Campo Grande recebe encontro nacional de jovens empresários em novembro

(Sebrae/Divulgação) Promovido pelo Conselho de Jovens Empresários da ACICG, em parceria com a Confederação Nacional de Jovens Empresários, encontro deve reunir aproximadamente 500 participantes Campo Grande receberá, de 25 a 27 de novembro, o Encontro Nacional de Jovens Empresários (ENJE) 2026, que deve reunir aproximadamente 500 participantes, entre empreendedores e lideranças empresariais de diferentes regiões do Brasil. A realização local é da Associação Comercial e Industrial de Campo Grande (ACICG), por meio do Conselho de Jovens Empresários (CJE), em parceria com a Confederação Nacional de Jovens Empresários (CONAJE), responsável pela iniciativa em âmbito nacional. O encontro terá como destaque o congresso Pantanal Summit, com o tema “Grandes ideias encontram grandes oportunidades”. A programação foi estruturada para estimular o desenvolvimento empresarial, a inovação e a conexão entre lideranças, com discussões sobre tendências de mercado, gestão, comunicação, construção de marcas, experiência do cliente e oportunidades de negócios. A expectativa é receber empresários e lideranças de 20 estados, além de mobilizar mais de 300 jovens empresários de Campo Grande e de outras cidades de Mato Grosso do Sul. O Pantanal Summit, que integra a programação, será realizado no dia 26 de novembro, das 9h às 19h30, no Senac Hub Academy, com palestras, painéis e experiências empresariais abertas ao público. Segundo o coordenador do Conselho de Jovens Empresários da ACICG, Leonardo de Oliveira Reggiani, entre os assuntos previstos estão “o desenvolvimento econômico do Estado, a liderança empresarial, o associativismo e as estratégias para fortalecer marcas e melhorar resultados nos negócios. A programação também deverá apresentar histórias de empresas sul-mato-grossenses que expandiram sua atuação para outros mercados”. Mato Grosso do Sul no centro das oportunidades Um dos objetivos do encontro é apresentar o potencial econômico de Mato Grosso do Sul a empresários de diferentes regiões do país. A programação deverá abordar perspectivas relacionadas à expansão da indústria de celulose, ao agronegócio, à infraestrutura logística, à Rota Bioceânica e ao turismo, destacando como essas transformações podem abrir oportunidades para empresas de diferentes portes e setores. A presença de lideranças empresariais de outros estados deve favorecer a troca de experiências, a construção de parcerias e a identificação de novas possibilidades comerciais. Campo Grande recebeu uma edição do ENJE em março de 2024, quando o evento reuniu lideranças de 22 estados brasileiros. “Para nós do Conselho de Jovens Empresários da ACICG, sediar novamente o encontro nacional representa uma oportunidade de ampliar a visibilidade do empreendedorismo sul-mato-grossense e fortalecer a participação dos jovens na construção do ambiente de negócios”, destaca Leonardo. Programação As atividades começam no dia 25 de novembro, com reunião da diretoria da CONAJE na ACICG, das 8h às 17h, e abertura oficial à noite, no Sebrae/MS. No dia 26, o Pantanal Summit concentrará a programação de conteúdo empresarial no Senac Hub Academy. O encerramento será em 27 de novembro, com a Assembleia Geral Ordinária da CONAJE, voltada às pautas institucionais e aos encaminhamentos estratégicos do movimento. Mais informações sobre a programação do ENJE 2026 serão divulgadas nos perfis oficiais da ACICG (@acicgms) e da CONAJE (@conajeoficial), no Instagram. As inscrições para o Pantanal Summit já estão disponíveis na plataforma Sympla . Serviço ENJE – Encontro Nacional de Jovens Empresários 2026
Novo núcleo da ACICG busca conectar empresas de marketing e tecnologia em Campo Grande

Iniciativa pretende reunir especialidades complementares para desenvolver soluções empresariais, estimular parcerias e gerar novos negócios A Associação Comercial e Industrial de Campo Grande (ACICG) criou o Núcleo de Marketing e Tecnologia, iniciativa que busca aproximar empresas dos dois segmentos para desenvolver soluções conjuntas, ampliar oportunidades comerciais e contribuir para a competitividade dos negócios na Capital. A proposta é reunir empresas dessas áreas em um ambiente colaborativo, no qual as competências de cada participante possam se complementar na criação de produtos, serviços e projetos para atender às demandas das empresas da Capital. A