Campo Grande (ACICG) oferta este serviço aos seus associados, bem como ao público externo, de forma rápida e segura. Quer ter o seu Certificado Digital também? Entre em contato conosco pelo telefone 3312-5000 e tenha em mãos essa facilidade.
Levantamento da ACICG revela: mais de 80% das empresas preveem mudanças na forma de atuar

Campo Grande, 31 de agosto de 2020 – Entre os dias 10 e 20 de agosto, a Associação Comercial e Industrial de Campo Grande (ACICG) realizou uma pesquisa com mais de 200 empresários para saber a opinião do comércio da capital diante do atual cenário da pandemia. Quase 70% dos respondentes disseram que suas empresas foram afetadas pela semi paralisação da economia, e 82,4% preveem mudanças na forma de atuar e realizar negócios. Quando perguntado sobre a perspectiva de futuro, 51,2% enxergam uma estagnação do seu negócio pelos próximos 12 meses, enquanto 31,7% acreditam em crescimento, 14,6% acham que vão retroceder, e 2,4% admitem pensar no fechamento da empresa. Sobre o cenário econômico, 51% acreditam que o mercado deve levar até 1 ano para retomar à normalidade; para 45% dos pesquisados, a retomada plena da economia deve ocorrer entre 1 e 5 anos, e para 3%, a perspectiva de normalidade vai ocorrer somente em 2026. A pesquisa também perguntou como o empresário planeja agir para se manter ativo no mercado nos próximos meses, podendo, nesse caso, escolher várias respostas: 57,14% pretendem cortar despesas e investir em novas formas de vendas; 41,87% vão reduzir preços de produtos; 35,47% pretendem buscar linhas de crédito; 15,27% apostarão em novos investimentos, e 14,29% acreditam que a saída é mudar de ramo. “O resultado da pesquisa reforça que os empresários da Capital não estão parados, e que mais uma vez estão indo à luta para se reinventar e não fecharem as portas. Desde o começo da pandemia a Associação Comercial tem apoiado o comércio atuando fortemente para que o setor responsável por fazer a economia de Campo Grande girar não morra. Além de atuar junto ao poder público nas decisões que impactam o funcionamento do comércio, a entidade disponibiliza vídeos com palestras, informações e exemplos que podem ajudar o empresário a ver o atual cenário com mais clareza e agir”, contribuiu o presidente da ACICG, Renato Paniago.
ACICG reúne parceiros para promover campanha de retomada da economia em setembro

Entidade incentiva que empresários participem do movimento para aquecer o varejo em setembro Acontece do 1º a 13 de setembro a segunda edição da Semana do Brasil, uma campanha que une o poder público federal e a iniciativa privada para estimular a economia e gerar oportunidades para quem empreende e para quem consome. A iniciativa, que é nacional, acontece no período em se comemora a Independência do Brasil, um mês de ausência de datas comerciais para movimentar o varejo. Na expectativa de uma efetiva retomada da economia na capital, a Associação Comercial e Industrial de Campo Grande (ACICG) uniu-se ao Seac-MS, Setlog-MS, Sicoob Ipê, Sicredi, SHRBS-MS e aos shoppings Bosque dos Ipês e Norte Sul Plaza e lançaram o movimento Juntos por Campo Grande na Semana do Brasil. “Sediamos a reunião de apresentação desse projeto aos empresários locais, e apoiamos esse movimento, porque vai ao encontro de nossa missão, que é representar, defender e oferecer serviços que fomentem o desenvolvimento do setor empresarial”, explica o presidente da ACICG, Renato Paniago. A entidade orienta seus associados a participarem da campanha e criarem estratégias para oferecer preços promocionais, descontos exclusivos e ambientação diferenciada na loja física e na virtual. A adesão é facultativa e empresas e empreendedores de todos os tamanhos e setores podem fazer parte. “A Semana do Brasil traz oportunidades para liquidações de estoques de inverno já que estamos perto do fim da estação. Fazer promoções para esses itens e em outros com pouca saída podem resultar em ganhos interessantes. O comércio pode aproveitar esse momento para gerar faturamento extra. A campanha traz um apelo para boas compras em um mês que não tínhamos datas comerciais,” complementa Paniago. Para participar basta acessar o site participesemanabrasil.com.br/ e escolher, gratuitamente, a campanha que melhor se adequa a realidade do seu negócio. Para impulsionar o alcance da campanha, as entidades que compõem o movimento Juntos por Campo Grande na Semana do Brasil articularam junto às empresas de comunicação, pacotes especiais para mídia publicitária. Mais informações podem ser obtidas na Associação Comercial pelo telefone 3312-5000.
ACICG distribui mais de 5 mil máscaras na Júlio de Castilho

