Associação Comercial alerta entidades e deputados sobre Projeto de Lei que prejudicará o comércio

Comércio - ACICG.

Nesta quarta-feira, a Associação Comercial e Industrial de Campo Grande (ACICG) mobiliza entidades empresariais e deputados estaduais para alertar sobre o Projeto de Lei 29/2019, de autoria de João Henrique Catan, que pode criar mais burocracia para os empresários, encarecer e diminuir a liberação de crédito aos consumidores, e aumentar a inadimplência. O encontro acontece às 18h30, na sede da entidade, situada na rua 15 de novembro, 390. Na ocasião será apresentado um parecer técnico sobre o Projeto de Lei que, na prática, vai impor a necessidade de autorização dos inadimplentes para a inclusão do próprio nome em cadastros de devedores. Entre as entidades já confirmadas, estão: Sindicato dos Estabelecimentos de Ensino de Mato Grosso do Sul (Sinepe), Sindicato das Empresas de Transporte de Cargas e Logística de Mato Grosso do Sul (Setlog), Sindicato do Comércio Varejista de Combustíveis, Lubrificantes e Lojas de Conveniência de Mato Grosso do Sul (Sinpetro), Associação Sul-Mato-Grossense de supermercados (Amas), Associação Brasileira de Bares e Restaurantes de Mato Grosso do Sul (Abrasel), Sindicato dos Trabalhadores em Hotéis, Bares, Restaurantes e Similares (Sinthorems), entre outras.

Artigo – Previdência: o insustentável peso da realidade

Previdência social - ACICG.

Por Normann Kallmus Quem nunca ouviu a frase “não existe essa coisa de almoço de graça”? Em “economês” isso se chama trade-off e quer dizer que ao decidirmos fazer alguma coisa, deixaremos de fazer alguma outra coisa, pelo menos naquele momento. A discussão sobre a necessidade de reformar a previdência, passa por essa constatação. Não é que o país vai quebrar se não a reforma não passar, é que o ajuste vai acontecer, de um jeito ou de outro. Simples assim! Não precisa ter imaginação: lembre da Grécia, lentamente se reorganizando, de Portugal, agora andando rápido e do Rio de Janeiro, onde nada foi feito e que continua “no buraco”. Quando o desequilíbrio ocorre em alguma esfera inferior, funcionam os mecanismos locais. Primeiro o governante vai à público dizer que “vamos ter que apertar os cintos”, reduz horário de atividade e o cafezinho. Depois os aposentados deixam de receber. Por último entram na ciranda os servidores públicos da ativa. A quem vão reclamar se não há dinheiro? Podem pedir demissão e procurar emprego em outro canto. Vai ser difícil de encontrar porque estamos em recessão, lembra? Mas se o problema é do país, entra em ação outro mecanismo porque a autoridade monetária pode emitir dinheiro. Na falta de alternativa, essa poderá ser a solução. Vai ser até mais fácil. Não tem que negociar com o STF, nem aguentar deputado chamando ministro de “tchutchuca”. É só imprimir dinheiro. Fácil, né? Só