Associação Comercial realiza primeiro Work Café do ano

Palestrantes renomados de SP e MS vão trabalhar a comunicação pela ótica das neurociências, e a comunicação não-violenta A Escola de Varejo da Associação Comercial e Industrial de Campo Grande (ACICG) realiza no dia 8 de fevereiro, às 8h, no Yotedy Lounge, a primeira edição do Work Café deste ano. Com o objetivo de capacitar gestores, líderes e empreendedores, o encontro contará com três palestras: a primeira sobre geração de resultados por meio da comunicação não-violenta; a segunda sobre liderança inclusiva e inspiradora, e a terceira sobre neurociências no desenvolvimento de pessoas e negócios. As inscrições podem ser feitas na sede da Associação Comercial, localizada na rua 15 de Novembro, 390 – Centro, ou pela plataforma sympla.com.br (busca por ‘Work Café’). Mais informações pelos telefones (67) 3312-5058 | 98405-4600. As palestras: Gerando Resultados Através da Comunicação Não-violenta: “Será que estamos dando a devida atenção aos assuntos que as pessoas vêm tratar conosco? Será que estamos ouvindo ou somos figurantes na frente dos outros? Será que nos colocamos no lugar no outro? Essas são algumas reflexões que vamos abordar na palestra sobre comunicação não-violenta”, antecipou o palestrante André Pires Chimenez, do Sicredi, MS. Liderança Inclusiva e Inspiradora: “Vamos trabalhar alguns tópicos como o tripartido do cérebro, e como isso funciona em relação ao preconceito; vamos abordar os vieses inconscientes pela ótica da neurociência; a neurociência da dor e da produtividade, e um pouquinho da neurociência a serviço da produtividade também”, elencou Bruno Nassif Rodrigues, palestrante da T’Ai Consultoria Em Talentos Humanos & Qualidade, de São Paulo. Neurociências no Desenvolvimento de Pessoas e Negócios – “Vamos abordar as mais recentes e mais importantes descobertas da neurociência, aplicada ao desenvolvimento de pessoas e de negócios”, contribuiu Inês Cozzo, cofundadora e diretora da Tai Consultoria, também de São Paulo. Serviço: Work Café – 17º ediçãoData: 8 de fevereiro, das 8h às 12h Local: Yotedy Lounge – Av. Ricardo Brandão, 2341 Informações: (67) 3312-5058 | 98405-4600 | escoladevarejo@acicg.com.br
55% dos consumidores deixariam de pagar financiamentos e despesas diversas em caso de queda na renda

Pesquisa ouviu mais de 2.100 consumidores, com e sem restrição, durante o 2º semestre de 2019 30 de janeiro de 2020 – De acordo com a pesquisa Perfil do Consumidor, realizada pela Boa Vista, 55% dos consumidores, com o nome sujo ou não, deixariam de pagar primeiro os financiamentos, que são contas pagas com boletos e carnês, e despesas diversas em caso de diminuição da renda familiar. Em seguida, 34% deixariam de pagar o cartão de crédito, enquanto 11% atrasariam o pagamento de empréstimo e cheque especial. A pesquisa ouviu pouco mais de 2.100 consumidores em todo o Brasil durante o 2º semestre de 2019. Considerando apenas os consumidores com restrição, 47% apontaram as contas originadas por boletos, carnês e demais despesas diversas como as primeiras contas a não ser pagas. Os que não pagariam o cartão de crédito são 40%, e os que deixariam de pagar empréstimos e cheque-especial, 13%. Já levando em conta somente os consumidores adimplentes, ou seja, que não possuem restrição, 61% atrasariam primeiro os boletos, carnês e despesas diversas, 28% o cartão de crédito e apenas 9% deixariam de pagar contas de empréstimos e cheque-especial. Motivos Dentre os consumidores em geral, com restrição ou não, que deixariam de pagar boletos, carnês e contas diversas, 70% o fariam pela possibilidade de negociação posterior, e 30% por priorizarem outras