Vereadores pedem mais prazo e revisão do decreto sobre grandes geradores de lixo

Câmara municipal dos vereadores de Campo Grande - ACICG.

Data: 15-01-2019 Fonte: Câmara Municipal de Campo Grande Vereadores, empresários e comerciantes de Campo Grande cobram da prefeitura suspensão ou revisão do decreto que estabelece as definições dos estabelecimentos classificados como grandes geradores de lixo, além de mais prazo para atender as determinações. Pela nova norma, esses empresários terão de contratar empresa particular, credenciada junto à administração municipal, e, assim, responsabilizarem-se pela coleta e destinação dos resíduos produzidos nos locais que administram. Ainda, precisarão contratar profissional técnico para elaborar plano de gerenciamento de resíduos.  Na manhã da segunda-feira (14), empresários lotaram o Plenarinho Edroim Reverdito, na Câmara Municipal, para debater o Decreto 13.653, de 26 de setembro do ano passado e republicado, no Decreto 13.720, no dia 6 de dezembro de 2018, com alterações. A reunião foi proposta pelos vereadores André Salineiro e Junior Longo. O secretário municipal de Meio Ambiente e Gestão Urbana, Luís Eduardo Costa, respondeu aos questionamentos de representantes de entidades que representam o segmento empresarial da cidade.    O decreto classifica como grandes geradores de lixo os proprietários, possuidores ou titulares de estabelecimentos públicos, institucionais, de prestação de serviços, comerciais e industriais, terminais rodoviários e aeroportuários, entre outros, exceto residenciais, cujo volume de resíduos sólidos gerados seja superior a 200 (duzentos) litros/dia ou 50 (cinquenta) quilogramas. O problema é que com essa metragem, os pequenos e médios estabelecimentos, a exemplo de lanchonetes, restaurantes e padarias, acabam também tendo gastos mais elevados.   Até agora, a prefeitura notificou 400 empresários, mas a estimativa é que quase 3 mil sejam incluídos nas especificações como grandes geradores. Alguns receberam menos de 30 dias para apresentar o Plano de Gerenciamento de Resíduos e, então, iniciar a coleta. “Quase todos que têm comércio acabam se enquadrando nessa medida, até mesmo aquele que tem um comércio pequeno, como lanchonete, restaurante. E esse custo acabará sendo repassado ao consumidor final”, destacou o vereador Junior Longo. Ele lembrou a preocupação com o desemprego, pois a cidade depende muito do comércio. “Sabemos que há uma lei federal, mas podemos achar meio termo para atender comércio ou ao menos dar um tempo maior para que todos possam se adequar”, afirmou.  O vereador André Salineiro também enfatizou essa necessidade do prazo e a revisão acerca da quantidade de lixo para que o empresário enquadre-se como grande gerador. “Vamos estudar com nossa equipe jurídica quais medidas podemos adotar para, na Câmara, apresentarmos uma proposta alterando a quantidade de lixo para classificar o empresário como grande gerador, pois o decreto vai prejudicar os pequenos e médios empresários também”, disse. Hoje, a prefeitura tem 12 empresas cadastradas para fazer a coleta dos resíduos nos estabelecimentos, incluindo a Solurb. A alteração no decreto, feita em dezembro, permitiu que a concessionária que já é responsável pelo serviço em toda a Capital também pudesse participar dessa nova modalidade, algo que preocupa os vereadores em relação a reserva de mercado. Segundo o presidente da Associação de Bares e Restaurantes de Mato Grosso do Sul (Abrasel/MS), Juliano Wertheimer, os custos vão aumentar consideravelmente para empresários. Ele citou exemplo do dono de uma lanchonete que pagava R$ 3 mil por ano na taxa do lixo, cobrada atualmente junto com IPTU, mas que passará a pagar R$ 3 mil por mês tendo de contratar empresa privada para a coleta.   Ele fez vários questionamentos sobre a nova norma, principalmente sobre como será esse acompanhamento sobre a quantidade de lixo gerada a cada dia e a cobrança que será feita pela empresa contratada, já que os empresários ainda não tem como mensurar esse volume diariamente. “Estamos buscando um consenso para atender a lei sem penalizar muito o empresário”, disse.  Roberto Oshiro, da Associação Comercial de Campo Grande, demonstrou preocupação com trecho do decreto que estabelece coresponsabilidade ao empresário pelo lixo, no em todo processo dessa cadeia, pois já vai estar contratando empresa credenciada pela prefeitura e cumprindo o que tem no plano de gerenciamento. “Acho que a lei pode ser melhorada e adequada, sendo melhor debatido”, disse. Ele pede mais prazo, pois há a ideia de tentar negociar em bloco com as empresas de coleta, inclusive de outros estados, para tentar pagar menos e conseguir retorno com os materiais reciclados.  A destinação correta dos resíduos também foi tema do debate, já que, mesmo com as mudanças, não há especificações sobre melhor aproveitamento dos materiais recolhidos. A cidade conta, por exemplo, com apenas uma empresa para fazer a compostagem de orgânicos e nem conta com serviço de reciclagem suficiente.  O presidente da Associação Sul-Mato-Grossense de Supermercados, Edmilson Veratti, destacou a importância da logística reversa e também enfatizou que a conta pode ficar menor se esses resíduos tiverem a destinação correta. “Hoje ainda vai levar para o aterro, mas teremos problema ambiental. Sobra plástico e vidro, mas não é reciclado. Não tem logística suficiente”, disse. Justificativas O secretário municipal de Meio Ambiente e Gestão Urbana, Luís Eduardo Costa, justificou que a prefeitura está seguindo normas estabelecidas na lei federal 12.305/2010, que trata da política nacional de resíduos sólidos. Nesta norma, consta a classificação de quem é grande gerador. Nos anos seguintes, ocorreram a política municipal de resíduos sólidos e a devida regulamentação.  Como essa cobrança não foi feita anteriormente, o Ministério Público Estadual (MPE) instaurou inquérito cobrando para que o Executivo fizesse a implementação. O secretário argumentou que cerca de R$ 400 mil por mês, que deveriam ser pagos pelos grandes geradores, estão sendo custeados por todos os contribuintes. “O Município não pode fazer essa coleta, tem que fazer esse regramento”, disse.  Ao ser questionado pelo vereador Salineiro se haverá redução no pagamentos à Solurb, que já ganha para fazer esse serviço de coleta e destinação do lixo, o secretário destacou que “nesse ano vamos fazer trabalho técnico mensurar equilíbrio no contrato com a Solurb”.    

