Associação Comercial lança movimento por mudanças: #JuntosFaremos

Juntos Faremos Fim da corrupção - ACICG.

Ação promove a união da sociedade Diante do anseio da população de todo o país por transformações políticas, a Associação Comercial e Industrial de Campo Grande (ACICG) lança o movimento #JuntosFaremos, para expor as bandeiras que defende, estimulando a participação do setor empresarial na mudança deste cenário e intensificando a atuação da Casa do Empresário no desenvolvimento econômico. O presidente da ACICG, João Carlos Polidoro, esclarece que o objetivo da ação é reafirmar o posicionamento que a entidade sempre defendeu: o da livre iniciativa, ou seja, o livre exercício de qualquer atividade econômica, e a liberdade de trabalho. “A nossa união é pelo respeito às leis, ao Estado e aos cidadãos, com foco no combate à corrupção em todos os atos”, explica. As bandeiras defendidas pelo movimento #JuntosFaremos são: fim da impunidade; nova política; menos impostos; gestão pública eficaz; mais segurança; fim da corrupção. “Apoiamos o desejo explícito da sociedade, de mudar o que está atrasando o Brasil”, afirma. Ao longo dos 89 de existência, a ACICG defende os interesses e direitos dos empresários, somando também ao calendário da entidade atividades que beneficiam toda a população, como a campanha de recuperação de crédito “Nome Limpo”, os cursos e palestras da Escola de Varejo, o incentivo ao comércio central e dos bairros e participação ativa em ações sociais. Mais informações no acicg.com.br. 

Comércio de Campo Grande demonstra leve recuperação

Comércio em Campo Grande MS - ACICG.

Compras a prazo foram alternativa para consumidores no primeiro trimestre de 2015 O comércio da capital começa a apresentar índices de reação ao atual momento econômico, de acordo com o banco de dados do SCPC (Serviço Central de Proteção ao Crédito) da Associação Comercial e Industrial de Campo Grande (ACICG). O número de consultas realizadas pelas empresas ao SCPC indica a quantidade de vendas no crediário, que podem ter sido a alternativa para os consumidores que desejavam aproveitar as liquidações. O terceiro mês do ano registrou 50.918 consultas, um aumento de 18,6 % em relação a fevereiro. “Mesmo que o consumidor esteja comprando menos, a alta pode ter ocorrido por conta da quantidade de dias úteis em março”, explica o presidente da ACICG, João Carlos Polidoro. “Nos feriados e datas festivas, as pessoas viajam e o movimento na cidade fica reduzido”, frisa. Outra comparação que apresenta resultados favoráveis é de março de 2015 com o mesmo mês do ano passado, revelando que foram realizadas 15,6% mais consultas ao SCPC. “O carnaval pode ter provocado este aumento já que, em 2014, foi durante o mês de março”, analisa Polidoro. O primeiro trimestre de 2015 apresentou uma pequena alta, já que teve 139.279 consultas efetuadas, 2,6% a mais do que no mesmo período de 2014. “Esperamos que, com a campanha que a ACICG está preparando para o dia das mães e dos namorados, os consumidores fiquem motivados e os empresários mais otimistas com o segundo trimestre”, completa o presidente da Casa do Empresário. O banco de dados A Boa Vista/SCPC é parceira da Associação Comercial e disponibiliza a consumidores e empresas vários serviços que incentivam o uso sustentável do crédito. O SCPC possui o maior banco de dados do Brasil e possibilita às empresas evitarem fraudes e realizarem vendas a prazo com mais segurança. Atualmente, mais de 123 mil campo-grandenses estão com o nome cadastrado no SCPC. Serviço: O SCPC é um serviço disponível na ACICG, localizada na Rua XV de novembro, 390, Centro. Informações: 3312-5000. Por Stephanie Ribas/Assessoria de imprensa – MTE 820/MS