Ação faz parte da campanha ‘Por você, por todos’, que reforça a conscientização contra a Covid-19 Campo Grande, 28 de agosto de 2020 – A Associação Comercial e Industrial de Campo Grande (ACICG) realizou nesta sexta-feira (28), a distribuição de 5 mil máscaras para a população, além de materiais informativos sobre a prevenção à Covid-19. A iniciativa é mais uma ação da campanha “Por você, por todos”, lançada pela entidade com o objetivo de intensificar a conscientização da sociedade sobre a importância de seguir as medidas de higiene e biossegurança para o enfrentamento da pandemia. Coordenada pelo diretor Félix Irlando, a distribuição teve início às 16h e empresários entregaram os materiais na Avenida Julio de Castilho. No início deste mês a entidade realizou ação semelhante no Centro da capital. A entrega de máscaras à população reforça as ações de prevenção realizadas pela entidade desde o início da pandemia e os materiais educativos fortalecem a propagação das seguintes recomendações do Ministério da Saúde e da Organização Mundial da Saúde: lave as mãos frequentemente; use máscara e evite tocar os olhos, nariz e boca; evite contato e pratique o distanciamento de pelo menos 1,5 metro; fique em casa se estiver doente; cubra a boca e nariz ao tossir ou espirrar; use álcool 70%, limpe e desinfete objetos constantemente; pratique o distanciamento social e só saia se for realmente necessário. A campanha Lançada no mês julho, a campanha “Por você, por todos” contempla outras iniciativas, como a confecção de material educativo com as medidas de higiene e biossegurança, distribuição de cartazes nos comércios do centro, distribuição de outras 1,5 mil máscaras a clientes da ACICG em atendimento do SCPC (Serviço Central de Proteção ao Crédito). A fachada da entidade, situada na principal região comercial da cidade em que há grande circulação de pessoas, também está exibindo orientações para lembrar a população de fazer a sua parte no combate à pandemia. “São diversas ações realizadas pela Associação Comercial para que o comércio de Campo Grande continue operando e oferecendo segurança aos consumidores, por exemplo, a disponibilização, aos associados, um material educativo que pode ser personalizado com marca do seu negócio para que possa ser impresso ou replicado em suas redes sociais, somando esforços nessa corrente de conscientização e mostrando que seu estabelecimento está cumprindo com os protocolos de segurança à saúde. Intensificamos a propagação dessas instruções de prevenção pelas redes sociais da ACICG e, também, nas ruas, por meio de outdoors’, explica o presidente da entidade, Renato Paniago. Desde o início da pandemia, a ACICG tem participado do comitê de gerenciamento da crise da Covid-19, atuando junto aos órgãos públicos municipais e entidades representativas da sociedade civil organizada para compartilhar a realidade e necessidade dos setores de comércio e serviços e colaborar na contenção do avanço da pandemia. A entidade, que contribuiu para que a reabertura dos negócios ocorresse de maneira segura e organizada, disseminando instruções e orientações sobre as decisões governamentais e os principais protocolos de segurança, continuará ativa nesse processo, buscando o equilíbrio entre a saúde e a economia. “Continuamos trabalhando para impedir a propagação do novo coronavírus, bem como a piora da economia de nossa cidade, porque juntos somos mais fortes no combate da pandemia”, conclui o presidente da ACICG, Renato Paniago.
Boa Vista: Demanda por Crédito do Consumidor sobe 11% em julho

