3ª edição do “Mulheres que Constroem” acontecerá dia 31 de março

Evento reúne lideranças de diferentes setores para compartilhar trajetórias, inspirar e fortalecer o empreendedorismo feminino no Estado No dia 31 de março, acontece a 3ª edição do “Mulheres que Constroem – Empreendedorismo Feminino”, um encontro voltado a inspirar, conectar e fortalecer mulheres que transformaram ideias em negócios e desafios em oportunidades. A iniciativa terá início às 19h, no Auditório da Faculdade Insted, situado na Av. Fernando Corrêa da Costa, 845, Centro da Capital. Promovido pela Associação Comercial e Industrial de Campo Grande, por meio do Hub ACICG – Negócios e Inovação, o evento tem como propósito o compartilhamento de experiências reais, a troca de aprendizados e o fortalecimento das redes de contato. “O ‘Mulheres que Constroem’ é uma iniciativa que integra a agenda do Mês da Mulher da ACICG e reforça, de forma prática, o papel fundamental da liderança feminina no desenvolvimento econômico e social. Ao promover encontros como este, reconhecemos mais uma vez que o empreendedorismo feminino é primordial para o crescimento sustentável da nossa cidade e da nossa economia”, afirma o presidente da ACICG, Renato Paniago. A programação contará com um talk show mediado pela jornalista e influenciadora digital Carmen Juliana Ascenço e reunirá convidadas que são destaque em suas áreas de atuação. Entre elas, está Solange Valcanaia Brum, fundadora e presidente do Conselho do Grupo Valebrum, cuja trajetória no empreendedorismo começou em 1989 com a primeira franquia de O Boticário em Camapuã. Hoje, ela lidera mais de 36 lojas franqueadas e uma rede de mais de 20 mil revendedores, sendo reconhecida nacionalmente por sua atuação e também por iniciativas sociais, como o projeto Moeda do Bem. Autora e palestrante, Solange compartilhará experiências sobre liderança, desenvolvimento humano e gestão de negócios. Outra participante é Andressa Biata, pecuarista em sucessão familiar, empresária e comunicadora. Com formação em publicidade, ela atua na gestão dos negócios da família e em empresas ligadas à pecuária. A partir de Costa Rica, utiliza as redes sociais para aproximar o campo das pessoas, dar visibilidade à realidade do setor e fortalecer a presença feminina no agro. Ela também é anfitriã do Espaço Agrishow pra Elas e a primeira Embaixadora Digital da Agrishow, ampliando a voz das mulheres no agronegócio. Completa o time de convidadas Neca Chaves Bumlai, diretora da Faculdade Insted e presidente do Conselho Estadual da Mulher Empreendedora e da Cultura do Estado (CMEC-MS). Graduada em Ciências Econômicas pela Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, mestre em Ciência da Informação pela Universidade de Brasília e especialista em Gestão Empresarial pela Fundação Getulio Vargas, Neca integra o LIDE/MS – Grupo de Líderes Empresariais e atua há mais de 28 anos na área da educação. Com uma trajetória consolidada, ela levará ao encontro reflexões sobre qualificação profissional, protagonismo feminino e o papel da educação no fortalecimento do empreendedorismo. O evento do “Mulheres que Constroem – Empreendedorismo Feminino” tem vagas limitadas e as inscrições podem ser feitas por meio do whats app (67) 9 9931-0993. O investimento é de R$ 87,00. Apoiam a iniciativa, as empresas CIEE, Insted, Delícias da Dany Buffet e Fontinele Orquestra e Coral.
