ACICG promove curso de Análise de Crédito e Cobrança para Empresas

CRÉDITO - ACICG.

A Escola de Varejo da Associação Comercial e Industrial de Campo Grande (ACICG) realiza a partir do dia 26 de fevereiro, às 19h, o curso de Análise de Crédito e Cobrança para Empresas, ministrado pelo economista Werner Hugo Dreyer, e pelo administrador de empresas Dieter Augusto Dreyer. Voltado a gestores de empresas, profissionais da área de crédito e cobrança, profissionais da área de vendas e compras, e também àqueles que buscam qualificação profissional,  o curso tem por objetivo proporcionar aos participantes amplos conhecimentos técnicos e capacitação para a concessão de crédito à pessoas físicas e jurídicas, análise e tomada de decisão sobre riscos de crédito nas relações comerciais, definição de formatos e técnicas de cobrança, acompanhamento de inadimplências e análise de suas causas, aplicação de medidas para recuperação de crédito e estruturação e gestão de uma área de cobrança. O conteúdo vai abordar temas como: O Crédito, A Análise de Crédito, Os Indicadores Financeiros, As Garantias, Os Clientes e Classificação de Clientes; A Classificação de Risco, A Venda a Prazo, Os Limites de Crédito, Os Volumes de Vendas a Crédito nas Empresas; A Cobrança, Os Tipos de Cobrança, A Inadimplência, A Legislação na Cobrança, Os Procedimentos de Cobrança; Os Controles e a Informática como Instrumento de Agilidade na Análise de Crédito e Cobrança, A Estruturação e Gestão do Setor de Crédito e Cobrança. As vagas são limitadas e mais informações podem ser obtidas pelos telefones (67) 3312-5058 e 98405-4600, ou ainda pelo e-mail escoladevarejo@acicg.com.br. Sobre os instrutores: WERNER HUGO DREYER: Economista (UNISINOS/RS), com pós-graduação em Administração Financeira e Auditoria (INPG/UCDB), MBA em Gestão Empresarial (FGV/IAEE), Consultor e Instrutor do SEBRAE e SENAC, Consultor independente proprietário da empresa Dreyer Assessoria Empresarial Ltda, tendo trabalhado em diversas empresas na área de gestão financeira, análise de viabilidade de negócios e controladoria. DIETER AUGUSTO DREYER: Administrador de Empresas (UNISINOS/RS), MBA em Gestão Estratégica Avançada (UFMS), Consultor em Finanças Pessoais, Especializado em Administração de Negócios, Planejamento Empresarial, Planos de Negócios e Financiamento de Projetos. Consultor e Instrutor do SEBRAE, Instrutor e Consultor Independente Especializado em Assuntos Econômico-Financeiros, Administração de Empresas, Controles Gerenciais e Rotinas Administrativas. Experiência Profissional em Empresas das Áreas Comerciais, de Serviços e Indústrias. Serviço: Curso Análise de Crédito e Cobrança para Empresas Data: 26/02/2018, a partir das 19h Local: Escola de Varejo da ACICG – Rua 15 de Novembro, 390, Centro Informações: (67) 3312-5058 / 98405-4600 ou escoladevarejo@acicg.com.br

Movimento do Comércio em 2017 superou ano anterior

Comércio - ACICG.

