Black Friday: 86% esperam vendas iguais ou maiores que as do ano passado

Black Friday - ACICG.

Fonte: Boa Vista Serviços A pesquisa, feita com mais de 800 empresários, também revelou que 29% esperam faturar mais que o ano passado com a data   86% dos empresários brasileiros acreditam que as vendas da Black Friday 2019 serão iguais ou maiores que em 2018, de acordo com pesquisa realizada pela Boa Vista entre agosto e setembro, com mais de 800 empresários de todo o país.    Questionados sobre o faturamento com a data em relação ao ano passado, 53% acreditam que será igual, enquanto 39% acreditam que será maior este ano. Para 8%, o faturamento será menor que em 2018.   Ainda de acordo com a pesquisa, 25% dos empresários farão estoque extra de produtos para a Black Friday de 2019. 13% irão contratar mais mão de obra para a data, porcentagem que aumenta para 24% quando considerados apenas os empresários confiantes com o aumento das vendas.   Representatividade das vendas Em média, as vendas da Black Friday representam 3,7% do faturamento anual das empresas. Para a maioria dos empresários (43%) as vendas da data representam menos de 1% do faturamento. O gráfico a seguir ilustra os números.  Estratégia de vendas A principal estratégia adotada para chamar a atenção do consumidor será conceder descontos, conforme 55% das menções dos empresários. Outros 30% pretendem facilitar o pagamento, oferecendo a opção de parcelamento. Por fim, 15% irão apostar na criação de promoções como “leve dois e pague um”, por exemplo.    Vendas e faturamento por setor Indústria e Serviços são os setores mais otimistas com o aumento das vendas da Black Friday em relação ao ano passado: 57% dos empresários de ambos os setores esperam um crescimento das vendas. Já para o Comércio, esse número representa 44% dos empresários, como ilustra o gráfico a seguir.   Em relação ao faturamento por setor nesta Black Friday, o setor de Serviços é o mais otimista, já que 42% de seus empresários afirmam esperar um maior faturamento com a data em relação ao ano passado. No caso de Comércio e Indústria, ambos os setores têm 39% de seus empresários otimistas com o crescimento.   Metodologia  A Pesquisa Perspectiva Empresarial – Black Friday foi realizada pela Boa Vista de forma quantitativa, entre os meses de agosto e setembro de 2019. No levantamento foram entrevistados mais de 800 respondentes, representantes dos principais setores (Comércio, Indústria e Serviços) e dos segmentos micro, pequenas, médias e grandes empresas. A leitura dos resultados deve considerar ~ 4% de margem de erro e 95% de grau de confiança para leitura dos resultados. 

Boa Vista: recuperação de crédito sobe 3% em outubro

SCPC Boa Vista - ACICG.

13 de novembro de 2019 – O indicador de recuperação de crédito – obtido a partir da quantidade de exclusões dos registros de inadimplentes da base da Boa Vista – registrou avanço de 3% em outubro contra setembro, já descontados os efeitos sazonais. Na comparação com outubro de 2018, houve aumento de 2,9%. No ano, porém, o indicador acumula queda de 3,9%.      Em termos regionais, o acumulado do ano apresenta alta apenas na região Norte (1,2%). Em sentido oposto, na região Sul foi registrada a maior redução (-8,7%), seguida do Centro-Oeste (-4%), Sudeste (-3,2%) e Nordeste (-3,2%). Na comparação mensal, contudo, apenas a região Sul (-1,5%) registrou queda em setembro. Na comparação interanual (outubro de 2019 contra outubro de 2018), Centro Oeste (-2,8%), Nordeste (-4,3%) e Norte (-2,1%) apresentaram queda da recuperação, enquanto Sul (4,2%) e Sudeste (7,3%) apresentaram altas significativas.     Se, por um lado, o indicador de registros de inadimplência vem apresentando queda em 12 meses, sugerindo que boa parte dos consumidores ainda estão conseguindo manter em dia o pagamento de novas dívidas, por outro lado, o indicador de recuperação também segue em queda nesta base de comparação (-3,4% em outubro), sinalizando dificuldade dos consumidores com dívidas em atraso de reequilibrarem a sua situação financeira e saírem do cadastro de inadimplentes. Entre os principais fatores por trás desta dificuldade, é possível apontar os elevados níveis de desocupação e subutilização da mão de obra e o fraco crescimento da renda. Na comparação mensal, por sua vez, o indicador de recuperação continua oscilante. Após alta em julho, o indicador recuou em agosto, mas voltou a subir em setembro e outubro, para o que ainda pode ter colaborado no mês o resgate dos recursos do FGTS, em grande parte dos casos utilizados pelos consumidores para o pagamento de dívidas atrasadas – de acordo com pesquisa da Boa Vista, 56% dos que fariam o saque do FGTS utilizariam o dinheiro para pagar as contas, sendo que 42% iriam pagar as atrasadas e 14% as contas que estavam em dia. Favorece também o aumento da recuperação a redução das taxas de juros, que abre oportunidades aos consumidores de renegociação das dívidas atrasadas. Metodologia O indicador de recuperação de crédito é elaborado a partir da quantidade de exclusões dos registros de dívidas vencidas e não pagas informados anteriormente à Boa Vista pelas empresas credoras. As séries têm como ano base a média de 2011 = 100 e passam por ajuste sazonal para avaliação da variação mensal. Em janeiro de 2014 houve atualização dos fatores sazonais e reelaboração das séries dessazonalizadas, utilizando o filtro sazonal X-12 ARIMA, disponibilizado pelo US Census Bureau.  A série histórica do indicador está disponível em: http://www.boavistaservicos.com.br/economia/recuperacao-de-credito/ 