No acumulado em 12 meses houve queda de 6,2% 27 de agosto de 2020 – A Demanda por Crédito do Consumidor avançou 11,0% em julho na comparação com junho, já descontadas as influências sazonais, de acordo com dados nacionais da Boa Vista. No acumulado do ano o indicador caiu 14,0% contra o mesmo período do ano passado. Já no acumulado em 12 meses, a demanda por crédito desacelerou seu ritmo de queda e registrou variação de -6,2%. Considerando os segmentos que compõem o indicador, o Financeiro voltou para o campo positivo com alta de 0,8% em 12 meses. Por outro lado, o segmento Não Financeiro se aprofundou ainda mais no campo negativo e registrou queda de 10,8%, mantida a base de comparação. Após queda intensa no trimestre entre março e maio, em julho o indicador registra a segunda alta mensal consecutiva, apresentando leve melhora em seu ritmo de recuperação. O resultado do mês foi influenciado pelos dois segmentos, com destaque para o avanço no setor Financeiro que já vem apresentando ótimo desempenho desde o mês passado. Ademais, dado que a pior fase das adversidades provocadas pela pandemia do novo coronavírus foi entre março e maio, espera-se que as perspectivas sobre o consumo e o mercado de trabalho continuem melhorando nos próximos meses, fatores que podem afetar positivamente a demanda por crédito nesse período. Segue abaixo a tabela contendo o resumo dos dados apresentados. Metodologia O indicador de Demanda do Consumidor por Crédito é elaborado a partir da quantidade de consultas de CPF à base de dados da Boa Vista por empresas. As séries têm como ano base a média de 2011 = 100 e passam por ajuste sazonal para avaliação da variação mensal. A partir de janeiro de 2014, houve atualização dos fatores sazonais e reelaboração das séries dessazonalizadas, utilizando o filtro sazonal X-12 ARIMA, disponibilizado pelo US Census Bureau. A série histórica deste indicador inicia em 2010 e está disponível em: http://www.boavistaservicos.com.br/economia/demanda-por-credito/ Relações com a Imprensa Liliana Liberato liliana.liberato@boavistascpc.com.br Lucas Menoita lucas.alves@boavistascpc.com.br
Senado esclarece que Lei Geral de Proteção de Dados ainda não entrou em vigor

O Senado Federal aprovou na última quarta-feira (26/8) a Medida Provisória nº 959/2020 que adiava o início da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), mas vetou o artigo 4º do texto, o que, em teoria, representaria que LGPD entrasse em vigor de imediato. Porém, isso não ocorrerá, pois o Senado se posicionou oficialmente informando que a vigência terá início após a sanção ou veto presidencial. Confira o posicionamento na íntegra: O Senado Federal aprovou nesta quarta-feira (26) a medida provisória nº 959/2020 que adiava, em seu art. 4º, o início da vigência da LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados). Ocorre que o art. 4º, foi considerado prejudicado e, assim, o adiamento nele previsto não mais acontecerá. No entanto, a LGPD não entrará em vigor imediatamente, mas somente após sanção ou veto do restante do projeto de lei de conversão, nos exatos termos do § 12 do art. 62 da Constituição Federal:“Art. 62 (…) 12. Aprovado projeto de lei de conversão alterando o texto original da medida provisória, esta manter-se-á integralmente em vigor até que seja sancionado ou vetado o projeto.” Assim, ressaltamos que a Lei Geral de Proteção de Dados – LGPD só entra em vigor após a sanção ou veto dos demais dispositivos da MP 959/2020. *www.acicg.com.br/lgpd
Caixa oferece novas linhas de crédito para pequenas e médias empresas