Colunista da UOL Empregos fala sobre o futuro das profissões em palestra no dia 29

Profissões - ACICG.

Daniela Lago vai abordar o que esperar do mercado de trabalho até 2030, como se manter nele, e estimular nos participantes uma autoanálise sobre seu desempenho Não é novidade que a tecnologia tem criado novos hábitos de consumo estimulando a invenção de produtos e serviços, diferentes profissões, além de diversas inovações no mercado de trabalho. Para auxiliar quem está em busca de atualização profissional, e também aos empresários cada dia mais exigentes, a Associação Comercial e Industrial de Campo Grande (ACICG) promove no dia 29 de janeiro, às 19h, em sua sede, a palestra ‘Despertar Profissional’, com a colunista da UOL Empregos e coach para desenvolvimento de carreira, Daniela Lago. A palestra tem por objetivo despertar a motivação, autocrítica e reflexão dos participantes sobre como estão administrando sua carreira e qual sua visão sobre o mercado. O conteúdo vai abordar o futuro do mercado de trabalho para a próxima década, dar dicas de comportamento no mundo corporativo, e apresentar ferramentas indispensáveis para permanecer ativo. As vagas são limitadas e o ingresso deve ser trocado por 2 kg de alimentos não perecíveis. Daniela é professora, escritora, palestrante e pesquisadora. Colunista fixa da UOL Empregos, ela é mestre em administração com foco em comportamento organizacional, com MBA em marketing; e trabalha também com coach executivo e desenvolvimento de carreira. “Vamos falar muito sobre o futuro do mercado de trabalho, quais são as previsões e o cenário para 2030, e quais as ferramentas para que o profissional se mantenha atuante, tudo isso de uma maneira prática e aplicável”, adiantou a palestrante. Serviço: Palestra Despertar Profissional Data: 29 de janeiro, 19h Local: ACICG – Rua 15 de Novembro, 390, Centro Mais informações: (67) 3312-5058 e 98405-4600 (WhatsApp)