ACICG promove 10ª edição da Rodada de Negócios em 24 de março

Evento reunirá 35 empresas para gerar oportunidades e ampliar conexões comerciais A Associação Comercial e Industrial de Campo Grande (ACICG) realizará, no dia 24 de março, às 18h30, a 10ª edição da Rodada de Negócios. A iniciativa reunirá 35 empresas em um encontro voltado a empresários que desejam ampliar a rede de relacionamento comercial, divulgar produtos e serviços e fortalecer sua presença no mercado local. O evento acontecerá na sede da ACICG, localizada na Rua 15 de Novembro, 390, Centro, e é voltado a empresários de diferentes segmentos interessados em criar conexões qualificadas e identificar novas oportunidades de negócios de forma prática e organizada. “A participação é uma oportunidade para empresários que buscam visibilidade, relacionamento e crescimento sustentável por meio de conexões estratégicas no ambiente empresarial de Campo Grande”, explica o presidente da ACICG, Renato Paniago. A Rodada de Negócios é estruturada para proporcionar apresentações objetivas entre os participantes, favorecendo a troca de experiências, a identificação de parcerias e a captação de clientes. A dinâmica reúne 35 empresas e permite que cada uma tenha a oportunidade de apresentar seu negócio diretamente a potenciais parceiros. Participante de seis edições da Rodada de Negócios da ACICG em 2025, a gerente de Negócios da Cooper Card, Michelle Pereira, considera o networking um dos principais ganhos para quem marca presença no encontro. “A probabilidade de negócios é um dos principais motivos de participarmos, visto que são mais de 30 empresas reunidas em um único evento. Contatos e indicações surgem naturalmente”, afirma. Lourenço Fattori, empresário da Fattori Investimentos Imobiliários, também já colheu frutos da participação no evento. “A ACICG tem uma capacidade grande de gerar um networking de valor, aproximando pessoas que realmente querem crescer e fazer negócios. Pra mim, faz muito sentido estar presente em espaços assim, perto de gente que empreende, troca experiências e quer evoluir. Por isso, recomendo muito a participação na Rodada de Negócios da ACICG. Vale a pena!”, enfatiza. As vagas são limitadas, com inscrição aberta para apenas um representante por empresa, garantindo maior diversidade de participantes e ampliando as possibilidades de conexão. As inscrições e mais informações podem ser obtidas pelo whats app (67) 9 9931-0993. ACICG promove 10ª edição da Rodada de Negócios em marçoEvento reunirá 35 empresas para gerar oportunidades e ampliar conexões comerciais A Associação Comercial e Industrial de Campo Grande (ACICG) realizará, no dia 24 de março, às 18h30, a 10ª edição da Rodada de Negócios. A iniciativa reunirá 35 empresas em um encontro voltado a empresários que desejam ampliar a rede de relacionamento comercial, divulgar produtos e serviços e fortalecer sua presença no mercado local. O evento acontecerá na sede da ACICG, localizada na Rua 15 de Novembro, 390, Centro, e é voltado a empresários de diferentes segmentos interessados em criar conexões qualificadas e identificar novas oportunidades de negócios de forma prática e organizada. “A participação é uma oportunidade para empresários que buscam visibilidade, relacionamento e crescimento sustentável por meio de conexões estratégicas no ambiente empresarial de Campo Grande”, explica o presidente da ACICG, Renato Paniago. A Rodada de Negócios é estruturada para proporcionar apresentações objetivas entre os participantes, favorecendo a troca de experiências, a identificação de parcerias e a captação de clientes. A dinâmica reúne 35 empresas e permite que cada uma tenha a oportunidade de apresentar seu negócio diretamente a potenciais parceiros. Participante de seis edições da Rodada de Negócios da ACICG em 2025, a gerente de Negócios da Cooper Card, Michelle Pereira, considera o networking um dos principais ganhos para quem marca presença no encontro. “A probabilidade de negócios é um dos principais motivos de participarmos, visto que são mais de 30 empresas reunidas em um único evento. Contatos e indicações surgem naturalmente”, afirma. Lourenço Fattori, empresário da Fattori Investimentos Imobiliários, também já colheu frutos da participação no evento. “A ACICG tem uma capacidade grande de gerar um networking de valor, aproximando pessoas que realmente querem crescer e fazer negócios. Pra mim, faz muito sentido estar presente em espaços assim, perto de gente que empreende, troca experiências e quer evoluir. Por isso, recomendo muito a participação na Rodada de Negócios da ACICG. Vale a pena!”, enfatiza. As vagas são limitadas, com inscrição aberta para apenas um representante por empresa, garantindo maior diversidade de participantes e ampliando as possibilidades de conexão. As inscrições e mais informações podem ser obtidas pelo whats app (67) 9 9931-0993.
