Associação Comercial de Campo Grande tenta barrar decreto estadual na Justiça

Justiça - ACICG.

Decreto estabeleceu medidas rígidas para a próxima semana, com fechamento de atividades não essenciais Fonte: Portal Correio do Estado A Associação Comercial e Industrial de Campo Grande (ACICG) entrou com ação na Justiça para tentar derrubar parte do decreto estadual, que determinou medidas mais restritivas, incluindo o fechamento do comércio, até o dia 4 de abril em todo o Estado. O principal ponto questionado é a prorrogação do toque de recolher, das 20h às 5h de segunda a sexta-feira e das 16h às 5h no fim de semana. No mandado de segurança coletivo, com pedido de liminar, a ACICG alega que o decreto estadual “restringe o comércio de forma ainda mais rigorosa” que o decreto municipal, que tem validade até este domingo (28). A associação alega ainda que o decreto invade a competência municipal de legislar, com medidas que afetam e interferem no funcionamento do comércio local. Na ação, a entidade afirma que decreto não apresenta dados técnicos sobre a situação da Covid-19 em cada município do Estado e sustenta que as tomadas de decisão devem respeitar as peculiaridades e particularidades de cada local, o que não teria sido levado em consideração. Quanto as restrições, a Associação Comercial alega que determinar horário de funcionamento dos estabelecimentos e de circulação de pessoas configura toque de recolher e que “cerceia o direito constitucional de livre comércio”. Por este motivo, a ACICG pede, na ação, que sejam derrubados do decreto o artigo que proibiu o funcionamento de atividades não essenciais e o que determinou o toque de recolher. “Assevera-se também que a medida de reduzir o horário de funcionamento dos estabelecimentos comerciais provoca exatamente o efeito contrário que se espera para redução do contágio do vírus, pois, ao fazer com que o consumidor tenha menos tempo para comprar suas necessidades, gera aglomeração de todos no mesmo horário reduzido”, diz a associação no mandado de segurança. A Associação afirma ainda que as atividades estão ocorrendo de forma regular, com respeito às normas sanitários e protocolos de biossegurança e que o fechamento pode trazer graves danos, como fechamento de empresas. O pedido ainda não foi julgado pela Justiça.

ACICG não apoia medidas restritivas do Decreto Estadual nº 15.638

ACICG

25 de março de 2021 – A Associação Comercial e Industrial de Campo Grande (ACICG) entende o momento crítico da pandemia em nossa Capital, mas considera que as medidas de restrição de atividades econômicas, que foram estabelecidas pelo Decreto Estadual 15.638, publicado em 24 de março, são ineficazes e inadequadas para a contenção da pandemia, tendo como base exemplos da nossa cidade e de outras que adotaram tais restrições, e ainda assim continuaram com aumento do contágio e da demanda por leitos de UTI. Além disso, a limitação do funcionamento do comércio e da mobilidade urbana, bem como, o toque de recolher, reduzem o direito de ir e vir, a liberdade das pessoas, além dos direitos fundamentais esculpidos na Constituição Federal. Representando mais de 8,3 mil empresas somente na capital sul-mato-grossense, a ACICG reforça que a maioria das empresas têm cumprido os protocolos de prevenção à Covid-19 e defende a manutenção do funcionamento do comércio, com a rígida fiscalização do cumprimento dos protocolos de biossegurança. O setor vem investindo nas adequações sanitárias desde o início da pandemia e não pode ser apontado como ambiente propício à transmissão da doença. Os empresários estão fazendo sua parte, mas é necessário que a administração pública ofereça todo o suporte de atendimento, zelando para que cidadãos com sintomas da Covid-19 tenham acesso aos testes e recebam o tratamento adequado antes mesmo que seja necessário o uso de UTI. Para tanto, além de fiscalizar estabelecimentos comerciais, o governo precisa ampliar os leitos hospitalares, bem como, as equipes de atendimento, e cuidar para que não falte nem medicamentos, nem equipamentos para o tratamento dos pacientes. A Associação Comercial reconhece que o momento é de prioridade à vida diante do agravamento das infecções por Covid-19, e reforça que medidas para garantir a sobrevivência das empresas também não podem ser esquecidas pelo Estado. É o setor privado quem vai garantir o sustento das famílias que não contam com nenhum tipo de auxílio do governo e, ainda, que vai propiciar o retorno de muitos profissionais ao mercado de trabalho. Mesmo contrária às medidas de restrição ao comércio, a entidade tem buscado soluções para socorrer e ajudar todos os empresários e colaboradores, para que continuem mantendo os empregos e a renda da população. A ACICG luta para que o funcionamento das empresas possa continuar na modalidade delivery e pede ainda que haja, por parte do poder público, compensações para as empresas. Há um ano, a entidade vem solicitando a prorrogação de impostos municipais, estaduais e federais, inclusive com medidas judiciais, e teve a reivindicação de adiamento atendida pela prefeitura na última semana e, no dia 24 de março, também pelo Governo Federal, que prorrogou os impostos do Simples de abril, maio e junho, inclusive de sua parcela do ICMS, com a adesão do Estado de MS. Contudo, a Associação Comercial continua buscando um suporte maior de incentivos financeiros ao setor. A ACICG tem participado, desde o início da pandemia, do comitê de gerenciamento da crise da Covid-19, atuando junto aos órgãos públicos municipais e entidades representativas da sociedade civil organizada, para compartilhar a realidade e a necessidade dos setores de comércio e serviços, e colaborar na contenção do avanço da pandemia. A entidade continuará ativa nesse processo, buscando o equilíbrio entre a saúde e a economia. Por fim, a entidade seguirá reforçando a manutenção dos protocolos de biossegurança junto às empresas, e pede para que a população também faça sua parte usando a máscara corretamente, higienizando constantemente as mãos, evitando aglomerações, pois, somente assim, conseguiremos retomar o controle e desafogar os hospitais até que toda a população seja vacinada. 

