Núcleo de Contabilidade da ACICG alerta sobre mudanças na emissão de notas fiscais

A partir de agosto, novas regras passam a ser obrigatórias para empresas não enquadradas no regime Simples Nacional Foto: Ascom/Sefaz/AL Empresários que atuam nos regimes de Lucro Presumido ou Lucro Real devem redobrar a atenção às mudanças promovidas pela Reforma Tributária na emissão de notas fiscais eletrônicas. O Núcleo de Contabilidade da Associação Comercial e Industrial de Campo Grande (ACICG) alerta que o prazo para adequação dos sistemas termina no dia 31 de julho e, a partir de agosto, as novas regras de validação passam a ser obrigatórias. As alterações decorrem da implementação da Nota Técnica 2025.002, publicada no Portal Nacional da Nota Fiscal Eletrônica, que atualiza o layout da NF-e e da NFC-e para contemplar os novos tributos criados pela Reforma Tributária: o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) e a Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS). A atualização estabelece novos campos obrigatórios e regras de validação para os documentos fiscais eletrônicos. Segundo a coordenadora do Núcleo de Contabilidade da ACICG, Marijane Moreira, embora 2026 seja considerado um período de transição, a adequação não pode ser deixada para a última hora.“Mais do que uma mudança tributária, estamos falando de uma mudança operacional. Se a empresa não atualizar seu sistema de emissão de notas fiscais e revisar suas informações tributárias, corre o risco de ter documentos rejeitados pelos sistemas autorizadores, interrompendo faturamento, entregas e toda a rotina do negócio”, explica. As empresas optantes pelo Simples Nacional ainda não precisam realizar essa mudança. De acordo com Marijane, o momento exige atuação conjunta entre empresários, escritórios de contabilidade e fornecedores de sistemas de gestão (ERP). “Recomendamos que os empresários procurem seus contadores o quanto antes para verificar se os sistemas emissores da nota fiscal estão atualizados, revisar os cadastros fiscais e realizar testes antes da entrada em vigor das novas validações”, orienta. ServiçoEmpresários interessados em esclarecer dúvidas sobre os impactos da Reforma Tributária e as novas exigências para emissão de notas fiscais podem procurar o Núcleo de Contabilidade da ACICG pelo telefone/Whats app 67 99268-5807.

Evento da ACICG reúne especialistas para discutir a atualização da NR-1 e impactos nas empresas

Especialistas irão orientar empresários sobre riscos psicossociais, saúde mental e adequação às exigências trabalhistas A Associação Comercial e Industrial de Campo Grande (ACICG) realiza no dia 30 de junho, às 18h15, o painel gratuito “O que o empresário ganha com a NR-1?”. O encontro acontecerá na sede da entidade, localizada na Rua XV de Novembro, nº 390, Centro, e vai reunir especialistas para discutir os impactos da Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1) na saúde organizacional, produtividade e gestão de riscos nas empresas. Idealizado pela área de Núcleos Setoriais da entidade, o evento pretende desmistificar a NR-1 e apresentar, de forma prática, como a adequação às exigências legais pode contribuir para a redução de passivos trabalhistas, prevenção de afastamentos e melhoria do ambiente empresarial. “Hoje, saúde e segurança no trabalho deixaram de ser apenas uma obrigação legal e passaram a fazer parte da estratégia das empresas. Quando o empresário compreende e aplica corretamente as exigências da NR-1, ele reduz riscos e fortalece suas equipes. Nosso objetivo com este encontro é justamente aproximar os empresários dessas informações e contribuir com seus negócios”, esclarece o presidente da ACICG, Omar Aukar. Participam do debate as profissionais Dani Gil, especialista em desenvolvimento humano, liderança e comunicação; Dayana das Graças, fisioterapeuta do trabalho e ergonomista; Nívea Lorena Torres, enfermeira ergonomista; Keyth Gimenez Goyano de Barros, neuropsicóloga e diretora do INAP – Instituto de Neurodesenvolvimento e Aprendizagem; Cícera Gavioli, psicóloga clínica; Patrícia Rocha, especialista em saúde e segurança do trabalho da Seed Business/ExclusivaSEG; e Sinome Côrtes, especialista em neurociência, gestão de pessoas, controladoria e finanças corporativas. Durante o encontro, serão abordados temas como saúde mental no ambiente corporativo, riscos psicossociais, ergonomia, liderança, produtividade, relações de trabalho e adequação às normas regulamentadoras. O público também terá acesso a orientações sobre documentação obrigatória, gerenciamento de riscos ocupacionais e estratégias preventivas voltadas à construção de ambientes de trabalho mais seguros e sustentáveis. A programação é voltada para empresários, lideranças, profissionais de recursos humanos, segurança do trabalho e demais interessados em compreender as atualizações da NR-1, especialmente diante da inclusão dos fatores psicossociais na gestão organizacional. As inscrições são gratuitas e podem ser realizadas pela plataforma Sympla ou pelo WhatsApp (67) 99268-5807. As vagas são limitadas.