que não (ou #SQN para quem é mais ligado às mídias sociais. Aumentar a massa monetária em circulação (esse é o nome esquisito que os economistas dão para impressão de moeda), vai gerar inflação, muita inflação. Mas todo mundo recebe e ninguém vai poder reclamar, apesar da queda do poder de compra do salário. Lembra do que comecei falando a respeito de almoço de graça? Pode-se mudar o nome das coisas, mas isso não muda sua essência. Pau é pau, pedra é pedra e fim de papo, apesar de sermos brasileiros e acreditarmos no infinito poder do jeitinho. A previdência do jeito que está, gera insegurança no ambiente econômico, portanto, se for resolvido o problema, passamos a ter mais oportunidades de investimento. Nossos congressistas e o STF só podem ter duas razões para não entender: querem “valorizar o seu passe” ou não querem que o país dê certo para evitar a continuidade do governo atual. Ambas ensejam má fé. Esse não é um tema novo. FHC já tinha identificado o nó, mas preferiu garantir a reeleição do que resolvê-lo. Lula sempre foi consciente da necessidade de alteração e chegou a falar diversas vezes a respeito, mas apesar de contar com aprovação de “mais de 100%” dos brasileiros, segundo sua avaliação, nunca se dispôs a enfrentar o tema para garantir a manutenção de sua aura. Dilma falava a respeito, mas para não abandonar o culto à mandioca, deixou-o de lado. Temer quase o fez, mas a divulgação da gravação do “tem que manter isso aí”, sepultou a possibilidade. Sobrou para Bolsonaro, ou melhor, para Paulo Guedes. Problemas crescem quando não são enfrentados e este é o caso. Entre 2000 e 2010, apenas 10 anos, a população jovem (até 24 anos), caiu de 49,6% para 42,1% (-7,5 pontos percentuais). É essa população que não vai conseguir pagar a conta da nossa previdência, se não fizermos nada. No mesmo período de 10 anos, a natalidade caiu quase 8% e a mortalidade, quase 9%. A expectativa de vida ao nascer, no entanto, cresceu 8%. Com o sucesso da ciência, a população está chegando a idades cada vez mais avançadas. Maior longevidade, mais dinheiro necessário para aposentadorias. Menos jovens, porque caiu a taxa de natalidade, menos trabalhadores contribuindo. A oposição à mudança na previdência não tem nada a ver com dúvidas técnicas, mas com defesa de interesses de alguns grupos em relação ao restante da população. Estamos buscando um “jeitinho”, mas dessa vez não vai dar. Mas se você prefere a inflação e mais recessão, fique à vontade. Só não diga que não foi avisado. Lembre que estamos mais velhos e que é ridículo “pagar de adolescente, talquei”? Campo Grande, abril de 2019 Normann Kallmus é economista-chefe da Associação Comercial e Industrial de Campo Grande (ACICG), especialista em Gestão do Conhecimento (COPPE/UFRJ), Administração de Projetos Logic-Frame (BID) e Educação Ambiental (SENAC).