Palestra promovida pelo CJE-ACICG atrai 130 jovens empreendedores

Eduardo Machado Marco Miatelo - ACICG

Evento arrecadou mais de 200kg de alimentos O Conselho de Jovens Empresários da Associação Comercial e Industrial de Campo Grande (CJE-ACICG) realizou nesta quarta-feira (8) um evento que reuniu 130 jovens empreendedores na ACICG para a palestra “Empreendedorismo inteligente: a chave para o seu sucesso”, com Eduardo Machado.O presidente da Casa do Empresário, João Carlos Polidoro, deu as boas-vindas ao palestrante e apoiou a ideia de inserir o empreendedorismo nas escolas. “Com este aprendizado desde o ensino fundamental, o espírito empreendedor pode ser descoberto mais cedo, trazendo bons resultados a longo prazo”, disse. O ex-presidente da Conaje (Confederação Nacional dos Jovens Empresários) discorreu sobre os desafios enfrentados por quem comanda uma empresa. “Você pode não saber como a sua empresa estará daqui um ano, mas você deve ter total controle sobre o que acontece hoje”, disse Eduardo, listando os deveres dos empresários. O palestrante enfatizou também que as derrotas não ensinam mais que as vitórias. “Quando você erra, continua com o risco de errar novamente; mas quando você acerta, já sabe qual caminho te leva ao êxito”, explicou. Estes são alguns pontos abordados no primeiro livro de Eduardo Machado, “O Ponto da Vitória”. O presidente do CJE-ACICG, Marcos Silva, destacou a importância do encontro. “Enquanto CJE, acreditamos que o perfil empreendedor é cada vez mais procurado pelas empresas e até mesmo pelos órgãos do Poder Público, nos quais um dos principais objetivos é a busca da eficiência”. O deputado estadual Marcio Fernandes acompanhou a palestra e parabenizou o Conselho de Jovens Empresários. “O empreendedorismo é sempre atrativo e traz novas perspectivas para as nossas vidas e nossos negócios”, considera. O líder do CJE reiterou que a ação “faz parte da missão institucional de investir na disseminação organizada do empreendedorismo, sendo este, fundamental para o progresso econômico e social, e fonte de geração de novas oportunidades de negócios”. Como ingresso para a palestra, o CJE arrecadou 204 kg de alimentos não-perecíveis, que serão doados ao Asilo São João Bosco. Na ocasião, o deputado Marcio Fernandes antecipou o convite para a Semana Estadual do Jovem Empreendedor, que este ano será realizada entre os dias 11 e 13 de agosto. “É uma oportunidade de mostrar que conquistamos formas de alcançar o sucesso e que todos têm condições de conquistar”. Por Stephanie Ribas/Assessoria de imprensa – MTE 820/MS

Associação Comercial apoia 3ª Corrida São Bento

3ª Corrida São Bento 2015 percurso - ACICG.

Ação promove qualidade de vida por meio da atividade físicaNo dia 26 de abril, será realizada a 3ª Corrida São Bento, uma ação da Drogaria São Bento com organização da Sportseventos Assessoria Esportiva e Grupo Runners, e apoio da Associação Comercial e Industrial de Campo Grande (ACICG), entre outras entidades e empresas. O presidente da ACICG, João Carlos Polidoro, ressalta a importância da ação. “É uma oportunidade para sair da rotina e incentivar os empresários, colaboradores e familiares a buscarem uma vida mais saudável”. A largada será às 8h, na Rua Ivan Fernandes Pereira – em frente ao portão de acesso do Parque das Nações Indígenas – seguirá pela Via Park, pela Avenida Afonso Pena e Parque dos Poderes. O retorno será pelo mesmo percurso para o ponto de chegada. O circuito de rua terá trajetos de 5 e 10 km e os atletas que concluírem a prova participarão do sorteio de diversos prêmios. “A iniciativa visa promover a prática de atividades físicas, integração social, fuga do estresse e ampliação da qualidade de vida”, conta o diretor executivo da Drogaria São Bento, Luiz Fernando Buainain. “Escolhemos uma data estratégica para estimular a população a aproveitar o clima do outono para fazer exercícios”, afirma. Serviço: As inscrições podem ser feitas pelo site sportseventos.com.br/corridasaobento ou no posto de inscrição da Drogaria São Bento, na Avenida Afonso Pena, 3372 (esquina com a Rua 25 de Dezembro). Mais informações pelo e-mail contato@corridasaobento.com.br ou pelo telefone (67) 9804-1959.

MEI: saiba se sua empresa deve ou não declarar o IRPF 2015

MEI - ACICG.

