Pedro Chaves e Moka participam de reunião e pedem apoio à reforma trabalhista

Reunião Moka e Pedro Chaves - ACICG.

Empresários farão nova mobilização em Brasília na terça (06) para acompanhar a votação Com o intuito de esclarecer dúvidas dos empresários e pedir o apoio da classe à reforma trabalhista, os senadores Pedro Chaves dos Santos e Waldemir Moka participaram da reunião de diretoria da Associação Comercial e Industrial de Campo Grande (ACICG), na noite de ontem (02). Na visão da ACICG, entidade que representa mais de 6 mil empresas da Capital, a reforma trabalhista é necessária para regularizar algumas situações que já existem nas relações de trabalho, trazendo segurança jurídica e flexibilização para as categorias patronal e laboral. “Nós queremos que as reformas aconteçam. Então é importante estarmos juntos ouvirmos os senadores que representam nosso estado até mesmo para nos instruímos melhor e repassar as informações adiante. Precisamos mostrar que o país não é somente essa crise toda que estamos vivendo, e mostrar nossas reivindicações e ouvir o lado dos nossos representantes é parte desse processo”, disse o presidente da ACICG, João Carlos Polidoro. Outras entidades representativas também foram convidadas. Estiveram presentes representantes da Amas, Setlog, Corecon, Asmad e Sinpetro. Para o senador Pedro Chaves, a aprovação da reforma trabalhista vai ser um ganho para a economia e para a relação entre trabalho e capital. Já o senador Waldemir Moka admitiu que a sociedade tem divergências com relação às reformas trabalhista e da Previdência e isso é um direito do povo, mas destacou que essa é uma questão que deve ser resolvida democraticamente, por meio do voto dos parlamentares no Congresso Nacional. Na próxima terça-feira (02), empresários devem ir novamente em comitiva a Brasília, para acompanhar a votação da reforma. A reforma – A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) pode votar na terça-feira (6), a partir das 10h, a proposta de reforma trabalhista do governo federal (PLC 38/2017). O relatório do senador Ricardo Ferraço (PSDB-ES) é favorável à aprovação da matéria, sem fazer alterações no texto recebido da Câmara dos deputados, mas recomenda seis vetos ao presidente Michel Temer. Senadores de oposição apresentaram três votos em separado (relatórios alternativos) defendendo a rejeição completa da proposta. Um deles é assinado por cinco representantes do PT na comissão: Fátima Bezerra (RN), Gleisi Hoffmann (PR), Lindbergh Farias (RJ), Paulo Paim (RS) e Regina Sousa (PI). Os outros foram apresentados individualmente pelas senadoras Lídice da Mata (PSB-BA) e Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM). O presidente da CAE, Tasso Jereissati (PSDB-CE), deve conceder a palavra, no início da reunião, para que os senadores oposicionistas leiam seus votos em separado. Com isso, a reunião pode se prolongar, pois os votos são acompanhados de justificações extensas para concluir pela rejeição integral da proposta. Depois da votação na CAE, a reforma trabalhista passará por outras duas comissões antes de chegar ao Plenário do Senado: Assuntos Sociais (CAS) e Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ). A ordem de apreciação nessas duas comissões foi invertida a partir de um requerimento aprovado na última quarta-feira (31), de modo que a CCJ será o último colegiado a dar parecer sobre a proposta antes da análise em Plenário. Acordo – A base do governo e a oposição firmaram um acordo na semana passada para garantir a discussão da reforma trabalhista na CAE antes da votação. Ricardo Ferraço leu o seu relatório na última terça-feira (30) e os membros da comissão puderam fazer comentários. A sessão foi reservada apenas para o debate, deixando a votação para a semana seguinte. Mesmo com o acordo, a oposição ainda questiona o andamento da proposta. A senadora Vanessa Grazziotin cobra o envio do projeto para a Mesa do Senado a fim de que seja analisado o seu requerimento de anexação de outras propostas que tratam de mudanças na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). O pedido foi rejeitado pela CAE, mas ela informou que vai recorrer da decisão ao Plenário. A passagem da reforma pela comissão tem sido polêmica. A leitura do relatório foi impedida pelos oposicionistas na primeira vez que ele entrou em pauta, numa reunião tumultuada. Depois disso, o presidente Tasso Jereissati deu o texto como lido e determinou o prosseguimento da tramitação, mas a decisão foi revertida com o acordo feito com a oposição. Vetos – O relator Ricardo Ferraço rejeitou as mais de 200 emendas apresentadas ao projeto e não fez mudanças no texto recebido da Câmara dos Deputados, para garantir que a matéria não retorne àquela Casa. No entanto, Ferraço recomendou que seis pontos do texto sejam vetados pelo presidente da República, Michel Temer. O relator avaliou que são temas polêmicos e que merecem mais estudos e debates. Caso sejam vetados, eles poderão ser novamente apreciados pelo Parlamento, sugeriu Ferraço, por meio de projetos de lei específicos ou de medidas provisórias editadas pelo Poder Executivo. Conheça aqui os pontos indicados para veto. Com informações da Agência Senado