Associação Comercial apresenta parecer contrário ao PL que pode emperrar o comércio no MS e aumentar a inadimplência

Inadimplentes inadimplência - ACICG.

Campo Grande, 12 de abril de 2019 – Representantes da Associação Comercial e Industrial de Campo Grande (ACICG) e de outras entidades que estão à frente do comércio da Capital se reuniram na tarde desta sexta-feira (12), com o presidente da Comissão do Turismo, Indústria e Comércio da ALMS, deputado estadual Capitão Contar, para alertar sobre o Projeto de Lei 29/2019, de autoria de João Henrique Catan, que pode criar mais burocracia para os empresários, encarecer e diminuir a liberação de crédito aos consumidores, e aumentar a inadimplência. O presidente da ACICG, João Carlos Polidoro e o primeiro secretário da entidade, Roberto Oshiro, apresentaram um parecer técnico sobre o Projeto de Lei que, na prática, vai impor a necessidade de autorização dos inadimplentes para a inclusão do próprio nome em cadastros de devedores. A proposta passou pela CCJ (Comissão de Constituição, Justiça e Redação) e teve o parecer favorável com duas emendas supressivas e duas emendas modificativas num Projeto de Lei de apenas 11 artigos. Ela foi encaminhada para análise da Comissão de Turismo, Indústria e Comércio. O Projeto de Lei copia artigos da Lei Federal 13.709/2018, porém cria meios que conflitam com uma Lei Nacional, que ainda vai entrar em vigor. “Este projeto padece de ilegalidade, pois vai contra o que está na Lei Federal. E esta lei estadual nos preocupa de forma geral, pois quer tratar de cadastramento e coletas de dados de forma individualizada. Imagina se cada estado fizer isso, a bagunça que se tornaria e o problema para os pequenos empresários e o serviço das startups”, expôs Oshiro. O primeiro-secretário da ACICG ainda relatou que, “deputados de outros estados também tentaram apresentar leis em cópia da lei federal, como o Rogério Nogueira, de São Paulo, e Manoela d’Ávila, do Rio Grande do Sul. E eles foram arquivados, justamente porque vai na contramão e causa prejuízo à toda a população”. Caso o Projeto seja aprovado, o crédito se tornará ainda mais restrito à população. “O comerciante ficará com receio de dar crédito e até mesmo de negativar o devedor, pois necessitará de autorização do inadimplente, inviabilizando todo o sistema de proteção ao crédito. Isso vai fazer com que o empresário não tenha uma informação segura para vender e ainda correrá o risco de ter que indenizar o devedor apenas por tentar receber seus direitos. Por fim, isso também acabará prejudicando o bom consumidor, que pagará mais caro em produtos e serviços, sendo diretamente afetado pela dívida do mau consumidor”, relata Roberto Oshiro. O presidente da Associação Comercial disse que o Projeto de Lei parece ser simples, mas alertou que vai implicar na vida de todos os segmentos do comércio e da sociedade como um todo. “Por exemplo, as empresas que vendem por meio de aplicativos: como ela vai comprovar que o cliente permitiu que um cadastro fosse realizado? Meio de transporte, relacionamento, alimentação, são alguns dos segmentos que ficam em aberto no Projeto, e vão ser impactados, e até a divulgação de cursos e palestras. Tudo isso já está previsto em Lei Federal, então, por que Mato Grosso do Sul precisa antecipar esse problema?”. Polidoro contribuiu ainda sobre os trabalhos dentro da Casa de Leis. “Precisamos rever essa questão de se fazer Lei simplesmente por fazer. É muito mais importante que se trabalhe para fazer cumprir as leis já existentes do que criar novas, pois já temos um arcabouço absurdo pra cumprir enquanto cidadãos, empresários, como seres de uma sociedade. É importante se levar em consideração que afeta todos os segmentos da sociedade e precisamos ficar atentos a isso”, afirmou.   A representante da OAB/MS enalteceu que acompanhará de perto o andamento do projeto de lei, que encontra divergência e pode ir na contramão do fomento das empresas em todo o Estado. Já o deputado Capitão Contar, acolheu todas as argumentações e informou que levará o caso ao conhecimento da Comissão, onde o projeto de lei se encontra. “Acredito que precisamos ouvir todas as pontas do processo, para que não haja entraves, principalmente porque nosso país já tem muitas leis, e uma boa parte não é aplicada”, finaliza o parlamentar.

Nova pesquisa da Associação Comercial revela queda no número de imóveis fechados no Centro

ACICG

Rua 14 de Julho apresentou aumento de 20% no número de fechamentos; pesquisa é realizada desde 2017 pela ACICG 10 de abril de 2019 – Levantamento realizado no mês de março pela Associação Comercial e Industrial de Campo Grande (ACICG) revelou uma queda de 3,43% no número de imóveis fechados no quadrilátero que compreende as ruas Mato Grosso, Fernando Corrêa da Costa, Calógeras e 13 de Maio, em relação a 2018. Em 2017, primeiro ano da pesquisa realizada pela ACICG, o número de imóveis fechados na região era de 204, chegando a 211 no ano passado, e retornando a 204 em março deste ano. O levantamento realizado pela equipe da entidade, que checou os imóveis da região porta-a-porta, em horário comercial. A rua 14 de Julho foi única que apresentou progressão no número de imóveis fechados. “Apesar de todas as dificuldades enfrentadas pelos empresários localizados no quadrilátero central de Campo Grande, em especial aos da Rua 14 de Julho, que viram o faturamento despencar em função dos transtornos causados pela obra do Reviva, a pesquisa mostra que o Centro continua sendo uma opção para quem quer empreender na Cidade Morena. Vimos algumas lojas fecharem e novas empresas se estabelecerem trazendo conceitos diferentes, com grande expectativa para o que o Centro promete se tornar. Esperamos que o cronograma da obra seja cumprido, e que a pesquisa do próximo ano traga o menor número possível de imóveis fechados”, comentou o presidente da ACICG, João Carlos Polidoro.