Reinaldo quebra acordo feito em 2015, diz presidente da ACICG sobre imposto

Impostos - ACICG.

13 de novembro – Junto com os produtores rurais, a ACICG (Associação Comercial e Industrial de Campo Grande) também protesta nesta quarta-feira (13) na Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul, contra o pacote do governador Reinaldo Azambuja (PSDB) que aumenta impostos. No caso do comércio, o presidente da Associação, João Carlos Polidoro, afirma que a insatisfação maior é em relação ao ITCD (Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doação), que, segundo o projeto apresentado no dia 31 de outubro pelo governador, o imposto será mantido no patamar atual: de 3% a 6%. Contudo, o combinado com o governador em 2015, quando estes percentuais foram definidos, foi de que, a partir de 31 de dezembro deste ano, o ITCD ficaria entre 2% e 4%, afirmou o presidente da Associação Comercial. “Afeta todo mundo e o governador está quebrando um acordo”, afirmou. Polidoro também questionou a elevação de cinco pontos percentuais de ICMS (Imposto Sobre Circulação de Mercadorias) sobre a gasolina e o mesmo percentual, mas de redução, sobre o álcool. Para a entidade, a mudança não fará diferença na bomba. A ideia do Estado com a medida é estimular o uso do etanol nos veículos. Sem conversa O presidente reclama, ainda, da falta de conversa com Reinaldo e afirma que os “deputados estão ajoelhados na frente do governador”. “Mato Grosso do Sul está sendo muito onerado com impostos e, se for aprovado [o pacote do governador], o dinheiro do comércio vai sumir da praça”. Fonte: Midiamax (https://www.midiamax.com.br/politica/2019/reinaldo-quebra-acordo-feito-em-2015-diz-presidente-da-associacao-comercial-sobre-imposto) 

Classe empresarial se mobiliza contra o aumento de impostos nesta quarta-feira

Impostos - ACICG.

Nesta quarta-feira, a Associação Comercial e Industrial de Campo Grande realiza uma mobilização na Assembleia Legislativa de MS, às 9h, contra o pacote de elevação de impostos – principalmente, da gasolina – enviado pelo Governo do Estado de MS à Casa de Leis. A entidade está convocando não só a classe empresarial, mas toda a população, para comparecer e pedir aos deputados para votarem a favor da sociedade. A manifestação acontece em conjunto com os produtores rurais. 

Inadimplência sobe 2,3% em outubro, diz Boa Vista

Inadimplentes inadimplência - ACICG.