Parceria entre ACICG, Uniderp, Sedesc e associação de moradores cria Rota do Sabor para impulsionar a agricultura local

ACICG

Programa visa profissionalizar a produção de pequenos agricultores, que já terá destino certo em Campo Grande A Associação Comercial e Industrial de Campo Grande (ACICG), em parceria com a Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico e da Ciência e Tecnologia (Sedesc), universidade Uniderp, e Associação dos Moradores da Chácara das Mansões (AMCM), lançou na sexta-feira (02), na Colônia de Férias, o programa Rota do Sabor. Criado com o objetivo de organizar a produção rural do município, a iniciativa pretende reduzir aevasão de Produto Interno Bruto (PIB) e especialmente gerar emprego e renda no campo. Com a promessa de inovar o setor produtivo de Campo Grande por meio da profissionalização de pequenos produtores rurais, o programa fará com que a produção agrícola seja toda absorvida pelo próprio município, garantindo a circulação do dinheiro na Capital. “A ideia começou a tomar forma no mês de janeiro deste ano, quando iniciamos o diálogo com representantes da associação de moradores do bairro e com os técnicos e direção da Sedesc. A Secretaria nos recebeu com grande ânimo e apresentou alternativas para acomercialização da produção local. Fomos então informados de que estariam definindo a região como piloto para o desenvolvimento de diversos outros projetos que deverão compor o programa. Esse era o elo que faltava, visto que a Uniderp já havia sinalizado a disposição em dar suporte técnico aos produtores, orientando-os em relação a práticas de cultivo e análise de solos”, contribuiu o presidente da ACICG, João Carlos Polidoro. A Chácara das Mansões foi o local escolhido para o projeto piloto, porque a ACICG tem na região a Colônia de Férias, que a aproxima da comunidade local. “Temos, portanto, uma responsabilidade muito grande em relação ao desenvolvimento das pessoas da região”, complementou Polidoro. Parceira, a Uniderp prestará assistência técnica a 13 propriedades, por meio do curso de Agronomia. Durante o lançamento, serão apresentadas as ações na primeira etapa de trabalho. “Neste primeiro momento, acadêmicos e professores realizarão a análise de solo das propriedades, um serviço que permite conhecer em detalhes e as características do terreno e com isso direcionar as decisões para melhorar a produtividade, como exemplo na escolha do adubo e que quantidade deve ser aplicada. Vamos acompanhar a produção de hortifrúti até o momento da colheita, orientando sobre como tornar as atividades da agricultura familiar ainda mais sustentáveis”, explicou a coordenadora de Agronomia da unidade Agrárias, Graziella Ribeiro Brum. O produtor de hortaliças, como alface, almeirão, couve, rúcula e repolho, Maurício Akamine, já faz planos de expansão. “Temos plantados três hectares e pretendemos aumentar a produção em mais três. Esse projeto é o que estava faltando para nos auxiliar e tirar nossos planos do papel”, colaborou. Durante o desenvolvimento do programa, os participantes serão acompanhados de perto por todos os parceiros envolvidos. “A proposta discutida define que o acompanhamento dos resultados será feito de forma constante, tanto em termos de produção com qualidade e frequência, como com relação à comercialização. Afinal, se temos o mercado local e as condições para produzir, não há nenhuma justificativa para continuarmos aceitando, passivamente, o fato de que os recursos do município gerem empregos, renda e tributos em outros estados, enquanto necessitamos de investimento local para promover o nosso desenvolvimento”, explicou o economista-chefe da ACICG, Normann Kallmus. Kallmus reforçou, ainda, a importância do programa para a economia de Campo Grande. “Atualmente aprodução agrícola do município é responsável por menos de 4% dos volumes comercializados na Ceasa. O resultado é que, se considerarmos somente os 11 produtos mais importantes, estamos comprando de outros estados o equivalente a R$200 milhões por ano. Para que se tenha a dimensão do problema, o PIB do agronegócio em 2016 foi de R$220 milhões, ou seja, poderíamos quase dobrar o PIB do setor primário se houvesse produção local”, afirmou. Luiz Fernando Buainain, secretário do Desenvolvimento Econômico e de Ciência e Tecnologia de Campo Grande, disse que o Rota do Sabor pode ser expandido para outras regiões da cidade. “Esse será o projeto piloto, que desenvolverá o conceito para ser expandido pelo município, visando inicialmente o mercado local e depois, o excedente para industrialização. Existem vários projetos em torno desse mesmo tema que serão colocados em funcionamento a partir do evento do dia 2. Entre as próximas regiões a serem avaliadas para participar do programa estão os distritos de Anhanduí e Rochedinho”, antecipou.