Impostômetro da ACICG registrou hoje a marca de R$ 700 bilhões pagos ao Governo Federal

Impostos - ACICG.

09 de abril de 2019 – O Impostômetro da Associação Comercial e Industrial de Campo Grande (ACICG) registrou na manhã desta terça-feira (9), às 9h30, a marca de R$ 700 bilhões, valor que representa o total de multas, taxas, contribuições e impostos pagos pelos brasileiros desde o primeiro dia do ano. Em 2018, esse montante foi arrecadado seis dias mais tarde, em 15/4. Em Mato Grosso do Sul, somente neste ano, a cifra de impostos pagos ao governo estadual já chega a R$7 bilhões. Marca alcançada 7 dias mais tarde no ano passado. “No Brasil ninguém gosta de pagar imposto e a razão é muito simples: não é possível identificar o retorno desses recursos extraídos da economia. O aumento da arrecadação, além de gerar uma insatisfação dos agentes produtivos, também tem como resultado a redução da capacidade de crescimento do PIB”, analisa o economista-chefe da ACICG, Normann Kallmus.

Lei do Cadastro Positivo entra em vigor

CRÉDITO - ACICG.

Uma das principais expectativas do mercado de crédito a partir de agora é que aconteça, gradualmente, uma redução da taxa média de empréstimos pessoais 08 de abril de 2019 – O presidente Jair Bolsonaro sancionou nesta segunda-feira, dia 08, a nova lei do Cadastro Positivo, que tem entre os seus principais impactos para o mercado de crédito brasileiro, a inclusão automática de consumidores (pessoas físicas e pessoas jurídicas) no banco de dados com informações de pagamento. A expectativa é que neste novo modelo, o Cadastro Positivo inclua aproximadamente 120 milhões de consumidores, dos quais cerca de 22 milhões são pessoas que atualmente não têm acesso ao crédito. Para o presidente da Boa Vista, Dirceu Gardel, este é um momento histórico para o país que, após décadas aguardando a efetividade do Cadastro Positivo, passará a experimentar essa nova realidade. Na opinião do executivo, o Brasil entra para o grupo de países que analisam o comportamento creditício do consumidor não só por meio das informações negativas – de inadimplência, especialmente –, mas também as informações de pagamento. O que tende a tornar muito mais justo e inclusivo o processo de análise e de concessão de crédito no país. De um modo geral, um dos impactos mais aguardados é a redução da taxa média de juros de empréstimos pessoais, que, atualmente, é de 45% ao ano, segundo o Banco Central. Em outras modalidades, como na do cartão de crédito, a taxa de juros ao ano é de 295,5%, enquanto os juros do cheque especial chegam a 318%. “Atualmente os que pagam em dia e os que atrasam o pagamento das suas contas são avaliados da mesma forma e pagam as mesmas taxas de juros. Com a nova lei, será possível distinguir este comportamento e aplicar taxas e condições diferenciadas”, explica o presidente da Boa Vista. Com a sanção presidencial, as fontes – empresas credoras como instituições financeiras, varejistas e que prestam serviços continuados de consumo (telefonia, energia, gás etc) –, após o prazo de 90 dias serão obrigadas a enviar as informações às gestoras de dados, como a Boa Vista. Feito isso, em até 30 dias os consumidores serão comunicados sobre a inclusão no Cadastro Positivo. Para Gardel, estima-se que para o início de 2020 será possível começar a colher resultados desse processo de coleta de informações, como a ampliação do crédito e a diminuição da inadimplência. Isso porque começarão a ser apresentadas operações mais customizadas ao comportamento de cada consumidor. “A concessão tenderá a ser mais precisa, já que as gestoras de bancos de dados vão poder mostrar com mais detalhes às concedentes de crédito qual é a real capacidade de pagamento do consumidor. Os scores, da Boa Vista, por exemplo, vão conseguir discriminar os bons pagadores, gerando impactos significativos nos resultados das concedentes. Se melhorarmos esse tipo de avaliação, certamente a inadimplência vai cair, e em um segundo momento a taxa de juros”, explica o CEO da Boa Vista. O Cadastro Positivo impactará especialmente empresas que utilizarem as suas informações para aperfeiçoar o modo como analisam os perfis dos seus clientes e como concedem crédito. Essa precisão contribuirá para que as propostas de financiamento tenham condições de pagamento e taxas mais adequadas, potencializando novos negócios, inclusive, o Retorno sobre Investimento – ROI. Consecutivamente, o reflexo disso tudo será perceptível na economia. Informações: boavistascpc.com.br