ACICG acredita que 2018 tem boas chances de recuperação rumo ao término da crise econômica O levantamento do Movimento do Comércio Varejista (MCV) produzido pela Associação Comercial e Industrial de Campo Grande (ACICG) mostrou que, o mês de dezembro atingiu 109 pontos, indicando queda nas vendas em relação ao mesmo período de 2016. O resultado, porém, foi melhor que o registrado no mês  de novembro, quando o índice atingiu 100 pontos, e a média do MCV do ano (93,83) também demonstrou melhoria sobre o ano anterior (93,17).   João Carlos Polidoro, presidente da ACICG disse que o fim do ano de 2017 foi bom para o comércio e as perspectivas para 2018 são boas. “Superamos os resultados de 2015 de uma maneira muito forte. O movimento parou de cair e, embora em 2017 não tenha crescido muito, a média ficou acima de 2016 e bem próximo da estabilidade, com tendência de recuperação para 2018. Sobre o fim de ano tivemos algumas notícias positivas como, por exemplo, aqueles que conseguiram investir na Black Friday, acabaram antecipando para novembro as vendas do Natal”, revela. Metodologia – O MCV/ACICG é um índice apurado a partir da evolução dos dados do setor, englobando as transações realizadas entre empresas e também entre consumidores e o comércio. Considerando a sazonalidade característica da atividade comercial, o MCV foi desenvolvido com base fixa definida pela média do desempenho do ano de 2014. O Índice é composto de dois outros sub índices que ajudam a avaliar sua evolução: o MCV-PF, que analisa as transações entre Pessoas Físicas e as empresas do setor terciário, e o MCV-PJ, que avalia as transações entre as empresas. O MCV-PF de dezembro de 2017 foi de 115 pontos, 13 abaixo do resultado apresentado em dezembro de 2016 (128). Já MCV-PJ do mesmo período foi de 58 pontos e também ficou abaixo do índice alcançado em 2016, quando chegou a 71 pontos. Inadimplência O Índice de Negativação do Comércio (INC) encerrou o mês de dezembro em 41 pontos, 16 pontos acima do indicador novembro (25), e seis pontos acima do mesmo período em 2016 (35). Já o Índice de Recuperação de Crédito (IRC) de dezembro foi de 55 pontos, contra 43 registrados em novembro, mas sete pontos abaixo do índice alcançado no mesmo período de 2016 (62). “O aumento do Índice de Recuperação em dezembro de 2017 é consistente com o comportamento sazonal, mas ficou abaixo de dezembro de 2016. Já o Índice de negativação cresceu tanto em relação ao mês anterior (novembro), quanto ao ano anterior (2016)”, ressalta o economista-chefe da ACICG, Normann Kallmus. “No ano passado demos o primeiro passo para sairmos da crise, e tentaremos consolidar a saída neste ano. A perspectiva para 2018 é positiva. Os meses de janeiro, fevereiro historicamente são de baixa para o comércio, mas em março haverá a retomada, tendendo a ser mais forte que no ano passado”, finaliza Polidoro. O economista-chefe da ACICG analisa que ​2018 pode ser o ano que marcará a saída da crise, mas faz algumas ponderações. “Sinceramente, temos tudo para isso, mas se vamos ter capacidade para tanto é outra história. O primeiro requisito essencial é a confirmação da condenação do ex-presidente Lula. A situação melhora se ele não puder ser candidato definitivamente, e fica realmente interessante se tivermos um candidato reformista, comprometido com mudanças e não com a manutenção do poder. Isso significa muito para a economia, pois os agentes econômicos vivem de expectativas e, hoje, simplesmente não há horizonte visível no Brasil. Tudo pode acontecer, até mesmo virarmos uma Venezuela grande”, expõe Normann Kallmus.​ “No gráfico podemos perceber que o final do primeiro mandato da ex-presidente Dilma Rousseff ainda influencia o nosso desempenho. A bolsa de valores estava operando com 38 mil pontos à época, e hoje passamos de 80 mil, embora em dólares, estejamos muito distantes do que tivemos no passado. Isso é bom, porque dá sustentação à retomada que, esperamos, venha rapidamente”, concluiu Kallmus.

Prefeito se reúne com Câmara, OAB e MP para discutir taxa de lixo

Marquinhos Trad - ACICG.

Encontro está previsto para 10 horas no Paço Municipal, em Campo Grande Mayara Bueno / Campo Grande News O prefeito de Campo Grande, Marquinhos Trad (PSD), discute nesta segunda-feira (22) a taxa de lixo com representantes do MPMS (Ministério Público de Mato Grosso do Sul), Câmara Municipal, OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) e Associação Comercial. Conforme a prefeitura, o encontro será no Paço Municipal, a partir das 10 horas. A taxa virou polêmica no começo deste ano, depois que centenas de contribuintes questionaram os valores altos. A prefeitura reconheceu erro, afirmando tratar-se de falha no cálculo dela. Agora, uma nova taxa deve ser encaminhada à casa de leis – que analisou e aprovou a primeira taxa. Na ocasião, também será discutida a forma de restituição dos valores de quem já pagou o tributo – que está suspenso. Marquinhos estava de férias até quarta-feira (17) e nesta manhã faz a primeira agenda pública de 2018.  Notícia reproduzida do site Campo Grande News – https://www.campograndenews.com.br/politica/prefeito-se-reune-com-camara-oab-e-mp-para-discutir-taxa-de-lixo 

1º Work Café do ano vai tratar da comunicação entre gestores e colaboradores

Letterino Santoro - ACICG.