ACICG e Águas Guariroba realizam mutirão de conciliação

Semana da conciliação - ACICG.

Atendimentos serão realizados das 8h às 12 e das 13h às 17h, com condições especiais como parcelamento estendido na negociação Foto: Divulgação Águas Guariroba A Associação Comercial e Industrial de Campo Grande (ACICG) e a companhia de abastecimento de água da Capital, Águas Guariroba, realizam, de 5 a 9 de junho, um mutirão de conciliação para atender clientes que estejam em débito com a concessionária. A campanha conta com o apoio do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul, e vai atender os interessados das 8h às 12h, e das 13h às 17h, na sede da ACICG, oferecendo condições especiais para pagamentos à vista e parcelamento estendido. A conciliação é uma forma de solução rápida, eficiente e econômica de resolver conflitos extrajudiciais e também ajuizados, pois acontece sem a participação de advogados e oferece total segurança jurídica. Nesse método, um conciliador tem a função de aproximar as partes envolvidas para negociarem diretamente a solução de suas divergências, com neutralidade e imparcialidade. “Nosso objetivo é promover a pacificação social e contribuir para reduzir o número de processos. As partes acabam mantendo o relacionamento, o que na maioria das vezes não acontece em um processo judicial” contribui o presidente da ACICG, João Carlos Polidoro. Os interessados em realizar a conciliação com a Águas Guariroba devem procurar a sede da Associação Comercial localizada na Rua 15 de Novembro, 390, Centro. Durante a Semana de Conciliação que aconteceu em maio de 2016, a Águas Guariroba realizou 544 atendimentos e recuperou mais de R$1 milhão de reais. Serviço Mutirão de Conciliação Águas Guariroba na ACICG Local: Rua 15 de novembro, 390 – Centro, em frente à Praça Ary Coelho Horário: das 8h às 12h e as 13h às 17h Mais informações: (67) 3312-5063

Programa para impulsionar a agricultura local será lançado nesta sexta-feira

Agricultura - ACICG.

União de diversos parceiros visa profissionalizar a produção de pequenos agricultores, que já terá destino certo em Campo Grande A Associação Comercial e Industrial de Campo Grande (ACICG), em parceria com a Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico e da Ciência e Tecnologia (Sedesc), universidade Uniderp, e Associação dos Moradores da Chácara das Mansões (AMCM), lança nesta sexta-feira (02), às 7h30, na Colônia de Férias, o programa Rota do Sabor. Criado com o objetivo de organizar a produção rural do município, o programa pretende reduzir a evasão de Produto Interno Bruto (PIB), e especialmente gerar emprego e renda no campo. Com a promessa de inovar o setor produtivo de Campo Grande por meio da profissionalização de pequenos produtores rurais, o programa fará com que a produção agrícola seja toda absorvida pelo próprio município, garantindo a circulação do dinheiro na Capital. “A ideia começou a tomar forma no mês de janeiro deste ano, quando iniciamos o diálogo com representantes da associação de moradores do bairro e com os técnicos e direção da Sedesc. A Secretaria nos recebeu com grande ânimo e apresentou alternativas para a comercialização da produção local. Fomos então informados de que estariam definindo a região como piloto para o desenvolvimento de diversos outros projetos que deverão compor o programa. Esse era o elo que faltava, visto que a Uniderp já havia sinalizado a disposição em dar suporte técnico aos produtores, orientando-os em relação a práticas de cultivo e análise de solos”, contribui o presidente da ACICG, João Carlos Polidoro. A Chácara das Mansões foi o local escolhido para o projeto piloto, porque a ACICG tem na região a Colônia de Férias, que a aproxima da comunidade local. “Temos, portanto, uma responsabilidade muito grande em relação ao desenvolvimento das pessoas da região”, complementa Polidoro. Parceira do programa, a Uniderp prestará assistência técnica a 13 propriedades, por meio do curso de Agronomia. Durante o lançamento, serão apresentadas as ações na primeira etapa de trabalho. “Neste primeiro momento, acadêmicos e professores realizarão a análise de solo das propriedades, um serviço que permite conhecer em detalhes e as características do terreno e com isso direcionar as decisões para melhorar a produtividade, como exemplo na escolha do adubo e que quantidade deve ser aplicada. Vamos acompanhar a produção de hortifrúti até o momento da colheita, orientando sobre como tornar as atividades da agricultura familiar ainda mais sustentáveis”, explica a coordenadora de Agronomia da unidade Agrárias, Graziella Ribeiro Brum. Durante o desenvolvimento do programa, os participantes serão acompanhados de perto por todos os parceiros envolvidos. “A proposta discutida define que o acompanhamento dos resultados será feito de forma constante, tanto em termos de produção com qualidade e frequência, como com relação à comercialização. Afinal, se temos o mercado local e as condições para produzir, não há nenhuma justificativa para continuarmos aceitando passivamente o fato de que os recursos do município gerem empregos, renda e tributos em outros estados, enquanto necessitamos de investimento local para promover o nosso desenvolvimento”, explica o economista-chefe da ACICG, Normann Kallmus. Kallmus reforça ainda a importância do programa para a economia de Campo Grande. “Atualmente a produção agrícola do município é responsável por menos de 4% dos volumes comercializados na CEASA. O resultado é que, se considerarmos somente os 11 produtos mais importantes, estamos comprando de outros estados o equivalente a R$200 milhões por ano. Para que se tenha a dimensão do problema, o PIB do agronegócio em 2016 foi de R$220 milhões, ou seja, poderíamos quase dobrar o PIB do setor primário se houvesse produção local”, afirma. Luiz Fernando Buainain, secretário do Desenvolvimento Econômico e de Ciência e Tecnologia de Campo Grande, disse que o Rota do Sabor pode ser expandido para outras regiões da cidade. “Esse será o projeto piloto, que desenvolverá o conceito para ser expandido pelo município, visando inicialmente o mercado local e depois, o excedente para industrialização. Existem vários projetos em torno desse mesmo tema que serão colocados em funcionamento a partir do evento do dia 2. Entre as próximas regiões a serem avaliadas para participar do programa estão os distritos de Anhanduí e Rochedinho”, antecipa. Serviço: Lançamento do Programa Rota do Sabor Local: Colônia de Férias da ACICG – Rua Mascote, s/n – Bairro Chácara das Mansões Data: 02/06, às 7h30