Conselho da ACICG fortalece liderança feminina e impulsiona negócios em Campo Grande

Grupo reúne mulheres em posições de liderança e aposta em networking qualificado e capacitação prática como motores de crescimento No mês em que se destacam as discussões sobre os avanços e desafios da presença feminina no empreendedorismo e no mercado de trabalho, o Conselho da Mulher Empresária e Executiva da Associação Comercial e Industrial de Campo Grande (ACICG) ganha protagonismo ao reunir empresárias e executivas que buscam crescimento estruturado, troca de experiências e conexões estratégicas para fortalecer seus negócios. As atividades de 2026 do Conselho já foram iniciadas, com uma programação alinhada ao Mês da Mulher. Em março, os encontros têm como foco o equilíbrio entre vida profissional e pessoal, com discussões voltadas à saúde mental e à saúde feminina em todas as fases da vida. A proposta é ampliar o olhar sobre os desafios enfrentados por mulheres que lideram negócios, considerando não apenas a performance profissional, mas também o bem-estar. A partir de abril, a agenda retoma o eixo de desenvolvimento empresarial, com temas voltados ao crescimento, gestão e estratégia. Criado em 2021, o Conselho vem se consolidando como um ambiente voltado ao desenvolvimento empresarial feminino, reunindo mulheres que lideram empresas, equipes ou áreas estratégicas e que estão em fase de expansão de seus negócios. A iniciativa surgiu em um cenário de crescimento do empreendedorismo feminino no Brasil e da maior presença de mulheres em cargos de liderança. Só em Mato Grosso do Sul, cerca de 160 mil mulheres são donas do próprio negócio, o que representa 42% das pessoas que empreendem no Estado, segundo dados do Observatório da Cidadania de Mato Grosso do Sul (OCMS), com base em informações da Receita Federal. “Atuar em rede deixou de ser uma opção e passou a ser uma estratégia essencial para quem deseja crescer de forma sustentável. O Conselho é para mulheres que já estão em movimento e buscam um ambiente alinhado aos desafios reais da gestão”, explica Roberta Oliveira, coordenadora do Conselho. Com encontros quinzenais, o grupo atua a partir de três pilares: produtividade, desenvolvimento empresarial e networking, com uma programação estruturada para oferecer conteúdos aplicáveis ao dia a dia das empresas. Ao longo de 2025, foram realizadas reuniões com temas como planejamento estratégico, marketing, cultura organizacional, sucessão empresarial, gestão do tempo e posicionamento de mercado.“O foco não é teoria distante, mas ferramentas que possam ser implementadas imediatamente nos negócios”, destaca a vice-coordenadora Mariana Thomé. Além da capacitação, o Conselho também se consolida como um espaço de visibilidade e fortalecimento de conexões entre empresárias da Capital. “O Conselho ocupa um espaço importante em Campo Grande ao oferecer um ambiente empresarial feminino voltado à estratégia, produtividade e crescimento consistente”, reforça Roberta. Mulheres interessadas em conhecer o Conselho da Mulher Empresária e Executiva da ACICG podem obter mais informações diretamente na sede da Associação, localizada na Avenida 15 de Novembro, nº 390, ou pelo telefone 67 99996-3793.
