Núcleo de Imobiliárias da ACICG reúne corretores e empresários em churrasco pelo Dia do Corretor de Imóveis

Evento acontece neste sábado (22), na Colônia de Férias da ACICG, com churrasco fogo de chão, música ao vivo, networking e atividades de lazer para toda a família O Núcleo de Imobiliárias da Associação Comercial e Industrial de Campo Grande (ACICG) promove, neste sábado (22), o 1º Churrasco do Núcleo de Imobiliárias da ACICG, em comemoração ao Dia Nacional do Corretor de Imóveis, celebrado em 27 de agosto. A programação reúne corretores de imóveis, empresários, parceiros, familiares e amigos em uma tarde de confraternização, networking e integração do setor. O evento será realizado a partir das 11h, na Colônia de Férias da ACICG, situada na Rua Mascote, s/n, Chácara das Mansões, na saída para São Paulo, e terá como atração gastronômica um churrasco preparado por Diego BBQ, segundo colocado no ranking brasileiro de fogo de chão. O cardápio inclui cortes como costela fogo de chão, maminha e ponta de costela, além de sobremesa. Mais do que uma confraternização, a iniciativa busca aproximar profissionais e empresas que fazem parte do mercado imobiliário, fortalecendo relacionamentos e criando oportunidades para novas conexões e negócios em um ambiente descontraído. A programação também contará com música ao vivo e acesso à estrutura de lazer da Colônia de Férias da ACICG. O espaço dispõe de parque aquático com piscinas e toboáguas, campos de futebol, quadras de areia e poliesportivas, parquinho infantil e ampla área verde. O exame médico obrigatório para utilização das piscinas já está incluído no valor do ingresso. Para aproveitar o parque aquático, os participantes devem levar roupa de banho e toalha. As bebidas serão comercializadas no local, mas os participantes também poderão levar a bebida de sua preferência. As vagas são limitadas e os ingressos devem ser adquiridos até sexta-feira (21 de agosto) pela plataforma Sympla (https://www.sympla.com.br/evento/1-churrasco-do-nucleo-de-imobiliarias-da-acicg/3526735?). Serviço1º Churrasco do Núcleo de Imobiliárias da ACICGData: 22 de agosto de 2026 (sábado)Horário: a partir das 11hLocal: Colônia de Férias da ACICG – Rua Mascote, s/n, Chácara das Mansões, saída pra São Paulo, Campo Grande/MSAtração gastronômica: Diego BBQ – 2º colocado no ranking brasileiro de fogo de chãoInformações: (67) 9 9268-5807Vagas: limitadas

76% dos empresários esperam aumentar as vendas para Dia dos Pais, diz ACICG

Levantamento também mostra que metade dos comerciantes acredita em ticket médio entre R$ 101 e R$ 200 A expectativa do comércio de Campo Grande para o Dia dos Pais é positiva. Pesquisa realizada pela Associação Comercial e Industrial de Campo Grande (ACICG) revela que 76% dos empresários esperam vender mais na data em comparação ao mesmo período do ano passado. Desse total, 34,3% acreditam em crescimento de até 10%, 31,4% projetam aumento de até 20%, 9,5% esperam crescimento de até 40% e 1% acredita em alta de até 50%. “O Dia dos Pais continua sendo uma das datas mais importantes para o comércio. Mesmo diante de um cenário econômico que ainda exige cautela, percebemos que o empresário está investindo em estratégias para atrair consumidores e acredita em um desempenho melhor do que o registrado no ano passado”, afirma o presidente da ACICG, Omar Aukar. A pesquisa também mostra que 17,1% acreditam que as vendas serão semelhantes às do ano passado, enquanto 6,6% esperam queda no faturamento. Em relação ao comportamento do consumidor, 50,5% dos empresários estimam que o ticket médio ficará entre R$ 101 e R$ 200, faixa que lidera as expectativas neste ano. Outros 35,2% acreditam que o consumidor gastará entre R$ 51 e R$ 100, enquanto 12,4% esperam compras acima de R$ 200 e apenas 1,9% acreditam em gastos de até R$ 50. Para impulsionar as vendas, 51,4% dos empresários afirmam que investirão em promoções, 27,6% pretendem fortalecer a divulgação nas redes sociais, outros 27,6% irão facilitar os prazos de pagamento, enquanto 8,6% criarão ofertas exclusivas. Apenas 1,9% disseram que não farão nenhuma ação específica para a data. “O consumidor está cada vez mais atento às oportunidades. Por isso, promoções, condições de pagamento e presença digital fazem diferença na decisão de compra. A expectativa é de um comércio bastante competitivo e preparado para aproveitar a data”, acrescenta Omar. A pesquisa reforça ainda a importância da data para o varejo. Para 65,7% dos entrevistados, o Dia dos Pais é a segunda data comemorativa mais importante do ano para os negócios. A pesquisa de perspectivas para o Dia dos Pais 2026 ouviu 105 empresários dos segmentos de vestuário, serviços, eletrônicos, calçados, perfumaria e outros setores do comércio de Campo Grande.