Brasil registra mais de 260 mil vagas de emprego formal em janeiro

Empresas negócios - carteira de trabalho - divulgação agência Brasília - ACICG.

Fonte:  O Brasil registrou, em janeiro, o melhor resultado para o mês desde o início da série histórica, em 1992. O saldo total de empregos com carteira assinada no país foi positivo e fechou o primeiro mês do ano  com 260.353 novas vagas criadas. Os dados do Caged – Cadastro Geral de Empregados e Desempregados foram divulgados na última terça-feira (16) pelo secretário de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, Bruno Bianco, que comemorou o resultado. Houve um crescimento de 0,66% no total de empregos formais em relação a dezembro. Todos os setores econômicos criaram mais vagas que fecharam no primeiro mês de 2021. O destaque foi para Indústria, que criou mais de 90 mil novas vagas, seguida pelo setor de serviços, com mais de 83 mil novos postos de trabalho formal. O comércio, foi setor que menos cresceu, com mais de 9,8 mil novas vagas criadas. O número total de empregos formais no país encerrou janeiro com 39,6 milhões carteiras assinadas. Com isso, ultrapassou, pela primeira vez, o total de empregos formais registrados antes da pandemia, numa diferença de 0,07% superior em relação a fevereiro de 2020. A arquiteta do Distrito Federal Carolina Novais, de 27 anos, conseguiu em janeiro um serviço por encomenda, por tempo limitado, também conhecido como ”freela”. Mas o que ela quer mesmo é um emprego com carteira assinada. Todas as cinco regiões do país apresentaram aumento no número de empregos criados, com destaque para região Sul e Centro-Oeste que tiveram crescimento acima de 1% se comparado com dezembro de 2020. Já as regiões Norte e Nordeste apresentaram o pior desempenho, ambas com um aumento menor que 0,5% na criação de novas vagas. Em relação às 27 unidades da federação, apenas três registraram queda no número total de empregos formais, foram elas:  Alagoas, Paraíba e Rio de Janeiro. Em termos relativos, os estados com maior variação positiva foram Mato Grosso, Santa Catarina e Goiás. Já em relação ao salário médio no momento da contratação, o Caged registrou um aumento real de R$20 com o salário médio chegando a R$1.760, uma variação de 1,15% em relação a dezembro do ano passado.

Serviços registram crescimento de 3,7% em fevereiro, diz IBGE

IBGE - ACICG.

