Evento na ACICG debate impactos das canetas emagrecedoras no consumo e nos negócios de alimentação

Palestra gratuita é promovida pelo Núcleo Setorial de Gastronomia da ACICG e vai discutir como o setor pode se adaptar às novas demandas dos consumidores Crédito da foto: Dreamstime A popularização das chamadas canetas emagrecedoras tem provocado mudanças importantes nos hábitos alimentares de milhões de pessoas. Para discutir os impactos dessa transformação e as oportunidades que ela pode gerar para as empresas, o Núcleo Setorial de Gastronomia da Associação Comercial e Industrial de Campo Grande (ACICG) promove, no dia 14 de julho, às 16h, a palestra “A Gastronomia na Era das Canetas Emagrecedoras: como transformar mudança de comportamento em oportunidade de negócio”. Gratuito, o evento acontecerá na sede da entidade, situada na Rua 15 de novembro, 390, no Centro da Capital. A palestra será conduzida por Roberta Francis, gerente de Turismo e Gastronomia do Senac MS, que abordará como a redução do apetite e a mudança na relação das pessoas com a alimentação estão redefinindo hábitos de consumo e exigindo novas estratégias dos empresários do setor. Mais do que uma discussão sobre medicamentos, o encontro propõe uma reflexão sobre o futuro da gastronomia. O consumidor passa a valorizar cada vez mais qualidade, experiência, saudabilidade e propósito, desafiando os estabelecimentos a repensarem cardápios, porções, precificação e a forma de se relacionar com seus clientes. Segundo o presidente da ACICG, Omar Aukar, o tema reforça a importância de os empresários acompanharem as mudanças do mercado. “O comportamento do consumidor está em constante transformação e quem consegue compreender esses movimentos com antecedência sai na frente. Nosso objetivo é oferecer conhecimento para que os empreendedores possam transformar desafios em oportunidades”, afirma. Durante a palestra, serão apresentados dados de mercado, tendências nacionais e internacionais e oportunidades para que bares, restaurantes, cafeterias e demais empreendimentos gastronômicos possam transformar esse novo comportamento do consumidor em diferencial competitivo. Segundo Roberta, compreender essas mudanças é fundamental para garantir a sustentabilidade dos negócios nos próximos anos.“A gastronomia sempre acompanhou as transformações da sociedade. Hoje, estamos diante de um consumidor que, muitas vezes, come menos, mas se torna mais criterioso na escolha de onde, como e por que consumir. Isso exige dos empresários um olhar estratégico para inovação, experiência e geração de valor,” explica a especialista. O evento é voltado para empresários, gestores, chefs, profissionais da gastronomia e demais interessados em compreender as tendências que vêm redesenhando o mercado de alimentação fora do lar. As inscrições podem ser feitas pela plataforma Sympla ou pelo WhatsApp 67 99268-5807.
Campo Grande vive ciclo de expansão imobiliária e abre oportunidades para investidores

Crescimento populacional, expansão urbana e preços ainda competitivos colocam a Capital entre os mercados promissores do Centro-Oeste. O mercado imobiliário de Campo Grande atravessa um dos momentos mais favoráveis dos últimos anos. Impulsionada pelo crescimento populacional, aumento da renda da população e expansão urbana planejada, a Capital sul-mato-grossense vem registrando indicadores que apontam para um cenário de fortalecimento do setor e abertura de novas oportunidades para investidores, incorporadoras e compradores, segundo a avaliação do Núcleo de Imobiliárias da Associação Comercial e Industrial de Campo Grande (ACICG). Um dos indicadores destacados pelo Otávio Cassimiro, especialista do mercado imobiliário e membro do Núcleo de Imobiliárias da ACICG, é o desempenho das vendas na Capital. No primeiro trimestre de 2026 foram comercializadas 464 unidades, crescimento de 3,3% em relação ao mesmo período do ano anterior. O volume geral de vendas acumulado alcançou R$ 1,74 bilhão. O dado ganha ainda mais relevância porque foi registrado em um período com redução de 41% nos lançamentos imobiliários. “Na prática, o mercado absorveu mais imóveis mesmo com uma oferta menor, sinalizando um ambiente favorável aos vendedores e demonstrando