contas. Entre quem não pagaria o cartão de crédito, 71% porque podem negociar depois e 29% por priorizarem outras contas. Já entre quem deixaria de pagar empréstimos e cheque-especial, 67% podem negociar a dívida posteriormente e 33% priorizariam o pagamento de outras contas. Contratação de empréstimo Questionados sobre o que levariam em conta na hipótese de contratação de empréstimo para a quitação de uma dívida, 58% dos consumidores em geral apontaram a taxa de juros, 38% o valor das parcelas e 3% o prazo de pagamento. Considerando apenas os consumidores adimplentes, 71% levariam em conta a taxa de juros, enquanto 26% apontaram o valor das parcelas e 3% o prazo de pagamento. Já entre os consumidores inadimplentes, 55% levariam em conta o valor das parcelas, 42% a taxa de juros e 3% o prazo de pagamento. Metodologia Pouco mais de 2.100 consumidores, segmentados em inadimplentes e adimplentes, responderam à Pesquisa Perfil do Consumidor realizada de modo online ao longo do 2º semestre de 2019 pela Boa Vista, em todo o território nacional. Os resultados consideram 2% de margem de erro e 95% de grau de confiança. SOBRE A BOA VISTA A Boa Vista é uma empresa brasileira que alia inteligência analítica à alta tecnologia para transformar os dados dos seus clientes em soluções para os desafios de empresas e consumidores. Criada há mais de 60 anos como SCPC (Serviço Central de Proteção ao Crédito), tem contribuído significativamente para o desenvolvimento da atividade de crédito no Brasil, ajudando o País a estabelecer uma relação de consumo mais equilibrada entre empresas e consumidores. A Boa Vista é precursora do Cadastro Positivo, banco de dados com informações sobre o histórico de pagamentos, que deixa a análise de crédito mais justa e acessível. Por isso, Cadastro Positivo é na Boa Vista. Pioneira também em serviços ao consumidor, a Boa Vista responde por iniciativas que cooperam com a sustentabilidade econômica dos brasileiros, como a consulta do CPF com score, dicas de educação financeira e parcerias para negociação de dívidas. Tudo disponível de forma simples, rápida e segura no site www.consumidorpositivo.com.br Atualmente a Boa Vista é referência no apoio à tomada de decisão em todas as fases do ciclo de negócios: prospecção, aquisição, gestão de carteiras e recuperação. Relações com a Imprensa Liliana Liberato (11) 4734-3575 | (11) 9 9376-9511 liliana.liberato@boavistascpc.com.br
Pedidos de falência caem 0,3% em 2019, diz Boa Vista

Os pedidos de falência caíram 0,3% em 2019 na comparação com o ano anterior, segundo dados com abrangência nacional da Boa Vista. Mantida a base de comparação, as falências decretadas apresentaram queda de 10,8% em relação a 2018, enquanto os pedidos de recuperação judicial e as recuperações judiciais deferidas diminuíram 10,7% e 7,9%, respectivamente. No mesmo sentido, em dezembro todos os indicadores recuaram na comparação com novembro, sendo que as Falências Decretadas caíram 39%, os Pedidos de Recuperação Judicial, 3,8%, as Recuperações Judiciais Deferidas, 31,3%, e os Pedidos de Falência, 29,7%. O resultado de 2019, apesar de tímido, representa o terceiro ano consecutivo de queda nos pedidos de falência. Esse movimento está atrelado à melhora nas condições econômicas desde 2017, que permitiu às empresas apresentarem sinais mais sólidos nos indicadores de solvência até o final do ano passado. Entretanto, a continuidade desse processo dependerá de uma retomada mais acelerada da atividade econômica nos próximos meses. Além disto, não há sinais de deterioração da situação financeira das empresas, ainda que a economia cresça a um ritmo aquém do ideal. Favorece ainda