ACICG celebra 100 anos de história e contribuição para o desenvolvimento de Campo Grande

Entidade empresarial reúne lideranças, associados e colaboradores para marcar um século de atuação em defesa do setor produtivo da capital A Associação Comercial e Industrial de Campo Grande (ACICG) celebra, neste mês de março, 100 anos de história, marcando um século de atuação em defesa do setor produtivo e de contribuição para o desenvolvimento econômico da capital sul-mato-grossense. Para comemorar a data, a entidade promoveu na última quinta-feira (12) um coquetel comemorativo em sua sede, reunindo diretores, conselheiros e colaboradores. Fundada em 14 de março de 1926, quando Campo Grande ainda era uma cidade em formação, a associação nasceu da iniciativa de empresários que já compreendiam a importância da organização coletiva para fortalecer o comércio local e contribuir para o crescimento da cidade. Ao longo de um século, a entidade participou de momentos importantes da história econômica e social da capital, atuando na defesa dos interesses do setor produtivo e no diálogo com o poder público. “Desde a sua fundação, a ACICG tem o papel de representar o empresariado e contribuir para a construção de um ambiente de negócios mais favorável. Chegar aos 100 anos é motivo de orgulho e também um reconhecimento ao trabalho de muitas gerações de empresários que ajudaram a construir essa trajetória”, destacou o presidente da entidade durante a celebração. Atuação em momentos históricos Ao longo das décadas, a ACICG esteve presente em diferentes momentos de transformação e desafios enfrentados pela cidade. Durante a Segunda Guerra Mundial, por exemplo, quando o país enfrentava escassez de diversos produtos, a entidade atuou junto ao governo para evitar a cobrança de encargos indevidos sobre comerciantes e reivindicou o aumento do estoque de itens essenciais. Na década de 1930, com a criação do Ministério do Trabalho e o surgimento de novas regras trabalhistas, a associação também passou a atuar como espaço de orientação para os empresários. A entidade também esteve envolvida em pautas importantes para o desenvolvimento urbano da capital, como a mobilização pela construção de uma nova sede dos Correios em Campo Grande. Mais recentemente, durante a pandemia de Covid-19, a ACICG atuou no diálogo com autoridades para defender medidas que permitissem a continuidade das atividades econômicas de forma responsável, contribuindo para a preservação de empresas e empregos. Liderança empresarial voluntária Um dos pilares da história da associação é a participação voluntária de empresários na condução da entidade. Ao longo de 100 anos, diferentes lideranças assumiram a missão de representar a classe empresarial e fortalecer o ambiente de negócios na capital. “A ACICG é uma instituição construída por lideranças voluntárias, homens e mulheres que dedicaram tempo, experiência e visão para defender os interesses do setor produtivo”, ressaltou o presidente. Durante a celebração, também foram reconhecidos os colaboradores da entidade, responsáveis pelo atendimento aos associados e pela condução de projetos e atividades institucionais. Olhar para o futuro Ao completar um século de existência, a ACICG reforça o compromisso de continuar acompanhando as transformações do ambiente empresarial e contribuindo para o desenvolvimento econômico da cidade. Entre os desafios atuais do setor estão a adaptação à reforma tributária, a transformação digital dos negócios e a necessidade de um ambiente regulatório mais simples e competitivo. “A história da ACICG mostra que o desenvolvimento de uma cidade passa pela união do seu setor empresarial. É com esse espírito que seguimos trabalhando para fortalecer as empresas e contribuir para o futuro de Campo Grande”, concluiu Paniago.
Nota de Pesar: Roberto Massaki Oshiro
A Associação Comercial e Industrial de Campo Grande (ACICG) manifesta seu profundo pesar pelo falecimento do empresário Roberto Massaki Oshiro, ocorrido nesta quarta-feira (04/03). Com uma trajetória indissociável do desenvolvimento econômico de Mato Grosso do Sul, Roberto foi membro do Conselho Político e Social (COPS) da ACICG. Sua atuação foi pautada pelo fortalecimento do ambiente de negócios e pelo diálogo institucional entre o setor produtivo e a sociedade. No campo empresarial, consolidou um legado de relevância à frente de organizações como a Oshiro Retificadora, Kioren e Fazenda Coqueiro, além de protagonizar a história do setor automotivo regional através das bandeiras Honda e Chevrolet. Na esfera pública, serviu ao Estado como subchefe da Casa Civil durante a gestão do governador Pedro Pedrossian. Dedicou-se, ainda, ao terceiro setor e à vida comunitária, destacando-se como presidente do Conselho Fiscal do Círculo Católico Estrela da Manhã. A diretoria e os conselhos da ACICG solidarizam-se com a família e amigos, expressando as mais sinceras condolências por esta perda irreparável.