A Caixa Econômica disponibilizou, nessa segunda-feira (24), novas linhas de crédito para facilitar o acesso ao capital de giro para empresas de pequeno e médio porte, devido aos impactos econômicos causados pelo novo coronavírus (Covid-19). As linhas têm garantia do Fundo Garantidor para Investimentos (FGI), do Programa Emergencial de Acesso ao Crédito (Peac), instituído pela Lei nº 14.042/2020. O crédito é destinado às empresas com faturamento fiscal superior a R$ 360 mil e inferiores a R$ 300 milhões ao ano, considerando a receita bruta apurada em 2019. No caso de grupos econômicos, é considerado o faturamento consolidado do grupo. Os recursos poderão ser utilizados para realizar investimentos, como a aquisição de máquinas e equipamentos, despesas operacionais, como pagamento de salário de empregados, compra de matérias-primas, mercadorias, entre outros. O prazo total da operação é de até 60 meses, com taxa de juros, para pequenas empresas, a partir de 0,63% ao mês, com prazo de carência de 9 até 12 meses. Já para as médias empresas, a taxa de juros é a partir de 0,53% ao mês. Os empresários poderão solicitar o crédito no valor mínimo de R$ 15 mil até o valor máximo de R$ 10 milhões, considerando a soma das operações contratadas com garantia do FGI para o mesmo CNPJ, sendo o valor da contratação definido conforme a avaliação de crédito do cliente. Como solicitar As pequenas empresas, com faturamento fiscal anual inferior a R$ 30 milhões, podem solicitar o crédito nas agências ou manifestar interesse pelo produto por meio de preenchimento de formulário no site Caixa Com sua Empresa. Para as médias empresas, com faturamento fiscal anual superior a R$ 30 milhões, o cliente entra em contato diretamente com uma das agências empresariais, para coleta dos documentos e demais tramites de contratação. As contratações podem ser realizadas até 31 de dezembro de 2020, podendo ser prorrogadas caso haja alteração legal, ou até a utilização do limite disponibilizado para a Caixa no Programa, o que ocorrer primeiro. Com informações da Caixa Econômica e https://www.gov.br/pt-br/noticias/transito-e-transportes/2020/08/novo-programa-habitacional-do-governo-atendera-cerca-de-1-6-milhao-de-familias-de-baixa-renda
Levantamento da ACICG revela que mais de 80% das empresas preveem mudanças na forma de atuar

Campo Grande, 21 de agosto de 2020 – Entre os dias 10 e 20 de agosto, a Associação Comercial e Industrial de Campo Grande (ACICG) realizou uma pesquisa com mais de 200 empresários para saber a opinião do comércio da capital diante do atual cenário da pandemia. Quase 70% dos respondentes disseram que suas empresas foram afetadas pela semi paralisação da economia, e 82,4% preveem mudanças na forma de atuar e realizar negócios. Quando perguntado sobre a perspectiva de futuro, 51,2% enxergam uma estagnação do seu negócio pelos próximos 12 meses, enquanto 31,7% acreditam em crescimento, 14,6% acham que vão retroceder, e 2,4% admitem pensar no fechamento da empresa. Sobre o cenário econômico, 51% acreditam que o mercado deve levar até 1 ano para retomar à normalidade; para 45% dos pesquisados, a retomada plena da economia deve ocorrer entre 1 e 5 anos, e para 3%, a perspectiva de normalidade vai ocorrer somente em 2026. A pesquisa também perguntou como o empresário planeja agir para se manter ativo no mercado nos próximos meses, podendo, nesse caso, escolher várias respostas: 57,14% pretendem cortar despesas e investir em novas formas de vendas; 41,87% vão reduzir preços de produtos; 35,47% pretendem buscar linhas de crédito; 15,27% apostarão em novos investimentos, e 14,29% acreditam que a saída é mudar de ramo.
Programa de apoio às micro e pequenas empresas é prorrogado por três meses