A declaração do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF), com prazo de entrega até 30 de abril, já levanta muitas dúvidas entre os contribuintes em geral. Mas elas costumam ser ainda maiores entre os microempreendedores individuais (MEIs), que não precisam ter contador e são, alguns deles, recém-saídos da informalidade. Além disso, o MEI tem outra obrigação anual: como pessoa jurídica, deve entregar a Declaração Anual Simplificada (DASN), na qual são informadas todas as operações comerciais do ano anterior. Geralmente, o prazo é fim de maio. Para o Imposto de Renda, as principais dúvidas estão ligadas ao cálculo dos rendimentos tributáveis. E esse é um passo essencial: só precisa fazer a declaração quem teve, em 2014, rendimento tributável superior a R$ 26.816,55. Para determinar se você ultrapassa esse limite, é preciso primeiro determinar sua receita bruta. Para tanto, basta somar tudo o que você recebeu por meio de suas atividades empresariais, como vendas de produtos e prestação de serviços. Na sequência, subtraia desse montante todas as despesas relacionadas ao negócio: aluguel, salário e encargos de funcionários, compra de mercadorias que foram revendidas, contas de telefone, entre outros. Após fazer essa conta, você ainda pode descontar a parcela isenta do IRPF. Varia de 8% da receita bruta (comércio e indústria) a 32% (serviços). Na prática Para entender melhor os cálculos, acompanhe os exemplos a seguir. Se você possui uma empresa de serviços que apresentou rendimentos de R$ 50 mil em 2014 e suas despesas foram de R$ 10 mil, seu lucro no exercício foi de R$ 40 mil. Porém, você ainda pode descontar desse valor o percentual de lucro não tributável. Numa empresa de serviços, o desconto seria de R$ 16 mil (correspondente a 32% da receita bruta, que é R$ 50 mil). Assim, se tirarmos os R$ 16 mil dos R$ 40 mil de lucro, restam R$ 24 mil como rendimentos tributáveis. Como a cifra está abaixo dos R$ 26.816,55, não é preciso declarar IR. Porém, num comércio ou numa indústria com o mesmo rendimento e a mesma despesa do exemplo acima, o percentual não tributável seria de 8%. Ao calcular este valor sobre a receita bruta de R$ 50 mil, o desconto seria de R$ 4 mil. Como resultado, o lucro tributável neste caso seria R$ 36 mil, gerando a obrigação de declarar o imposto de renda. Vale lembrar que, caso o empresário apresente outras fontes de renda além de sua MEI, ele deve somar esses ganhos aos rendimentos tributáveis do seu negócio. No caso do primeiro exemplo, se a pessoa em questão tiver recebido mais R$ 6 mil referentes ao pagamento do aluguel de um imóvel de sua propriedade, ela deve somar este montante aos R$ 24 mil de lucro de sua empresa, totalizando R$ 30 mil. Neste caso, ela estaria obrigada a fazer a declaração do IRPF. Fonte: Terra 

Dívidas dos campo-grandenses ultrapassam R$ 111 milhões no primeiro trimestre

Dívidas - ACICG.

Total de débitos subiu mais de R$ 7 mi no período As dívidas dos campo-grandenses apresentaram aumento no primeiro trimestre de 2015, segundo o banco de dados do SCPC (Serviço Central de Proteção ao Crédito), da Associação Comercial e Industrial de Campo Grande (ACICG). Neste primeiro trimestre, o aumento no valor total das dívidas foi de R$ 7 milhões. De acordo com os registros dos últimos cinco anos, tempo em que permanece o apontamento de restrição no banco de dados, 123 mil pessoas estão com o nome cadastrado. A quantidade de títulos negativados saltou de 92.563, em março de 2014, para 283.822, em março deste ano. Já o valor total do montante em aberto corresponde a R$ 111.359.440,34, quase o dobro dos R$ 65.957.413,29 pendentes até 31 de março do ano passado. O presidente da ACICG, João Carlos Polidoro, considera que os índices são uma comprovação da desaceleração da economia. “O consumidor é o que mais sofre as consequências da inflação, do aumento das tarifas públicas e do desemprego, resultando na perda de controle das despesas familiares”. Na comparação entre março e o mês anterior, há uma queda no número de inadimplentes e de dívidas. Até 28 de fevereiro, havia 125.560 consumidores negativados, que somavam R$ 108.196.859,13 em pagamentos atrasados. Até então, eram 291.255 débitos, sendo uma média de R$ 371,48 por registro. Inclusões x exclusões Em relação à quantidade de inclusões no banco de dados, o primeiro trimestre de 2015 teve 68.982 novas dívidas inseridas, mais que o dobro das 23.470 do mesmo período de 2014. Quanto às exclusões, houve 23.573 nos primeiros meses do ano passado, enquanto 2015 teve 47.881. “A partir do segundo semestre de 2014, mais empresas começaram a negativar dívidas que não conseguiam negociar com os clientes, o que influenciou no número de títulos em aberto e no valor total das dívidas”, destaca Polidoro. A média de cada débito caiu consideravelmente: de R$ 712 no primeiro trimestre de 2014 para R$ 392 em 2015. Por Stephanie Ribas/Assessoria de imprensa – MTE 820/MS   Não encontrou o que procurava? Como a A