NR-1 Atualizada: empresas precisam se adequar às novas exigências sobre riscos psicossociais no trabalho

A partir de 26 de maio de 2026, entra em vigor uma importante atualização da Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1), que passa a incluir os riscos psicossociais relacionados ao trabalho no processo de Gerenciamento de Riscos Ocupacionais (GRO). A mudança amplia o olhar das empresas sobre saúde e segurança no ambiente de trabalho, exigindo a identificação, avaliação, prevenção, registro e acompanhamento de fatores que podem impactar diretamente o bem-estar dos colaboradores e os resultados do negócio. Entre os principais fatores psicossociais que deverão ser observados estão a sobrecarga de trabalho, falta de clareza nas funções, jornadas excessivas, conflitos interpessoais, pressão excessiva, falhas de comunicação e ausência de suporte da liderança. Na prática, as organizações precisarão manter um inventário de riscos atualizado, elaborar planos de ação com medidas preventivas, realizar avaliações ergonômicas preliminares, garantir a participação dos trabalhadores no processo de gestão de riscos e registrar evidências das ações implementadas. A fiscalização poderá ocorrer por meio da análise de documentos, entrevistas com trabalhadores, verificação das condições reais de trabalho e avaliação da coerência entre os registros apresentados e a realidade da empresa. Mais do que uma obrigação legal, a adequação à NR-1 representa uma oportunidade estratégica para fortalecer a cultura organizacional, melhorar o clima interno, aumentar o engajamento das equipes, reduzir afastamentos e minimizar passivos trabalhistas. O Núcleo Setorial da ACICG acompanha as atualizações da legislação e está à disposição para orientar empresários sobre as novas exigências, contribuindo para que as empresas estejam preparadas para essa nova realidade e transformem conformidade em vantagem competitiva. Para mais informações, acesse a apostila clicando aqui ou entre em contato conosco pelo telefone (67) 3312-5047 ou pelo e-mail coordenacaonucleos@acicg.com.br.

Acesse o canal do HUB ACICG!

A ACICG acaba de lançar o canal oficial do HUB ACICG no WhatsApp, um espaço criado para aproximar empresários, empreendedores e profissionais das principais oportunidades do ecossistema de negócios e inovação. No canal, você recebe conteúdos exclusivos, novidades, cronograma de eventos, oportunidades de networking e informações estratégicas para o crescimento da sua empresa. Entre para a comunidade e mantenha seu negócio conectado ao que realmente importa. Acesse clicando aqui!