ECOA

O ECOA é um programa exclusivo da ACICG criado para apoiar empresas associadas no fortalecimento da gestão e no desenvolvimento de seus negócios. Por meio de uma consultoria inicial gratuita, a equipe da ACICG busca compreender a realidade da empresa, identificar desafios, oportunidades e direcionar o empresário para as soluções, serviços e parceiros mais adequados às suas necessidades. Mais do que oferecer serviços, o ECOA promove uma escuta ativa e um acompanhamento estratégico, conectando o associado às oportunidades que podem impulsionar o crescimento do seu negócio. Como funciona Benefícios O ECOA foi desenvolvido para garantir que cada associado aproveite ao máximo os benefícios oferecidos pela ACICG, recebendo um atendimento próximo, consultivo e focado em resultados. Agende seu diagnóstico e descubra como a ACICG pode contribuir para o crescimento da sua empresa. Informações: 📞 (67) 3312-5049

Reforma Tributária muda calendário do Simples Nacional e exige atenção dos empresários

Núcleo de Contabilidade da ACICG orienta que empresas iniciem ainda em agosto a análise sobre o regime de pagamento de impostos. A Reforma Tributária começa a produzir seus primeiros efeitos práticos para as micro e pequenas empresas brasileiras. Uma das principais mudanças é a antecipação do prazo para adesão ao Simples Nacional, que deixa de ocorrer em janeiro e passa para o período de 1º a 30 de setembro do ano anterior ao exercício. Na prática, isso significa que empresários terão até setembro deste ano para definir como será a tributação de suas empresas em 2027. A alteração, prevista na Resolução CGSN nº 186/2026, exige que as empresas iniciem desde já uma análise da situação fiscal e do modelo tributário mais vantajoso. Além da permanência no Simples Nacional, o empresário precisará decidir como fará o recolhimento dos novos tributos criados pela Reforma Tributária sobre o consumo: o IBS (Imposto sobre Bens e Serviços) e a CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços). Segundo o especialista do Núcleo de Contabilidade da Associação Comercial e Industrial de Campo Grande (ACICG), Fábio Oliveira, contador do escritório OC Contábil, o principal desafio é evitar decisões tomadas às pressas. “Até então, o empresário estava acostumado a discutir sua permanência no Simples Nacional apenas em janeiro. Agora, essa análise precisa ser antecipada. Setembro não é o momento de começar a pensar no assunto, mas de formalizar uma decisão construída com planejamento.” Ele destaca que esta será uma das primeiras grandes decisões práticas da Reforma Tributária para as micro e pequenas empresas. “Cada empresa tem uma realidade. A escolha depende do perfil dos clientes, da estrutura de custos e da atividade exercida. Por isso, a recomendação é procurar seu contador desde agora para definir a estratégia mais adequada ao negócio. Além disso, o Núcleo de Contabilidade da ACICG também possui profissionais que oferecem esse tipo de consultoria” esclarece Fábio. Além da antecipação do calendário, a Reforma Tributária cria uma nova possibilidade para as empresas optantes pelo Simples Nacional: o chamado regime híbrido. Nele, o IBS e a CBS deixam de ser recolhidos no Documento de Arrecadação do Simples (DAS) e passam a ser apurados pelo regime regular. Para Fábio, essa decisão pode impactar diretamente a competitividade das empresas. “Empresas que vendem para outras empresas podem ganhar competitividade com o regime híbrido, enquanto negócios voltados ao consumidor final tendem a encontrar mais vantagens no modelo tradicional. A escolha precisa ser feita com base em simulações e nas características de cada empresa.” Outro ponto de atenção é a regularização fiscal. Empresas com pendências tributárias poderão enfrentar dificuldades para permanecer no Simples Nacional, tornando essencial verificar e regularizar eventuais débitos antes da opção em setembro. “O planejamento tributário deixou de ser uma opção para se tornar uma necessidade. Antecipar essa análise pode evitar custos desnecessários e prejuízos futuros”, finaliza o especialista membro do Núcleo de Contabilidade da ACICG.