19 de agosto de 2020 – O Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe) foi prorrogado por mais três meses para formalização de operações de crédito e recebeu um reforço de R$ 12 bilhões. A linha de crédito foi criada pelo Governo Federal para atender aos pequenos negócios que enfrentam dificuldades por conta da Covid-19. Lançado oficialmente em 10 de julho, o programa já concedeu R$ 18,7 bilhões em crédito para os micro e pequenos empresários em todo Brasil. Segundo o Ministério da Economia, os recursos foram esgotados em um mês de operação. “O programa está sendo um absoluto sucesso nesta versão mais calibrada”, disse o ministro da Economia, Paulo Guedes. “O dinheiro finalmente chegou à ponta”. A portaria que amplia o prazo está publicada na edição do Diário Oficial da União desta quarta-feira (19). O período foi ampliado considerando que ainda há demanda de crédito por parte das microempresas e empresas de pequeno porte para manutenção de suas atividades econômicas, de acordo com a portaria. As micro e pequenas empresas podem usar os recursos do Pronampe em investimentos e capital de giro, como para pagamento de salário, água, luz, aluguel, reposição de estoque e aquisição de máquinas e equipamentos. É proibido destinar o recurso para distribuição de lucros e dividendos entre os sócios do negócio. A sócia-proprietária a creche-escola Girassol, no Rio de Janeiro, Cláudia Maria Coelho, contou que a instituição está fechada desde março e ela recorreu ao Pronampe para conseguir manter o negócio. “Só estamos conseguindo sobreviver com a ajuda que o Governo Federal nos concedeu”, disse. Com os recursos do programa, ela comprou equipamentos como computadores, câmeras, microfones e aparelho de wifi para a escola e para os professores com o objetivo de garantir as aulas online aos estudantes. Também foram adquiridos produto de higienização e desinfecção do ambiente, tapetes apropriados, termômetros, máscaras e outros itens de proteção pessoal. Como funciona O Pronampe está disponível para microempresas com faturamento de até R$ 360 mil por ano e empresas de pequeno porte com até R$ 4,8 milhões de faturamento anual, considerando a receita bruta de 2019. A taxa de juros anual é a Selic, mais 1,25% sobre o valor concedido. O prazo de pagamento é de 36 meses, incluindo o período de carência de até 8 meses. Pelo Pronampe, os micro e pequenos empresários poderão pedir empréstimos de valor correspondente a até 30% da receita bruta que tiveram em 2019. Para os casos de empresas que tenham menos de um ano de funcionamento, o limite do empréstimo será de até 50% do seu capital social ou a até 30% da média de seu faturamento mensal apurado desde o início de suas atividades, o que for mais vantajoso. Quem quiser buscar o crédito pode acessar o Portal do Empreendedor e conferir a lista de instituições que estão operando o Pronampe. Informações: https://www.gov.br/pt-br/noticias/financas-impostos-e-gestao-publica/2020/08/programa-de-apoio-as-micro-e-pequenas-empresas-e-prorrogado-por-tres-meses
Vendas do Dia dos Pais se mantiveram estáveis, afirma ACICG

As vendas do comércio para o Dia dos Pais se mantiveram estáveis em 2020 quando comparadas a 2019 para a maioria das empresas da Capital, segundo a Associação Comercial e Industrial de Campo Grande (ACICG). Levantamento realizado pela entidade, na última semana, revelou que, para 62,38% dos entrevistados, as vendas permaneceram iguais ao ano passado; e para 21,78% houve aumento nas transações. Desse grupo, a maioria teve acréscimo de 11% a 20%. Queda nas vendas foi registrada em 15,84% das empresas que responderam à pesquisa. Com relação ao ticket médio dos presentes, 45,54% das empresas venderam de R$ 101,00 a R$ 200,00; e para 43,56% o valor gasto foi de R$ 51,00 a R$ 100,00. Para 5,94% dos estabelecimentos comerciais, o ticket médio de gasto foi de R$ 200,00. Responderam à pesquisa de desempenho empresarial sobre o Dia dos Pais, estabelecimentos dos ramos de vestuário, perfumaria, eletrônicos, calçados, entre outros.