ACICG reúne palestrantes famosos no 1º Fórum estadual de Gestão de Pessoas

ACICG

Tecnologias revolucionárias em aprendizagem, autoconhecimento, comunicação e criatividade, e treinamento em vendas são os temas que guiarão os debates Campo Grande, 04 de abril de 2019 – A Associação Comercial e Industrial de Campo Grande (ACICG) vai reunir quatro grandes nomes do treinamento e desenvolvimento de pessoal durante o 1º Fórum Sul-Mato-Grossense de Gestão de Pessoas, que acontece no dia 27 de abril, no Hotel Deville Prime, na Capital. O evento tem o objetivo de auxiliar empresários e gestores de pessoas das organizações a avaliarem seu desempenho, por meio do autoconhecimento e da utilização de ferramentas práticas, que proporcionem o aumento de produtividade da equipe. Quatro temas vão guiar os especialistas que conduzirão o encontro: tecnologias que estão revolucionando o aprendizado, autoconhecimento, comunicação e criatividade e treinamento em vendas. As vagas são limitadas e as inscrições podem ser feitas na sede da Associação Comercial localizada na Rua 15 de Novembro, 390, Centro. Conheça os palestrantes: Tema: Comunicação e criatividade: O segredo que leva sua ideia para frente. Alvaro Fernando – Autor do livro Comunicação e Persuasão – O poder do diálogo, é palestrante do CBTD desde 2014. Criou o método SANDWICH de apresentações em reuniões e auditórios. É empreendedor, músico, publicitário e sócio da Vu Studio. Além de receber vários prêmios nacionais, conquistou três Leões no Festival de Cannes, medalha de prata no New York Festival, e primeira colocação no London Festival. Tema: Aprendendo a vida toda! Você como protagonista do seu futuro. Igor Cozzo – Diretor Técnico da Associação Brasileira  de Treinamento e Desenvolvimento (ABTD); Possui mais de 20 anos de experiência na área de desenvolvimento de pessoas. É empreendedor com formação em comunicação social. Tema: A revolução da aprendizagem: tecnologias que estão mudando a  forma de aprender. Richard Vasconcelos – Mestre em Tecnologias Educacionais pela Universidade de Oxford, é CEO da LEO Brasil, empresa global de capital aberto com três décadas de experiência em soluções e tecnologias educacionais customizadas, entregues a clientes em mais de 50 países. Tema: Coaching em vendas Fabio Scannavino – Master Coach, mentor e trainer formado em administração com ênfase em comércio exterior pela Mackenzie. Possui MBA em Gestão Estratégica de Marketing pela ESPM, e Gestão Estratégica em Tecnologia da Informação pela FGV. FOi gestor nas áreas de marketing e vendas, recursos humanos, e diretor executivo em segmentos como alimentação, trading/logística, educação e tecnologia. SERVIÇO: 1º Fórum Sul-Mato-Grossense de Gestão de Pessoas Data: 27 de abril, 8h Local: Hotel Deville Prime Informações: (67) 3312-5058 / 98405-4600 – escoladevarejo@acicg.com.br

Bom exemplo: governador do DF protocola PL que acaba com diferencial do ICMS para micro e pequenas

Micro e pequenas empresas - ACICG.