Evento está em sua 12ª edição e contará com palestra do presidente do Instituto Letterino de Educação Corporativa em Comunicação, Letterino Santoro. A comunicação é uma ferramenta poderosa no relacionamento pessoal e profissional, e para incentivar o seu desenvolvimento nas organizações, a Associação Comercial e Industrial de Campo Grande (ACICG) realiza no dia 03 de fevereiro (sábado), no espaço Joseph, o primeiro Work Café do ano com o tema ‘O Poder da Comunicação na Gestão de Pessoas’, conduzido pelo presidente do Instituto Letterino de Educação Corporativa em Comunicação, de São Paulo, Letterino Santoro. Voltado para empresários e gestores, o evento vai abordar a comunicação como principal ferramenta no processo de liderança; a apresentação de recursos para uma boa comunicação, e o gerenciamento de relações e informações. Na ocasião também serão apresentados dois cases de sucesso em gestão de pessoas, das empresas O Boticário e Grupo Enzo. “Todas as pessoas apresentam suas próprias características de poder pessoal, e durante a vida acumulamos alguns capitais, ou seja: capital econômico, social, cultural e erótico, os quais nos confere maior ou menor poder de comunicação, e nos permitem expressar melhor nossas ideias, competir e ocupar posições significativas na vida pessoal e profissional. A palestra contará com uma apresentação didática, em que a plateia receberá informações e sugestões práticas de como falar de forma assertiva, com desembaraço e segurança, interagindo com perguntas durante toda a apresentação”, adianta o palestrante Letterino Santoro. Para participar o interessado deve procurar a Associação Comercial, na Rua 15 de Novembro, 390, Centro (em frente a praça Ary Coelho) para realizar a inscrição. Mais informações podem ser obtidas pelos telefones (67) 3312-5058 e 3312-5059, ou ainda pelo e-mail escoladevarejo@acicg.com.br. Letterino Santoro é comunicador, filósofo, consultor, conferencista, radialista, presidente do Instituto Letterino – Educação Corporativa em Comunicação, ex-presidente da Associação Brasileira de Estudos da Comunicação – ABRECOM, mentor em comunicação, pesquisador das relações comunicacionais. Atua também como docente convidado do Projeto de Atualização Tecnológica da USP, voltado para a área corporativa. Graduado em Filosofia, pós-graduado em Aconselhamento Filosófico, e especialista em Psicanálise pela Escola Paulista de Psicanálise. É também especialista em Comunicação, Locução, Programação Neurolinguística e Ética Empresarial. Serviço: 12ª edição do Work Café Tema: O Poder da Comunicação na Gestão de Pessoas Data: 03/02/2018, das 08 às 12 horas Local: Espaço Joseph – Rua 7 de Setembro, 799 – Centro Informações: (67) 3312-5058 / 3312-5059 e escoladevarejo@acicg.com.br

IPTU: Mobilização de entidades faz Prefeitura revogar taxa do lixo na Capital

Reunião OAB taxa lixo - ACICG.