Artigo | Imposto sobre a coragem: por que o Brasil pune quem cresce?

Por Roberto Oshiro* O Brasil vive hoje uma contradição econômica inaceitável. Como advogado tributarista que acompanha as entranhas da Reforma Tributária, vejo um cenário onde o teto do Microempreendedor Individual (MEI) e do Simples Nacional deixou de ser um incentivo para se tornar uma parede burocrática. Estamos há mais de oito anos com limites congelados, permitindo que a inflação faça o “trabalho sujo” de arrecadar em cima de uma falsa riqueza.O sistema atual pune quem tem sucesso. Se o dono de uma pequena oficina, que atua como MEI, aumenta um pouco o faturamento para acompanhar os custos e ultrapassa o limite anual de R$ 81 mil, o Estado o joga em um abismo. Da noite para o dia, ele enfrenta uma burocracia dez vezes maior que a média da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). Isso não é imposto sobre a renda; é imposto sobre a coragem de crescer. Essa distorção criou o fenômeno do “Nanismo Empresarial”: o empresário é forçado a “fatiar” seu negócio, abrindo novos CNPJ’s no nome de familiares para não ser destruído pelo leão do Lucro Presumido. Milhares de empreendedores recusam contratos, deixam de emitir notas ou evitam expandir suas operações por medo de ultrapassar o teto do Simples e cair em uma carga tributária desproporcional. É um malabarismo gerencial desesperado. Enquanto isso, o governo edita regras como a Resolução CGSN nº 183/2025 para caçar esses negócios interligados, atacando a consequência, mas se recusando a curar a doença: a defasagem da tabela. Precisamos decidir que país queremos ser. As micro e pequenas empresas e os MEI’s não são apenas um setor; eles são o escudo dos empregos no Brasil, respondendo por 54% de todas as carteiras assinadas no setor privado e por 80% das novas vagas criadas. Apoiar o aumento do teto do Simples Nacional é proteger o salário da maioria absoluta dos brasileiros. A urgência pede a aprovação do PLP 108/2021, que propõe a elevação do teto do MEI para R$ 130 mil anuais (aproximadamente de R$ 10.833 por mês), além de permitir a contratação de até 2 colaboradores. Essa medida beneficiaria cerca de 12 milhões de pequenos empreendedores, permitindo que cresçam sem medo de cair em um precipício tributário. Defender o Simples não é abrir mão de imposto. Empresa sufocada não contrata e não consome. Atualizar o teto, com correção automática pela inflação, é o maior programa de dignidade e geração de renda que o Brasil pode adotar. É hora de premiar o crescimento, não de punir o sucesso. Empresário e advogado tributarista, membro do Comitê Jurídico e de Relações Governamentais da CACB, diretor 1.º Secretário da Associação Comercial e Industrial de Campo Grande/MS (ACICG).