a solvência do setor empresarial a redução das taxas de juros, que também abre oportunidades para a renegociação de dívidas. Distribuição das falências e recuperações judiciais por porte A tabela 2 mostra como estão distribuídas as falências e recuperações judiciais por porte de empresa no acumulado em 2019 a partir dos critérios de porte de empresa adotados pelo BNDES¹. As pequenas empresas, por exemplo, foram responsáveis por 94,2% dos pedidos de falências e 93,6% dos pedidos de recuperação judicial. Com relação a falências decretadas e recuperações judiciais deferidas, também houve predominância de ocorrências entre pequenas empresas, que responderam por 97% e 93,1% dos totais, respectivamente. Distribuição das falências e recuperações judiciais por setor Na divisão por segmento da economia, o setor de serviços, que concentra a maior parte dos pequenos empreendimentos, respondeu pelo maior percentual dos pedidos de falência (43,3%), seguido do setor industrial (28,6%) e do comércio (28,1%). No mesmo período do ano passado, o setor de serviços respondeu por 41,7% dos pedidos de falência, contra 31,9% da indústria e 26,4% do comércio. Para os demais dados, segue o resumo apresentado na tabela 3 abaixo: Metodologia O indicador de falências e recuperações judiciais é construído com base na apuração dos dados mensais registradas na base de dados da Boa Vista, oriundas dos fóruns, varas de falências e dos Diários Oficiais e da Justiça dos estados. A série histórica deste indicador se inicia em 2006 e está disponível em: http://www.boavistaservicos.com.br/economia/falencias-e-recuperacoes-judiciais/
Conheça a programação de capacitações de janeiro

Maioria dos eventos é gratuita e aberta à comunidade; inscrições podem ser feitas na ACICG ou pelo link: www.sympla.com.br/escoladevarejo Ano novo começando e o aperfeiçoamento profissional deve ser uma das prioridades de quem busca colocação no mercado de trabalho. Adquirir ou atualizar conhecimentos também está no foco de quem deseja melhorar sua posição no emprego, ou mudar de área. Para incentivar e contribuir com a capacitação de mão de obra local, a Escola de Varejo da Associação Comercial e Industrial de Campo Grande (ACICG) oferece a partir do dia 20 de janeiro, em sua sede, diversos cursos e palestras abertos à população. Confira a programação do mês: Data: 20 e 21 de janeiro, das 07h30 (Gratuito) Evento: Hora do Conhecimento | Despertar de um propósito para 2020 Palestrante: Moacir Pereira Júnior, gestor da Escola de Varejo da ACICG Data: 22 de janeiro, 19h (Gratuito) Evento: Palestra Noturna | Meeting RH: O RH na era Exponencial Palestrantes: Vanessa Freitas & Dorvany Alves, das empresas Genthe e DARH Data: 23 de janeiro, 19h (Gratuito) Evento: Palestra em Dobro | Empreendedorismo com PNL & Como se transformar no líder que gera grandes resultados Palestrantes: Regina Robertson, e Paulo Andreotti, da Andreotti Potential Data: 27 e 28 de janeiro, 7h30 (Gratuito) Evento: Hora do Conhecimento | Desaprender para aprender com o futuro Palestrante: Moacir Pereira Júnior, gestor da Escola de Varejo da ACICG Data: 27 a 31 de janeiro, 19h Evento: Curso de Análise de Crédito e Cobrança para Empresas Palestrantes: Werner H. Dreyer & Dieter A. Dreyer, da empresa Dreyer Assessoria Empresarial e Representações LTDA. Mais informações sobre a programação podem ser obtidas pelos telefones (67) 3312-5000 | 3312-5058 | 98405-4600 ou pelo e-mail escoladevarejo@acicg.com.br. As inscrições podem ser feitas na sede da Associação Comercial localizada na rua 15 de Novembro, 390 – Centro, ou no link: www.sympla.com.br/escoladevarejo.
Artigo | Empresário: O que 2020 te reserva?