ACICG adere ao manifesto nacional que defende a PEC do Trabalho Flexível

A Associação Comercial e Industrial de Campo Grande (ACICG) é uma das mais de mil entidades signatárias do manifesto “Uma carta para o Brasil que acorda cedo”, movimento nacional que apoia a PEC 12, proposta que defende a modernização das relações de trabalho por meio da liberdade de escolha do trabalhador, com todos os direitos garantidos pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). O manifesto reúne as principais entidades representativas do setor produtivo brasileiro, entre elas a CACB (Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil), CNA (Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil), CNC (Confederação Nacional do Comércio), CNI (Confederação Nacional da Indústria), CNT (Confederação Nacional do Transporte) e Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo). Apresentada como alternativa à proposta que prevê o fim da escala 6×1, a PEC 12 propõe um modelo mais flexível, permitindo que o trabalhador escolha quantos dias e horas deseja trabalhar, de acordo com sua realidade, necessidades e objetivos financeiros, sem abrir mão de direitos como férias, 13º salário, FGTS e aviso prévio. Para o presidente da ACICG, Omar Aukar, o debate sobre o futuro do trabalho “precisa considerar a diversidade da economia brasileira e a realidade de milhões de trabalhadores e empreendedores que dependem de modelos mais flexíveis para geração de renda, produtividade e manutenção da atividade econômica”. O manifesto na íntegra pode ser conferido abaixo ou no link https://hotsite.fiesp.com.br/umacartaparaobrasil/. Uma carta para o Brasil que acorda cedo A vida não bate ponto do mesmo jeito todos os dias. Tem mês que o movimento bomba e o trabalhador consegue tirar uma boa comissão. Tem mês que a coisa aperta e é preciso correr atrás de um extra para fechar as contas. Tem dia que o filho fica doente, que é necessário sair mais cedo para levar o pai ao médico ou para ver a apresentação da filha na escola. Quem está na luta sabe: a vida real não cabe numa caixinha fechada. Hoje, o Senado Federal analisa a PEC 12, do Trabalho Flexível. Mais que uma alteração na Constituição, ela é a chance de finalmente colocar a decisão na mão de quem move este país: você, trabalhador brasileiro. Quer trabalhar menos horas por dia para conseguir estudar ou cuidar dos filhos? Você pode. Quer trabalhar mais em dezembro, quando o movimento está lá em cima, para entrar o ano sem dívida? Também dá. E tudo isso com os direitos da CLT garantidos, como 13º salário, férias, 1/3 de férias, FGTS, aviso prévio e etc. É o melhor dos dois mundos: a proteção da CLT com o benefício de decidir sobre a própria vida. Mas existe outra proposta em votação que quer fazer exatamente o contrário: impor a mesma escala engessada para todo mundo, como se o Brasil real funcionasse em “tamanho único”. O garçom, que vive da taxa adicional de serviço, não quer uma lei que tire seus melhores dias de trabalho. O vendedor, que conta com a comissão, precisa de tempo para vender, não de uma folga obrigatória. O Microempreendedor Individual (MEI), que tem apenas um empregado, ficará sem ele mais um dia na semana. Toda essa rigidez aumenta o custo dos produtos e serviços e, no fim, quem paga a conta é o trabalhador brasileiro: no preço da marmita, nas compras do supermercado, na tarifa do ônibus, no valor do condomínio… Por isso, os abaixo assinados, que representam mais de 40 milhões de empregos, quase 90% do PIB brasileiro, bilhões de reais em investimentos, exportações, e que estão presentes em todos os cantos do Brasil, pedem: Senhoras senadoras e senhores senadores, votem pela modernização do trabalho. Votem pela PEC 12, a do Trabalho Flexível, e deixem o brasileiro escolher o seu próprio caminho.

NÚCLEO DE IMOBILIÁRIAS

O Núcleo de Imobiliárias da ACICG foi criado com o objetivo de fortalecer o mercado imobiliário de Campo Grande por meio da união entre empresas, da troca de experiências e da construção conjunta de soluções para os desafios do setor. Reunindo imobiliárias associadas da Capital, a iniciativa busca incentivar o associativismo, promover conexões estratégicas e estimular o desenvolvimento contínuo do segmento. Com foco em cooperação, inovação e capacitação, o núcleo também trabalha para gerar novas oportunidades de negócios, fomentar a ética profissional e contribuir para o crescimento de um setor fundamental para o desenvolvimento econômico da cidade. Empresas participantes do núcleo: Fernandes Intermediações Imobiliárias: Rua Estrela do Norte, 410 | Contato: (67) 9 9288-1890  Cláudia Timler Negócios Imobiliários: Rua Vitório Zeolla, 1551 – Carandá Bosque | Contato: (67) 9 9989-0008 | @claudiatimler Fattori Investimentos Imobiliários: Rua Quintino Bocaiúva, 395 – Jardim Paulista | Contato: (67) 9 9643-1610 | @fattori.investimentos House67 Negócios Imobiliários: Rua Estrela do Sul, 429 – Vila Vilas Boas | Contato: (67) 9 9954-0050 | @house67imoveis Merlone Imóveis: Contato: (67) 9 8141-6616 | @merloneimoveis Flores Imóveis: Rua Hélio Castro Maia, 321 (Sala 02) – Jardim Paulista | Contato:  (67) 3253-4793 | @floresimoveis Maluf Gestão Imobiliária: Rua Vinte e Cinco de Dezembro, 1357 – Centro | Contato: (67) 9 9940-1106 | @maluf.luis Platinum Negócios Imobiliários: Rua das Garças, 3263 – Santa Fé | Contato: (67) 9 9290-0000 | @platinum.imoveis Vinna Imóveis: Rua Abrão Júlio Rahe, 2216 – Santa Fé | Contato: (67) 9 8205-8747 | @vinnaimoveis