O Governador do DF protocolou na Câmara Legislativa um Projeto de Lei para acabar com a cobrança do ICMS correspondente à diferença entre a alíquota interna e a interestadual (Difal), nas operações com mercadoria de outra unidade federativa, em benefício das micro e pequenas empresas estabelecidas no DF e optantes do Simples Nacional. Confira a notícia na íntegra. Ao propor o fim da Difal, o governo estima uma desoneração tributária de cerca de R$ 83 milhões em 2019, alcançando a cifra de R$ 90 milhões em 2021. Segundo o Governo do DF, a medida já foi adotada por outros estados e, além de promover “justiça fiscal”, deve fomentar o desenvolvimento dos pequenos negócios, contribuindo com o aquecimento da economia do DF. O governador Ibaneis Rocha, ao entregar a proposta, destacou que a extinção da Difal é uma das medidas mais aguardadas pelo setor produtivo e que deve favorecer tanto o setor varejista quanto o atacadista. “Esperamos gerar emprego e renda nas duas pontas”, afirmou. O presidente Rafael Prudente elogiou a iniciativa, apontando não ser preciso aumentar imposto para arrecadar mais. Ele lembrou outros projetos recém-aprovados em prol do setor produtivo, a exemplo do Zoneamento Ecológico-Econômico do Distrito Federal (ZEE), e se comprometeu a dar celeridade ao texto protocolado nesta tarde. Informações http://www.tudooknoticias.com.br/brasilia/ibaneis-protocola-pl-que-acaba-com-diferencial-do-icms-para-micro-e-pequenas-empresas/

ACICG realiza mutirão de negociação para o setor habitacional

Negociação - ACICG.

Serão ofertadas condições flexíveis, como oportunidades de parcelamento e redução de juros, aos clientes que possuem débitos relacionados a loteamentos, adquiridos com a imobiliária Consumidores com pagamentos em atraso com a imobiliária Financial podem renegociar seus débitos durante o Mutirão de Negociação, que será realizado na Associação Comercial e Industrial de Campo Grande (ACICG) de 8 a 12 de abril. Serão ofertadas condições flexíveis, como oportunidades de parcelamento e redução de juros, aos clientes que possuem débitos relacionados a loteamentos, adquiridos com a imobiliária. Informações sobre descontos para pagamento à vista podem ser obtidas no local. Para participar, é necessário comparecer à sede da ACICG, localizada na Rua Quinze de Novembro, 390, Centro, portando documento pessoal com foto. O atendimento será realizado das 13h às 17h. Sobre os mutirões Para auxiliar empresas e consumidores, a ACICG promove mutirões de negociação e conciliação de dívidas. São eventos que auxiliam o comércio na recuperação de crédito para os inadimplentes, aquecendo a economia e os reintroduzindo ao mercado consumidor. Em 2018, foram realizados quatro mutirões de negociação, envolvendo concessionária de energia, conselhos de classe e instituições de ensino, totalizando mais de R$ 3 milhões em acordos. “Os eventos de negociação ajudam consumidores a retomarem o poder de compra no comércio e as empresas realizarem novos negócios. Por isso, estamos oferecendo esse serviço a todas as empresas associadas que precisem de ajuda”, explica a gestora de negócios da ACICG, Letícia Ribeiro. Iniciativas que estimulem pessoas com contas em atraso a negociarem ajudam a reduzir índices de inadimplência. Na região Centro-Oeste, a inadimplência do consumidor caiu -3,9 % no acumulado em 12 meses (março de 2018 até fevereiro 2019 frente aos 12 meses antecedentes), de acordo com dados da Boa Vista. Já na avaliação mensal de janeiro com fevereiro desse ano, o indicador apresentou queda de -6,6% na região. Quando comparado o resultado contra o mesmo mês de 2018, o indicador ficou em -8,2%.