Líderes empresariais estão em Brasília pedindo pela reforma trabalhista

Empresa empresários - ACICG.

Diretores da Associação Comercial e Industrial de Campo Grande (ACICG) e do Sindicato das Empresas de Transporte de Cargas e Logística de Mato Grosso do Sul (Setlog/MS) estão em Brasília, articulando com líderes das bancadas do Senado, a aprovação da reforma trabalhista. Eles compõem uma comitiva nacional de mais de 20 entidades de classe empresariais que pedem mudanças na legislação. A previsão era de que a pauta viesse ao plenário na quarta, sendo concluída na quinta-feira, porém, a votação só deve ocorrer na próxima semana. Na visão da ACICG, entidade que representa mais de 6 mil empresas da Capital, a reforma trabalhista é necessária para regularizar algumas situações que já existem nas relações de trabalho, trazendo segurança jurídica e flexibilização para as categorias patronal e laboral. “Estamos em Brasília para defender a modernização da legislação trabalhista no Brasil, fazendo um contraponto junto aos senadores de MS e dos outros estados pela defesa da necessidade de as reformas continuarem, sobretudo a trabalhista. O Brasil não pode parar em virtude da crise política, precisamos criar um ambiente que permita o desenvolvimento dos negócios para gerar empregos, afinal, temos mais de 14 milhões de desempregados no Brasil esperando uma oportunidade”, explica o presidente da ACICG, João Carlos Polidoro. No período da manhã, eles se reuniram com os senadores Pedro Chaves, também vice-presidente da ACICG, e com Waldemir Moka. As articulações seguiram até às 18h, na capital federal. 

ACICG realiza 10ª edição do Work Café no sábado

10o work café - ACICG.