Núcleo de Contabilidade da ACICG reage com nota de repúdio à declaração de Fernando Haddad

O Núcleo de Contabilidade da Associação Comercial e Industrial de Campo Grande (ACICG) manifesta repúdio às declarações recentes do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, que repercutiram negativamente entre profissionais da contabilidade em todo o país. A comparação sobre a presença de contadores e engenheiros nas empresas brasileiras, mencionada pelo ministro, foi interpretada pela categoria como uma desvalorização de uma atividade essencial para o funcionamento das empresas e para a própria implementação da reforma tributária em curso no Brasil. O Núcleo ressalta que o setor contábil espera mais respeito por parte das autoridades públicas ao tratar de uma profissão que, há décadas, contribui diretamente para a organização tributária das empresas, a segurança jurídica e o cumprimento das obrigações fiscais no país. Em um momento de transformação profunda do sistema tributário brasileiro, os contadores são peças-chave para que empresas consigam compreender e se adaptar às novas regras. São esses profissionais que fazem a ponte entre a legislação e a realidade do mercado, especialmente das micro e pequenas empresas. Nesse contexto, o Núcleo reforça que o debate sobre a reforma tributária deve ocorrer com responsabilidade e reconhecimento do papel técnico da contabilidade, uma vez que a implementação dessas mudanças passará, necessariamente, pelos profissionais da área. O Núcleo de Contabilidade da ACICG também reafirma seu apoio aos profissionais do setor e se coloca como espaço de diálogo, acolhimento e fortalecimento da categoria em Mato Grosso do Sul. O grupo seguirá promovendo iniciativas voltadas à atualização, integração e valorização dos contadores diante dos desafios e oportunidades trazidos pela reforma tributária. Núcleo de Contabilidade da ACICG
ACICG mobiliza empresas para estruturar o Núcleo de Moda e fortalecer o setor

Empresas dos segmentos de moda feminina e infantil podem participar. Informações pelo telefone (67) 9 9268-5807. A Associação Comercial e Industrial de Campo Grande (ACICG) realizará no dia 4 de março, às 8h30, um encontro prático voltado à construção de soluções para os desafios dos negócios de moda na Capital. A iniciativa integra o processo de estruturação do Núcleo Setorial de Moda, que reunirá empresas dos segmentos de moda feminina e infantil para fortalecer o setor em Campo Grande. O evento representa mais uma etapa de um trabalho que começou em 2026. Dois encontros já foram promovidos pela entidade para ouvir os empresários e mapear as principais dores enfrentadas pelo segmento, desde questões tributárias e regulatórias até desafios relacionados à digitalização e à concorrência com grandes marketplaces. Com base nessas demandas, a pauta do encontro foi construída de forma objetiva e aplicada à rotina das empresas. Entre os temas estratégicos que serão debatidos estão a transformação digital, com foco no fortalecimento da presença online, na integração entre loja física e digital por meio do modelo “retire na loja”, na simplificação de entregas e devoluções e no uso de ferramentas de CRM para aprimorar o relacionamento com clientes. Também estarão em discussão as estratégias de atuação em marketplaces como Shopee e Mercado Livre, a gestão eficiente de estoque e a realização de liquidações estratégicas. O encontro ainda abordará a experiência de atendimento e fidelização em todos os canais de venda, os principais pontos regulatórios que impactam o setor, como ICMS, PIS/COFINS, Reforma Tributária e aspectos da CLT, além da análise sobre a importação como possível caminho viável para ampliar a competitividade das empresas locais. “O Núcleo de Moda integra o programa Empreender da ACICG, metodologia que estimula a organização setorial como estratégia de desenvolvimento econômico. A proposta é criar um ambiente colaborativo, no qual empresários possam compartilhar experiências, identificar oportunidades conjuntas e fortalecer o segmento de forma estruturada”, informa o vice-presidente da Associação Comercial, Omar Aukar. Entre os benefícios para as empresas participantes estão o networking qualificado, a troca de experiências, o acesso a consultorias e capacitações com subsídio e maior representatividade institucional para tratar de pautas estratégicas do setor. Empresas interessadas em participar do Núcleo de Moda podem obter mais informações pelo telefone (67) 9 9268-5807.