A inadimplência do consumidor avançou 2,3% em outubro na comparação com setembro, já descontados os efeitos sazonais, segundo dados nacionais da Boa Vista. Em relação a outubro do ano passado, o indicador subiu 0,4%. Com isto, ele acumula queda de 3% no ano (de janeiro até outubro) e no acumulado 12 meses (novembro de 2018 até outubro de 2019 frente aos 12 meses anteriores), respectivamente.    Regionalmente, na análise acumulada em 12 meses, todas as regiões ainda registram queda: Centro-Oeste (-4,7%), Norte (-2,2%), Nordeste (-3,4%), Sul (-5,3%) e Sudeste (-2,1%). Na comparação mensal, por outro lado, todas as regiões apresentaram alta, com destaque para Norte (3,7%) e Nordeste (3,1%).   A queda da inadimplência observada a partir do final de 2016 pode ser explicada pela maior cautela das famílias, pela capacidade de endividamento dos consumidores ainda limitada pelo fraco crescimento da renda e pelo efeito defasado da maior seletividade dos bancos no período mais agudo da crise. Com isto, a inadimplência dos consumidores atingiu um patamar historicamente baixo, o que proporcionou a redução dos juros e motivou o aumento das concessões a partir de 2017, o que, por sua vez, vêm resultando em um crescimento significativo do endividamento e do comprometimento de renda ao longo de 2019. Os economistas da Boa Vista têm alertado que o elevado nível de desocupação e subutilização da mão-de-obra, somado à lenta recuperação da renda, aumenta o risco de que esta expansão recente dos empréstimos resulte em maior inadimplência.  De fato, os dados do Banco Central já indicam um ligeiro aumento da inadimplência das operações de crédito com recursos livres para pessoas física entre janeiro e setembro deste ano, e o indicador de registros da Boa Vista de outubro aponta na mesma direção. O cenário ainda não é alarmante, pois a inadimplência segue baixa em relação à média histórica, mas a tendência é de alta. O aumento das concessões, ante uma recuperação lenta da renda e do emprego, tem resultado em maior endividamento e comprometimento dos recursos das famílias com o pagamento de dívidas e, com isto, a inadimplência já mostra sinais de alta. Outros dados de marcado mostram que a inadimplência cresce mais entre os consumidores de menor renda, exatamente os mais afetados pela lenta recuperação do mercado de trabalho. Assim, a equipe econômica da Boa Vista volta a ressaltar que uma retomada mais vigorosa e generalizada do crédito aos consumidores, sem aumento dos riscos, segue condicionada, a curto prazo, à evolução do mercado de trabalho e do endividamento das famílias. Metodologia O indicador de registro de inadimplência é elaborado a partir da quantidade de novos registros de dívidas vencidas e não pagas informados à Boa Vista pelas empresas credoras. As séries têm como ano base a média de 2011 = 100 e passam por ajuste sazonal para avaliação da variação mensal. A partir de janeiro de 2014, houve atualização dos fatores sazonais e reelaboração das séries dessazonalizadas, utilizando o filtro sazonal X-12 ARIMA, disponibilizado pelo US Census Bureau.  A série histórica do indicador está disponível em:  www.boavistaservicos.com.br/economia/registro-de-inadimplencia

Empresas poderão abrir filiais em outros estados instantaneamente

Filiais - ACICG.

Alterações, transferências e extinções também ficam mais rápidas A abertura de filiais de empresas em estados fora da sede passou a ser instantânea. Por meio da integração digital das juntas comerciais, o registro de outras unidades em outros estados pode ser feito diretamente da mesma Junta Comercial da matriz, em minutos. Até recentemente, a abertura de filiais em outros estados demorava várias semanas. O empresário que precisasse abrir uma filial em outro estado tinha de ir à Junta Comercial da matriz e fazer uma alteração contratual. Depois de esperar o pedido ser deferido (aprovado), o empresário tinha de ir à Junta Comercial da cidade da filial para fazer o registro. No caso de empresas que abrem várias filiais ao mesmo tempo, era necessário ir às juntas comerciais de várias cidades para fazer o registro, o que gerava custos com processos, deslocamentos, despachantes e logística. Agora, bastará o empresário esperar a aprovação do registro na matriz para ter o registro liberado em todas as localidades das filiais. O processo também passa a ser automático para alterações no registro, transferências de sede e extinções em âmbito interestadual. A troca de informações entre as juntas comerciais e os órgãos públicos se dará por meio da modernização da Rede Nacional para a Simplificação do Registro e da Legalização de Empresas e Negócios (Redesim). O procedimento foi regulamentado com a Instrução Normativa nº 66, publicada em 7 de agosto no Diário Oficial da União. Além das juntas comerciais, a modernização envolve a Receita Federal, principal gestora do Portal Redesim; o Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro), responsável por criar a infraestrutura para a integração dos dados, e o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), que deu apoio financeiro e entrou com conhecimento no processo de abertura de empresas. Desburocratização Na solenidade de lançamento do novo sistema, o secretário especial da Secretaria Especial de Desburocratização, Gestão e Governo Digital do Ministério da Economia, Paulo Uebel, disse que o governo está comprometido em usar a tecnologia para reduzir a burocracia. Segundo ele, a nova Lei de Liberdade Econômica, aliada à digitalização dos serviços públicos, está melhorando a vida do cidadão. “Temos de pensar o futuro, temos novos desafios na simplificação de abertura de novos negócios e redução do tempo. Estamos empreendendo a transformação digital em favor dos brasileiros. Aproveitando a Lei de Liberdade Econômica, estamos criando condições para que isso seja fácil”, disse. O secretário especial de Modernização do Estado da Secretaria-Geral da Presidência da República, José Ricardo da Veiga, disse que o governo está reduzindo o peso do Estado para facilitar o empreendedorismo e a prestação de serviços públicos. “O cidadão está olhando para um governo que, historicamente, era pesado. Chegou-se a um ponto de muita dificuldade para empreender. Somos parceiros de uma jornada que visava a desatar esses nós. Deixar o Estado mais leve, melhorando o ambiente de negócios. É necessário limpar o trilho para que o desenvolvimento aconteça”, declarou. Diretora Executiva do Instituto de Desenvolvimento do Varejo (IDV), Fabíola Xavier ressaltou que o comércio será um dos principais beneficiados pela rapidez na abertura de filiais. “A integração das juntas comerciais é a realização de um sonho. Abrir empresa, transferir empresas, tudo de um mesmo lugar, vai proporcionar um ganho de produtividade que só dará para medir daqui a um tempo. O varejo continua forte, com a abertura de estabelecimentos comerciais e de centros de distribuição no Brasil inteiro”, destacou. Liberdade econômica No início de outubro, a Lei da Liberdade Econômica extinguiu a cobrança de taxas para a inclusão de informações no Cadastro Nacional de Empresas (CNE) e para o arquivamento dos atos de extinção de Empresa Individual de Responsabilidade Limitada (Eireli) e de empresa de sociedade limitada. Segundo o Ministério da Economia, o fim das taxas ajuda a resolver o problema de empresas que param de funcionar, mas não fazem a baixa por causa dos custos e da burocracia. Fonte: Agência Brasil