Evento voltado para capacitação de líderes evidencia a importância do profissional na retenção de talentos e desenvolvimento das empresas A Escola de Varejo da Associação Comercial e Industrial de Campo Grande (ACICG), realiza no próximo sábado, dia 3 de junho, a partir das 8h, no Yotedy Lounge, 10ª edição do Work Café. Os temas abordados na ocasião serão o ‘Desenvolvimento, Conversas de Qualidade, e Sustentabilidade nas Organizações! Qual o Nosso Papel?’, ministrado pela Coach Rosangela Barcellos; e ‘O Poder da Empatia no Estabelecimento de Parcerias Empresariais’, com o professor da Fundação Getúlio Vargas, Claudio Queiroz. Moacir Pereira Júnior, gestor da Escola de Varejo da ACICG fala sobre a importância da capacitação na área de recursos humanos e lideranças empresariais. “O Work Café é um momento ímpar para esses líderes. Estes profissionais têm se tornado cada vez mais estratégicos dentro das empresas, alinhados com os objetivos de crescimento das companhias e a diminuição da rotatividade de mão de obra. Diante de um cenário econômico turbulento se faz necessária uma gestão altamente preparada para aumentar o engajamento da equipe”, afirma. Confira os currículos dos palestrantes: Claudio Queiroz é professor na FAAP, mestre em Administração pela Mackenzie e pós-graduado pela PUC-RJ e ESPM. Coach pela Integrated Coaching Institute (ICI) e pela Sociedade Brasileira de Coaching (SBC), atua como facilitador da Escola Paulista de Biodanza e do MBA da Franklin Covey. É autor dos livros “As Competências das Pessoas” e coautor de “Top Management”, “O Elo da Gestão de Carreira”, “Marketing Estratégico” e “100 Duvidas de Marketing”. Rosangela Barcellos é a única professional coach credenciada pela International Coach Federation no MS e 29ª no Brasil. Coach executiva com mais de 2.900 horas na prática junto a diversos clientes. Facilitadora em processos de desenvolvimento humano. Psicóloga graduada pela UCDB-MS. Atua na área de desenvolvimento com foco em gestão de líderes e processos grupais em pequenas, médias e grandes empresas desde 1996. Diretora executiva da RBT Coaching & Desenvolvimento. Foi selecionada como a única brasileira a fazer parte de um time de coaches globais pela Lever Learning. As vagas são limitadas. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (67) 3312-5058 e pelo e-mail escoladevarejo@acicg.com.br. Serviço: Data: 03/06/2017, às 8h Local: Yotedy Lounge Av. Ricardo Brandão, 2341 – Jardim dos Estados Informações: (67) 3312-5058

Feirão do Imposto acontece neste sábado

Impostos - ACICG.

Oito empresas na Capital devem comercializar produtos com isenção de tributos Neste sábado acontece o Feirão do Imposto, em Campo Grande, com a proposta de informar a população sobre a alta carga tributária que incide em produtos e serviços no país. Para se ter uma ideia, de 1° de janeiro a 26 de maio, os sul-mato-grossenses já desembolsaram R$ 8.748.888.057,74 aos cofres públicos municipal, estadual e federal. Desse montante, R$ 410.323.602,79 foram pagos pelos campo-grandenses. Nesta edição do evento, oito empresas participam comercializando produtos com dedução de impostos. “É uma forma de o consumidor mensurar o quanto ele paga de imposto na hora da compra e refletir se isso está sendo empregado em benefício para a população”, esclarece o membro do Conselho de Jovens da Associação Comercial e Industrial de Campo Grande (CJE/ACICG) e o coordenador do da iniciativa, Rodney Júnior. O evento, que ocorre em adesão ao movimento nacional da Confederação Nacional dos Jovens Empresários (Conaje), ainda tem como tema Chega de Mão Grande, para levar a população a refletir sobre o impacto da corrupção nos impostos, gerando a ação contra a corrupção e a favor da aplicação e do retorno dos tributos em prol da sociedade. A edição regional é apoiada pela ACICG e realizada conjuntamente entre CJE/ACICG e CDL Jovem (Câmara de Dirigentes Lojistas Jovem de Campo Grande). O evento também acontece em Três Lagoas e tem a participação da AJE-TL (Associação de Jovens Empresários de Três Lagoas). Empresas participantes – No bairro Coophavila II, duas drogarias terão 500 medicamentos genéricos sendo vendidos sem impostos. As reduções variam de 38,6% até 46,5% e o atendimento será das 7h às 22h. A drogaria