Associação Comercial ultrapassa a marca de 7 mil associados em 2018

ACICG

O ano de 2018 foi marcado por desafios, mas, também, por conquistas para Associação Comercial e Industrial de Campo Grande (ACICG). A entidade, que comemorou 92 anos, ultrapassou a marca de 7 mil associados em março, consolidando-se como uma das maiores entidades representativas da classe empresarial no Brasil. Em um ano, a adesão foi de mais de 500 associados. “Crescemos e já somos mais de 7.300 associados, uma conquista resultado de um trabalho em conjunto, porque nos mantivemos fiéis à missão de representar, defender e oferecer serviços que fomentem o desenvolvimento do setor empresarial”, considera o presidente da ACICG, João Carlos Polidoro. Em meio as atuações, a Casa do Empresário fortaleceu o Movimento Juntos Faremos, com mais uma edição do Feirão do Imposto, promovido pelo Conselho de Jovens Empresários da ACICG. Evidenciando outra bandeira do movimento, que pede por Mais Segurança, a entidade – em parceria com a OAB e o Senador Pedro Chaves – promoveu o 1º Fórum Permanente de Segurança na Fronteira de MS em julho, que contou com diversas autoridades, entre elas, o Ministro de Segurança Pública Raul Jungmann e um representante do Ministro da Defesa. Internacionalização Em 2018, a ACICG trouxe novidades para atender os anseios e criar soluções para seus associados. Entre eles, o Progiex (Programa de Promoção da Internacionalização e Comércio Exterior), que abriu novas possibilidades de fazer negócios com países da América do Sul, e oportunidades para comércio, indústria e serviços da nossa capital. Mais de 50 empresas já fazem parte do programa. Outro destaque foi a realização do 1º Encontro Empresarial de Integração Sul Americana, aconteceu em agosto, reuniu mais de 300 empresários interessados em discutir as perspectivas, os problemas e soluções do comércio internacional. O evento contou com a assinatura de um termo de cooperação entre a entidade com o Porto de Barranqueras, na Argentina, para fortalecer os processos de desenvolvimento e integração internacional entre a Capital e a Província do Chaco. O trabalho de comércio exterior também atraiu novos parceiros e a ACICG recebeu a visita do cônsul do Paraguai, Vitor Hugo Aquino Fornera, para apresentar as potencialidades de seu país. “Foram ações que consolidaram o processo de internacionalização da Associação Comercial”, avalia Polidoro.   Mais produtos e serviços A ACICG também trouxe novos produtos, como o Certificado de Origem, além do SCORE no SCPC, agregando ainda mais valor aos dados de consulta de crédito disponibilizados pela entidade. Os Mutirões de Negociação, e a tradicional campanha Nome Limpo levaram conciliação e recuperação de crédito para os inadimplentes, aquecendo a economia e os reintroduzindo ao mercado consumidor. A parceria com a Santa Casa de Campo Grande foi renovada com mais vantagens, oferecendo um plano de saúde de alta qualidade para as empresas associadas e seus colaboradores. A Escola de Varejo atendeu mais de 6 mil pessoas, em seus seminários e palestras, promovendo atualizações sobre temas importantes, como o E-Social e a Reforma Trabalhista. Outro destaque no âmbito de qualificação foi o 2º. Congresso Sul-Mato-Grossense de Empresas Familiares que reuniu mais de 400 empresários que buscavam aperfeiçoamento profissional e tendências para ajuda-los no planejamento de suas empresas. Além disso, com o curso Abre Vagas, preparou mais de 250 pessoas para o mercado de trabalho. A inauguração da Escola do Empreendedorismo, em parceria com a Facsul, CRA/MS e a Prefeitura – por meio da Sedesc, como também o convênio firmado com o IFMS, foram importantes atuações para a capacitação do comércio. Fomento do comércio Além disso, a ACICG buscou estimular o movimento no comércio atraindo um importante público consumidor: os servidores públicos. A entidade renovou o Clube do Servidor Estadual (CSE) com o Governo do Estado, por meio da SAD, e firmou uma parceria com a Prefeitura criando o Clube do Servidor Municipal (CSM), reunindo mais de 100 mil servidores para as empresas associados da ACICG. E para potencializar ainda mais esta parceria, em conjunto com o Crafty, lançou uma plataforma digital para divulgar produtos e serviços, gratuitamente. A agricultura familiar também recebeu fomento com a continuidade do projeto Rota do Sabor no bairro Chácara das Mansões. A constituição da cooperativa Cooperchama, através do apoio da UFMS e parceiros, marcou uma nova fase do projeto. Qualidade de vida ao associado Em 2018, a Colônia de Férias recebeu várias melhorias em sua estrutura para acolher os associados e seus convidados, em seus 17 hectares de área verde, parque aquático, bangalôs e quiosques. Eles puderam aproveitar os eventos de lazer, como o Carnaval, Páscoa, Dia das Crianças, além do tradicional Porco no Rolete, um ambiente familiar, com muita diversão e boa comida. Defesa da classe Atuações políticas e representatividade da classe empresarial nortearam os trabalhos da Associação Comercial, levando a entidade a participar de discussões sobre projetos de lei e decisões do poder público que impactaram no cotidiano das empresas e do cidadão. Entre eles, o novo Código Comercial, a taxa do lixo, o plano diretor, o projeto de lei que impunha o pagamento de taxas de protestos a clientes, entre outros. A ACICG também acompanhou o programa Reviva Campo Grande, realizando várias reuniões prévias com lojistas e apresentando suas reivindicações. Após o lançamento, disponibilizou um espaço em sua sede, para a Prefeitura montar um escritório da obra e tirar dúvidas dos empresários do centro da cidade. “Chegamos ao final de 2018 agradecendo aos parceiros, diretores e colaboradores que compartilham nossos valores trabalhando para que a ACICG seja cada vez mais representativa. Para 2019, estamos atentos a um novo mercado e à nova economia, focaremos na cooperação, representatividade e competitividade, disponibilizando novos processos, transferência de serviços para online, novo ambiente de trabalho e atendimento aos associados. Acreditamos que 2019 será um ano de reconstrução, com um governo que promoverá mudança, mais otimismo, mais esperança e confiança para toda a sociedade”, finalizou o presidente da ACICG, João Carlos Polidoro. 