O indicador acumula ganhos de 24% no período 15 de abril de 2021 – O volume de serviços no país teve alta de 3,7% na passagem de janeiro para fevereiro deste ano. Essa foi a nona taxa de crescimento consecutiva do indicador, que acumula ganhos de 24% no período. O setor também superou, pela primeira vez, o período pré-pandemia, ficando 0,9% acima do patamar de fevereiro de 2020. O dado foi divulgado hoje (15) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Nos outros tipos de comparação, no entanto, os serviços apresentaram queda: em relação a fevereiro de 2020, sem ajuste sazonal (-2%), acumulado do ano (-3,5%) e acumulado de 12 meses (-8,6%). A receita nominal teve alta de 2,8% na comparação com janeiro deste ano, mas caiu 1,6% em relação a fevereiro, 3,4% no acumulado do ano e de 8,2% no acumulado de 12 meses. A alta de 3,7% do volume de serviços de janeiro para fevereiro foi acompanhada pelas cinco atividades pesquisadas pelo IBGE: transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio (4,4%), profissionais, administrativos e complementares (3,3%), prestados às famílias (8,8%), outros serviços (4,7%) e informação e comunicação (0,1%). Fonte – Agência Brasil 

ACICG é contra restrições de atividades econômicas impostas por decreto estadual

ACICG

Campo Grande – 13 de março de 2021. A partir deste domingo, 14 de março, começa a vigorar o decreto 15.632 do governo do Estado de Mato Grosso do Sul. A Associação Comercial e Industrial de Campo Grande (ACICG) defende a manutenção do funcionamento do comércio, com a rígida fiscalização do cumprimento dos protocolos sanitários, por isso é contra às medidas de restrição de atividades econômicas que foram estabelecidas por esse decreto, por considerá-las ineficazes e inadequadas para reduzir o contágio do vírus.  Representando mais de 8,3 mil empresas somente na capital sul-mato-grossense, a ACICG entende que a maioria das empresas têm cumprido os protocolos de prevenção à Covid-19. O setor vem investindo nas adequações sanitárias desde o início da pandemia e não pode ser apontado como ambiente propício à transmissão da doença. A redução do horário do comércio provoca mais aglomeração, pois as pessoas terão menos tempo para fazer suas compras. Por isso, essa medida não é uma solução para diminuir o crescente contágio. Os empresários estão fazendo sua parte, mas é necessário que a administração pública ofereça todo o suporte de atendimento, zelando para que cidadãos com sintomas da Covid-19 tenham acesso aos testes e recebam o tratamento adequado antes mesmo que seja necessário o uso de UTI. Para tanto, além de fiscalizar estabelecimentos comerciais, o governo precisa ampliar os leitos hospitalares, bem como, as equipes de atendimento, e cuidar para que não falte nem medicamentos, nem equipamentos para o tratamento dos pacientes. A Associação Comercial reconhece que o momento é de prioridade à vida diante do agravamento das infecções por Covid-19 e reforça que medidas para garantir a sobrevivência das empresas também não podem ser esquecidas pelo Estado. É o setor privado quem vai garantir o sustento das famílias que não contam com nenhum tipo de auxílio do governo e, ainda, que vai propiciar o retorno de muitos profissionais ao mercado de trabalho, bem como, manterá funcionando a máquina pública. A ACICG tem participado, desde o início da pandemia, do comitê de gerenciamento da crise da Covid-19, atuando junto aos órgãos públicos municipais e entidades representativas da sociedade civil organizada para compartilhar a realidade e a necessidade dos setores de comércio e serviços, e colaborar na contenção do avanço da pandemia. A entidade continuará ativa nesse processo, buscando o equilíbrio entre a saúde e a economia. Para tanto, seguirá reforçando a manutenção dos protocolos de biossegurança junto às empresas, e pede para que a população também faça sua parte usando a máscara corretamente, higienizando constantemente as mãos, evitando aglomerações, pois, somente assim, conseguiremos retomar o controle e desafogar os hospitais até que toda a população seja vacinada. 

Associação Comercial completa 95 anos de dedicação ao setor empresarial

ACICG Fachada.