A união da sociedade civil organizada conseguiu suspender, na última quarta-feira (10), a cobrança da taxa de lixo embutida no IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano), assunto que gerou descontentamento e muita discussão entre os contribuintes da Capital. O movimento liderado pela Ordem dos Advogados do Brasil, Seccional Mato Grosso do Sul (OAB/MS), contou com a atuação da Associação Comercial e Industrial de Campo Grande (ACICG) na análise das regras de aplicação da cobrança e, após constatação técnica, no dia 8 de janeiro, solicitou seu desmembramento do carnê de IPTU junto a Prefeitura. A proposta foi atendida pelo poder público. O impacto dos valores do carnê de IPTU (provocados pela taxa do lixo) ao setor empresarial motivou a articulação da ACICG, já que a entidade identificou alguns casos com aumentos que ultrapassaram 40% do valor do IPTU do ano anterior. O primeiro-secretário da ACICG e advogado tributarista, Roberto Oshiro, explicou que apesar de a cobrança ser permitida no ordenamento jurídico, os critérios utilizados pelo município para aplicar os valores eram questionáveis. “A base de cálculo utilizada pela administração municipal não era a mais adequada, pois considerava principalmente o tamanho dos imóveis e o padrão socioeconômico da região, e não a quantidade de lixo produzida”, esclareceu. Além disso, legalmente, a taxa de coleta, remoção e destinação de resíduos sólidos domiciliares só poderia ser cobrada após três meses da aprovação da lei, criada em novembro, após validação da Câmara Municipal. O presidente da ACICG, João Carlos Polidoro, destaca que a mobilização das entidades garantiu que a população fosse ouvida mais uma vez. “Em 2015, a Associação Comercial criou o movimento #JUNTOSFAREMOS e elegeu algumas bandeiras para direcionar sua luta pelos direitos da sociedade. A questão da taxa do lixo reforçou nossa atuação por Menos Impostos e pela Gestão Pública Eficaz, por meio reuniões com outras entidades, na articulação com secretários e vereadores, no diálogo com os empresários, e seguiremos junto a OAB acompanhando o novo cálculo que será realizado para que a taxa seja cobrada de forma justa”.   Após solicitação da OAB/MS, que contou com apoio da ACICG e de outras entidades e associações como  SETLOG-MS, SINPETRO-MS, AMAS-MS, SINDICONSTRU-CG, SECOVI-MS, ACOMAC-MS, CDL-CG, ROTARY, ASMAD-MS, ABRASEL-MS e AMATTOS, o Prefeito Marcos Trad decidiu revogar a taxa de lixo e prorrogar o vencimento do IPTU com o desconto de 20% para o dia 23 de janeiro. Assim, será remetido um projeto de lei à Câmara Municipal para que seja revogada a taxa de coleta de lixo até que se realizem novos estudos técnicos, e se obtenham critérios seguros e transparentes, já validados pelo Poder Judiciário. Foto: Gilberto Félix

2018: a consolidação da recuperação

Recuperação - ACICG.

Por João Carlos PolidoroPresidente da ACICG É em tempos de crise que somos criativos e inovadores. Mas, a que estamos inseridos está sendo mais desafiadora, pois, além da instabilidade econômica, vivemos uma crise política e ética. Mas o copo está meio cheio, pois, estamos vivenciando algo inimaginável até poucos anos atrás. Grandes empresários e políticos – na verdade, bandidos travestidos, intocáveis até então – estão atrás das grades. As instituições que defendem a sociedade estão agindo, porém, o sistema é forte e persiste em proteger os maus cidadãos, exigindo de quem os enfrenta mais energia e persistência. As bandeiras as quais defendo, como o fim da corrupção, fim da impunidade, gestão pública eficaz, mais segurança, menos impostos e uma nova política, começam a dar sinais de inclusão nas pautas dos que querem mudanças, porém, tudo com efeito em longo prazo. Não vamos mudar 500 anos do dia para a noite, levará algumas gerações. Dois mil e dezoito traz grandes esperanças na economia: inflação sob controle – perto de 3%; juros caindo – Selic fecha 2017 a 7% ante 14% em 2016; PIB em alta – próximo de 1%; indústria em início de recuperação; comércio dando sinais positivos de retomada de movimento (mesmo que lento e gradual); e a geração de empregos reagindo, que será impulsionada pela reforma trabalhista, que trouxe flexibilização e equilíbrio nas relações. Além disso, há a discussão de reformas essenciais para o desenvolvimento sustentável, como a da previdência e a tributária e, possivelmente, a política, todas tirando da zona de conforto e entrando na onda de mudanças para obter resultados diferentes no longo prazo. Do ponto de vista político, temos uma grande missão: errar menos em nossas escolhas. Precisamos de um candidato reformista para nos colocar de vez no século XXI, pois, vivemos nele, mas, seguindo regras, processos e atitudes dos séculos passados. Os detentores de investimentos esperam, entre outras atitudes, essa definição para desembarcarem em terras tupiniquins e acelerar o desenvolvimento que tanto almejamos. Enfim, o ano de 2018 será o momento de exercermos nossa cidadania plena, mudar aquilo que não concordamos, ou até dar o troco naqueles que usurparam nossa confiança, esquecendo dos compromissos assumidos. Será o ano da retomada dos rumos que queremos dar a nossas vidas e das futuras gerações. Depende muito de cada um nós, da nossa efetiva participação, sendo vigilantes, críticos e atuando para que nossos representantes escolhidos se embasem em nossas vozes e não sucumbam ao sistema.