Frentes parlamentares e setor empresarial divulgam manifesto contra mudança no funcionamento do comércio

A nota defende a revogação da Portaria nº 3.665/2023, por entender que a medida representa um retrocesso regulatório e impõe entraves desnecessários As Frentes Parlamentares de Comércio e Serviços (FCS) e do Empreendedorismo (FPE), a União Nacional de Entidades do Comércio e Serviços (Unecs), da qual a CACB (Confederação das Associações Comerciais do Brasil) faz parte, e o Instituto Brasileiro de Política e Economia (IBPE) divulgaram nesta segunda-feira (23) manifesto em defesa do comércio, dos trabalhadores e da livre iniciativa. A nota é contra a Portaria Nº 3.665 de 2023, do Ministério do Trabalho e Emprego, que exige negociação coletiva para a autorização do trabalho em feriados e domingos e está prevista para entrar em vigor no dia 1º de março. O manifesto defende a revogação da Portaria nº 3.665/2023, por entender que a medida representa um retrocesso regulatório e impõe entraves desnecessários ao setor produtivo. “O debate sobre o tema deve ocorrer no âmbito do Congresso Nacional. A modernização da legislação é o caminho para garantir segurança jurídica, previsibilidade e equilíbrio entre a atividade econômica e os direitos trabalhistas”, descreve. Leia a íntegra do manifesto: MANIFESTO — PORTARIA Nº 3.665/2023/MT A FCS (Frente Parlamentar de Comércio e Serviços) e a FPE (Frente do Empreendedorismo) vêm a público reafirmar sua posição firme em defesa do comércio brasileiro, dos trabalhadores e da livre iniciativa diante dos efeitos da Portaria nº 3.665/2023 do Ministério do Trabalho e Emprego. O Brasil precisa de menos burocracia e mais oportunidades. Ao condicionar o funcionamento do comércio em feriados à autorização por convenção coletiva e à observância de legislação municipal, a portaria cria obstáculos adicionais a um setor que já convive com elevada carga regulatória e insegurança jurídica. Na prática, a medida reduz a flexibilidade, encarece a atividade econômica e dificulta a geração de empregos. O trabalho aos domingos e feriados é parte da realidade do comércio e dos serviços no país. Para muitos trabalhadores, esses dias representam renda adicional e reforço no orçamento familiar. Para micro e pequenas empresas, muitas vezes familiares, o movimento dos feriados é decisivo para manter o negócio funcionando, pagar salários e sustentar postos de trabalho. Em cidades turísticas, a restrição pode comprometer toda a economia local. Impor novas exigências não fortalece o trabalhador. Ao contrário, pode reduzir oportunidades, diminuir jornadas disponíveis e afetar diretamente a renda de quem depende dessas escalas. Também prejudica o consumidor, que valoriza a possibilidade de escolher quando e onde comprar, especialmente em feriados, quando há mais tempo disponível para consumo. Diante desse cenário, a FCS e a FPE defendem a revogação da Portaria nº 3.665/2023, por entenderem que a medida representa um retrocesso regulatório e impõe entraves desnecessários ao setor produtivo. O debate sobre o tema deve ocorrer no âmbito do Congresso Nacional, com a devida análise do PL 5552/2023, de autoria do deputado Joaquim Passarinho, apensado ao PL 2369/2015, que estabelece regras claras e permanentes para o trabalho aos domingos e feriados em todo o país. A modernização da legislação é o caminho para garantir segurança jurídica, previsibilidade e equilíbrio entre a atividade econômica e os direitos trabalhistas. Também é necessário revisar dispositivos da Lei nº 10.101/2000, de forma a incluir o comércio em geral entre as atividades autorizadas e assegurar tratamento diferenciado para micro e pequenas empresas, que não podem ser submetidas a exigências desproporcionais à sua estrutura. A Frente Parlamentar de Comércio e Serviços e a Frente do Empreendedorismo reafirmam seu posicionamento pela revogação da Portaria nº 3.665/2023 e seguirão atuando para garantir que o comércio brasileiro continue sendo motor de emprego, renda e desenvolvimento. Defender o funcionamento do comércio aos domingos e feriados é defender o trabalhador, o empreendedor e o crescimento do Brasil. *Fonte: Portal da CACB