a solidez da demanda local”, analisa Cassimiro. Os preços também acompanham o movimento de fortalecimento do setor. Segundo o levantamento, os imóveis verticais registraram valorização anual de 10,5%, percentual superior à inflação no período. “Campo Grande mantém preços mais competitivos quando comparada a outras capitais da região Centro-Oeste. O valor médio de venda é de R$ 6.650 por metro quadrado, abaixo de Goiânia e Cuiabá, o que indica espaço adicional para valorização nos próximos anos”, avalia o profissional. Bairros Além das regiões já consolidadas, bairros em expansão começam a chamar a atenção de investidores e compradores. De acordo com o especialista, os bairros Tiradentes, Vila Nasser e Autonomista estão entre as áreas com maior potencial de valorização, impulsionadas por novos empreendimentos, melhorias urbanas e crescimento comercial. Entre as localidades com os maiores preços por metro quadrado aparecem Jardim dos Estados, Chácara Cachoeira, Santa Fé, Vilas Boas e Carandá Bosque, regiões que seguem concentrando empreendimentos de padrão elevado. A confiança do mercado também pode ser medida pelo volume de investimentos previstos para os próximos anos. De acordo com Otávio, atualmente, 26 empreendimentos estão em desenvolvimento e aprovação na Prefeitura da Capital, representando uma carteira de investimentos estimados em R$ 2,4 bilhões e mais de 4,8 mil unidades habitacionais. Na visão do coordenador do Núcleo de Imobiliárias da ACICG, Lourenço Fattori, Campo Grande reúne hoje características que raramente aparecem ao mesmo tempo: crescimento populacional, aumento da renda, valorização imobiliária acima da inflação e um volume expressivo de novos investimentos. “Isso cria oportunidades tanto para quem deseja adquirir um imóvel quanto para investidores e incorporadores que buscam mercados com potencial de expansão sustentável”, finalizou.
Núcleo de Contabilidade da ACICG alerta sobre mudanças na emissão de notas fiscais

A partir de agosto, novas regras passam a ser obrigatórias para empresas não enquadradas no regime Simples Nacional Foto: Ascom/Sefaz/AL Empresários que atuam nos regimes de Lucro Presumido ou Lucro Real devem redobrar a atenção às mudanças promovidas pela Reforma Tributária na emissão de notas fiscais eletrônicas. O Núcleo de Contabilidade da Associação Comercial e Industrial de Campo Grande (ACICG) alerta que o prazo para adequação dos sistemas termina no dia 31 de julho e, a partir de agosto, as novas regras de validação passam a ser obrigatórias. As alterações decorrem da implementação da Nota Técnica 2025.002, publicada no Portal Nacional da Nota Fiscal Eletrônica, que atualiza o layout da NF-e e da NFC-e para contemplar os novos tributos criados pela Reforma Tributária: o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) e a Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS). A atualização estabelece novos campos obrigatórios e regras de validação para os documentos fiscais eletrônicos. Segundo a coordenadora do Núcleo de Contabilidade da ACICG, Marijane Moreira, embora 2026 seja considerado um período de transição, a adequação não pode ser deixada para a última hora.“Mais do que uma mudança tributária, estamos falando de uma mudança operacional. Se a empresa não atualizar seu sistema de emissão de notas fiscais e revisar suas informações tributárias, corre o risco de ter documentos rejeitados pelos sistemas autorizadores, interrompendo faturamento, entregas e toda a rotina do negócio”, explica. As empresas optantes pelo Simples Nacional ainda não precisam realizar essa mudança. De acordo com Marijane, o momento exige atuação conjunta entre empresários, escritórios de contabilidade e fornecedores de sistemas de gestão (ERP). “Recomendamos que os empresários procurem seus contadores o quanto antes para verificar se os sistemas emissores da nota fiscal estão atualizados, revisar os cadastros fiscais e realizar testes antes da entrada em vigor das novas validações”, orienta. ServiçoEmpresários interessados em esclarecer dúvidas sobre os impactos da Reforma Tributária e as novas exigências para emissão de notas fiscais podem procurar o Núcleo de Contabilidade da ACICG pelo telefone/Whats app 67 99268-5807.