Neste domingo (14 de março), a Associação Comercial e Industrial de Campo Grande (ACICG) completa 95 anos de sua fundação, comprometida com o desenvolvimento, representatividade e defesa da classe empresarial. Reunindo mais de 8 mil associados, que vão do microempreendedor às grandes empresas dos mais variados segmentos, a entidade está entre as maiores das associações comerciais do país e uma das organizações de classe mais tradicionais e representativas de Mato Grosso do Sul. “Esta casa esteve presente em todos os momentos importantes da história da nossa Capital, e ajudou, muitas vezes como protagonista, a forjar a nossa Cidade Morena. Por isso, neste quase um século de lutas e conquistas, a nossa homenagem é para os empresários, associados, conselheiros e diretores que entendem a força do associativismo. São eles que sustentam a nossa economia, gerando emprego e renda para a nossa Capital, e que com a sua dedicação fazem da ACICG a Casa do Empresário”, parabeniza o presidente da Associação Comercial, Renato Paniago. O presidente da entidade destaca que o momento de celebração é comemorado com muito trabalho em um período desafiador devido à pandemia. A Associação Comercial segue firme se mobilizando para ajudar as empresas da Capital a enfrentarem e a mitigar os efeitos negativos da Covid-19. O vice-presidente da Associação Comercial e Industrial de Campo Grande, João Carlos Polidoro, que presidiu a casa em duas gestões (2014 a 2020), relembra que desde o início da pandemia a ACICG participa do comitê de gerenciamento da crise da Covid-19, atuando junto aos órgãos públicos municipais e entidades representativas da sociedade civil organizada, para compartilhar a realidade e necessidade dos setores de comércio e serviços e colaborar na contenção do avanço da pandemia. Além disso, se posicionou contrária ao lockdown, por considerar a medida ineficaz para barrar o avanço da pandemia.  “Em 2020, nós contribuímos para que a reabertura dos negócios ocorresse de maneira segura e organizada, disseminando instruções e orientações sobre as decisões governamentais e os principais protocolos de segurança, e continuamos ativos nesse processo, buscando o equilíbrio entre a saúde e a economia”, complementou Polidoro. A ACICG compreende os desafios diários do empresariado e além da representação política, econômica e social, a entidade disponibiliza diversas soluções para fortalecer e desenvolver o setor. No âmbito de capacitação, sua escola de negócios oferece cursos, palestras e treinamentos virtuais e presenciais visando ampliar o conhecimento da equipe. Orientação nas áreas jurídica, gestão financeira e contábil, gestão de pessoas e marketing também estão à disposição dos associados, bem como, serviços bancários, ferramentas de acesso à justiça e produtos de telefonia, certificação, crédito e cobrança. Quem se associa à entidade também pode contar com soluções de saúde para a empresa, como atendimentos de medicina do trabalho e planos de saúde e odontológico, além de benefícios voltados ao lazer e bem estar, por meio da Colônia de Férias, um dos clubes mais tradicionais de Campo Grande. A rede de contatos entre empresários também é outra grande vantagem de ser um associado, pois o network construído estimula a troca de experiências, fomenta parcerias e potencializa a geração de negócios. “Desde a sua criação, a Associação Comercial presta um apoio muito grande e significativo aos empresários. Nos próximos anos, continuaremos firmes na missão de promover a união da classe empresarial, fortalecendo sua atuação e influência nas áreas política, econômica e social. Manteremos vivo o DNA do associativismo, que possibilita maior integração e representação coletiva, buscando não só desenvolvimento econômico sustentável, mas, também, conquistas importantes para que a nossa Capital seja ainda mais forte e próspera”, finalizou o segundo vice-presidente da ACICG, Omar Aukar, que ocupou a presidência da entidade no triênio 2011-2014.

Associação Comercial de Campo Grande conhece experiência de Cuiabá

ACC Cuiabá e ACICG.