ideia é que, além de trocar experiências e estabelecer contatos, os integrantes possam unir conhecimentos e recursos para oferecer soluções mais completas ao mercado. Pequenas empresas especializadas em processos comerciais, gestão de vendas e implantação de sistemas de CRM podem trabalhar em conjunto com negócios de tráfego pago, branding, gestão de redes sociais e produção audiovisual. Também podem contribuir empresas de desenvolvimento de software, inteligência artificial, automação de processos, análise de dados, criação de sites e aplicativos, além de especialistas em experiência do cliente e transformação digital. Atualmente participam do Núcleo as empresas Eleva Nexus, grupo Dominum Assessoria, Keros Soluções Inova Simples, Acutis Thecna Automação em I.A, Lugo Tecnologia, Lu App e Iovia Tecnologia e Negócios. Um dos caminhos de trabalho do grupo é o desenvolvimento de produtos e serviços que combinem diferentes especialidades. Um sistema de gestão empresarial, por exemplo, já foi desenvolvido por com o objetivo de reunir recursos voltados ao controle de reuniões, tarefas e atividades, além de ferramentas de gravação, transcrição e geração de informações. Após a fase de aprimoramento, a solução deve ser oferecida ao mercado. Conexão para gerar negóciosO Núcleo de Marketing e Tecnologia também pretende aproximar o setor das demandas das empresas associadas da ACICG, estimulando a criação de parcerias. “Nosso grupo tem como foco a geração de negócios e a aplicação prática do conhecimento, e não a representação institucional de uma categoria profissional. Queremos desenvolver soluções para desafios comuns das empresas da nossa Capital,” afirma Anne Quadros, coordenadora do grupo. Em fase de estruturação e ampliação do número de participantes, o núcleo busca atrair pequenas empresas interessadas em contribuir para a construção dessa rede e ampliar suas possibilidades de atuação por meio da colaboração. Interessados em conhecer a proposta e participar do núcleo podem procurar a ACICG para obter informações sobre adesão por meio do telefone e WhatsApp 67 99268-5807.
ACICG estima cerca de mil oportunidades de trabalho temporário no fim de ano

A Associação Comercial e Industrial de Campo Grande (ACICG) estima cerca de mil oportunidades de trabalho temporário no comércio e nos serviços da Capital no último trimestre de 2026. A projeção é aproximadamente 9% inferior às 1.100 oportunidades estimadas pela entidade em 2025. De acordo com a pesquisa Perspectivas Empresariais para Contratações 2026, realizada pela ACICG no mês de outubro, 73% dos empresários consultados esperam manter o mesmo volume de contratações temporárias em relação ao ano passado. Outros 22% pretendem contratar mais, enquanto 5% projetam uma redução. Em 2025, 59% dos entrevistados esperavam manter o número de contratações, 36% planejavam ampliar e 5% previam diminuir. O presidente da ACICG explica que, em 2026, a projeção considera um cenário diferente, no qual parte da demanda por mão de obra poderá resultar em contratações permanentes, e não temporárias. O movimento está relacionado à necessidade de os empresários reorganizarem suas equipes diante das mudanças na jornada de trabalho devido ao fim da escala 6×1, que entrará em vigor em 15 de dezembro deste ano. “Os dados mostram que a maioria dos empresários pretende manter o volume de contratações do ano passado, mas as empresas também estão avaliando suas demandas de pessoal diante das mudanças do fim da escala 6×1. Parte dessas vagas pode ser direcionada a contratações permanentes, o que também influencia a projeção de oportunidades temporárias para este fim de ano”, afirma o presidente da ACICG, Omar Aukar. Contratações devem se concentrar em dezembro A pesquisa indica que dezembro será o principal período para a contratação de temporários. Para 32,35% dos empresários, as admissões devem ocorrer na primeira quinzena do mês, enquanto 27,45% pretendem contratar na segunda quinzena. Outros 11,76% planejam realizar contratações em novembro, e 13,73% informaram que já contrataram. Por outro lado, 14,71% não pretendem fazer novas admissões temporárias. Entre os empresários que informaram quantos profissionais pretendem contratar, aproximadamente 76% planejam abrir até duas vagas temporárias, indicando que a maior parte das oportunidades deve estar concentrada em pequenos reforços nas equipes. O levantamento também aponta