Evento da ACICG reúne especialistas para discutir a atualização da NR-1 e impactos nas empresas

Especialistas irão orientar empresários sobre riscos psicossociais, saúde mental e adequação às exigências trabalhistas A Associação Comercial e Industrial de Campo Grande (ACICG) realiza no dia 30 de junho, às 18h15, o painel gratuito “O que o empresário ganha com a NR-1?”. O encontro acontecerá na sede da entidade, localizada na Rua XV de Novembro, nº 390, Centro, e vai reunir especialistas para discutir os impactos da Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1) na saúde organizacional, produtividade e gestão de riscos nas empresas. Idealizado pela área de Núcleos Setoriais da entidade, o evento pretende desmistificar a NR-1 e apresentar, de forma prática, como a adequação às exigências legais pode contribuir para a redução de passivos trabalhistas, prevenção de afastamentos e melhoria do ambiente empresarial. “Hoje, saúde e segurança no trabalho deixaram de ser apenas uma obrigação legal e passaram a fazer parte da estratégia das empresas. Quando o empresário compreende e aplica corretamente as exigências da NR-1, ele reduz riscos e fortalece suas equipes. Nosso objetivo com este encontro é justamente aproximar os empresários dessas informações e contribuir com seus negócios”, esclarece o presidente da ACICG, Omar Aukar. Participam do debate as profissionais Dani Gil, especialista em desenvolvimento humano, liderança e comunicação; Dayana das Graças, fisioterapeuta do trabalho e ergonomista; Nívea Lorena Torres, enfermeira ergonomista; Keyth Gimenez Goyano de Barros, neuropsicóloga e diretora do INAP – Instituto de Neurodesenvolvimento e Aprendizagem; Cícera Gavioli, psicóloga clínica; Patrícia Rocha, especialista em saúde e segurança do trabalho da Seed Business/ExclusivaSEG; e Sinome Côrtes, especialista em neurociência, gestão de pessoas, controladoria e finanças corporativas. Durante o encontro, serão abordados temas como saúde mental no ambiente corporativo, riscos psicossociais, ergonomia, liderança, produtividade, relações de trabalho e adequação às normas regulamentadoras. O público também terá acesso a orientações sobre documentação obrigatória, gerenciamento de riscos ocupacionais e estratégias preventivas voltadas à construção de ambientes de trabalho mais seguros e sustentáveis. A programação é voltada para empresários, lideranças, profissionais de recursos humanos, segurança do trabalho e demais interessados em compreender as atualizações da NR-1, especialmente diante da inclusão dos fatores psicossociais na gestão organizacional. As inscrições são gratuitas e podem ser realizadas pela plataforma Sympla ou pelo WhatsApp (67) 99268-5807. As vagas são limitadas.
NR-1 Atualizada: empresas precisam se adequar às novas exigências sobre riscos psicossociais no trabalho

A partir de 26 de maio de 2026, entra em vigor uma importante atualização da Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1), que passa a incluir os riscos psicossociais relacionados ao trabalho no processo de Gerenciamento de Riscos Ocupacionais (GRO). A mudança amplia o olhar das empresas sobre saúde e segurança no ambiente de trabalho, exigindo a identificação, avaliação, prevenção, registro e acompanhamento de fatores que podem impactar diretamente o bem-estar dos colaboradores e os resultados do negócio. Entre os principais fatores psicossociais que deverão ser observados estão a sobrecarga de trabalho, falta de clareza nas funções, jornadas excessivas, conflitos interpessoais, pressão excessiva, falhas de comunicação e ausência de suporte da liderança. Na prática, as organizações precisarão manter um inventário de riscos atualizado, elaborar planos de ação com medidas preventivas, realizar avaliações ergonômicas preliminares, garantir a participação dos trabalhadores no processo de gestão de riscos e registrar evidências das ações implementadas. A fiscalização poderá ocorrer por meio da análise de documentos, entrevistas com trabalhadores, verificação das condições reais de trabalho e avaliação da coerência entre os registros apresentados e a realidade da empresa. Mais do que uma obrigação legal, a adequação à NR-1 representa uma oportunidade estratégica para fortalecer a cultura organizacional, melhorar o clima interno, aumentar o engajamento das equipes, reduzir afastamentos e minimizar passivos trabalhistas. O Núcleo Setorial da ACICG acompanha as atualizações da legislação e está à disposição para orientar empresários sobre as novas exigências, contribuindo para que as empresas estejam preparadas para essa nova realidade e transformem conformidade em vantagem competitiva. Para mais informações, acesse a apostila clicando aqui ou entre em contato conosco pelo telefone (67) 3312-5047 ou pelo e-mail coordenacaonucleos@acicg.com.br.