Fonte – Associação Comercial e Empresarial de Cuiabá A Associação Comercial e Empresarial de Cuiabá (ACC) recebeu a visita de membros da Associação Comercial e Industrial de Campo Grande (ACICG), nesta quinta-feira (04.03). Eles vieram conhecer a estrutura da entidade e os produtos e serviços que a ACC oferece aos associados.  Segundo o primeiro-secretário da ACICG, Roberto Oshiro, Cuiabá é bastante representativa no âmbito do associativismo e possui um presidente atuante, que também é membro da diretoria da Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB).  “Alguns produtos que foram desenvolvidos em Mato Grosso são muito importantes para as Associações e os empresários, inclusive em nível nacional. O objetivo da nossa visita é entender melhor esse processo para poder fortalecer a Associação Comercial em Campo Grande”, comentou.  Produtos e serviços regionais da Associação de Cuiabá, como o aplicativo e o Clube de Benefícios, além das parcerias e convênios, também foram apresentados. “Essa visita institucional é muito importante para troca de informações e experiências. Presenciamos o que está dando certo aqui e o que podemos aproveitar lá, assim como a ACC também já nos visitou anteriormente e conseguiu adaptar alguns setores”, completou Oshiro.  O superintendente da ACICG, Ulysses Conceição Filho, reiterou que o intercâmbio entre as entidades fortalece o setor. “Temos adotado essa prática de visitar outras Associações e Federações, porque é bastante positiva e produtiva para ambas as partes”. Fortalecimento das Entidades Na oportunidade, eles também conheceram um pouco mais da Federação das Associações Comerciais e Empresarias de Mato Grosso (Facmat), que congrega 56 entidades e mais de 18 mil empresários em todo o estado.  A equipe da Facmat apresentou os serviços como a CACB Digital, o CrediConsult, o Projeto Transformar e a Academia do Associativismo, projetos vinculados à CACB. Para o presidente da Facmat e da ACC, Jonas Alves, a aproximação com as Associações Comerciais do país é importante, pois permite a ampliação dos serviços e da rede de negócios para a categoria empresarial. “Essas trocas proporcionam o associativismo necessário para fortalecer ainda mais as entidades e temos a oportunidade de crescer em conjunto e em harmonia”, concluiu Alves. A comitiva da ACICG foi composta ainda pelo diretor Ricardo Teixeira e pela coordenadora de conta SCPC, Stefaní Carmielo. Também participaram do encontro a executiva da Facmat, Rita Matos, o assessor jurídico da entidade, Rafael Furman, a gerente da ACC, Samanta Fernandes, a assessora de Marketing da CACB, Samantha Col Debella, e as assessoras de Marketing e de Imprensa da Facmat e da ACC, Mariana Pirani e Luciane Mildenberger, respectivamente.

Mutirão de Conciliação da ACICG começa na segunda-feira 

Semana da conciliação - ACICG.

As audiências serão realizadas somente com agendamento; Enquanto os clientes estiverem na entidade, representantes das empresas e conciliadores vão atuar por videoconferência.  Campo Grande, MS, 5 de março de 2021 – Começa na próxima segunda-feira, dia 8, o primeiro Mutirão de Conciliação da Associação Comercial e Industrial de Campo Grande (ACICG) em 2021. Em respeito às normas de biossegurança, esta edição conta com seis empresas participantes, e as audiências de conciliação vão ocorrer com agendamento e de forma remota, ou seja, o cliente convidado para a negociação vai se dirigir até a ACICG, enquanto o representante da empresa e o conciliador do Tribunal de Justiça participarão por videoconferência.  Reconhecida por sua expertise em campanhas de negociação e conciliação, a ACICG já trabalhou com esse formato de audiência no ano passado. “Experienciamos esse formato de conciliação durante a campanha Nome Limpo de 2020, e o resultado foi surpreendente. Precisamos continuar apoiando a retomada da economia, e faremos isso respeitando os protocolos de distanciamento social, de higiene e limpeza, e todos os protocolos de biossegurança estipulados pelos órgãos competentes”, explica a gerente de negócios da entidade, Letícia Ribeiro. Participam desta primeira edição do mutirão as empresas: SESC, Dismagran, Grupo Feitosa de Comunicação, Fecazari Shoes, H2L e Cervejaria Império. “Mais de 1.000 clientes destas empresas foram convidados para as audiências. Nossa expectativa é trabalhar com 20 audiências por dia, até o dia 19 de março. As audiências terão o intervalo de 1 hora entre elas, para nossa equipe higienizar as salas e os equipamentos utilizados”, reforça Letícia.  As empresas e seus clientes contarão com o apoio de um conciliador capacitado pelo Tribunal de Justiça (TJMS), para a realização das audiências de negociações dos débitos e homologação dos acordos. Mais informações podem ser obtidas pelos telefones (67) 3312-5063 e 9.9846-3135.  Serviço: Mutirão de Conciliação ACICG Data: De 8 a 19 de março Local:  Rua 15 de Novembro, 390, Centro  Informações: (67) 3312-5063 e 9.9846-3135