NÚCLEO DE GESTÃO INTEGRADA DE SAÚDE E SEGURANÇA NO TRABALHO

O Núcleo de Saúde e Segurança do Trabalho da ACICG nasce com o propósito de conectar empresas e profissionais comprometidos com a promoção de ambientes corporativos mais seguros, saudáveis e produtivos. A iniciativa reúne especialistas de áreas como saúde ocupacional, segurança do trabalho, gestão de pessoas e conformidade normativa, incentivando a troca de experiências, o fortalecimento do associativismo e o desenvolvimento de boas práticas empresariais. Por meio de debates técnicos, capacitações e atualização constante sobre legislações e tendências do setor, o núcleo busca apoiar as empresas nos desafios atuais da saúde e segurança no trabalho, promovendo inovação, cultura preventiva e crescimento sustentável. Confira as empresas participantes do Núcleo: SET Ergonomia Assessoria do Trabalho | Contato: (67) 9 9933-3649 | Instagram: @set.ergonomia Dani Gil Consultoria | Contato: (67) 9 9282 2874 | Instagram: @eudanigil INAP Instituto de Neurodesenvolvimento e Aprendizagem | Contato: (67) 9 9873-2102 | Instagram: @inap.cg ExclusivaSeg Saúde e Segurança do Trabalho | Contato: (67) 9 9637-1977 | Instagram: @patriciarochatst Eleva Nexus Desenvolvimento Humano | Contato: (67) 9 9960-4617 | Instagram: @nivealorenaoficial Cícera Gavioli – Clinica de Psicologia | Contato: (67) 9 9870-4563 | Instagram: @clinicaciceragavioli

ACICG alerta para impactos econômicos da aprovação da PEC do fim da escala 6×1

A Associação Comercial e Industrial de Campo Grande vê com preocupação a aprovação da proposta que prevê o fim da escala 6×1 no Brasil e tem integrado as discussões em torno do tema por meio da Confederação das Associações Comerciais do Brasil (CACB), da qual faz parte. A ACICG considera que o debate sobre qualidade de vida, saúde mental e equilíbrio entre vida pessoal e profissional é legítimo e necessário, mas destaca que uma mudança dessa magnitude não pode ocorrer de forma acelerada, sem ampla discussão técnica e sem avaliação profunda dos impactos econômicos sobre quem gera emprego no país. “Os primeiros e mais afetados por uma alteração abrupta na jornada de trabalho serão justamente os micro e pequenos empresários, responsáveis pela maior parte dos empregos formais e pelo funcionamento da economia real. Em setores como comércio, alimentação, serviços, hotelaria e supermercados, a redução da jornada exigirá ampliação de equipes, reorganização de escalas e aumento expressivo dos custos operacionais”, explica o presidente da ACICG, Omar Aukar. Ele alerta que, na prática, muitas empresas terão dificuldade para manter o mesmo nível de operação sem repassar custos ao consumidor, reduzir investimentos ou até rever postos de trabalho. Pequenos negócios, que já convivem com elevada carga tributária, aumento de custos e margens reduzidas, possuem capacidade muito menor de absorver mudanças impostas sem uma transição responsável. “É preciso reconhecer que o empregador brasileiro já suporta uma das estruturas tributárias e trabalhistas mais onerosas do mundo. Não é razoável que toda a conta da transição recaia exclusivamente sobre o setor produtivo, sem medidas compensatórias e sem participação efetiva do Estado nesse processo,” afirma Omar. A entidade defende que qualquer discussão sobre redução da jornada seja conduzida com responsabilidade, previsibilidade e segurança jurídica, respeitando as diferentes realidades setoriais e regionais do país. Também entende que a negociação coletiva deve prevalecer como instrumento legítimo para acomodar as necessidades específicas de trabalhadores e empresas. “Mudanças estruturais no mercado de trabalho precisam ser construídas com diálogo e gradualidade. Uma decisão precipitada pode comprometer a competitividade das empresas, pressionar a inflação, aumentar a informalidade e gerar impactos negativos justamente sobre aqueles que se pretende proteger”, complementou Aukar. Por isso, a ACICG reforça a importância de um debate técnico, equilibrado e responsável, que preserve a sustentabilidade dos negócios, a segurança dos empregos e a estabilidade econômica do país.