ACICG adere ao manifesto nacional que defende a PEC do Trabalho Flexível

A Associação Comercial e Industrial de Campo Grande (ACICG) é uma das mais de mil entidades signatárias do manifesto “Uma carta para o Brasil que acorda cedo”, movimento nacional que apoia a PEC 12, proposta que defende a modernização das relações de trabalho por meio da liberdade de escolha do trabalhador, com todos os direitos garantidos pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). O manifesto reúne as principais entidades representativas do setor produtivo brasileiro, entre elas a CACB (Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil), CNA (Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil), CNC (Confederação Nacional do Comércio), CNI (Confederação Nacional da Indústria), CNT (Confederação Nacional do Transporte) e Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo). Apresentada como alternativa à proposta que prevê o fim da escala 6×1, a PEC 12 propõe um modelo mais flexível, permitindo que o trabalhador escolha quantos dias e horas deseja trabalhar, de acordo com sua realidade, necessidades e objetivos financeiros, sem abrir mão de direitos como férias, 13º salário, FGTS e aviso prévio. Para o presidente da ACICG, Omar Aukar, o debate sobre o futuro do trabalho “precisa considerar a diversidade da economia brasileira e a realidade de milhões de trabalhadores e empreendedores que dependem de modelos mais flexíveis para geração de renda, produtividade e manutenção da atividade econômica”. O manifesto na íntegra pode ser conferido abaixo ou no link https://hotsite.fiesp.com.br/umacartaparaobrasil/. Uma carta para o Brasil que acorda cedo A vida não bate ponto do mesmo jeito todos os dias. Tem mês que o movimento bomba e o trabalhador consegue tirar uma boa comissão. Tem mês que a coisa aperta e é preciso correr atrás de um extra para fechar as contas. Tem dia que o filho fica doente, que é necessário sair mais cedo para levar o pai ao médico ou para ver a apresentação da filha na escola. Quem está na luta sabe: a vida real não cabe numa caixinha fechada. Hoje, o Senado Federal analisa a PEC 12, do Trabalho Flexível. Mais que uma alteração na Constituição, ela é a chance de finalmente colocar a decisão na mão de quem move este país: você, trabalhador brasileiro. Quer trabalhar menos horas por dia para conseguir estudar ou cuidar dos filhos? Você pode. Quer trabalhar mais em dezembro, quando o movimento está lá em cima, para entrar o ano sem dívida? Também dá. E tudo isso com os direitos da CLT garantidos, como 13º salário, férias, 1/3 de férias, FGTS, aviso prévio e etc. É o melhor dos dois mundos: a proteção da CLT com o benefício de decidir sobre a própria vida. Mas existe outra proposta em votação que quer fazer exatamente o contrário: impor a mesma escala engessada para todo mundo, como se o Brasil real funcionasse em “tamanho único”. O garçom, que vive da taxa adicional de serviço, não quer uma lei que tire seus melhores dias de trabalho. O vendedor, que conta com a comissão, precisa de tempo para vender, não de uma folga obrigatória. O Microempreendedor Individual (MEI), que tem apenas um empregado, ficará sem ele mais um dia na semana. Toda essa rigidez aumenta o custo dos produtos e serviços e, no fim, quem paga a conta é o trabalhador brasileiro: no preço da marmita, nas compras do supermercado, na tarifa do ônibus, no valor do condomínio… Por isso, os abaixo assinados, que representam mais de 40 milhões de empregos, quase 90% do PIB brasileiro, bilhões de reais em investimentos, exportações, e que estão presentes em todos os cantos do Brasil, pedem: Senhoras senadoras e senhores senadores, votem pela modernização do trabalho. Votem pela PEC 12, a do Trabalho Flexível, e deixem o brasileiro escolher o seu próprio caminho.