Curso de Oratória da ACICG está com vagas abertas

Oratória - ACICG.

Para profissionais de diversas áreas, capacitação vai ensinar técnicas infalíveis de comunicação com aulas teóricas e práticas. Campo Grande – 25 de fevereiro de 2021. Estão abertas as inscrições para o curso de oratória “A arte de se expressar bem para qualquer público”, promovido pela Escola de Varejo da Associação Comercial e Industrial de Campo Grande (ACICG) de 5 a 9 de abril. Recomendado a profissionais de diversas áreas de atuação, que precisam desenvolver e aprimorar a arte de se comunicar para obterem êxito em suas atividades, o curso vai ensinar técnicas infalíveis, por meio de aulas teóricas e práticas.  Durante o curso, os participantes estudarão os seguintes tópicos: Os cincos elementos-chave que dominam a arte de falar em público; eliminação dos vícios de linguagem; desenvolvimento de discursos e apresentações acadêmicas e profissionais; melhoramento de expressões verbais e corporais; projeção de uma imagem confiante e simpática; e ativação de relacionamentos pela comunicação. Quem ministrará o curso é Gerson Jacques, publicitário, escritor, relações públicas, coach, e um apaixonado por comunicação e desenvolvimento humano, temas que têm sido parte de sua vida profissional, pessoal e acadêmica. É professor de Oratória e Comunicação, possui especialização em Gestão Organizacional pela Utah State University/USA e atua também como palestrante de temas voltados ao comportamento humano e organizacional. Além disso, é empresário da Silance Lançamentos Digitais e sócio-proprietário da Agência KPI e da Silper Desenvolvimento Humano e Profissional. “Planejamos o curso de modo que o participante consiga desenvolver a clareza e a credibilidade em sua fala. Devido à pandemia, as vagas estão reduzidas e a capacitação presencial seguirá todos os protocolos de biossegurança. Os participantes aprenderão a organizar as ideias e apresentá-las com naturalidade, além de entender como ganhar mais confiança para falar em público e criar conexão com quem os assiste”, explicou o gestor da Escola de Varejo da ACICG, Moacir pereira Júnior. As inscrições podem ser feitas na sede da Associação Comercial, localizada na rua 15 de Novembro, 390 – Centro. Serão cinco dias de curso, com aulas iniciando às 18h30 e encerrando às 21h. Mais informações pelos telefones (67) 3312-5058 ou 98405-4600 (Whats app).

ACICG realiza pesquisa com consumidores do Centro nesta quinta-feira

ACICG

Nesta quinta-feira (18/02), a Associação Comercial e Industrial de Campo Grande (ACICG) realizará uma pesquisa no Centro da Capital com a finalidade de investigar a percepção dos consumidores sobre o comércio da região.  “Convidamos a população a colaborar com esse levantamento. Queremos descobrir o que os consumidores mais gostam da região e o que sentem falta no Centro. Essas respostas ajudarão a nortear o desenvolvimento de ações para movimentar o comércio situado no maior shopping a céu aberto da Capital,” explicou o gestor da Escola de Varejo da ACICG, Moacir Pereira Júnior, coordenador da pesquisa. A partir das 9h, a equipe da entidade estará localizada na esquina da avenida Afonso Pena com a Rua 14 de Julho aplicando 200 questionários. Os participantes receberão da ACICG uma máscara de tecido, uma iniciativa para colaborar com a conscientização da sociedade sobre a importância de seguir as medidas de higiene e biossegurança para o enfrentamento da pandemia. 

Associe-se

Cadastro realizado com sucesso!

Em breve você receberá nosso contato.