América está localizada na Rua da Península, nº 824, e a Farmais na Rua da Península, nº 626. No Vila Vilas Boas, o restaurante Brutelus oferecerá refeição no almoço com dedução de 30% de impostos e o valor cai de R$ 39,90 para R$ 28. O local está situado na avenida Bom Pastor, 154. Já no bairro Santa Fé, a loja Portal Itatiba Móveis comercializará travesseiros com redução de 30%, relativo aos impostos, e o produto, que custa R$ 25,00, será vendido por R$ 15,99. O atendimento ocorrerá das 8h às 18h, na rua Dr. Paulo Machado, 120. No Centro da Capital, a autoescola Primeira Opção disponibilizará aulas práticas de direção em motos e carros isenção de até 49% de impostos.  O atendimento será das 7h às 18h, na rua 13 de Maio, 3075, com distribuição de senhas para aquisição no dia. O Feirão do Imposto ainda reúne hospedagem. No Hostel Vitória Régia serão ofertados 10 vouchers sem a incidência de tributos, ou seja, redução 30%. O valor cai de R$ 40 para R$ 28 e para conseguir o benefício, é preciso fazer o cadastro no formulário entre 7h às 12h, pelo link: http://bit.ly/hostelsemimposto. O local está situado na avenida Noroeste, 575, bairro Amambai. No quesito cuidados pessoais, a Vintage Barbearia disponibiliza corte de barba com redução de 28,57% para os 20 primeiros clientes. De R$ 35,00, o serviço sairá por R$ 25,00, sem impostos. O local fica na avenida Ceará, 101 – Vila Antônio. A empresa Auto Vidros Capital também participa do evento ofertando 20 vouchers para Insulfilm com redução de 37,5%. Valor do produto com imposto cai de R$ 160 para R$ 100. O estabelecimento atenderá da 8h às 11h, na avenida Calógeras, 884 – Centro. Impostômetro – Para conscientizar a população sobre os altos tributos cobrados pelo poder público, em 2016, a ACICG inaugurou o Impostômetro, um painel eletrônico instalado na fachada da sua sede, em frente à Praça Ary Coelho, e que mostra a arrecadação da capital, do estado e país em tempo real. O presidente da Associação Comercial, João Carlos Polidoro, explica que a iniciativa faz parte de uma luta antiga da entidade pela redução da carga tributária. “O povo não aguenta mais pagar a conta, pois a cada necessidade ou dificuldade, o governo eleva os impostos. Somos contra, pois isso emperra o desenvolvimento prejudicando empresas, empregos e a sociedade. E nem sempre a arrecadação volta em serviços públicos para beneficiar a população. Queremos que as pessoas se conscientizem do quanto pagam, e cobrem mais pelos seus direitos, e tanto o impostômetro quanto o Feirão do Imposto são excelentes ferramentas que contribuem com esse processo”, afirma. O funcionamento do Impostômetro da ACICG é uma das ações realizadas pelo movimento #JuntosFaremos, que entre suas diversas bandeiras luta por Menos Impostos e por uma Gestão Pública eficaz. Situação no Brasil – Segundo a Organização de Transparência Internacional, o Brasil piorou três posições no ranking sobre a percepção da corrupção no mundo em 2015, ficando na 79ª posição entre 176 países, ao lado de China, Índia e Bielorússia. O estudo leva em conta outros 13 levantamentos relacionados a corrupção realizados por instituições como Banco Mundial, World Justice Project e Global Insight. A corrupção interfere no retorno dos impostos em benefícios para a sociedade, porque retira investimentos em áreas essenciais como saúde, segurança e educação. De acordo com a Organização das Nações Unidas, estima-se que, aproximadamente, R$ 200 bilhões são desviados no Brasil, por ano. Este valor significa três vezes o orçamento da saúde ou educação, e cinco vezes o orçamento da segurança pública. A corrupção também afeta a competitividade das empresas, sendo que o Brasil perdeu mais seis posições no ranking das economias mais competitivas do mundo, caindo para a 81ª colocação em 2016. O ranking avalia 138 países e foi divulgado pelo Fórum Econômico Mundial, em parceria com a Fundação Dom Cabral (FDC). O levantamento é um termômetro do nível de produtividade e das condições oferecidas pelos países para gerar oportunidades e para que as empresas possam obter sucesso. Além disso, a corrupção atrapalha o desenvolvimento econômico e social. Pesquisas revelam que quanto maior o índice de corrupção, maior será a desigualdade e menor será o desenvolvimento.