ACICG fortalece conexões empresariais por meio da Rodada de Negócios

Iniciativa integra as ações da entidade para estimular o associativismo, ampliar oportunidades e fortalecer o desenvolvimento econômico de Campo Grande Criar conexões que geram oportunidades é uma das atribuições da Associação Comercial e Industrial de Campo Grande (ACICG), que neste ano celebra 100 anos de história. Além de representar o setor produtivo, a entidade promove iniciativas que aproximam empresas, incentivam parcerias e fortalecem o ambiente de negócios na Capital. Uma dessas ações é a Rodada de Negócios, realizada pelo Hub ACICG – Negócios e Inovação. Ao longo de 14 edições, a iniciativa já reuniu cerca de 500 participações de empresas, consolidando-se como uma das principais ferramentas da Associação para estimular conexões entre empreendedores. Para o presidente da ACICG, Omar Pedro Andrade Aukar, a Rodada de Negócios traduz o compromisso da entidade com o fortalecimento das empresas. “Ao longo de um século, a ACICG tem trabalhado para criar um ambiente cada vez mais favorável ao desenvolvimento das empresas. A Rodada de Negócios é um exemplo desse propósito, porque conecta empresários e contribui para o surgimento de novas oportunidades que fomentam a economia de Campo Grande”, afirma. Além de ampliar a rede de contatos, a iniciativa incentiva a cooperação entre empresas de diferentes portes, promovendo o associativismo na prática e fortalecendo a competitividade do mercado local. Para o sócio-fundador da Publicar, Cauã Ibanhes, a experiência foi além da prospecção de novos clientes.“Eu já conhecia esse formato de outros lugares, mas não sabia que existia um evento assim em Campo Grande. O mais interessante é que você tem um período curto para apresentar a empresa e mostrar seu diferencial. Isso me ajudou a aprimorar a forma como falo do meu negócio”, conta. Segundo ele, a participação também gerou resultados concretos. “Fizemos conexões, iniciamos tratativas que ainda estão acontecendo e fechamos parcerias com empresas que conhecemos na Rodada. Foi uma oportunidade muito boa para melhorar nossa comunicação e ampliar o relacionamento com outros empresários”, afirma. A próxima edição da Rodada de Negócios vai acontecer no dia 18 de agosto, na sede da ACICG, reunindo 35 empreendedores de diversos setores da economia. Mais informações pelo WhatsApp (67) 99931-0993.

Pequenos empreendedores podem resolver demandas do negócio sem sair do Centro

Atendimento do Sebrae na ACICG reúne orientação, regularização e apoio à gestãoEmpreendedores de Campo Grande contam com um importante aliado no Centro da Capital para tirar dúvidas, regularizar negócios e buscar orientação especializada. O Parceiro Sebrae, instalado na Associação Comercial e Industrial de Campo Grande (ACICG), está em funcionamento e preparado para atender microempreendedores individuais (MEIs), microempresas  e empresas de pequeno porte. Localizado na sede da ACICG, na Rua 15 de Novembro, nº 390, em frente à Praça Ary Coelho, o espaço oferece diversos serviços gratuitos voltados ao fortalecimento dos pequenos negócios. Entre os atendimentos mais procurados do Parceiro Sebrae estão a formalização, alteração cadastral e baixa do MEI, emissão da guia DAS (Documento de Arrecadação do Simples Nacional), emissão e impressão do comprovante de inscrição e situação cadastral do CNPJ, realização da Declaração Anual do MEI e orientações sobre parcelamento de débitos. Além disso, os empreendedores podem receber esclarecimentos sobre gestão, planejamento e regularização empresarial. O ponto também conecta empresários a soluções especializadas do Sebrae/MS, como consultorias voltadas para diferentes segmentos econômicos, orientações para abertura de empresas e serviços do programa Sebrae Resolve, que oferece suporte prático para quem busca superar desafios da gestão, melhorar processos e desenvolver o negócio. Inaugurado em 2024, o Parceiro Sebrae na ACICG surgiu para aproximar os empreendedores das soluções oferecidas pelo Sebrae/MS, ampliando o acesso a orientações, serviços e oportunidades para o fortalecimento dos negócios. “O atendimento presencial representa uma oportunidade de levar orientação qualificada para quem enfrenta desafios no dia a dia da empresa ou deseja iniciar uma atividade empreendedora com mais segurança”, afirma Paola Nogueira, gerente comercial e responsável pelo Parceiro Sebrae na ACICG. O atendimento acontece de segunda a sexta-feira, das 8h às 12h e das 14h às 17h, na sede da ACICG. Os serviços são destinados exclusivamente aos MEIs, microempresas e empresas de pequeno porte que buscam apoio para regularização, gestão, abertura de empresas e desenvolvimento dos negócios.

Artigo | Quem fala pelo pequeno empresário quando ele não está na mesa de decisões?