Impostômetro da ACSP chega a R$ 500 bi nesta segunda

ACSP - ACICG.

Com nove dias de antecedência em relação ao ano passado, o Impostômetro da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) chega à marca de R$ 500 bilhões hoje (segunda-feira, 06.04.15), por volta das 19h30. Em 2014, o valor foi alcançado somente no dia 15 de abril. “Essa informação nos mostra que a arrecadação continua crescendo, apesar do baixo nível de atividade econômica. Isso decorre dos efeitos da inflação e da revisão das desonerações”, avalia Alencar Burti, presidente da ACSP e da Facesp (Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo). O valor de R$ 500 bilhões equivale ao montante pago pelos brasileiros em impostos, taxas e contribuições desde o primeiro dia do ano. O dinheiro é destinado à União, aos estados e aos municípios. O Impostômetro está localizado na Rua Boa Vista, no centro da capital paulista, e já virou ponto de referência na região e na cidade. Implantado em 2005 pela ACSP, o painel tem o objetivo de conscientizar o cidadão sobre a alta carga tributária e incentivá-lo a cobrar os governos por serviços públicos de qualidade. Fonte: ACSP 

Leila Navarro faz palestra para 500 mulheres na capital

Leila Navarro palestra - ACICG.

Em mais um grande evento em comemoração ao Dia Internacional da Mulher, a Associação Comercial e Industrial de Campo Grande reuniu 500 mulheres no Buffet Yotedy, entre empresárias e colaboradoras, dia 31 de março, para a palestra “A Heroína dos Novos Tempos”, de Leila Navarro. O presidente da ACICG, João Carlos Polidoro, participou da abertura do evento e frisou que a data já faz parte do calendário da Casa do Empresário. “Queremos que este evento seja sempre especial para vocês, por isso escolhemos trazer a Leila Navarro”. A premiada palestrante relatou algumas experiências de relacionamentos e carreira, destacando sempre a superação. “Hoje, analiso a consolidação da minha carreira no Brasil e no exterior como resultado da visão de futuro que sempre foi latente em minha personalidade”, diz. Leila falou também das cobranças que as mulheres fazem a si mesmas. “Nos tornamos verdadeiras heroínas a partir da “inteireza”, uma condição imprescindível para uma mulher ativa profissionalmente dar conta de todas as suas responsabilidades”, afirmou. Ela explicou que o importante é as mulheres conseguirem se entregar 100% nas atividades que decidirem fazer. “A questão não é a mulher driblar circunstâncias e sim manter o foco no que realmente deseja e manter-se atualizada com o mercado, com as tendências, com a tecnologia, com a sua carreira”, completou. O evento foi realizado com patrocínio da SuperGasbras, Mace, Gráfica Progresso, São Francisco Saúde, Revista Mood Life, Claro e Romannel. A Associação Sul-mato-grossense de Supermercados (Amas) e BPW apoiaram a ação.

Brasil é o primeiro em ranking de empreendedorismo

Empreendedorismo - ACICG.