ACICG promove capacitação sobre mudanças na nota fiscal e tributação de dividendos

Treinamento reuniu cerca de 30 empresários e foi ministrado por especialistas do Núcleo de Contabilidade da entidade O Núcleo de Contabilidade da Associação Comercial e Industrial de Campo Grande (ACICG) realizou, no dia 12 de fevereiro, um treinamento voltado à Reforma Tributária, reunindo contadores e empresários interessados em compreender os impactos práticos das mudanças previstas para os próximos anos. O encontro teve como foco as notas técnicas da NF-e e da NFS-e, além da regulamentação da distribuição de lucros — temas que já exigem atenção das empresas. Durante o evento, gratuito para associados, foram esclarecidos pontos centrais sobre a obrigatoriedade de inclusão da CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços) e do IBS (Imposto sobre Bens e Serviços) nas notas fiscais eletrônicas, conforme as novas diretrizes tributárias. A alteração na estrutura da NF-e, prevista nas notas técnicas, exigirá adequação dos sistemas e revisão de processos internos, impactando diretamente a rotina fiscal das empresas. Membro do Núcleo de Contabilidade, o contador Maycon Cardoso destacou que a proposta do encontro foi ir além do conteúdo técnico e oferecer um panorama amplo da Reforma Tributária. “Fizemos um paralelo entre o que vivemos hoje no sistema tributário brasileiro e o que está por vir. Quando alguém reforma uma casa, reforma pensando em melhorar, deixar mais funcional, mais acessível e confortável. A expectativa é que, ao final, a Reforma Tributária também proporcione mais clareza ao empresário sobre aquilo que ele paga”, afirmou. O treinamento também abordou o que já está previsto para 2026 em relação às mudanças na estrutura da nota fiscal eletrônica, além de apresentar uma visão geral do período de transição, que deve se estender até 2033. Outro ponto de destaque foi a nova regra sobre a tributação de dividendos. A distribuição de lucros no Brasil permaneceu isenta de imposto até 2025. A partir de 2026, passou a vigorar a lei que estabelece a tributação dos dividendos acima de R$ 50 mil por mês, por empresa, para cada sócio. “Na prática, retiradas mensais de até R$ 50 mil continuam isentas. Já valores superiores a esse limite ficam sujeitos à retenção de 10% de Imposto de Renda na fonte. A mudança exige planejamento financeiro e reorganização estratégica por parte dos empresários, especialmente daqueles que realizam distribuições mais elevadas”, explicou Matheus Fagundes, contador que também ministrou o treinamento. A coordenadora do Núcleo de Contabilidade da ACICG, Marijane Moreira, ressalta que, embora muitas definições ainda dependam de regulamentações complementares ao longo do processo de implementação, é fundamental que empresários e profissionais da contabilidade acompanhem cada etapa da transição. “Com essa capacitação, o Núcleo de Contabilidade reafirma seu compromisso em oferecer atualização técnica e orientação estratégica aos empresários, contribuindo para que o setor esteja preparado para as mudanças tributárias em curso”, destacou. Empresários interessados em participar das capacitações futuras podem entrar em contato com a ACICG pelo telefone (67) 99268-5807.