*Por Omar Aukar – presidente da Associação Comercial e Industrial de Campo Grande (ACICG) Todos os dias, milhares de empresários abrem as portas de seus negócios preocupados com vendas, fluxo de caixa, estoque, funcionários e clientes. Em meio à rotina intensa, nem sempre há tempo para acompanhar discussões e decisões que acontecem no poder público, mas que impactam diretamente a atividade econômica. Uma mudança tributária, uma nova regulamentação ou uma intervenção urbana podem criar desafios e oportunidades para quem empreende. Muitas vezes, porém, o empresário só toma conhecimento dessas decisões quando elas já estão em vigor. É nesse contexto que o associativismo mostra sua importância. Celebrado em 15 de julho, o Dia Nacional do Associativismo nos convida a refletir sobre o valor da união e da representatividade na construção de um ambiente mais favorável aos negócios e ao desenvolvimento das cidades. Neste ano, a Associação Comercial e Industrial de Campo Grande (ACICG) completa 100 anos de história. Ao longo de um século, acompanhou a transformação da Capital e atuou como porta-voz do setor empresarial em momentos decisivos para a economia local. Hoje, a entidade reúne cerca de 10 mil associados, entre micro, pequenas, médias e grandes empresas dos mais diversos segmentos econômicos, demonstrando que os desafios do ambiente de negócios são compartilhados por todos que empreendem. As micro e pequenas empresas, responsáveis por cerca de 80% dos empregos gerados no Brasil em 2025, são um exemplo da importância de um ambiente favorável ao empreendedorismo. Embora sejam protagonistas na geração de oportunidades, muitas vezes seus empresários não dispõem de estrutura ou tempo para acompanhar debates e decisões que impactam diretamente suas atividades. É por isso que entidades representativas têm um papel fundamental ao promover o diálogo entre empresários, poder público e sociedade, contribuindo para soluções que beneficiam toda a comunidade. Em Campo Grande, temas como revitalização do Centro, mobilidade urbana, segurança, qualificação profissional e competitividade das empresas exigem participação ativa e construção coletiva. Da mesma forma, em momentos de crise, como ocorreu durante a pandemia, a atuação conjunta foi essencial para orientar empreendedores, defender empregos e minimizar impactos econômicos. Mas o associativismo atual vai além da representação institucional. Ele gera conexões, oportunidades, capacitação e desenvolvimento. Na ACICG, isso acontece diariamente por meio de iniciativas como as rodadas de negócios, os núcleos setoriais, os conselhos empresariais e as capacitações promovidas pelo HUB ACICG – Negócios & Inovação. Ao completar 100 anos, a ACICG reafirma uma convicção que permanece atual: quando empresários se unem em torno de objetivos comuns, fortalecem seus negócios e contribuem para o crescimento da cidade. Porque nenhum empresário consegue estar em todas as mesas de decisão. Mas, quando participa de uma entidade forte, sua voz passa a ser representada em cada uma delas.

Evento na ACICG debate impactos das canetas emagrecedoras no consumo e nos negócios de alimentação

Palestra gratuita é promovida pelo Núcleo Setorial de Gastronomia da ACICG e vai discutir como o setor pode se adaptar às novas demandas dos consumidores Crédito da foto: Dreamstime A popularização das chamadas canetas emagrecedoras tem provocado mudanças importantes nos hábitos alimentares de milhões de pessoas. Para discutir os impactos dessa transformação e as oportunidades que ela pode gerar para as empresas, o Núcleo Setorial de Gastronomia da Associação Comercial e Industrial de Campo Grande (ACICG) promove, no dia 14 de julho, às 16h, a palestra “A Gastronomia na Era das Canetas Emagrecedoras: como transformar mudança de comportamento em oportunidade de negócio”. Gratuito, o evento acontecerá na sede da entidade, situada na Rua 15 de novembro, 390, no Centro da Capital. A palestra será conduzida por Roberta Francis, gerente de Turismo e Gastronomia do Senac MS, que abordará como a redução do apetite e a mudança na relação das pessoas com a alimentação estão redefinindo hábitos de consumo e exigindo novas estratégias dos empresários do setor. Mais do que uma discussão sobre medicamentos, o encontro propõe uma reflexão sobre o futuro da gastronomia. O consumidor passa a valorizar cada vez mais qualidade, experiência, saudabilidade e propósito, desafiando os estabelecimentos a repensarem cardápios, porções, precificação e a forma de se relacionar com seus clientes. Segundo o presidente da ACICG, Omar Aukar, o tema reforça a importância de os empresários acompanharem as mudanças do mercado. “O comportamento do consumidor está em constante transformação e quem consegue compreender esses movimentos com antecedência sai na frente. Nosso objetivo é oferecer conhecimento para que os empreendedores possam transformar desafios em oportunidades”, afirma. Durante a palestra, serão apresentados dados de mercado, tendências nacionais e internacionais e oportunidades para que bares, restaurantes, cafeterias e demais empreendimentos gastronômicos possam transformar esse novo comportamento do consumidor em diferencial competitivo. Segundo Roberta, compreender essas mudanças é fundamental para garantir a sustentabilidade dos negócios nos próximos anos.“A gastronomia sempre acompanhou as transformações da sociedade. Hoje, estamos diante de um consumidor que, muitas vezes, come menos, mas se torna mais criterioso na escolha de onde, como e por que consumir. Isso exige dos empresários um olhar estratégico para inovação, experiência e geração de valor,” explica a especialista. O evento é voltado para empresários, gestores, chefs, profissionais da gastronomia e demais interessados em compreender as tendências que vêm redesenhando o mercado de alimentação fora do lar. As inscrições podem ser feitas pela plataforma Sympla ou pelo WhatsApp  67 99268-5807.