Feirão do Imposto 2017 inicia ações de conscientização

Impostos - ACICG.

Palestra e Feirão do Imposto fazem parte da campanha “Chega de Mão Grande”, apoiada pela ACICG  Maio é o mês nacional de mobilização e conscientização sobre os altos impostos cobrados no Brasil e o tema da campanha neste ano é ‘Chega de Mão Grande’. Na Capital, a Associação Comercial e Industrial de Campo Grande (ACICG), por meio do seu Conselho de Jovens Empresários (CJE), o Observatório Social de Campo Grande e a CDL Jovem (Câmara de Dirigentes Lojistas) vão promover diversas atividades de orientação aos contribuintes. No dia 18, próxima quinta-feira, às 19h, o servidor público, especialista em Direitos Coletivos Francisco Macedo vai ministrar uma palestra sobre transparência e controle social. O objetivo é conscientizar os participantes sobre a corrupção, alta carga tributária, despesas públicas elevadas e a ineficiência do poder público. O local é o Complexo Multiuso da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, e a inscrição deve ser feita pelo site http://bit.ly/chegademaograndems. A cidade de Três Lagoas também sediará a palestra que acontecerá no dia 17, às 19h, no auditório do Campus 2 da UFMS. Na ocasião o palestrante será o co-fundador do Observatório Social de Campo Grande, Hugo Oliveira. Rodney Júnior, membro do CJE e coordenador do Feirão do Imposto em Mato Grosso do Sul explicou que todas as atividades foram pensadas para inspirar a população a reagir. “As ações organizadas por diversas entidades têm por objetivo fazer com que a sociedade reflita sobre o impacto da corrupção nos impostos e, sobretudo, por meio de informações, dar base para que as pessoas se movimentem contra a corrupção e a favor da utilização dos tributos em benefício da sociedade”, contribui. Feirão do Imposto – Em 2017 a mobilização nacional vai acontecer no dia 27 de maio. No ano passado, postos de gasolina, óticas, farmácias e até autoescolas participaram do movimento. “Estamos abertos ainda às pessoas que queiram aderir ao movimento. Será um dia em que os comerciantes terão a oportunidade de mostrar quanto custam seus produtos com e sem os impostos embutidos no preço, e a população terá a oportunidade de entender sua participação nesse processo de arrecadação, uma vez que muitas acham que não estão pagando impostos”, explica Rodney. Mais informações podem ser obtidas por meio do telefone (67) 99905-6701. Em Mato Grosso do Sul o Feirão do Imposto é realizado pela Conaje (Confederação Nacional dos Jovens Empresários), pelo CJE (Conselho de Jovens Empresários) da Associação Comercial e Industrial de Campo Grande, pela CDL Jovem (Câmara de Dirigentes Lojistas Jovem de Campo Grande) e AJE-TL (Associação de Jovens Empresários de Três Lagoas). Impostômetro – Para conscientizar a população sobre os altos tributos cobrados pelo poder público, em 2016 a Associação Comercial e Industrial de Campo Grande (ACICG) inaugurou o Impostômetro, um painel eletrônico instalado na fachada da sua sede, em frente à Praça Ary Coelho, e que mostra a arrecadação da Capital, do Estado e País em tempo real, a qualquer hora do dia. O presidente da Associação Comercial, João Carlos Polidoro, explica que a iniciativa faz parte de uma luta antiga da entidade pela redução da carga tributária. “O povo não aguenta mais pagar a conta, pois a cada necessidade ou dificuldade, o governo eleva os impostos. Somos contra, pois isso emperra o desenvolvimento prejudicando empresas, empregos e a sociedade. E nem sempre a arrecadação volta em serviços públicos para beneficiar a população. Queremos que as pessoas se conscientizem do quanto pagam, e cobrem mais pelos seus direitos, e tanto o impostômetro quanto o Feirão do Imposto são excelentes ferramentas que contribuem com esse processo”, afirma. O funcionamento do Impostômetro da ACICG é uma das ações realizadas pelo movimento #JuntosFaremos, que entre suas diversas bandeiras, luta por menos impostos e por uma gestão pública eficaz. Somente nos quatro primeiros meses deste ano, a população já pagou quase R$800 bilhões ao Governo Federal. Em Mato Grosso do Sul, no mesmo período, o valor de impostos pagos pelos contribuintes ultrapassou R$7 bilhões, e em Campo Grande foram quase R$346 milhões arrecadados, também de 1 de janeiro a 30 de abril.

Projeto que anula obrigatoriedade do AR para negativação de inadimplentes deve ser votado semana que vem

Inadimplentes inadimplência - ACICG.