Fim de ano tributado: bebida alcoólica tem mais de 50% de imposto; passagem de ônibus e avião tem 22%, diz ACSP

Impostos - ACICG.

Fim de ano é época de celebrar, ir às compras, preparar ceias de Natal e Ano Novo. Mas não podemos nos esquecer de que até nesses momentos pagamos impostos pesados, incidentes sobre os preços finais dos produtos. Levantamento da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) revela que, de uma lista de itens típicos desta época, bebidas alcóolicas são campeãs no quesito carga tributária. Ao comprarmos um vinho importado, pagamos 69,73% só de impostos. Também chamam a atenção as cargas do espumante (59,49%), da cerveja (55,6%) e do vinho nacional (54,73%). Por outro lado, quem for viajar de avião ou ônibus pagará proporcionalmente menos impostos ― a carga tributária desses itens é de 22,32% e figura como a menor da lista da ACSP. No caso de diária em hotel, a parcela é de 29,56%. “Ao adquirir produtos e serviços, muitas vezes não percebemos todo esse imposto embutido. Por isso, temos que ficar atentos à carga tributária informada nas notas fiscais. Uma população mais consciente cobrará seus governantes e exigirá que façam o melhor uso do dinheiro público”, declara Alencar Burti, presidente da ACSP e da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (Facesp). É alta a tributação paga quando se quer embelezar a casa para o Natal, comprando enfeites (48%), luzes (44,54%) e árvore de Natal (39,23%). Nem o uniforme do Papai Noel escapa: a carga tributária é de 34,67%. Começar 2018 com roupa branca ou lingerie nova significa desembolsar 34,67% de imposto. A mordida do Leão nas castanhas, frutas cristalizadas e nozes é de 36,45%. Nos casos dos tradicionais panetone e peru, as cargas são de 34,63% e 29,32%, respectivamente. O presidente-executivo do Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT), João Eloi Olenike, explica que os brasileiros são prejudicados pela alta carga tributária, impedindo que os consumidores comprem mais e melhor. “Há uma maior incidência tributária sobre os produtos eletrônicos, os importados e os alimentos da ceia de Natal, porque, de acordo com a característica da essencialidade de cada um, que norteia o princípio da seletividade, esses produtos são considerados supérfluos, na visão do legislador. O panetone, o chester, o peru e o pernil, itens que geralmente estão presentes na ceia de Natal, não são considerados mantimentos essenciais básicos de consumo”. Na lista, encomendada pela ACSP ao IBPT, constam produtos como fogos de artifício (61,56%), refrigerante (46,47%), azeitonas (36,50%) e lentilhas (26,20%). Mais informações: Ana Cecília Panizza Assessoria de Imprensa ACSP apanizza@acsp.com.br (11) 3180-3220 / (11) 97497-0287

Setor empresarial lança campanha de combate ao Aedes aegypti de olho em 2018

Dengue, Zika e Chikungunya - ACICG.