Nota de pesar sobre o falecimento de Ueze Elias Zahran

Ueze Elias Zahran - ACICG.

A Associação Comercial e Industrial de Campo Grande (ACICG) lamenta profundamente o falecimento do empresário Ueze Elias Zahran, nesta quinta-feira (27). Membro do Conselho Sênior da ACICG, Ueze era reconhecido como empreendedor visionário e pioneiro pela criação de empresas que contribuem para o desenvolvimento de Mato Grosso do Sul: a Copagaz, hoje uma das mais importantes distribuidoras de GLP do Brasil, e da TV Morena, afiliada da rede Globo. A ACICG reconhece a importante colaboração de Ueze Elias Zahran para a economia, para a área social e para a democratização da informação de utilidade pública aos sul-mato-grossenses. Seu falecimento representa uma triste perda para o Estado. Neste momento de pesar, a diretoria da entidade manifesta suas condolências aos familiares e amigos. 

Conheça os tributos embutidos nos preços de produtos natalinos

Natal - ACICG.

Por – Assessoria de imprensa da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) Os consumidores já estão na correria das compras de Natal, no entanto, antes de usufruírem de seus produtos, o governo é quem dá a primeira mordida, com a alta carga tributária embutida nos preços finais de itens típicos dessa época. Levantamento da Associação Comercial de São Paulo (ACSP),  encomendado ao Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT), sinaliza que, “de forma geral, a carga tributária é alta em todos os itens da lista, pois a mínima está acima dos 29%, de tender, frios e peru. O mais tributado é o vinho importado, com 69,73%, porque há uma taxação maior devido à incidência do imposto de importação ― há também o impacto da alta do dólar”, analisa Alencar Burti, presidente da ACSP e da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (Facesp). Outras bebidas estão no topo do ranking, como espumante (59,49%), cerveja (55,60%) e vinho nacional (54,73%).  As menores taxações, que variam de 36% a 29%, estão nos alimentos tradicionais da cesta natalina: azeitonas (36,5%); castanhas, frutas cristalizadas e nozes (36,45%); panetone (34,63%); peru, frios e tender (29,32%). “Os alimentos não têm incidência do IPI, ao contrário das bebidas”, aponta Burti. Levantamento completo:

Maioria dos consumidores deve usar 13º salário para quitar dívidas, apura pesquisa da Boa Vista

SCPC Boa Vista - ACICG.