Deve ser votado na próxima semana o Projeto de Lei 874/2016, que revoga a obrigatoriedade de envio de carta com Aviso de Recebimento (AR) a consumidores inadimplentes antes de incluir seus nomes em cadastros de negativação. Foi o que disseram o presidente da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp), Cauê Macris (PSDB), e o líder do governo na Alesp, Barros Munhoz (PSDB), a membros de Associações Comerciais (ACs) paulistas, em reunião na última terça-feira (30/5). O encontro foi realizado na Alesp, inicialmente no Plenário Teotônio Vilela; com a lotação do local, foi transferido para o auditório Franco Montoro. Participaram os deputados Roberto Engler (PSDB), Coronel Camilo (PSD), Fernando Capez (PSDB) e Roberto Morais (PPS), além de outros parlamentares e entidades. Representantes da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (Facesp), da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) e de outras entidades filiadas à Facesp pediram celeridade na aprovação do PL que revoga a obrigatoriedade de envio de AR ― o projeto é de autoria do governador Geraldo Alckmin. “O AR não tem trazido nenhum benefício para o sistema de crédito, os comerciantes e os consumidores”, disse Alencar Burti, presidente da Facesp e da ACSP. A obrigatoriedade do AR foi imposta pela Lei 15.659/2015. O líder do governo concordou: “A lei foi mais perniciosa do que benéfica”, disse Barros Munhoz. “Não estou falando simplesmente como deputado, como cidadão paulista, mas também como líder do governo. Vou cumprir uma missão e encaminhar favoravelmente a votação desse projeto. Vamos discutir serenamente e mostrar que a lei precisa ser mudada, deve ser mudada e vai ser mudada, pelo povo de São Paulo”. “Quando vejo ele [Barros Munhoz] se posicionar favoravelmente a esse projeto e que vai pedir, em nome do governo, para que eu possa acrescentar esse projeto na pauta do Colégio de Líderes para a semana que vem, é um prazer muito grande, porque acompanhei a luta de cada um de vocês”, declarou Macris. “Então a semana que vem vai ser especial porque, diante da sua fala, colocaremos o projeto na pauta do colégio de líderes da semana que vem”, disse o presidente da Alesp, reforçando que “é possível, sim, esse projeto ser aprovado o mais breve possível”. Credibilidade Adriana Flosi, vice-presidente da Facesp/Região de Campinas, ressaltou que a perspectiva das Associações é “que de fato tanto o líder do governo quanto o presidente da Casa cumpram o compromisso estabelecido com a Facesp, mas que seja rápido, nas próximas semanas. Aguardamos isso há mais de um ano”. A derrubada do AR é crucial para as ACs porque tem interferido no dia a dia das entidades, especialmente das pequenas. “Levando-se em consideração que quase um terço dos municípios paulistas não têm cartório, elas acabam não conseguindo protestar dívidas. Assim, há inadimplentes que não são incluídos em cadastros de proteção ao crédito e nem em lista nenhuma. E isso tira ainda a credibilidade da informação que as ACs dão aos associados. A credibilidade é a base das associações, é o seu maior patrimônio”, salientou Adriana. Distorção Com o AR, a taxa de sucesso de entrega da correspondência é menor, uma vez que existem diversos fatores para o não recebimento da carta pelo consumidor, como recusa em assinar o protocolo de recebimento. Ademais, como a entrega do AR é feita em horário comercial, é comum que o consumidor esteja trabalhando e, portanto, não seja encontrado em casa. Além disso, é mais caro do que carta simples, o que onera os credores, em especial os micro e pequenos empresários. “Esse custo adicional, obviamente, é repassado ao consumidor”, lembrou Alencar Burti. Durante a reunião na Assembleia, varejistas e consumidores deram seus depoimentos sobre as inconveniências que o AR vem trazendo. A lei do AR tem distorcido o mercado de crédito no Estado de São Paulo, contribuindo para o superendividamento, o aumento da inadimplência e o encarecimento dos empréstimos. Também estiveram no encontro o superintendente institucional da Facesp, Natanael Miranda dos Anjos, os 20 vice-presidentes regionais da entidade, a diretora de rede da Boa Vista SCPC, Roseli Garcia, e representantes de diversas outras entidades. “Hoje nós, que desde o ano passado lutamos para derrubar essa absurda exigência, mostramos a nossa força e representatividade. A quantidade de empresários presentes é uma demonstração prática do quanto somos fortes quando lutamos juntos”, comemorou William Paneque, presidente da Associação Comercial de Guarulhos.  Veja no Flickr fotos do encontro Informações ACSP: Ana Cecília Panizza Assessoria de Imprensa apanizza@acsp.com.br (11) 3180-3220 / (11) 97497-0287

ACICG sedia reunião sobre plano de segurança pública para a Capital

ACICG

Representantes da sociedade civil organizada se reuniram na noite desta quinta-feira (25), na Associação Comercial e Industrial de Campo Grande (ACICG), para analisarem a minuta do Plano Municipal de Segurança, produzido pelo o secretário da Secretaria Especial de Segurança Pública e Defesa Social (Sesde), Valério Azambuja a partir de ideias de diversos setores atuantes como a Guarda Municipal, Conselho de Segurança Pública (CSP) da OAB, ACICG e Câmara Municipal. O Plano de Segurança tem como um de seus objetivos a criação de um fundo de Segurança Pública que propicie e atenda às necessidades de Campo Grande. O Secretário Valério Azambuja disse que a ideia é transformar o plano em ações específicas e efetivas. “Pretendemos envolver todas as partes interessadas; discutir com os conselhos e trazer para as forças de segurança do Estado e da União, além de verificar como eles podem ajudar nesse processo. Precisamos unir forçar e fazer com que a população de Campo Grande realmente se sinta segura. Nós pretendemos trabalhar nesse plano de forma que a sociedade possa participar e ajudar efetivamente”, afirmou. O diretor da ACICG, Paulo Matos disse que o plano é um grande passo dentro do movimento #JUNTOSFAREMOS. “Participar da produção desse plano tem um grande significado para nossa entidade, pois ele vem ao encontro de uma das bandeiras levantadas pela ACICG dentro do movimento #JUNTOSFAREMOS, que pede Mais Segurança, entre outras bandeiras em defesa da sociedade. Há muito tempo a ACICG briga pela segurança da Capital e vemos a dificuldade dos representantes em conseguir recursos para trabalhar. Agora vamos criar o organograma de trabalho para cumprirmos esse objetivo”, contribuiu.

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