Por João Carlos Polidoro, presidente da Associação Comercial e Industrial de Campo Grande – ACICG Em 2019 vimos a esperança renascer com força. Na política nacional, mudança de rumos e atitudes, na economia, a busca da recuperação com crescimento sustentável e, pela primeira vez na história recente, um governo falando e agindo para diminuir o tamanho da máquina estatal, visto claramente na esfera federal. Os sinais positivos são vários: recuperação de quase 1 milhão de empregos, taxa básica de juros em 4,5% a.a., inflação está abaixo da meta de 4,25%, e ficará abaixo de 4% para o ano de 2019, PIB deve fechar acima de 1%, Ibovespa superou os 117 mil pontos, Dólar em torno de R$4,10, varejo em recuperação por 6 meses consecutivos, o setor público deverá fechar com o déficit primário entre R$70 e R$80 bilhões – abaixo da meta inicial de R$132 bilhões -, aprovação da Lei da Liberdade Econômica, aprovação da Reforma da Previdência, e etc. O que vem por aí em 2020? A tão esperada Reforma Tributária, que estará no foco das discussões do Congresso Nacional. O que esperamos dela? Que diminua e equalize a carga tributária com a simplificação no topo das preocupações dos legisladores. A Reforma Administrativa trará novas regras para contratação de servidores, com salários próximos do setor privado, flexibilizando o processo de demissão e reduzindo o número de carreiras para diminuir o tamanho do estado brasileiro. Isso tudo faz parte do plano de reformas proposto pelo Governo Federal, que prevê, além da Reforma Tributária, um novo pacto federativo. Ao trazer essas percepções para terras pantaneiras, apesar do aumento de impostos promovido pelo governo de MS inviabilizando alguns setores, o ambiente parece favorável para investimentos e, principalmente com as oportunidades que a Rota da Integração Latino Americana (Rota Bioceânica) está proporcionando, não precisamos esperar pontes e estradas ficarem prontas para fazer negócios. A rota já existe, e é preciso apenas usar e gerar transações entre os países vizinhos. O comércio internacional traz a possibilidade de novas receitas gerando incremento no faturamento de nossas empresas. O estado de Mato Grosso do Sul e principalmente nossa capital Morena, estão em posição estratégica para a concretização de um hub logístico, para atender o Centro-Oeste e demais regiões do Brasil na distribuição de produtos oriundos de diversos países, que usarão os caminhos mais favoráveis, com custos menores que a logística convencional, usada atualmente, para a escoação da produção. O setor do turismo pode ser o caminho mais rápido, para a integração com os demais países da América-Latina, pois temos belezas naturais, fauna e flora apreciadas no mundo inteiro, bem como os países da rota também têm belezas que encantam, como a Cordilheira dos Andes, Deserto do Atacama, Chaco Paraguaio e Argentino, as salinas do Chile e Argentina e muitas outras atrações para os sul-mato-grossenses visitarem. Tudo indica que 2020 tornar-se-á um ano melhor para nossa economia, pelas mudanças que já aconteceram e pelas que estão por vir. Se o Estado não atrapalhar, já será de grande ajuda!
Nome Limpo: Campo-grandenses negociaram mais de R$ 2,3 milhões em dívidas

Campanha aconteceu de 9 a 13 de dezembro; Mais de 2 mil pessoas foram atendidas, e quase 3 mil títulos foram excluídos do SCPC 18 de dezembro de 2019 – A 14ª edição da campanha de Recuperação de Crédito Nome Limpo, promovida pela Associação Comercial e Industrial de Campo Grande (ACICG), negociou para o comércio da Capital mais de R$2,3 milhões, no período 9 a 13 de dezembro. A ação representou a exclusão de 2.788 títulos do banco de dados do SCPC. Durante toda a campanha mais de 2 mil pessoas foram atendidas na sede ACICG. “Estamos muito felizes com os resultados da Campanha neste ano, principalmente com a quantidade de empresas de diversos segmentos que participaram. Contamos com a parceria da Clínica Odontológica Sorriso, Colégio Adventista, CREA/MS, Energisa, Insted, Libera Limes, Pax Real, Soldamaq, Super 5 e Unigran, que ao longo de uma semana intensa de trabalho atenderam seus clientes em uma estrutura especial montada dentro da nossa sede”, contou a supervisora da Central de Recuperação de Crédito da ACICG, Paola Nogueira. Para Paola, o resultado é extremamente positivo, e reflete a maior consciência dos consumidores sobre a forma de gastar dinheiro. “Alcançamos nossas expectativas sobre os valores negociados confirmando, em mais uma edição, a efetividade dessa campanha e fazendo o dinheiro voltar circular na economia local. Cumprimos o objetivo de disseminar o método de conciliação como ferramenta de negociação, para oportunizar ao consumidor condições especiais para quitar seus débitos e, principalmente, auxiliar as empresas a recuperar os créditos que já consideravam perdidos”, finalizou. A Energisa, que participou do Nome Limpo pelo quinto ano consecutivo, atendeu mais de 700 clientes que passaram pelo local durante a semana. Para o coordenador Comercial da concessionária, Jonas Ortiz, “a iniciativa é uma forma de estabelecer uma aproximação com os clientes levando propostas que atendam as necessidades do consumidor”. Nome Limpo: O maior feirão de negociação de Mato Grosso do Sul acontece desde 2006, e tem por objetivo promover a sustentabilidade do crédito ao viabilizar a quitação dos débitos inscritos no SCPC (Serviço Central de Proteção ao Crédito) de Campo Grande, contemplando os setores varejista e de serviços.