Empresas dizem que demandarão menos crédito em 2019, aponta Boa Vista

CRÉDITO - ACICG.

28 de março de 2019 – Um percentual menor de empresas de todos os portes buscará crédito no mercado em 2019, é o que constatou a Pesquisa Perspectiva Empresarial da Boa Vista, realizada no 4º Tri/2018. Já das que contratarão crédito, são as microempresas (36%) que devem demandar mais ao longo do ano, seguida das médias (33%), das grandes (28%) e das pequenas (21%). Os gráficos abaixo contêm as informações.Também segundo a pesquisa, são as empresas da Indústria as mais contundentes ao afirmar que não demandarão crédito em 2019. No 4º Tri/;17, 37% disseram que não demandariam crédito em 2018. Já no 4º Tri/18, 58% das respondentes afirmaram que não demandarão crédito em 2019.Para as empresas que demandarão crédito, 41% das grandes farão para alavancar capital de giro. 47% das médias e 46% das micro informaram que usarão para realizar novos investimentos e 35% das pequenas empresas para pagar empréstimos. Como consta nos gráficos:Ao avaliar por ramo de atividade, a pesquisa constatou que a maior parte das empresas, tanto da Indústria, quanto do Comércio e de Serviços, demandará crédito em 2019 para realizar novos investimentos.A pesquisa também constatou que cresceu a proporção de empresários que acreditam que em 2019 irão pagar taxas maiores ao demandarem crédito, como é possível observar na imagem abaixo:Para os economistas da Boa Vista, apesar do aumento da confiança apontado em diversos indicadores, os dados da pesquisa refletem cautela dos empresários, que, diante da retomada lenta da economia, ainda estão evitando novas dívidas. Metodologia A pesquisa Perspectiva Empresarial da Boa Vista utiliza metodologia quantitativa com coleta de informações por meio eletrônico via internet. É trimestral, e mostra o evolutivo 2017 e 2018. O seu universo é representado por empresas do Comércio (atacadista e varejista), Serviços (Instituições Financeiras e Construção Civil), Indústria, Construção Civil e Instituições Financeiras. Neste levantamento, foram entrevistas pouco mais de mil empresas. Para a leitura geral dos resultados, considerar 95% de grau de confiança, e margem de erro de 3%, para mais ou para menos. SOBRE A BOA VISTA A Boa Vista é uma empresa brasileira que alia inteligência analítica à alta tecnologia para transformar dados em soluções para os desafios de clientes e consumidores.  Criada há mais de 60 anos como SCPC (Serviço Central de Proteção ao Crédito), tem contribuído significativamente para o desenvolvimento da atividade de crédito no Brasil, ajudando o País a estabelecer uma relação de consumo mais equilibrada entre empresas e consumidores. A Boa Vista é precursora do Cadastro Positivo, banco de dados com informações sobre o histórico de pagamentos, que deixa a análise de crédito mais justa e acessível. Pioneira também em serviços ao consumidor, a Boa Vista responde por iniciativas que cooperam com a sustentabilidade econômica dos brasileiros, como a consulta do CPF com score, dicas de educação financeira e parcerias para negociação de dívidas. Tudo disponível de forma simples, rápida e segura no portal consumidorpositivo.com.br.Atualmente é referência no apoio à tomada de decisão em todas as fases do ciclo de negócios: prospecção, aquisição, gestão de carteiras e recuperação.Dados estão em toda parte. O que a Boa Vista faz é usar inteligência analítica para transformá-los em respostas e soluções às necessidades e desejos dos consumidores e empresas. Informações: www.boavistascpc.com.brRelações com a Imprensa Liliana Liberato(11) 4734-3575 | (11) 9 9376-9511liliana.liberato@boavistascpc.com.br Carla Querino(11) 4734-3579carla.querino@boavistascpc.com.br

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