ACICG alerta para impactos econômicos da aprovação da PEC do fim da escala 6×1

A Associação Comercial e Industrial de Campo Grande vê com preocupação a aprovação da proposta que prevê o fim da escala 6×1 no Brasil e tem integrado as discussões em torno do tema por meio da Confederação das Associações Comerciais do Brasil (CACB), da qual faz parte. A ACICG considera que o debate sobre qualidade de vida, saúde mental e equilíbrio entre vida pessoal e profissional é legítimo e necessário, mas destaca que uma mudança dessa magnitude não pode ocorrer de forma acelerada, sem ampla discussão técnica e sem avaliação profunda dos impactos econômicos sobre quem gera emprego no país. “Os primeiros e mais afetados por uma alteração abrupta na jornada de trabalho serão justamente os micro e pequenos empresários, responsáveis pela maior parte dos empregos formais e pelo funcionamento da economia real. Em setores como comércio, alimentação, serviços, hotelaria e supermercados, a redução da jornada exigirá ampliação de equipes, reorganização de escalas e aumento expressivo dos custos operacionais”, explica o presidente da ACICG, Omar Aukar. Ele alerta que, na prática, muitas empresas terão dificuldade para manter o mesmo nível de operação sem repassar custos ao consumidor, reduzir investimentos ou até rever postos de trabalho. Pequenos negócios, que já convivem com elevada carga tributária, aumento de custos e margens reduzidas, possuem capacidade muito menor de absorver mudanças impostas sem uma transição responsável. “É preciso reconhecer que o empregador brasileiro já suporta uma das estruturas tributárias e trabalhistas mais onerosas do mundo. Não é razoável que toda a conta da transição recaia exclusivamente sobre o setor produtivo, sem medidas compensatórias e sem participação efetiva do Estado nesse processo,” afirma Omar. A entidade defende que qualquer discussão sobre redução da jornada seja conduzida com responsabilidade, previsibilidade e segurança jurídica, respeitando as diferentes realidades setoriais e regionais do país. Também entende que a negociação coletiva deve prevalecer como instrumento legítimo para acomodar as necessidades específicas de trabalhadores e empresas. “Mudanças estruturais no mercado de trabalho precisam ser construídas com diálogo e gradualidade. Uma decisão precipitada pode comprometer a competitividade das empresas, pressionar a inflação, aumentar a informalidade e gerar impactos negativos justamente sobre aqueles que se pretende proteger”, complementou Aukar. Por isso, a ACICG reforça a importância de um debate técnico, equilibrado e responsável, que preserve a sustentabilidade dos negócios, a segurança dos empregos e a estabilidade econômica do país.
Novo Núcleo de Imobiliárias da ACICG une setor para fortalecer mercado

A Associação Comercial e Industrial de Campo Grande (ACICG) criou o Núcleo de Imobiliárias, uma iniciativa criada para fortalecer o setor imobiliário de Campo Grande por meio do associativismo, da troca de experiências e da construção coletiva de soluções para os principais desafios enfrentados pelo segmento. O grupo já conta com a participação de 22 empresas imobiliárias da Capital. O núcleo nasce com a missão de promover o fortalecimento e o desenvolvimento do mercado imobiliário por meio da cooperação, inovação e capacitação contínua. “A proposta também busca gerar oportunidades de negócios, fomentar a ética profissional e conectar empresas associadas para impulsionar ainda mais o setor considerado um motor de crescimento econômico para a cidade”, explica Lourenço Fattori, coordenador do núcleo. O grupo já realizou quatro reuniões estratégicas para mapear as principais dores e demandas do setor. Os encontros foram organizados por eixos temáticos e reuniram representantes de imobiliárias para debater problemas recorrentes e propor encaminhamentos. Entre os principais pontos levantados está a relação com o Conselho Regional de Corretores de Imóveis de Mato Grosso do Sul (CRECI-MS) e com a Prefeitura de Campo Grande. O grupo destacou dificuldades relacionadas à burocracia e à lentidão na emissão de documentos como ITBI, Habite-se, licenciamentos e aprovação de projetos. A categoria também cobra maior digitalização dos processos e integração entre os sistemas públicos. As imobiliárias ainda discutiram questões relacionadas às incorporadoras. Uma das principais preocupações levantadas foi a defasagem e a falta de padronização das comissões pagas aos corretores. O grupo também defende maior valorização do profissional corretor e propõe discussões sobre mecanismos que garantam maior segurança jurídica nas transações imobiliárias. Além das pautas institucionais, o núcleo terá foco em capacitação técnica e desenvolvimento profissional. Entre os temas já apontados como prioritários estão técnicas de vendas, impactos da reforma tributária, direito imobiliário, legislação urbana, crédito imobiliário, loteamentos e mercado vertical. Para o presidente da ACICG, a criação do Núcleo de Imobiliárias representa mais um passo no fortalecimento do associativismo empresarial. “O mercado imobiliário é um dos setores que movimentam a economia da cidade, geram empregos e impulsionam o desenvolvimento urbano. A criação deste núcleo demonstra a importância da união entre as empresas para discutir soluções, qualificação e melhorias para todo o segmento. A ACICG entra como ponte para fortalecer essas conexões e ampliar a voz do setor”, afirmou Omar Aukar.