Novo Núcleo de Imobiliárias da ACICG une setor para fortalecer mercado

A Associação Comercial e Industrial de Campo Grande (ACICG) criou o Núcleo de Imobiliárias, uma iniciativa criada para fortalecer o setor imobiliário de Campo Grande por meio do associativismo, da troca de experiências e da construção coletiva de soluções para os principais desafios enfrentados pelo segmento. O grupo já conta com a participação de 22 empresas imobiliárias da Capital. O núcleo nasce com a missão de promover o fortalecimento e o desenvolvimento do mercado imobiliário por meio da cooperação, inovação e capacitação contínua. “A proposta também busca gerar oportunidades de negócios, fomentar a ética profissional e conectar empresas associadas para impulsionar ainda mais o setor considerado um motor de crescimento econômico para a cidade”, explica Lourenço Fattori, coordenador do núcleo. O grupo já realizou quatro reuniões estratégicas para mapear as principais dores e demandas do setor. Os encontros foram organizados por eixos temáticos e reuniram representantes de imobiliárias para debater problemas recorrentes e propor encaminhamentos. Entre os principais pontos levantados está a relação com o Conselho Regional de Corretores de Imóveis de Mato Grosso do Sul (CRECI-MS) e com a Prefeitura de Campo Grande. O grupo destacou dificuldades relacionadas à burocracia e à lentidão na emissão de documentos como ITBI, Habite-se, licenciamentos e aprovação de projetos. A categoria também cobra maior digitalização dos processos e integração entre os sistemas públicos. As imobiliárias ainda discutiram questões relacionadas às incorporadoras. Uma das principais preocupações levantadas foi a defasagem e a falta de padronização das comissões pagas aos corretores. O grupo também defende maior valorização do profissional corretor e propõe discussões sobre mecanismos que garantam maior segurança jurídica nas transações imobiliárias. Além das pautas institucionais, o núcleo terá foco em capacitação técnica e desenvolvimento profissional. Entre os temas já apontados como prioritários estão técnicas de vendas, impactos da reforma tributária, direito imobiliário, legislação urbana, crédito imobiliário, loteamentos e mercado vertical. Para o presidente da ACICG, a criação do Núcleo de Imobiliárias representa mais um passo no fortalecimento do associativismo empresarial. “O mercado imobiliário é um dos setores que movimentam a economia da cidade, geram empregos e impulsionam o desenvolvimento urbano. A criação deste núcleo demonstra a importância da união entre as empresas para discutir soluções, qualificação e melhorias para todo o segmento. A ACICG entra como ponte para fortalecer essas conexões e ampliar a voz do setor”, afirmou Omar Aukar.

ACICG aponta expectativa positiva no comércio para o Dia das Mães

Levantamento realizado pela Associação Comercial e Industrial de Campo Grande (ACICG) revela um cenário de otimismo entre os empresários da Capital para o Dia das Mães de 2026, uma das datas mais importantes para o varejo. A pesquisa “Perspectivas Empresariais para o Dia das Mães 2026” indica que 62% dos empresários esperam crescimento nas vendas em relação ao mesmo período do ano passado. Apesar do otimismo predominante, o percentual de empresários que esperam aumento nas vendas é ligeiramente inferior ao registrado em 2025, quando 78% demonstravam expectativa de crescimento, indicando um cenário ainda positivo, porém mais moderado. Para a ACICG, o Dia das Mães segue como um dos principais termômetros do desempenho do comércio no primeiro semestre. “A combinação entre planejamento, estratégias comerciais e o apelo emocional da data deve contribuir para aquecer as vendas e movimentar segmentos como vestuário, perfumaria, acessórios, floricultura, eletrônicos e serviços”, afirma Omar Aukar, presidente da entidade. De acordo com o levantamento, 33% dos empresários projetam crescimento de até 10%, enquanto cerca de 22% acreditam em alta entre 11% e 20%. Já os mais otimistas, que esperam crescimento entre 21% e 50%, representam aproximadamente 6% dos respondentes, e uma pequena parcela (1%) aposta em resultados ainda superiores. Por outro lado, 34% avaliam que as vendas devem se manter estáveis, enquanto um percentual mínimo de 4% acredita em queda. Em relação ao comportamento do consumidor, o ticket médio esperado se concentra nas faixas intermediárias. 48% dos empresários estimam vendas entre R$ 101 e R$ 200, enquanto cerca de 35% apontam gastos entre R$ 51 e R$ 100. Já os que projetam tickets acima de R$ 200 representam pouco mais de 15%, e uma parcela residual acredita em compras de até R$ 50. “O consumidor continua disposto a celebrar e presentear, mas de forma mais consciente. Isso exige do empresário mais estratégia e sensibilidade na oferta”, complementa o presidente. Para impulsionar as vendas, praticamente todo o empresariado pretende adotar estratégias comerciais, segundo demonstrou a pesquisa. Entre as principais ações, destacam-se a criação de promoções, facilitação de prazos de pagamento, além de ofertas exclusivas e investimentos em redes sociais. O levantamento da ACICG foi realizado com aproximadamente 100 empresários de Campo Grande durante o mês de abril.

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