13º deve injetar R$ 214 bi na economia do país, diz Dieese

13o salário - ACICG.

O pagamento do décimo terceiro salário deverá injetar na economia brasileira, até dezembro, R$ 214,6 bilhões, de acordo com estimativa divulgada hoje (5) pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese).  Aproximadamente 81 milhões de brasileiros serão beneficiados com rendimento adicional, em média, de R$ 2.451. Têm direito a receber o salário extra os trabalhadores do mercado formal, inclusive empregados domésticos, os beneficiários da Previdência Social e os aposentados e beneficiários de pensão da União e dos estados e municípios. Em sua estimativa, o Dieese não leva em conta os trabalhadores autônomos, assalariados sem carteira ou quem recebe algum tipo de abono de fim de ano. Do total estimado de R$ 214 bilhões, cerca de R$ 147 bilhões (68% do total), vão ser destinados aos empregados formalizados, incluindo os trabalhadores domésticos. Aposentados e pensionistas vão receber R$ 67,7 bilhões (32%).  Entre os 81 milhões de brasileiros que devem receber o décimo terceiro salário, 49 milhões (61% do total) são trabalhadores no mercado formal. Os demais (39%) são aposentados ou pensionistas da Previdência, aposentados e beneficiários de pensão da União (Regime Próprio), de estados e municípios. Segundo os dados do Dieese, o volume de pessoas do mercado formal que receberão o décimo terceiro salário este ano aumentou em torno de 1% na comparação com os números de 2018.  O maior valor médio para o décimo terceiro salário deverá ser pago no Distrito Federal (R$ 4.558) e os menores, no Maranhão e no Piauí (R$ 1.651 e R$ 1.647, respectivamente). De acordo com o Dieese, as médias não incluem o pessoal aposentado pelo Regime Próprio dos estados e dos municípios. Autoria: Bruno Bocchini – Repórter da Agência Brasil 

ACICG traz palestrantes de Brasília e Porto Alegre para evento sobre Gestão Ágil

ACICG

04 de novembro de 2019 – Para fechar com chave de ouro a agenda de cursos e palestras de 2019, a Associação Comercial e Industrial de Campo Grande (ACICG) realiza na próxima quinta-feira, dia 7, o talk show Gestão Ágil, dirigido pelos palestrantes Lucila Simão, diretora executiva no Instituto Fenasbac, de Brasília (DF), e Mateus Piveta, idealizador e embaixador na Lead for Tomorrow, de Porto Alegre (RS).  Além do talk show, os participantes terão acesso a roda de negócios e a um coquetel idealizado para estimular o networking. “Trabalhamos em cima do tema Gestão ao longo de todo o ano, e queremos fechar o ciclo de capacitações de 2019 deixando mensagens fortes para que os gestores e empresários continuem evoluindo, e para que se sintam preparados para os novos desafios que virão em 2020”, disse o gestor da Escola de Varejo, Moacir Pereira Júnior. As vagas são limitadas e as inscrições podem ser feitas presencialmente, na sede da entidade localizada na Rua 15 de Novembro, 390, Centro. Mais informações podem ser obtidas pelos telefones (67) 3312-5058 e 9.8405-4600 ou pelo e-mail escoladevarejo@acicg.com.br.  Serviço: Talk Show Gestão Ágil Data: 7 de novembro, 19h Local: ACICG – Rua 15 de Novembro, 390 – Centro Informações: (67) 3312-5058 | 9.8405-4600 e escoladevarejo@acicg.com.br