ACICG aponta expectativa positiva no comércio para o Dia das Mães

Levantamento realizado pela Associação Comercial e Industrial de Campo Grande (ACICG) revela um cenário de otimismo entre os empresários da Capital para o Dia das Mães de 2026, uma das datas mais importantes para o varejo. A pesquisa “Perspectivas Empresariais para o Dia das Mães 2026” indica que 62% dos empresários esperam crescimento nas vendas em relação ao mesmo período do ano passado. Apesar do otimismo predominante, o percentual de empresários que esperam aumento nas vendas é ligeiramente inferior ao registrado em 2025, quando 78% demonstravam expectativa de crescimento, indicando um cenário ainda positivo, porém mais moderado. Para a ACICG, o Dia das Mães segue como um dos principais termômetros do desempenho do comércio no primeiro semestre. “A combinação entre planejamento, estratégias comerciais e o apelo emocional da data deve contribuir para aquecer as vendas e movimentar segmentos como vestuário, perfumaria, acessórios, floricultura, eletrônicos e serviços”, afirma Omar Aukar, presidente da entidade. De acordo com o levantamento, 33% dos empresários projetam crescimento de até 10%, enquanto cerca de 22% acreditam em alta entre 11% e 20%. Já os mais otimistas, que esperam crescimento entre 21% e 50%, representam aproximadamente 6% dos respondentes, e uma pequena parcela (1%) aposta em resultados ainda superiores. Por outro lado, 34% avaliam que as vendas devem se manter estáveis, enquanto um percentual mínimo de 4% acredita em queda. Em relação ao comportamento do consumidor, o ticket médio esperado se concentra nas faixas intermediárias. 48% dos empresários estimam vendas entre R$ 101 e R$ 200, enquanto cerca de 35% apontam gastos entre R$ 51 e R$ 100. Já os que projetam tickets acima de R$ 200 representam pouco mais de 15%, e uma parcela residual acredita em compras de até R$ 50. “O consumidor continua disposto a celebrar e presentear, mas de forma mais consciente. Isso exige do empresário mais estratégia e sensibilidade na oferta”, complementa o presidente. Para impulsionar as vendas, praticamente todo o empresariado pretende adotar estratégias comerciais, segundo demonstrou a pesquisa. Entre as principais ações, destacam-se a criação de promoções, facilitação de prazos de pagamento, além de ofertas exclusivas e investimentos em redes sociais. O levantamento da ACICG foi realizado com aproximadamente 100 empresários de Campo Grande durante o mês de abril.
Associação Comercial empossa nova diretoria para gestão 2026-2029

Em cerimônia realizada na noite desta quinta-feira (30 de abril), a Associação Comercial e Industrial de Campo Grande (ACICG) empossou sua nova diretoria para o triênio 2026-2029. O empresário Omar Aukar assume a presidência da entidade, sucedendo Renato Paniago, que esteve à frente da Casa desde 2020. Com mais de 30 anos de atuação no setor de moda, Omar construiu uma trajetória sólida no empresariado local. É formado em Eletrônica e Telecomunicações, com pós-graduações em Administração de Empresas Públicas, Telecomunicações e Gerenciamento de Projetos. Também possui experiência institucional, tendo presidido a ACICG de 2012 a 2014, além de ter atuado como vice-presidente de 2020 a 2026. Ao assumir o cargo, Omar destacou o fortalecimento da entidade nos últimos anos e o desafio de dar continuidade a esse processo. Segundo ele, a nova gestão terá como prioridade manter o protagonismo da ACICG, aliado a um movimento de renovação. “Estamos trazendo mais jovens empresários para dentro da gestão, preparando novas lideranças para garantir a perenidade da Associação pelos próximos 100 anos. Também ampliamos de forma significativa a participação feminina”, afirmou. Outro ponto central da nova diretoria será a atuação descentralizada, com foco em ampliar a