Demanda por Crédito do Consumidor avançou 2,6% em novembro

17 de dezembro de 2019 – A Demanda por Crédito do Consumidor avançou 2,6% em novembro na comparação com outubro, já descontadas as influências sazonais, de acordo com dados nacionais da Boa Vista. Na comparação com novembro de 2018, o indicador subiu 2,7%. Já no acumulado em 12 meses, registrou alta de 3,9%. Considerando os segmentos que compõem o indicador, o Financeiro apresentou elevação de 4,7% no mês. O segmento Não Financeiro, por sua vez, avançou 1,2% na mesma base de comparação. A trajetória do indicador acumulado em doze meses mostra certa estabilidade do ritmo de crescimento da demanda por crédito, refletindo ainda o fraco crescimento da economia e o mercado de trabalho fragilizado por elevadas taxas de desocupação e subutilização da mão de obra. Além da necessidade de um avanço no mercado de trabalho, a melhora na avaliação sobre a recuperação da economia e a redução do endividamento e comprometimento de renda são fatores importantes para diminuir a cautela dos consumidores, afetando, com isto, o movimento da demanda por crédito. Em novembro, contudo, o indicador registrou a quarta alta consecutiva, o que pode ser reflexo da disponibilização dos recursos do FGTS, os quais podem ser utilizados tanto para o pagamento ou renegociação de dívidas quanto para a retomada de projetos adiados de consumo. Além disto, a redução das taxas de juros também tende a favorecer a demanda por crédito. Segue abaixo a tabela contendo o resumo dos dados apresentados. Metodologia O indicador de Demanda do Consumidor por Crédito é elaborado a partir da quantidade de consultas de CPF à base de dados da Boa Vista por empresas. As séries têm como ano base a média de 2011 = 100 e passam por ajuste sazonal para avaliação da variação mensal. A partir de janeiro de 2014, houve atualização dos fatores sazonais e reelaboração das séries dessazonalizadas, utilizando o filtro sazonal X-12 ARIMA, disponibilizado pelo US Census Bureau. A série histórica deste indicador inicia em 2010 e está disponível em: http://www.boavistaservicos.com.br/economia/demanda-por-credito/ SOBRE A BOA VISTA A Boa Vista é uma empresa brasileira que alia inteligência analítica à alta tecnologia para transformar os dados dos seus clientes em soluções para os desafios de empresas e consumidores. Criada há mais de 60 anos como SCPC (Serviço Central de Proteção ao Crédito), tem contribuído significativamente para o desenvolvimento da atividade de crédito no Brasil, ajudando o País a estabelecer uma relação de consumo mais equilibrada entre empresas e consumidores. A Boa Vista é precursora do Cadastro Positivo, banco de dados com informações sobre o histórico de pagamentos, que deixa a análise de crédito mais justa e acessível. Por isso, Cadastro Positivo é na Boa Vista. Pioneira também em serviços ao consumidor, a Boa Vista responde por iniciativas que cooperam com a sustentabilidade econômica dos brasileiros, como a consulta do CPF com score, dicas de educação financeira e parcerias para negociação de dívidas. Tudo disponível de forma simples, rápida e segura no site www.consumidorpositivo.com.br Atualmente a Boa Vista é referência no apoio à tomada de decisão em todas as fases do ciclo de negócios: prospecção, aquisição, gestão de carteiras e recuperação. Relações com a Imprensa Liliana Liberato (11) 4734-3575 | (11) 9 9376-9511 liliana.liberato@boavistascpc.com.br Lucas Menoita (11) 4734-3579 lucas.alves@boavistascpc.com.br
Movimento do Comércio avança 2,3% em novembro, diz Boa Vista

16 de dezembro de 2019 – O Indicador Movimento do Comércio, que acompanha o desempenho das vendas no varejo em todo o Brasil, avançou 2,3% em novembro deste ano na comparação com outubro, já descontados os efeitos sazonais, de acordo com dados apurados pela Boa Vista. O aumento se deu após os resultados de 0,3% em setembro e 0,8% em outubro. Na comparação com novembro de 2018, houve crescimento de 3,7%, enquanto, no acumulado em 12 meses, o indicador acelerou e registrou avanço de 1,7%. As concessões de crédito com recursos livres aos consumidores vêm mantendo o ritmo de crescimento, o que, somado ao baixo nível de inflação e ao resgate dos recursos do FGTS, parece estar por trás do crescimento do movimento do comércio nos últimos meses. Em novembro, o resultado do indicador também foi influenciado positivamente pela semana da Black Friday. Considerada a maior data para o comércio depois do natal, o evento promocional parece ter impulsionado as vendas na maioria dos segmentos, com destaque para o avanço em móveis e eletrodomésticos. O