Cadastramento gratuito de empresas na Campanha Nome Limpo termina amanhã

ACICG

Ação é organizada pela Associação Comercial; será a última oportunidade do ano para empresas convidarem seus clientes à negociar dívidas  31 de outubro de 2019 – A Associação Comercial e Industrial de Campo Grande (ACICG) segue com os preparativos para a 14ª edição da campanha de recuperação de crédito Nome Limpo, que será realizada de 9 a 13 de dezembro, na sede da entidade. A adesão para as empresas é gratuita e termina amanhã, dia 1º de novembro. Empresas de diversos segmentos, entidades representativas de classe e instituições financeiras podem participar e atender seus clientes na estrutura preparada dentro da ACICG. Letícia Ribeiro, Gerente de Negócios da ACICG, diz que a campanha é bastante aguardada pelo comércio, e reforça que será a última oportunidade do ano. “O Nome Limpo possibilita às empresas o recebimento e regularização dos créditos perdidos, a reativação de clientes antigos e, ainda, contribui para o aquecimento do mercado para as compras de Natal. Esses fatores somados ao desejo das pessoas de regularizarem sua situação financeira, e à liberação do 13º salário gera excelentes resultados fazendo com o que o dinheiro volte a circular aqui na cidade”, explica. Para participar, as empresas interessadas em oferecer aos seus clientes oportunidades diferenciadas de negociação de débitos devem procurar a Associação Comercial. Os clientes inadimplentes das empresas participantes serão convidados via e-mail, telefone, SMS e também cartas enviadas via Correios para aproveitar a campanha. As empresas  contarão ainda com o apoio de um conciliador capacitado pelo Tribunal de Justiça (TJMS), para a realização das audiências de tentativa de negociações dos débitos, entre outros benefícios. As vagas são limitadas e mais informações podem ser obtidas pelos telefones (67) 3312-5063 e 99660-5033. Em 2018, graças ao maior feirão de negociação de débitos de Mato Grosso do Sul, mais de mais de R$3 milhões foram negociados e voltaram a circular na economia do município. O montante superou o valor de recuperação esperado para todo o período, e representou a exclusão de quase 4 mil títulos do banco de dados do Serviço Central de Proteção ao Crédito (SCPC). “A nossa expectativa para este ano é manter o número de atendimentos em relação a campanha do ano passado”, finaliza a gerente comercial da ACICG, Letícia Ribeiro. Serviço: Campanha Nome Limpo Data: 9 a 13 de dezembro Adesão pelas empresas: 1º de novembro Local: ACICG – Rua 15 de Novembro, 390, Centro Informações:  (67) 3312-5063 e 99660-5033.

Número de novas empresas sobe 11,5% no terceiro trimestre de 2019, segundo Boa Vista

Empresa empresários - ACICG.

O número de novas empresas cresceu 11,5% no terceiro trimestre de 2019 em relação ao trimestre anterior, segundo levantamento da Boa Vista, com abrangência nacional. Na comparação com o mesmo período do ano passado, o indicador avançou 20,4%. No acumulado em quatro trimestres houve alta de 18,5%.   Forma jurídica Na classificação por forma jurídica, a variação trimestral mostrou crescimento tanto nas aberturas para MEIs (13%) quanto nos demais tipos de empresas (6,8%).  Já em termos de composição, as MEIs representaram 78,8% dos casos no ano. No ano anterior a participação dessas empresas era um pouco menor, de 75,6%.  Setores  Quando analisada a composição das novas empresas por setores, o levantamento mostrou que o setor de Serviços atingiu 61,8% de representatividade em setembro, estando maior que os 58,2% observados no mesmo período 2018.  O Comércio apresentou queda na participação, recuando para 29,5% (-3,6 p.p.). Já a indústria avançou para 7,8% (+0,5 p.p.).  Regiões Na comparação com o acumulado de janeiro a setembro de 2018, todas as regiões registraram aumento das aberturas em 2019. As Regiões Norte (23,1%) e Centro Oeste (18,1%) foram as que registraram maior crescimento, como pode ser visto no gráfico 4.   Metodologia O levantamento foi realizado pela Boa Vista a partir das novas empresas registradas na Receita Federal, considerando todo o território nacional. Fonte: Boa Vista Serviços 

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