capacidade de resposta da entidade diante dos desafios atuais do setor produtivo. “Temos pela frente um cenário desafiador, com temas relevantes como a reforma tributária, programas de regularização fiscal e um nível de inadimplência elevado, que afeta tanto pessoas físicas quanto jurídicas. Esse contexto exige uma atuação ainda mais estratégica da entidade. Mas estamos preparados: contamos com uma diretoria experiente, formada por empresários que conhecem, na prática, os desafios do mercado. Nossa proposta é trabalhar com uma gestão menos centralizada, baseada na delegação. Queremos ampliar a capacidade de atuação da ACICG, para que ela tenha cada vez mais braços, mais presença e mais agilidade na resposta às demandas da sociedade de Campo Grande.” Renato Paniago deixa a presidência após duas gestões, mas segue contribuindo com a entidade como um dos vice-presidentes, ao lado dos empresários Sidney Volpe e Pedro Chaves, ambos reconduzidos ao cargo. Durante a cerimônia, ele agradeceu a confiança da diretoria, dos associados e dos colaboradores ao longo do período em que esteve à frente da Associação. “Deixo a presidência com a certeza de que a ACICG segue em boas mãos. O Omar tem uma trajetória sólida, conhece a realidade empresarial e sempre esteve atuante nas ações da entidade. Tenho confiança de que ele dará continuidade ao trabalho, trazendo novas ideias e fortalecendo ainda mais o papel da Associação,” finaliza Paniago. Conheça os membros da diretoria: Presidente — Omar Aukar 1.º Vice-Presidente — Pedro Chaves Dos Santos Filho2.º Vice-Presidente — Sidney Maria Volpe3.º Vice-Presidente — Renato Paniago Da Silva Diretor 1.º Secretário — Roberto Tarashigue Oshiro JuniorDiretor 2.º Secretário — Willyan FrancesconDiretor 3.º Secretário — Amadeu Claudio Ziliotto Diretor 1.º Financeiro — João Carlos Polidoro Da SilvaDiretor 2.º Financeiro — Paulo De Mattos PinheiroDiretor 3.º Financeiro — Antonio Freire Diretor — Guido Max Schiefelbein KielingDiretor — Fernando Pontalti AmorimDiretor — Cezar NogueiraDiretor — Mario Seiti ShiraishiDiretora — Érika Ramos Rossi De MoraisDiretora — Juliana Aparecida Fleury ArandaDiretor — José Thomaz FilhoDiretor — Augusto Raimundo AlessioDiretora — Leni FernandesDiretora — Eva Elise Domingos Dos Santos Bumlai (Neca)Diretor — Luiz Humberto PereiraDiretora — Mariana Teixeira ThoméDiretor — Gilvan Paes Da SilvaDiretor — Salvador Rosa SandimDiretor — Ricardo Teixeira De AraujoDiretora — Valéria Anastácio De OliveiraDiretora — Cidiana Regina De PellegrinDiretor — Estevão Da Silva Neves CongroDiretor — Waldilei Borges De AlmeidaDiretor — Otavio Luis Rodrigues Conselho FiscalThomas Malby Croften HortonJean Marcel FrancesconLeonardo Santos De AlmeidaAdilson Joao BevilaquaEvaldo Silva FerreiraRoberta Anastacio De OliveiraEliene Amorim Da CostaEnrico Carlos Rodrigues FeitosaMarcia Andreia Leite Conselho DeliberativoAdemir FrancesconValzumiro CeolimAngelica Jacob Saliba RebelloÁureo Francisco Akito IkedaFelipe Augusto FurtadoÉdison Cláudio Fabian HolzmannNeide CristinaFeres Soubhia FilhoCarlos Roberto BellinMario Cesar NevesCarlos Rogerio De OliveiraJaime VallerLuiz Carlos MossinLuiz Carlos Da Silva FeitosaLuiz Adolar Camargo KielingRodrigo PossariLeonardo De Oliveira ReggianiSimone OshiroMarcela De Oliveira RosaFernando Bumlai Conselho SêniorSuely Aparecida Carrilhos De AlmoasAnagildes Caetano De OliveiraDijan De Barros RosaRoberto RechMaria Helena Nicoloso BonottoFabio Gomes De SousaJosue Melo SanchesGhassan Saifeddine FilhoClaudemir De SouzaFabio Bolfer MouraLindolfo Leopoldo MartinRosmar Romeu PatzlaffNoemia Ana FrazaoLodomilson AlexandreGilberto FelixJampier Antonio FerlinFelipe Moreira CarraraLuiz Henrique CassaroMaria Vilma Ribeiro RottaDieter Augusto DreyerLuiz Marcelo Marques De OliveiraHanna Thatiany Silva Pereira Issa