79% dos consumidores entrevistados pela Boa Vista em sua Pesquisa Hábitos de Consumo de Natal e Fim de Ano, feita com pouco mais de 1.300 entrevistados em todo o Brasil, disseram que receberão o 13º salário este ano. Destes, 45% informaram que usarão esta renda extra para quitar dívidas (eram 37% em 2017). 21% alegaram que conseguirão poupar o 13º. E 19% que guardarão para pagar as contas de início de ano, como IPVA, IPTU, matrícula e material escolar. Ainda dos que receberão o 13º salário, 6% disseram que usarão a renda a mais para viajar. 3% para comprar produtos da ceia de Natal. Outros 6% dividirão o uso do 13º salário para comprar móveis e eletrodomésticos, roupas e acessórios ou presentes. 1% informou que irá comprar eletroeletrônicos. Dos que irão poupar, 26% pretendem guardar pouco mais de metade ou todo o dinheiro. No ano passado eram 32% os que afirmaram que guardariam todo ou metade da renda extra. Os que devem guardar entre 30% e 50% do 13º são 18% (eram 14% em 2017). E 19% devem poupar até 30% (contra 21% no ano passado). Por outro lado, a pesquisa identificou que 37% dos consumidores que receberão o 13º salário não conseguirão poupar (contra 33% em 2017).  Gastos com alimentação (supermercado e alimentação fora de casa) foram o que mais pesaram para o consumidor em 2018, com 27% das menções. Em 2º lugar foram os gastos com combustíveis, com 23% das menções (eram 17% em 2017) e em 3º os gastos com energia elétrica. A tabela contém a relação completa dos itens que mais pesaram no bolso dos brasileiros. Para economizar, 33% dos consumidores tentaram reduzir os gastos com lazer ao longo do ano de 2018, constatou a pesquisa da Boa Vista. 27% mudaram os hábitos com alimentação. 10% reduziram o consumo de energia elétrica. Outros 10% com TV paga, telefone fixo, celular e Internet. 8% com combustível e 3% com moradia (aluguel e condomínio). 32% alegaram que não irão comprar presentes neste Natal e Fim de Ano porque estão endividados. O desemprego é o segundo motivo, com 21% das menções. 16% porque não comemoram a data e 13% porque priorizarão outras despesas (casa, escola, médico, etc). Cenário atual X cenário futuro Assim como na pesquisa anterior, a maioria (79%) ainda avalia a economia brasileira como pior hoje, na comparação ao mesmo período do ano passado. Dos que consideram a situação econômica melhor são 12% dos entrevistados.  Para 58% dos consumidores o poder de compra e a renda familiar diminuíram em 2018 na comparação ao ano anterior. Se forem considerados mais aqueles que informaram que a situação está igual, este percentual passa para 79%.  92% dos consumidores esperam que a vida financeira esteja melhor no fim de 2019. Em 2017, eram 88% que tinham essa expectativa com relação a 2018. Metodologia Pouco mais de 1.300 consumidores participaram da pesquisa Hábitos de Consumo de Natal e Fim de Ano 2018, da Boa Vista, realizada entre os dias 18 de outubro a 11 de novembro. A leitura dos resultados deve considerar 3% de margem de erro e grau de confiança de 95%.  SOBRE A BOA VISTA A Boa Vista é uma empresa brasileira que alia inteligência analítica à alta tecnologia para transformar dados em soluções para os desafios de clientes e consumidores.   Criada há mais de 60 anos como SCPC (Serviço Central de Proteção ao Crédito), tem contribuído significativamente para o desenvolvimento da atividade de crédito no Brasil, ajudando o País a estabelecer uma relação de consumo mais equilibrada entre empresas e consumidores.  A Boa Vista é precursora do Cadastro Positivo, banco de dados com informações sobre o histórico de pagamentos, que deixa a análise de crédito mais justa e acessível.  Pioneira também em serviços ao consumidor, a Boa Vista responde por iniciativas que cooperam com a sustentabilidade econômica dos brasileiros, como a consulta do CPF com score, dicas de educação financeira e parcerias para negociação de dívidas. Tudo disponível de forma simples, rápida e segura no portal consumidorpositivo.com.br. Atualmente é referência no apoio à tomada de decisão em todas as fases do ciclo de negócios: prospecção, aquisição, gestão de carteiras e recuperação. Dados estão em toda parte. O que a Boa Vista faz é usar inteligência analítica para transformá-los em respostas e soluções às necessidades e desejos dos consumidores e empresas.

Nota de repúdio ao aumento de salários do governador, vice-governador e secretários estaduais

Salário - ACICG.