mercado de trabalho, contudo, ainda segue fragilizado, com o desemprego caindo basicamente por causa da expansão da informalidade e do trabalho por conta própria. Com isto, a renda cresce pouco, o que tem resultado em aumento do endividamento e do comprometimento da renda, elevando-se, assim, o risco de aumento da inadimplência. De qualquer forma, ao menos a curto prazo, o cenário para a inadimplência não chega a preocupar, o que favorece o mercado de crédito e, consequentemente, o movimento do comércio para o final do ano. Setores Na análise mensal, o segmento de “Móveis e Eletrodomésticos” apresentou alta de 5,2%, descontados os efeitos sazonais. Nos dados sem ajuste sazonal, o acumulado em 12 meses acelerou (se posicionando em 0,4%). A atividade de “Supermercados, Alimentos e Bebidas” registrou variação de 0,7% no mês na série dessazonalizada. Na série sem ajuste, a variação acumulada em 12 meses foi de 1,8%. Já a categoria de “Tecidos, Vestuários e Calçados” cresceu 1,7% no mês, expurgados os efeitos sazonais. Nos dados acumulados em 12 meses houve alta de 5,2%. Por fim, o segmento de “Combustíveis e Lubrificantes” apresentou alta de 0,8% em novembro considerando dados dessazonalizados, enquanto, na série sem ajuste, a variação acumulada em 12 meses foi de -0,2%. Abaixo a tabela contemplando os valores mencionados. Os dados, portanto, parecem apontar para a consolidação de uma ligeira tendência de aceleração do movimento do comércio, impulsionada, principalmente, pelo crescimento do crédito e pelos saques dos recursos do FGTS. Ainda assim, é preciso ressaltar que os efeitos dos recursos do FGTS rapidamente se dissiparão – assim como em 2017 – sem uma melhora substancial da dinâmica do mercado de trabalho e do comprometimento da renda das famílias com o pagamento de dívidas. Metodologia O indicador Movimento do Comércio é elaborado a partir da quantidade de consultas à base de dados da Boa Vista, por empresas do setor varejista. As séries têm como ano base a média de 2011 = 100, e passam por ajuste sazonal para avaliação da variação mensal. A partir de janeiro de 2014, houve atualização dos fatores sazonais e reelaboração das séries dessazonalizadas, utilizando o filtro sazonal X-12 ARIMA, disponibilizado pelo US Census Bureau. A série histórica do indicador está disponível em: www.boavistaservicos.com.br/economia/movimento-do-comercio/
Recuperação de crédito sobe 1,5% em novembro, diz Boa Vista

O indicador de recuperação de crédito – obtido a partir da quantidade de exclusões dos registros de inadimplentes da base da Boa Vista – registrou avanço de 1,5% em novembro contra outubro, já descontados os efeitos sazonais. Na comparação com novembro de 2018, houve aumento de 4%. No ano, porém, o indicador acumula queda de 3,2%. Em termos regionais, o acumulado do ano apresenta alta apenas na região Norte (1,7%). Em sentido oposto, na região Sul foi registrada a maior redução (-8%), seguida do Centro-Oeste (-3,6%), Nordeste (-2,8%) e Sudeste (-2,4%). Na comparação mensal, contudo, apenas as regiões Sul (-3,9%) e Centro Oeste (-2,6%) registraram queda em novembro. Na comparação interanual (novembro de 2019 contra novembro de 2018), todas as regiões avançaram, com aumentos expressivos no Norte (6,6%) e no Sudeste (5,7%). Se, por um lado, o indicador de registros de inadimplência vem apresentando queda em 12 meses, sugerindo que boa parte dos consumidores ainda estão conseguindo manter em dia o pagamento de novas dívidas, por outro lado, o indicador de recuperação também segue em queda nesta base de comparação (-2,8% em novembro), sinalizando dificuldade dos consumidores com dívidas em atraso de reequilibrarem a sua situação financeira e saírem do cadastro de inadimplentes. Entre os principais fatores por trás desta dificuldade, é possível apontar os elevados níveis de desocupação e subutilização da mão de obra e o fraco crescimento da renda. Na comparação mensal, por sua vez, o indicador de recuperação continua avançando. Após alta em julho, o indicador recuou em agosto, mas voltou a subir nos três últimos meses, para o que ainda pode ter colaborado no mês o resgate dos recursos do FGTS, em grande parte dos casos utilizados pelos consumidores para o pagamento de dívidas atrasadas – de acordo com pesquisa da Boa Vista, 56% dos que fariam o saque do FGTS utilizariam o dinheiro para pagar as contas, sendo que 42% iriam pagar as atrasadas e 14% as contas que estavam em dia. Favorece também o aumento da recuperação a redução das taxas de juros, que abre oportunidades aos consumidores de renegociação das dívidas atrasadas.