Campo Grande, MS – 19 de dezembro de 2017 – A Associação Comercial e Industrial de Campo Grande (ACICG), em parceria com a rede Comper de supermercados e o apoio da Prefeitura Municipal de Campo Grande lançou hoje (19), a campanha Liga Antimosquito 2018, que tem por objetivo combater o Aedes aegypti. A expectativa do movimento é impactar as 7 mil empresas associadas à ACICG, incentivando-as a organizar internamente ações relacionadas ao combate do mosquito e, com isso diminuir o número de casos de dengue, vírus Zika e febre Chikungunya entre os colaboradores e suas famílias. Para participar da campanha, que é gratuita e já disponível, as empresas interessadas devem se cadastrar no site www.acicg.com.br, e em seguida realizar o download do material de apoio. As peças da campanha estarão em formato editável para inclusão da logomarca das empresas participantes. As atividades poderão ser fotografadas, e as imagens postadas na página do Facebook da empresa, que posteriormente serão compartilhadas na página da ACICG, na mesma rede social. O presidente da Associação Comercial, João Carlos Polidoro ressalta a importância do envolvimento da população. “O setor empresarial continua a guerra contra o mosquito. Percebemos uma grande queda nas notificações de casos de doenças causadas pelo Aedes aegypti de 2016 para 2017, mas ainda assim não podemos relaxar, e não podemos esperar apenas as ações do poder público para nos proteger. É essencial que todos se envolvam e sejam monitores de sua região, além de multiplicadores de informação no combate a esse mal”. O secretário de saúde do município, Marcelo Vilela participou do lançamento, parabenizou a ACICG e a rede de supermercados pelo sucesso da primeira edição da campanha e por renovar seu compromisso com a cidade. “Nossa palavra é de agradecimento, porque a administração pública não tem esse alcance. Então quando vemos as entidades, comércio, a iniciativa privada envolvidos nessa causa de responsabilidade social deixa a gente bastante satisfeito. Isso é um sinal de que as pessoas começam a entender de sáude pública”, disse. Eliasze Guimarães, coordenador na Coordenadoria de Controle de Endemias Vetoriais (CCEV) apresentou alguns dados técnicos e disse que o Aedes aegypti é um inimigo que há 30 anos causa estragos na Capital. “Pelo menos a cada dois meses nós fazemos um trabalho de vigilância, e intensificamos isso nos primeiros meses do ano para monitorar esse vetor. Temos bairros em estado de risco, apontando que grande quantidade das moradias inspecionadas apresenta focos positivos para o mosquito, como é o caso do Noroeste, recordista no número de focos com 7% dos imóveis atingidos. Se não fizermos nada agora, teremos muitos problemas num futuro bem próximo. Neste ano tivemos menos notificações de doenças que no ano anterior, mas não podemos baixar a guarda”, garantiu. Carlos Paes e Juraci Amorim gerentes regionais da rede Comper, reforçaram que estão à disposição, por meio de seus colaboradores para estender essa ação de prevenção às casas do maior número possível de cidadãos. “Na nossa sociedade muitas coisas são conhecidas, e o que falta na maioria dos casos é a atitude. No Comper temos abordado muito esse tema e temos que despertar nos nossos conhecidos a atitude, para que a prática seja um sucesso”, contribuiu Amorim. A campanha: A gerente de marketing da ACICG, Denise Amorim explica que a estrutura da campanha foi criada e desenvolvida pela rede Comper, e cedida à ACICG e as demais empresas associadas. “A palavra “liga” submete a um conjunto de pessoas que formam uma corrente, e segundo o dicionário significa “aliança, união, pacto”, remetendo à real intenção desta campanha. Ela é totalmente gratuita, e pode ser adaptada a realidade de empresas de diversos portes. Com isso esperamos que a conscientização atinja além do ambiente de trabalho, as casas dos colaboradores, gerando uma motivação adicional e contínua”. Confira algumas empresas e entidades que já confirmaram a participação na campanha: Universidade Uniderp, Centro Universitário Anhanguera de Campo Grande, Autoeletrica Brava, Colorzoom, Palácio dos Colchões, Primordial Embalagens, Método Informática, Portal Itatiba, Zornimat, Sicoob e Catwork.