A Associação Comercial e Industrial de Campo Grande (ACICG) repudia veementemente o reajuste de 16,38% nos salários do governador, do vice e dos secretários do Estado, aprovado ontem (18) em regime de urgência pelos deputados estaduais, que, na mesma sessão, aprovaram a vinculação dos salários deles aos salários dos deputados federais, o que pode representar 16,37% de aumento em seus subsídios. O aumento no salário do governador eleva ainda o teto dos vencimentos de todo o funcionalismo público do Estado, gerando aumento das despesas que já ultrapassaram o limite da Lei de Responsabilidade Fiscal e comprometendo o pagamento da Folha em 2019. A decisão é um efeito cascata da aprovação do reajuste de também 16,38% dos salários dos ministros do STF. Em tempos de austeridade, em que um quarto da população vive com menos de R$ 387 por mês e a pobreza extrema já atinge mais de 14 milhões de pessoas, a decisão vai na contramão daquilo que se espera do poder público. A população e os empresários têm feito a lição de casa e cortado custos desde o início da grave crise econômica, em 2014. O mínimo que se espera é que o poder público faça o mesmo. Em nome da sociedade civil organizada, que não aguenta mais pagar tantos impostos para sustentar a máquina pública, a ACICG solicita ao governador Reinaldo Azambuja que vete o aumento, em nome da Gestão Pública Eficaz prometida na campanha que o reelegeu. #VetaAzambuja #JUNTOSFAREMOS

Em nota, ACICG e CDLCG pedem veto ao aumento de salários dos vereadores de Campo Grande

ACICG

As entidades representativas do setor empresarial, em nome da sociedade civil organizada, pedem ao prefeito Marcos Trad, que vete o projeto de Lei que aumenta em 48% os salários dos vereadores de Campo Grande.   O Brasil tenta se recuperar de uma grave crise econômica que assola o país desde 2014, a população e os empresários têm feito a lição de casa e cortado custos desde então. O mínimo que se espera é que o poder público faça o mesmo.  #VetaMarquinhos   Associação Comercial e Industrial de Campo Grande (ACICG); Câmara dos Dirigentes Lojistas de Campo Grande (CDLCG) 

Parceria entre ACICG e Crafty promete movimentar o comércio

Comércio - ACICG.

Aplicativo será canal utilizado por mais de 100 mil servidores públicos municipais e estaduais para consultarem descontos e vantagens na compra de produtos e serviços A época mais esperada pelo comércio chegou e a Associação Comercial e Industrial de Campo Grande (ACICG) e o Crafty estão dando uma ajuda valiosa para as empresas se  promoverem gratuitamente, impulsionando sua visibilidade. Lançado no último dia 10, o Crafty Club permite aos empresários a exposição gratuita de seus produtos em uma vitrine virtual disponível no aplicativo, que será acessado por mais de 100 mil servidores públicos municipais e estaduais, ativos e aposentados, em busca de descontos e vantagens no comércio da capital. CSM e CSE – O Clube do Servidor Municipal (CSM) e o Clube do Servidor Estadual (CSE) são convênios firmados pela ACICG com a Prefeitura e com o Governo do Estado para dar condições exclusivas – como, descontos, brindes e formas diferenciadas de pagamentos – nas compras realizadas pelo funcionalismo público no comércio de Campo Grande. O presidente da ACICG, João Carlos Polidoro aposta na credibilidade, no trabalho sério e comprometido da entidade para que mais empresas se beneficiem dessa parceria. “Por meio do Clube do Servidor Estadual, que criamos em 2015, e do Clube do Servidor Municipal, lançado em novembro deste ano, os empresários terão uma excelente oportunidade de se apresentarem a esse público tão estimado que é o funcionalismo público. A experiência que adquirimos desde o primeiro convênio assinado comprova que ações como essa realmente fomentam o movimento no comércio, fazendo o dinheiro girar aqui, em nosso município, e isso é extremamente importante, sobretudo porque o cenário para o Natal deste ano é mais otimista, e nossa expectativa é que supere o movimento de 2017”. Reinaldo Silva, diretor comercial do Crafty disse que o aplicativo foi criado para descomplicar a vida dos usuários, conectando os prestadores de serviços, e agora as empresas, aos seus usuários. “Nosso poder de negócio se baseia na reputação e essa é a vitrine do profissional lá dentro. Na outra via a gente dinamiza a economia local, movimentando o ecossistema onde atuamos. Estamos no Brasil inteiro, mas algumas ações são exclusivas apenas para Campo Grande que é o nosso mercado piloto para o Crafty Club, uma evolução do Crafty. Então, além dos prestadores de serviço, os usuários encontrarão também os estabelecimentos comerciais dentro do aplicativo. Aos empresários, o Crafty também oferece uma ferramenta completa para o estabelecimento gerenciar seu negócio proporcionando, inclusive, que o empresário crie cartões de fidelidade para seus clientes. “O empresário poderá mostrar sua vitrine virtual dentro do aplicativo, conversar com seus clientes, e utilizar uma ferramenta de CRM, que o Crafty entrega sem custo aos estabelecimentos comerciais, tudo 100% gratuito. Para ter acesso ao CSM e ao CSE dentro do Crafty, a empresa precisa ter vínculo com a Associação Comercial, porque é por meio dessa parceria que conseguimos oferecer essa infraestrutura sem custos para nenhuma das pontas”, explicou Silva. O presidente da ACICG, João Carlos Polidoro disse ainda que os convênios com a Prefeitura e com o Estado atendem a vários pedidos. “Esse movimento fomenta o comércio de Campo Grande, que está precisando, sobretudo na região Central, e especialmente diante das dificuldades que todos sabemos que estão enfrentando. O funcionário público é um cliente muito importante, pois está recebendo o seu pagamento em dia e, a certeza de que ele receberá também o seu 13º salário na época certa traz mais ânimo ao comércio, que tem a oportunidade de retribuir a esse consumidor por meio do CSM e do CSE, oferecendo vantagens especiais, descontos e condições diferenciadas de pagamento a esse público”. Para ter acesso aos descontos os servidores públicos devem baixar o aplicativo no celular e, ao realizar o cadastro já terão acesso às informações de benefícios exclusivos. Depois disso basta escolher o estabelecimento, realizar suas compras e mostrar o aplicativo na hora do pagamento. Os empresários que quiserem saber mais sobre o funcionamento do Crafty e seus benefícios podem entrar em contato com a Associação Comercial pelo telefone (67) 3312-5000, ou irem até a sede da entidade localizada na Rua 15 de Novembro, 390, Centro.