Campo Grande vive ciclo de expansão imobiliária e abre oportunidades para investidores

Crescimento populacional, expansão urbana e preços ainda competitivos colocam a Capital entre os mercados promissores do Centro-Oeste. O mercado imobiliário de Campo Grande atravessa um dos momentos mais favoráveis dos últimos anos. Impulsionada pelo crescimento populacional, aumento da renda da população e expansão urbana planejada, a Capital sul-mato-grossense vem registrando indicadores que apontam para um cenário de fortalecimento do setor e abertura de novas oportunidades para investidores, incorporadoras e compradores, segundo a avaliação do Núcleo de Imobiliárias da Associação Comercial e Industrial de Campo Grande (ACICG). Um dos indicadores destacados pelo Otávio Cassimiro, especialista do mercado imobiliário e membro do Núcleo de Imobiliárias da ACICG, é o desempenho das vendas na Capital. No primeiro trimestre de 2026 foram comercializadas 464 unidades, crescimento de 3,3% em relação ao mesmo período do ano anterior. O volume geral de vendas acumulado alcançou R$ 1,74 bilhão. O dado ganha ainda mais relevância porque foi registrado em um período com redução de 41% nos lançamentos imobiliários. “Na prática, o mercado absorveu mais imóveis mesmo com uma oferta menor, sinalizando um ambiente favorável aos vendedores e demonstrando a solidez da demanda local”, analisa Cassimiro. Os preços também acompanham o movimento de fortalecimento do setor. Segundo o levantamento, os imóveis verticais registraram valorização anual de 10,5%, percentual superior à inflação no período. “Campo Grande mantém preços mais competitivos quando comparada a outras capitais da região Centro-Oeste. O valor médio de venda é de R$ 6.650 por metro quadrado, abaixo de Goiânia e Cuiabá, o que indica espaço adicional para valorização nos próximos anos”, avalia o profissional. Bairros Além das regiões já consolidadas, bairros em expansão começam a chamar a atenção de investidores e compradores. De acordo com o especialista, os bairros Tiradentes, Vila Nasser e Autonomista estão entre as áreas com maior potencial de valorização, impulsionadas por novos empreendimentos, melhorias urbanas e crescimento comercial. Entre as localidades com os maiores preços por metro quadrado aparecem Jardim dos Estados, Chácara Cachoeira, Santa Fé, Vilas Boas e Carandá Bosque, regiões que seguem concentrando empreendimentos de padrão elevado. A confiança do mercado também pode ser medida pelo volume de investimentos previstos para os próximos anos. De acordo com Otávio, atualmente, 26 empreendimentos estão em desenvolvimento e aprovação na Prefeitura da Capital, representando uma carteira de investimentos estimados em R$ 2,4 bilhões e mais de 4,8 mil unidades habitacionais. Na visão do coordenador do Núcleo de Imobiliárias da ACICG, Lourenço Fattori, Campo Grande reúne hoje características que raramente aparecem ao mesmo tempo: crescimento populacional, aumento da renda, valorização imobiliária acima da inflação e um volume expressivo de novos investimentos. “Isso cria oportunidades tanto para quem deseja adquirir um imóvel quanto para investidores e incorporadores que buscam mercados com potencial de expansão sustentável”, finalizou.

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