ACICG articula reunião com entidades e pede diálogo ao Governo sobre impactos do “Regularize Já”

A nova resolução da Secretaria de Estado de Fazenda de Mato Grosso do Sul, que institui o cruzamento de informações financeiras com declarações relacionadas ao ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) por meio do programa Regularize Já, mobilizou o setor empresarial e contábil do Estado na noite da última terça-feira (10/02). Diante da repercussão do tema, a Associação Comercial e Industrial de Campo Grande (ACICG) convocou uma reunião extraordinária de emergência com suas lideranças, o Núcleo de Contabilidade da entidade e representantes do Conselho Regional de Contabilidade (CRC/MS), do Sindicato das Empresas de Serviços Contábeis (Sescon/MS) e da Associação Sul-Mato-Grossense de Supermercados (AMAS). O objetivo foi avaliar a extensão do problema, alinhar entendimentos técnicos e construir uma pauta conjunta de preocupações a ser levada ao poder público. “Nos últimos dias, a ACICG recebeu diversas manifestações de empresários e profissionais de contabilidade de Campo Grande e do interior, além de associações comerciais, relatando preocupações com os efeitos imediatos da medida”, afirmou o presidente da ACICG, Renato Paniago. Mais de 90% dos empresários notificados De acordo com a estimativa das entidades, mais de 90% dos empresários de Mato Grosso do Sul receberam notificações para realizar a autorregularização, gerando um grande volume de demandas simultâneas para empresas e escritórios de contabilidade. O momento é considerado especialmente sensível. As notificações ocorrem logo após o encerramento de um programa de refinanciamento fiscal (Refis), no qual muitos empresários já haviam comprometido recursos para quitar a primeira parcela, além de coincidir com o período de final e início de ano, tradicionalmente marcado por menor disponibilidade de caixa. O cenário é agravado pela crise econômica nacional e pela implementação gradual da reforma tributária, que já exige constante adaptação por parte das empresas e dos profissionais da contabilidade. Sobrecarga para contadores e novos custos para empresas Os contadores relataram dificuldade em manter equipes suficientes para acompanhar as frequentes mudanças na legislação e atender ao aumento da demanda técnica. Agora, além da rotina já sobrecarregada, precisam analisar o cruzamento de dados apontado pela Secretaria de Fazenda, revisar informações retroativas e, em muitos casos, preparar defesas em processos administrativos fiscais. “A classe contábil já está sobrecarregada com a reforma tributária e o recadastramento estadual. O Regularize Já chega em um momento inoportuno, diante da situação econômica desfavorável e da incapacidade operacional de atender à demanda em curto prazo, já que o processo é manual e complexo. Soma-se a isso a falta de orientação para pequenos empresários, que muitas vezes misturam finanças pessoais e empresariais, o que amplia ainda mais a busca por apoio junto aos escritórios”, explicou o presidente do CRC/MS, Josemar Battisti. Esse novo contexto também representa custos adicionais e inesperados para os empresários, tanto em honorários contábeis quanto em tempo e estrutura dedicados à verificação das informações. Pedido de intermediação ao deputado Junior Mochi Diante da complexidade do tema, a ACICG solicitou ao deputado estadual Junior Mochi que intermedie o diálogo com o Governo do Estado. O parlamentar participou da reunião, demonstrou sensibilidade à pauta e se comprometeu a solicitar, com a maior brevidade possível, uma reunião com o governador. “Saio daqui com o compromisso de buscar essa reunião com o governador, para que possamos levar os pontos comuns e as discordâncias em relação ao Regularize Já e, a partir desse diálogo, encontrar uma alternativa viável que atenda às reivindicações apresentadas”, afirmou Mochi. A intenção das entidades é apresentar de forma técnica as dificuldades enfrentadas por empresários e contabilistas, além de propor soluções construídas em conjunto, preservando o objetivo fiscal do Estado, mas garantindo condições operacionais viáveis para o setor produtivo. Para a ACICG, o caminho é o diálogo. “Não se trata de questionar a fiscalização, mas de buscar entendimento sobre a forma e o momento da implementação, considerando a realidade das empresas e dos profissionais que precisam operacionalizar essas exigências”, destacou o primeiro-secretário da ACICG, Roberto Oshiro. A expectativa é que a reunião com o Governo ocorra nos próximos dias, abrindo espaço para esclarecimentos e eventuais ajustes que reduzam os impactos imediatos sobre o setor empresarial sul-mato-grossense.