Carta de esclarecimento

ACICG

Carta de esclarecimento Campo Grande, MS, 18 de dezembro de 2017 – A Associação Comercial e Industrial de Campo Grande (ACICG) vem a público esclarecer alguns questionamentos a respeito das luminárias de Natal instaladas na Rua 14 de Julho, entre a avenida Afonso Pena e Rua Marechal Cândido Mariano Rondon. Considerando que nos últimos dois anos, a cidade de Campo Grande não pode contar com decoração natalina, em especial na Rua 14 de Julho, berço do comércio da Capital, os comerciantes se movimentaram em 2017 para reclamar a falta de atenção e de estímulos, que a ausência da ambientação alusiva ao período festivo proporciona. Tanto a Prefeitura Municipal quanto a Associação Comercial ouviram dos comerciantes e dos consumidores, que a falta de investimento em decoração de Natal na região, contribuiu para derrubar o movimento nos anos anteriores. A Associação Comercial exalta a importância do Centro como o maior shopping a céu aberto da cidade, e sempre lutou para evitar seu esquecimento, como por exemplo, no projeto de revitalização que será executado no próximo ano pela atual gestão municipal. Assim, a Associação Comercial aceitou o desafio – lançado pela Prefeitura Municipal – de contribuir com a decoração de parte da Rua 14 de Julho, mesmo com recursos limitados diante do atual cenário econômico do País e, em curtíssimo tempo, não se omitiu e agiu para que a região não ficasse mais um ano sem qualquer atrativo. Muitos comerciantes do Centro já relatam melhoria no movimento das lojas após a inauguração das luminárias, especialmente no período noturno, pois, além de despertar curiosidade, as estruturas com 4 metros de altura são notadas mesmo apagadas, durante o dia, e ficam acesas a noite, contribuindo para a segurança de quem circula no perímetro. Outro ponto é a escolha dos locais de instalação das luminárias. Eles priorizaram a segurança e a circulação de pedestres nas calçadas, sendo a alternativa mais adequada para o projeto aprovado. A utilização temporária de apenas 16 vagas tem impacto muito menor que a exclusão da principal rua de comércio da Capital entre os pontos da cidade com decoração natalina. Com relação à referência às luminárias japonesas, a Associação Comercial respeita a profissional que se dedicou e contribuiu com sua arte para enfeitar nossa rua, lembrando que o tema trata de uma inspiração da artista, e não de uma reprodução das peças da cultura oriental. A Associação Comercial reforça que continuará parceira da cidade em todas as ações que puderem movimentá-la, especialmente para fortalecer o seu comércio, porque, afinal, ele é quem nos sustenta e motiva a sermos cada dia melhores e trabalharmos mais! Sobre o acidente que ocorreu na manhã de domingo, quando uma das luminárias caiu sobre o carro estacionado de um consumidor, a Associação Comercial está prestando toda a assistência necessária ao proprietário do veículo, vai averiguar o que de fato aconteceu para abalar a estrutura do totem, e exigindo verificações diárias. Por fim, Natal é luz, alegria e renovação da esperança. Desejamos que essas luzes possam inspirar quem passar pelo Centro nos próximos dias, não só ajudando a movimentar o comércio, mas lembrando o quão especial e significativa é essa data para as famílias cristãs de todo o mundo. É a última vez que a população vai ver a Rua 14 de Julho da forma como está, pois a partir de 2018 ela começa a ser revitalizada. Então convidamos as famílias a fotografarem e se despedirem com orgulho da nossa Quatorze. Associação Comercial e Industrial de Campo Grande

Nome Limpo: Campo-grandenses negociaram mais de R$ R$2,5 milhões em dívidas

Negociar dívidas - ACICG.

Campanha aconteceu de 20 de novembro a 15 de dezembro; Mais de 12 mil pessoas foram atendidas, e quase 3 mil títulos foram excluídos do SCPC A 12ª edição da campanha de Recuperação de Crédito Nome Limpo, promovida pela Associação Comercial e Industrial de Campo Grande (ACICG) em parceria com a Boa Vista Serviços/SCPC (Serviço Central de Proteção ao Crédito), negociou para o comércio da Capital mais de R$2,5 milhões, no período 20 de novembro a 15 de dezembro. O montante superou em 66,67% o valor de recuperação esperado para todo o período, e representa a exclusão de 2.846 títulos do banco de dados do SCPC. Durante toda a campanha mais de 12 mil pessoas foram atendidas na ACICG e nas empresas participantes. “Estamos muito felizes com os resultados da Campanha neste ano, principalmente com a diversidades de segmentos que aderiram, como por exemplo escolas de ensino regular e cursos profissionalizantes, loja de semijoias, calçados e acessórios, além das empresas que tradicionalmente já participam, como as concessionárias de água e energia”, comemorou a gerente comercial da ACICG, Letícia Ribeiro. Para Letícia, o resultado é extremamente positivo, e os consumidores estão mais conscientes diante do cenário econômico do País. “Ultrapassamos as expectativas dos valores negociados confirmando em mais uma edição a efetividade dessa campanha na recuperação dos créditos para as empresas, e fazendo o dinheiro voltar circular na economia local. Cumprimos o objetivo de disseminar o método de conciliação como ferramenta de negociação, para oportunizar ao consumidor condições especiais para quitar seus débitos e, principalmente, auxiliar as empresas a recuperar o créditos que já consideravam perdidos”, finalizou. Nome Limpo: O maior feirão de negociação de Mato Grosso do Sul acontece desde 2006, e tem por objetivo promover a sustentabilidade do crédito ao viabilizar a quitação dos débitos inscritos no SCPC de Campo Grande, contemplando os setores varejista e de serviços. Em 2016, graças a campanha, quase 14 mil pessoas foram atendidas para consultas a débitos somente na ACICG, e mais de R$1,3 mi foram recuperados para o comércio de Campo Grande.

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