potencial de continuidade para parte dos profissionais contratados temporariamente. Entre os empresários que responderam à questão sobre efetivação, pouco mais de 75,3% afirmaram que pretendem manter os trabalhadores após o período de maior movimento, enquanto 24,26% não têm essa intenção. Em 2025, o percentual de empresários com intenção de efetivação era de 88,6%, queda de 13,3 pontos percentuais. “Mesmo em um cenário mais cauteloso, o trabalho temporário continua sendo uma oportunidade de entrada no mercado formal. A efetivação dependerá das necessidades de cada empresa, do desempenho dos profissionais e dos resultados das vendas no fim do ano”, destaca Omar. Cenário político e econômicoCom a reeleição de Luiz Inácio Lula da Silva à Presidência da República, o setor empresarial acompanha os próximos passos da política econômica e seus possíveis reflexos sobre o consumo, o crédito e os custos das empresas. “Para o comércio, é fundamental que existam condições favoráveis para o consumidor comprar e para o empresário investir. O comportamento das vendas nas próximas semanas será importante para orientar as decisões sobre reforço das equipes e manutenção dos empregos”, avalia o presidente da ACICG.
Rita Vieira registra 486 novos negócios em 2026 e concentra 3,3 mil empresas

Levantamento apresentado pela ACICG aponta aumento de 49% nas aberturas em relação ao mesmo período de 2025 e identifica oportunidades para fortalecer a economia local A região do Rita Vieira registrou a abertura de 486 empresas entre janeiro e 11 de julho de 2026, um aumento de 49% em relação ao mesmo período do ano passado, quando foram contabilizadas 326 aberturas. Os dados fazem parte de um levantamento apresentado pela Associação Comercial e Industrial de Campo Grande (ACICG), durante a programação do ACICG nos Bairros, iniciativa que aproxima a entidade dos empresários de diferentes regiões da Capital. O estudo identificou 3.347 empresas ativas na região, o equivalente a 2,3% das 146.413 empresas registradas em Campo Grande na base analisada. Além de dimensionar a presença empresarial, o mapeamento apresentou o perfil dos negócios, as atividades econômicas mais representativas e oportunidades para estimular conexões e fortalecer o desenvolvimento local. “De forma mais ampla, a proposta desse raio x empresarial é utilizar os dados como instrumento para orientar o diálogo entre empresários, entidades e poder público, identificando prioridades e possibilidades de atuação para o desenvolvimento econômico local do Rita Vieira”, comentou o presidente da ACICG, Omar Aukar. Região tem presença expressiva de pequenos negócios O levantamento aponta que 60,2% das empresas do Rita Vieira são microempreendedores individuais (MEIs), percentual superior ao registrado em Campo Grande, de 54,2%. A presença de negócios jovens também se destaca: 49,5% das empresas da região têm até dois anos de atividade. Entre as atividades com maior presença na região, o segmento de transporte de cargas, logística e entregas reúne 366 empresas, seguido por construção e serviços de obras, com 326, e setor automotivo, com 292. Também aparecem os serviços administrativos e de apoio, com 240 empresas; beleza e estética, com 223; e bares, restaurantes e alimentação fora do lar, com 187. O estudo identificou uma especialização relativa do setor automotivo: sua participação entre as empresas do Rita Vieira é 60% maior do que a observada na base municipal. O indicador considera o peso do segmento no conjunto de negócios, e não o faturamento ou a demanda por serviços. Reforma tributária também esteve em pauta Além da apresentação do panorama empresarial, o encontro promoveu uma discussão sobre a reforma tributária, com foco na preparação das empresas para as mudanças previstas na legislação. Os participantes receberam orientações sobre os novos tributos, a transição para o modelo de tributação sobre o consumo e a importância de avaliar cada cenário com apoio contábil. A programação também reservou espaço para perguntas e esclarecimento de dúvidas dos empresários. Além de conhecimento técnico, o encontro foi marcado por homenagens a empresas destaque na região. Receberam reconhecimento os empresários Jair Rogério Araújo de Matos e sua sócia Adriana Aurora de Matos, da Auto Center Rogério; Bruno Buytendorp, sócio da Escola Biovilla; e Yara Leite, fundadora da Maria & Luccas Moda Infantil e Brinquedos.