Nome Limpo segue até sexta-feira na ACICG

Negociar dívidas - ACICG.

A 13ª edição da campanha de recuperação de crédito Nome Limpo segue até sexta-feira (14/12), das 8h às 17h, sem intervalo para o almoço, na sede da Associação Comercial e Industrial de Campo Grande (ACICG), situada na Rua 15 de Novembro, 390, Centro. Esta semana, o feirão de negociação contará com a participação da Energisa atendendo seus clientes. Entre as condições especiais, a concessionária de energia elétrica oferece isenção de juros, multa, mora e correção para pagamento à vista, além da possibilidade de parcelamento. E nesta terça-feira, a Uniodonto também atenderá os inadimplentes.   A gestora de Negócios da ACICG, Letícia Ribeiro, explica que a campanha é bastante aguardada pelo comércio, pois possibilita às empresas o recebimento e regularização dos créditos perdidos, a reativação de clientes antigos e, ainda, contribui para o aquecimento do mercado para as compras de Natal. “Esses fatores somados ao desejo das pessoas de regularizarem sua situação financeira gera excelentes resultados fazendo com o que o dinheiro volte a circular aqui na cidade”, esclarece. Na última semana, a negociação foi realizada com o Conselho Regional de Administração (CRA/MS) e o Conselho de Arquitetura e Urbanismo (CAU/MS). “Temos conselhos associados à ACICG e esse público nos acionou diante da crescente inadimplência que têm sofrido. Muitas entidades têm como única fonte de receita a contribuição associativa, então qualquer falha nesses recebimentos dificulta a própria entidade de se manter, representando riscos para todo um setor”, informou Letícia. Em 2017, graças ao maior feirão de negociação de débitos de Mato Grosso do Sul, mais de 3 mil registros de dívidas foram excluídos do sistema do SCPC durante a campanha; quase 13 mil pessoas foram atendidas para consultas a débitos somente na ACICG, e mais de R$2,5 milhões foram recuperados para o comércio de Campo Grande. “A nossa expectativa para este ano é manter o número de atendimentos em relação a campanha do ano passado”, finaliza a gerente comercial da ACICG, Letícia Ribeiro. Serviço: Campanha Nome Limpo Data: até 14 de dezembro Horário: das 8h às 17h Local: ACICG – Rua 15 de Novembro, 390, Centro Informações: (67) 3312-5063 

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