Em 3 dias, Campanha Nome Limpo negociou mais de R$ 665 mil

Evento de negociação de dívidas em atraso encerra nesta sexta-feira A 14ª edição da campanha de recuperação de crédito Nome Limpo, promovida pela Associação Comercial e Industrial de Campo Grande, já negociou mais de R$ 665 mil e atendeu mais de mil pessoas até a última quarta-feira (11/12). O evento segue até sexta-feira (13), das 8h às 17h, na rua Rua 15 de Novembro, 390, Centro. No último dia da campanha ainda realizarão negociações: Insted, Unigran, Pax Real, Energisa e CREA/MS. Os clientes inadimplentes dessas empresas devem procurar a entidade portando algum documento de identificação com foto. A Energisa, por exemplo, está atendendo clientes que tenham uma ou mais faturas com atraso no pagamento superior a 30 dias, e oferece condições especiais na quitação de débitos, como desconto de 100% dos encargos para pagamentos à vista e possibilidade de parcelamento. As condições de negociação estão sujeitas a análise, e a negociação do pagamento dos débitos pode ser feita pelo titular, munido do documento de identificação. As empresas seguirão uma escala de funcionamento na estrutura montada dentro da ACICG. “Orientamos as pessoas a consultarem o cronograma de atendimento antes de se deslocarem para realizar sua negociação e, em caso de dúvidas, podem entrar em contato pelos telefones (67) 3312-5063 e 9846-3135”, explica a supervisora da Central de Recuperação de Crédito da ACICG, Paola Nogueira. Empresa Horários disponíveis CREA/MS 8h às 11h Energisa 8h às 11h e das 13h às 17h Insted 13h às 17h Pax Real 8h às 11h Unigran 8h às 11h e das 13h às 17h Iniciado na última segunda (09/12), o evento ainda reuniu a clínica Odontológica Sorriso, Colégio Adventista, Libera Limes, Soldamaq e Super 5. Nome Limpo – Tradicional em Campo Grande, este ano a campanha chega em sua 14ª edição, e é bastante aguardada pelos empresários, pois possibilita o recebimento e regularização dos créditos perdidos, a reativação de clientes antigos e, ainda, contribui para o aquecimento do mercado para as compras de Natal. “Esses fatores somados ao desejo das pessoas de regularizarem sua situação financeira gera excelentes resultados fazendo com o que o dinheiro volte a circular aqui na cidade”, explica a gerente de negócios da ACICG, Letícia Ribeiro. Em 2018, graças ao maior feirão de negociação de débitos de Mato Grosso do Sul, mais de R$3 milhões foram negociados e voltaram a circular na economia local. O montante superou o valor de recuperação esperado para todo o período, e representou a exclusão de quase 4 mil títulos do banco de dados do Serviço Central de Proteção ao Crédito (SCPC). “A nossa expectativa para este ano é manter o número de atendimentos em relação a campanha do ano passado”, finaliza Letícia. Serviço: Campanha Nome Limpo Data: até 13 de dezembro Horário: das 8h às 17h Local: ACICG – Rua 15 de Novembro, 390, Centro Informações: (67) 3312-5063 e 99660-5033.