NÚCLEO DE SEGUROS: SAÚDE, VIDA E PATRIMÔNIO
O Núcleo de Seguros – Saúde, Vida e Patrimônio da ACICG foi criado para fortalecer o mercado de Campo Grande e conscientizar a sociedade sobre a importância da proteção financeira. Unindo as corretoras da região, a iniciativa promove atendimento consultivo personalizado, capacitação técnica e ações educativas, demonstrando que o seguro é uma ferramenta fundamental de planejamento e tranquilidade para pessoas, famílias e negócios. Empresas participantes: Jaconsseg Corretora de Seguros | Contato: (67) 3306-8828 Magen Corretora de Seguros | Contato: (67) 9 9939-1068 MS Premium Corretora de Seguros | Contato: (67) 9 9669-1372 Nigres Corretora de Seguros | Contato: (67) 9 8220-7980 Pazeto Corretora de Seguros | Contato: (67) 9 9281-4129 Personnalite Assessoria Financeira e Corretora de Seguros | Contato: (67) 9 9991-8131 Real Consultoria em Seguros | Contato: (67) 9 8146-8344 Seguralta Corretora de Seguros | Contato: (67) 9 9916-4847 Vivavida Corretora de Seguros | Contato: (67) 9 9110-9877
ACICG apresenta panorama empresarial do Rita Vieira e orienta sobre reforma tributária

Nova edição do ACICG nos Bairros reúne empresários para discutir oportunidades de desenvolvimento local, conhecer dados sobre os negócios da região e esclarecer dúvidas sobre as mudanças tributárias A Associação Comercial e Industrial de Campo Grande (ACICG) realiza, nesta terça-feira, dia 20 de outubro, mais uma edição do ACICG nos Bairros, iniciativa que aproxima a entidade dos empresários de diferentes regiões da Capital e busca estimular conexões, parcerias e ações voltadas ao desenvolvimento dos negócios locais. O encontro será realizado a partir das 18h30, na Associação de Moradores do Parque Residencial Rita Vieira I, II e III, localizada na Rua Roterdan, nº 1.255, no bairro Rita Vieira. Promovido por meio do HUB ACICG Negócios e Inovação, com o apoio do Sebrae/MS e do CIEE, o evento terá a apresentação de um raio x do panorama empresarial da região. O especialista Robson Fabiano, membro do Núcleo de Contabilidade da ACICG, apresentará dados sobre o perfil dos negócios, os segmentos de maior presença e as oportunidades para fortalecer a atividade econômica local. A programação também contará com uma palestra da coordenadora do Núcleo de Contabilidade da ACICG, Marijane Moreira, sobre a reforma tributária, com orientações para ajudar os empresários a compreender as mudanças e a se preparar para a transição. “Estamos aproximando a entidade da realidade de quem empreende nos bairros, criando um espaço de diálogo sobre os desafios e as oportunidades de cada região. A partir dessa aproximação, surgem novas conexões com os empresários e estimulamos iniciativas que favoreçam o desenvolvimento dos negócios e da economia local”, explica o presidente da ACICG, Omar Aukar. O evento ainda conta com momentos dedicados ao networking, favorecendo a troca de experiências e a formação de parcerias entre empresas de diferentes segmentos. A expectativa é reunir cerca de 40 empresários da região.Reconhecimento à trajetória empreendedoraUm dos momentos da programação será dedicado ao reconhecimento de três empresas da região, homenageadas pela trajetória construída ao longo dos anos e pela contribuição para o desenvolvimento da atividade empresarial local.