Brasil é o primeiro em ranking de empreendedorismo quarta-feira, abril 1, 2015 – 12:40 Três em cada dez brasileiros adultos entre 18 e 64 anos possuem uma empresa ou estão envolvidos com a criação de um negócio próprio. Em dez anos, a taxa total de empreendedorismo no Brasil aumentou de 23%, em 2004, para 34,5% no ano passado. Metade desses empreendedores abriu seus negócios há menos de três anos e meio. Os dados são da nova pesquisa Global Entrepreneurship Monitor (GEM), feita no Brasil pelo Sebrae e pelo Instituto Brasileiro de Qualidade e Produtividade (IBQP). O levantamento mundial sobre o empreendedorismo é fruto da parceria entre a London Business School e o Babson College. Começou em 1999 com dez países, mas, desde então, quase 100 países se associaram ao projeto. Em 2014, a pesquisa atingiu 75% da população global e 90% do Produto Interno Bruto (PIB) mundial. No Brasil, foram entrevistadas 10 mil pessoas de 18 a 64 anos das cinco regiões do país. O Estado obteve as conclusões da pesquisa com exclusividade. Na comparação mundial, o Brasil se destaca com a maior taxa de empreendedorismo, quase 8 pontos porcentuais à frente da China, o segundo colocado, com taxa de 26,7%. O número de empreendedores entre a população adulta no país é também superior ao dos Estados Unidos (20%), Reino Unido (17%), Japão (10,5%) e França (8,1%). Entre as economias em desenvolvimento, a taxa brasileira é superior à da Índia (10,2%), África do Sul (9,6%) e Rússia (8,6%). Ambiente Para o presidente do Sebrae, Luiz Barretto, o recorde de empreendedores no Brasil é consequência do aumento do número de formalizações nos últimos anos e da melhoria do ambiente legal, com a criação e ampliação do Supersimples – regime simplificado de cobrança de tributos para empresas com faturamento anual de até R$ 3,6 milhões. Por esse regime, pequenas e médias empresas têm a cobrança de oito impostos federais, estaduais e municipais reunida num só boleto. Para a maioria dos casos, a carga de impostos é 40% menor do que no regime tributário convencional. Ainda de acordo com a pesquisa, ter o próprio negócio é o terceiro maior sonho do brasileiro, atrás de comprar a casa própria e viajar pelo país. O número de pessoas que almejam se tornar o seu próprio chefe é de 31%, praticamente o dobro das que desejam fazer carreira numa empresa (16%). A pesquisa ainda revela que, de cada 100 brasileiros que começam um negócio próprio, 71 são motivados por uma oportunidade de negócio e não pela necessidade. Barretto diz que esse índice, que implica diretamente a qualidade do empreendedorismo, vem se mantendo estável nos últimos anos. “O empresário atual abre uma empresa porque vê uma oportunidade e investe naquela ideia. Ter uma empresa porque não se tem uma ocupação não é mais o principal fator”, afirma. Há dez anos, os brasileiros abriam negócios próprios motivados pela falta de emprego. Mais de 70% das micro e médias empresas conseguem sobreviver até contemplar o segundo ano. “Não é excepcional, mas é um excelente número”, avalia Barretto. O perfil desse novo empreendedor é mais jovem, mais feminino, mais negro e mais classe C, de acordo com o presidente do Sebrae. Mesmo com a contração da atividade econômica do país, ele acredita ser possível o segmento da pequena empresa continuar crescendo neste ano. “O segmento não é uma ilha, mas tem demonstrado força para enfrentar essas crises, principalmente no comércio e serviços”, afirma. Como exemplo do vigor dos pequenos negócios, Barretto cita o crescimento de 7% da arrecadação do Supersimples em 2014, enquanto houve queda na arrecadação geral, e a geração líquida de 3,5 milhões de empregos entre 2011 e 2014 – no mesmo período, as grandes e médias empresas tiveram saldo de 200 mil vagas fechadas. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. Fonte: Guilherme Afif

A partir do dia 1º, empregador terá de pedir seguro-desemprego pela internet

Internet - ACICG.

A partir do dia 1º, empregador terá de pedir seguro-desemprego pela internet segunda-feira, março 30, 2015 – 17:38 Para tornar mais rápido o atendimento ao pedido e dar maior segurança às informações sobre os trabalhadores, o Ministério do Trabalho e Emprego determinou que as empresas passem a preencher o requerimento do seguro-desemprego de seus empregados pela internet. A medida começa a valer na próxima quarta-feira (1º), de acordo com resolução do Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador. Os empregadores só poderão preencher o requerimento do seguro-desemprego e a comunicação de dispensa de trabalhadores por meio do aplicativo Empregado Web, disponível no Portal Mais Emprego, do ministério. A entrega dos formulários impressos, utilizados hoje, será aceita até 31 de março. Segundo o ministério, o sistema dará maior rapidez à entrega do pedido, além de garantir a autenticidade dos dados, e possibilitará o cruzamento de informações sobre os trabalhadores em diversos órgãos, facilitando consultas necessárias para a liberação do seguro-desemprego.

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