ACICG alerta para impactos econômicos do fim da escala 6×1

A aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 221/2019 pelo Senado, na última quarta-feira (14), acende um alerta para o setor empresarial diante dos possíveis impactos da redução da jornada de trabalho sobre os custos operacionais, as contratações e a competitividade dos negócios. Para a Associação Comercial e Industrial de Campo Grande (ACICG), a mudança exige uma discussão mais ampla com os setores produtivos, especialmente em um cenário em que as empresas já enfrentam dificuldades para contratar mão de obra e absorver despesas adicionais. “Uma mudança estrutural na jornada de trabalho, com impactos diretos sobre a organização das empresas e o funcionamento da economia, exige responsabilidade, diálogo e uma avaliação aprofundada de suas consequências. Não se trata apenas de reorganizar escalas, mas de compreender como essa mudança poderá afetar a produtividade, a competitividade dos negócios, os investimentos e a capacidade de geração de empregos”, avalia o presidente da ACICG, Omar Aukar. A redução da jornada sem redução salarial poderá elevar os custos operacionais e aumentar a necessidade de contratação de trabalhadores para manter o funcionamento das empresas. O desafio tende a ser ainda maior para micro e pequenas empresas, que possuem menor margem para absorver despesas adicionais. Em setores que dependem de equipes presenciais e de funcionamento contínuo, a dificuldade de recompor os quadros de funcionários poderá levar à redução dos horários de atendimento, à limitação da capacidade operacional e à revisão dos modelos de negócio. “Também existe o risco de que parte desses custos seja repassada aos preços de produtos e serviços, com reflexos para os consumidores. Além disso, o aumento das despesas pode comprometer investimentos, dificultar a expansão dos negócios e afetar a abertura de novas vagas de trabalho. São possíveis consequências que precisam ser consideradas na definição das regras e na implementação da mudança”, ressalta Aukar. A pesquisa realizada pela ACICG com empresas de Campo Grande reforça a preocupação com os desafios de adaptação. Entre os entrevistados, 84,7% afirmam enfrentar dificuldades para contratar mão de obra, enquanto 44,8% estimam que precisarão ampliar suas equipes para manter a operação em uma escala 5×2. Os resultados evidenciam que a transição poderá exigir esforços diferentes de acordo com o porte da empresa e as características de cada atividade econômica. Para a ACICG, a implementação da mudança precisa considerar não apenas as relações de trabalho, mas também os efeitos sobre o ambiente de negócios e a prestação de serviços à população. Atividades como comércio, saúde, segurança, transporte e serviços condominiais dependem de equipes organizadas em escalas específicas, e a necessidade de reestruturação poderá repercutir no funcionamento e no custo desses serviços. “É necessário avaliar os impactos sobre a sustentabilidade das empresas, a manutenção e a criação de empregos, a competitividade e a continuidade dos serviços prestados à sociedade. Melhorar as condições de trabalho é uma pauta relevante, mas uma transformação dessa dimensão precisa ser acompanhada de planejamento, diálogo efetivo com o setor produtivo e regras que considerem as particularidades de cada atividade econômica. O objetivo deve ser evitar que uma mudança nas relações de trabalho comprometa a atividade produtiva, os pequenos negócios e, consequentemente, a própria sociedade”, conclui o presidente.
Núcleo de Saúde e Segurança no Trabalho da ACICG orienta sobre o Outubro Rosa nas empresas

Ações de prevenção, autocuidado e saúde emocional podem contribuir para ambientes de trabalho mais saudáveis e relações profissionais mais sustentáveis O Outubro Rosa costuma levar às empresas campanhas de conscientização sobre os cânceres de mama e de colo do útero e a importância da prevenção. Para o Núcleo Setorial de Gestão Integrada de Saúde e Segurança no Trabalho da Associação Comercial e Industrial de Campo Grande (ACICG) a data também pode ampliar a discussão sobre saúde integral da mulher no ambiente corporativo, incluindo prevenção, autocuidado, saúde emocional e percepção dos próprios limites. A proposta é que a campanha seja um ponto de partida para iniciativas permanentes, e não apenas uma ação pontual neste mês. Ao reconhecer sinais de sobrecarga, cuidar da saúde e buscar apoio quando necessário, a profissional pode ter melhores condições para lidar com as demandas e relações do trabalho. “Nesse processo, a empresa também tem papel importante na construção de um ambiente que favoreça o cuidado, a prevenção e o bem-estar ao longo do ano”, complementa a psicóloga Cícera Gavioli, especialista membro do Núcleo Setorial de Gestão Integrada de Saúde e Segurança no Trabalho da ACICG. O que as empresas podem fazer? Mais do que promover uma ação durante o Outubro Rosa, algumas iniciativas ajudam a transformar a campanha em uma oportunidade de fortalecer uma cultura organizacional mais atenta à saúde e ao bem-estar das profissionais: Preparar lideranças: gestores têm papel importante na construção de ambientes nos quais questões relacionadas à saúde possam ser tratadas com respeito e acolhimento. Ir além do câncer de mama: abordar saúde da mulher de maneira integral, incluindo prevenção, consultas e exames de rotina, saúde emocional e qualidade de vida. Criar espaços de informação: promover palestras, rodas de conversa ou conteúdos educativos com profissionais da saúde. Estimular o autocuidado sem culpabilização: falar de prevenção e hábitos saudáveis sem transformar a responsabilidade pela saúde exclusivamente na trabalhadora. Observar sinais de sobrecarga: gestores e equipes podem estar atentos a mudanças de comportamento, excesso de demandas e situações que possam comprometer o bem-estar. Respeitar limites e necessidades: construir relações de trabalho em que seja possível comunicar dificuldades e buscar apoio. Pensar além de outubro: transformar ações pontuais em iniciativas permanentes de promoção da saúde e prevenção.
Campanha Nome Limpo abre inscrições para empresas e prepara nova rodada de renegociação de dívidas em MS

Iniciativa da ACICG será realizada de 3 de novembro a 11 de dezembro e, em 2025, movimentou cerca de R$ 2,5 milhões em negociações Empresas de Campo Grande e do interior de Mato Grosso do Sul já podem se preparar para uma nova oportunidade de recuperar créditos e ajudar consumidores a regularizar suas pendências financeiras. A Associação Comercial e Industrial de Campo Grande (ACICG) abre nesta quinta-feira (1º/10) as inscrições para empresas interessadas em participar da Campanha Nome Limpo 2026, que será realizada de 3 de novembro a 11 de dezembro. Considerada uma das principais iniciativas de recuperação de crédito do Estado, a campanha reúne empresas de diferentes segmentos para oferecer condições especiais de negociação a clientes inadimplentes. Em 2025, a ação resultou em aproximadamente R$ 2,5 milhões em valores negociados, demonstrando o impacto da iniciativa tanto para consumidores quanto para o comércio e os serviços.Podem participar empresas da Capital e do interior, de qualquer segmento, que tenham interesse em negociar débitos com seus clientes. As adesões podem ser realizadas até 30 de outubro, pelo WhatsApp (67) 99846-3135, pelo e-mail comercial@acicg.com.br ou presencialmente na sede da ACICG, na Rua 15 de Novembro, 390, Centro. Conciliação online facilita negociaçãoUma das principais características da Campanha Nome Limpo é a utilização da conciliação como ferramenta para facilitar o acordo entre credor e consumidor. Segundo a gerente comercial da ACICG e coordenadora da ação, Paola Nogueira, grande parte das negociações será realizada de forma online, com apoio de conciliadores capacitados pelo Tribunal de Justiça. “Os empreendimentos participantes informam os contatos dos clientes inadimplentes, e a ACICG realiza o convite para as conciliações. As audiências são feitas por videoconferência, com a presença dos conciliadores, representantes das empresas e consumidores. É uma oportunidade segura e prática para que todos possam negociar e chegar a um acordo”, explica. Na prática, o modelo permite que empresas recuperem valores em aberto e que consumidores tenham acesso a condições diferenciadas para colocar as contas em dia, sem precisar se deslocar para uma negociação presencial. Empresas também poderão negociar presencialmenteAlém das conciliações online, a ACICG disponibilizará espaço em sua sede para empresas que desejarem realizar atendimento presencial e negociação direta com seus clientes durante a campanha. A Energisa já confirmou participação nessa modalidade e estará na sede da ACICG entre os dias 7 e 11 de dezembro, com atendimento aos consumidores interessados em renegociar débitos diretamente com a concessionária. Para a ACICG, a iniciativa também contribui para movimentar a economia ao favorecer a recuperação de crédito e ampliar as possibilidades de retorno do consumidor ao mercado. “Quando uma dívida é renegociada, temos benefícios para os dois lados: a empresa aumenta as possibilidades de recuperar um valor que estava em aberto e o consumidor encontra uma alternativa para reorganizar sua vida financeira. Esse movimento também contribui para a circulação de recursos na economia”, destaca Paola.
ACICG reúne empresários da região da Avenida Tamandaré para fortalecer o desenvolvimento local

Nova edição do projeto ACICG nos Bairros promove encontro entre empreendedores, articula soluções para a região e homenageia três empresas pela trajetória empresarial A Associação Comercial e Industrial de Campo Grande (ACICG) realiza hoje (28) mais uma edição do ACICG nos Bairros, iniciativa que aproxima a entidade dos empresários de diferentes regiões da Capital e busca estimular conexões, parcerias e ações voltadas ao desenvolvimento dos negócios locais. Desta vez, o encontro será realizado com empreendedores da região da Avenida Tamandaré, a partir das 18h30, na Agência Sicredi, localizada na Avenida Tamandaré, nº 3015, na Vila Nasser. Promovido por meio do HUB ACICG Negócios e Inovação, o encontro terá como proposta reunir empresários para compartilhar experiências, ampliar a rede de contatos e identificar demandas e oportunidades que possam contribuir para o fortalecimento da atividade empresarial na região. Entre os assuntos que estarão em pauta está a reforma tributária. A coordenadora do Núcleo de Contabilidade, Marijane Moreira, participará do encontro para apresentar as principais mudanças previstas e esclarecer dúvidas sobre os possíveis impactos para as empresas. A programação também contará com a apresentação de um levantamento sobre as principais dificuldades e necessidades identificadas pelos empresários do bairro. O presidente da ACICG, Omar Aukar explica que uma das demandas dos empresários da região corresponde aos impactos que o início das obras de reordenamento viário no encontro das avenidas Euler de Azevedo e Tamandaré e vias do entorno. A redução de fluxo de clientes e a falta de local para os consumidores estacionarem, devido à implantação da faixa amarela, estão entre os principais pontos. “A aproximação com os empresários é fundamental para que a entidade compreenda as diferentes realidades do setor. Já nos inteiramos de diversas preocupações dos comerciantes com essa obra e já acompanhamos, na última semana, um grupo de empresários em uma reunião com a Agetran para tratar do assunto”, informou o presidente da ACICG, Omar Aukar. Reconhecimento a empresas da região Um dos momentos da programação será dedicado ao reconhecimento de três empresas da região, homenageadas pela trajetória construída ao longo dos anos e pela contribuição para o desenvolvimento da atividade empresarial local. A expectativa é reunir cerca de 40 empresários em uma noite de integração, com participação de parceiros como Sicredi e Sebrae.